Trabalho em Altura (NR-35)

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    16-Dec-2014
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    Engineering

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Treinamento de NR-35 sobre trabalho em altura... O treinamento aborda trabalhos com escadas, andaimes e a utilização de Proteções Coletivas e Individuais.

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  • 1. NR - 35 Trabalho em altura Instrutor: Claudio Cesar Pontes Tecnlogo em Segurana do Trabalho

2. Informaes Prticas Tire suas duvidas Compartilhe suas experincias Debata com os colegas Aproveite o treinamento 3. CLC ASSESSORIA 4. Mdulo I TRABALHO EM ALTURA Terico 5. O que Trabalho em Altura? Trabalho em altura todo aquele onde haja risco de queda e seja realizado acima de 2 metros do nvel inferior 6. 35 7. 30% dos acidentes de trabalhos ocorridos ao ano so decorrentes de quedas. BRASIL 35 8. Legislao 9. Legislao Mundo OSHA Occupational Safety and Health Administration (Administrao de Segurana e Sade Ocupacional) ANSI American National Standards Institute (Instituto Nacional Americano de Padronizao) CE Comunidade Europia 35 10. Legislao 1977 Foi estabelecida a Lei 6.514 regularizada pela portaria 3.214/78 NBR 15837 Equipamento de proteo individual contra queda de altura. 2012 publicada a Norma Regulamentadora (NR) numero 35. 35 11. O que diz a NR 35? - A NR 35 determina quais so as responsabilidades do Empregador e as responsabilidades dos Empregados, alm de trazer as diretrizes tcnicas sobre proteo coletiva, Equipamentos de proteo individual entre outros pontos abordados. 35 12. Cabe ao empregador: GARANTIR: Implementar a NR, inclusive contratadas; TA: s aps as medidas de proteo desta NR; Analisar e, quando aplicvel, elaborar e emitir a PT; Desenvolver procedimento operacional p/ atividades rotineiras de trabalho em altura; Sistematizar autorizao de trabalhadores para TA 35 13. Cabe ao empregador: Assegurar: Avaliao prvia - medidas complementares Suspenso do trabalho: situao de risco; Trabalho sob superviso, definida na AR de acordo c/ as peculiaridades da atividade; Organizao/arquivamento da documentao. Promover programa de capacitao (treinamento). 35 14. Capacitao: O empregador deve promover programa para capacitao dos trabalhadores realizao de Trabalho em Altura. O treinamento deve ser bienal com carga horria mnima de 8 horas. 35 15. Cabe aos trabalhadores: Zelar pela sua segurana/sade e de outras pessoas afetadas por suas aes ou omisses Cumprir e colaborar na implementao da Norma; Direito de recusa: O trabalhador tem o direito de recusar-se a expor-se a uma situao que, dentro de seu entendimento, haja a exposio a risco de vida para si prprio ou terceiros. 35 16. MUITO PIOR QUE UMA MULTA 17. Grande acidente Acidente na Obra da Ferrovia TRANSNORDESTINA 35 18. Condio Insegura Ato Inseguro Principais causas de acidentes 35 19. ATO INSEGURO "Segundo as estatsticas, cerca de 80% do total dos acidentes so oriundos do prprio trabalhador. O Ato Inseguro pode tambm ser classificado como falha humana, atribudas aos trabalhadores. Exemplos: Descumprir as regras e procedimentos de segurana No usar o EPI No ancorar o cinto de segurana Trabalhar sob efeito de lcool e/ou drogas Executar trabalhos em altura sem autorizao Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho Utilizar ferramentas inadequadas No observar as instrues de segurana 35 20. CONDIO INSEGURA So deficincias, defeitos ou irregularidades tcnicas nas instalaes fsicas, mquinas e equipamentos que presentes no ambiente geram riscos de acidentes. Exemplos: Falta de guarda-corpo em patamares Falta de pontos de ancoragem Falta de treinamento No fornecimento de EPI adequado Escadas inadequadas Falta de sinalizao Equipamentos e/ou ferramentas defeituosas 35 21. Como evitar Acidentes? 35 22. Sempre que possvel optar por trabalhar no nvel do cho 35 23. Instalar Equipamento de Proteo Coletiva - EPC Guarda - Corpo 35 24. Instalar Equipamento de Proteo Coletiva - EPC Rede de Proteo 35 25. EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL 26. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI Cinto tipo Pra-quedista 35 27. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI 35 28. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI 35 29. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI Talabarte 35 30. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI Talabartes inadequados 35 31. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI 35 Estes modelos de talabarte no atendem como sistema de reteno de quedas. Esto destinados exclusivamente ao posicionamento. 32. Capacete c/ francelete Freios MosquetesCorda de Posicionamento/ vida Descensor EPIs Luvas Botas Verificao antes e depois de uso Inspeco exaustiva 3/3 meses 35 33. Cordas Mosquetes Roldanas Saco de Ferramentas Cintas de ancoragem Verificao antes e depois de uso / Inspeco exaustiva 3/3 meses Assento de suspenso 34. Movimentao e Segurana Linhas de Vida Linha de vida o cabo instalado com o intuito de servir como ponto de engate para o cinto. 35 35. Movimentao e Segurana Fixao do Talabarte Fator de Queda O fator de queda a relao entre a queda do trabalhado e o comprimento do talabarte que obtido pela formula: HQ CT Onde: HQ: altura da queda CT: comprimento do talabarte 35 36. Movimentao e Segurana Fixao do Talabarte 35 37. Movimentao e Segurana Fixao do Talabarte 35 38. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI SISTEMA RETRTIL 39. Movimentao e Segurana Corda de Posicionamento Para facilitar a imobilizao do trabalhador, pode utilizar uma corda de posicionamento. O trabalhador nunca deve soltar os dois ganchos ao mesmo tempo. 35 40. Tcnica de descida vertical Permite paragens na descida obrigatrio o uso de duas cordas a corda de trabalho e a corda de segurana Movimentao e Segurana RAPPEL 35 41. Movimentao e Segurana RAPPEL As cordas devem ter pontos de amarrao independentes; Corda de Trabalho + equipamento de descida (Tipo ID) Corda de segurana + Anti-quedas O arns podem possuir um assento equipado com os acessrios adequados; 42. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI Erro comum de colocao: Porque? 35 43. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI 35 44. Adotar o uso de Equipamento de Proteo Individual - EPI O que devo fazer quando receber o equipamento? 1. Verificar se possui C.A (Certificado de Aprovao); 1. Verificar se possui descostura ou furos (Solda); 1. O tamanho (nos casos dos sem ajustes); E se no estiver em conformidade? 1. No aceite o equipamento; 1. Comunique ao TST / Encarregado (superior imediato); 35 45. S vou subir rapidinho, preciso mesmo usar tudo isso? 46. NS E AMARRAS 35 47. Um n, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condies: Simplicidade em ser feito Apertar medida que o esforo sobre ele aumentar. Facilidade em ser desatado Lembrete: Deve-se usar sempre o n mais simples, que satisfaa as condies exigidas pelo servio, sem por em risco a vida de quem o utiliza. NS E AMARRAS 35 48. NS E AMARRAS - Ancoragem com cordas onde no h local para prender o talabarte. - Para Unio de Cordas. - Para confeco de alas. - Para evitar que as pontas das cordas saiam do equipamento. - Para auxiliar em casos de resgate. - Como improvisao caso os outros sistemas falhem. 35 49. NS E AMARRAS N DIREITO um n simtrico e plano que mesmo quando submetido a grandes tenses pode ser facilmente desfeito. No indicado para cordas lizas. 35 50. NS E AMARRAS N INGLS Tambm conhecido como n de pescador, usado para emendar cabos de dimetros iguais ou diferentes. 35 51. NS E AMARRAS N EM OITO Recebe o nome em funo do seu formato. Alm de ser utilizado como n de arremate, til para que o cabo no escorregue de uma polia ou guia. 35 52. NS E AMARRAS N EM OITO DUPLO Muito utilizado em trabalhos em altura pois proporciona uma ala firme. 35 53. NS E AMARRAS N EM OITO DUPLO (2) Tipo de amarrao para estrutura j existente (argola). 35 54. NS E AMARRAS N DE ARNZ Fornece uma ala pelo seio do cabo ou da corda. 35 55. NS E AMARRAS N DE CORRER Forma uma ala com uso variado que aperta-se quando puxada. Com a utilizao de madeiras, pode- se fazer uma escada. 35 56. NS E AMARRAS N DE VIGAMENTO Serve para iar objetos, principalmente pesados, sendo desfeito facilmente; feito em volta de um tronco, e outros materiais por exemplo. 35 57. NS E AMARRAS N BOCA-DE-LOBO Usado para amarraes provisrias, devendo receber trao nos dois chicotes. Usado para fixar um mosqueto base de um grampo. Com segurana: 35 58. NS E AMARRAS Caso qualquer equipamento possua algum dos defeitos apresentados, ele deve ser substitudo. 35 59. CUIDADOS COM AS CORDAS Sempre que os equipamentos apresentem defeitos, devem ser substitudos. 35 60. ANCORAGEM 35 61. Escadas: 35 62. Trabalhos em Altura Escadas Limitado aos trabalhos em que no se justifique a utilizao de equipamento mais seguro. Nomeadamente: - Trabalhos com risco reduzido; - Trabalhos de curta durao; - Trabalhos/locais com caractersticas que no podem ser alteradas. 35 63. Trabalhos em Altura Escadas Posio incorrecta Altura insuficiente Melhor opo: Andaime 64. Trabalhos em Altura Escadas Identifique por escrito os erros existentes nas situaes apresentadas. Indique o modo correcto de utilizao da escada, para cada situao Situao 1 Situao 2 Situao 3 35 65. As escadas s so permitidas em telhados se engancharem numa viga e forem amarradas. Trabalhadores devem utilizar cinto. Trabalhos em Altura Escadas 35 66. Escada Simples Escada Dupla Escadote Escada dupla permite trabalho em diferentes nveis. Escadas duplas e escadotes no servem para aceder a plataformas. Trabalhos em Altura Escadas 35 67. Trabalhos em Altura Escadas Verificar o estado da escada antes da sua utilizao - Degraus - Sistema que impede abertura da escada - Base anti-derrapante 35 68. Trabalhos em Altura Escadas As escadas com vrios segmentos devem ser utilizadas de modo a garantir a imobilizao do conjunto dos segmentos. As escadas mveis devem ser imobilizadas antes da sua utilizao. As escadas suspensas devem ser fixas de forma segura de modo a evitar que se desloquem ou balancem. 35 69. Trabalhos em Altura Escadas Correcto: Base de apoio direita Correcto: Base de apoio p