Global city 2 apresentação finalíssima

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‘GLOBAL CITY 2.0’ - REDE INFORMAL GLOBAL DE ‘MOVIMENTOS CÍVICOS DE CIDADE’ E ESPAÇO DE REFLEXÃO SOBRE POTENCIAL E LIMITAÇÕES DESTAS NOVAS FORMAS DE ‘DEMOCRACIA DE PROXIMIDADE’ CONTEXTO 1. O contexto actual de significativa incerteza no funcionamento do sistema económico global e as mudanças visíveis no equilíbrio estratégico mundial estão a despoletar uma discussão sobre a possível transição dos paradigmas sociais e económicos no mundo ocidental. O movimento cívico internacional 'NO ECONOMIC RECOVERY WITHOUT CITIES & CITIZENS' (ou ‘CIDADES PELA RETOMA’), com sede em Portugal, constitui-se assim como um desafio colectivo para promover e discutir o papel das cidades (e das suas comunidades) nesse contexto de transição. 2. O recém-criado movimento cívico parte da noção de que existe uma qualidade específica das cidades que torna possível a mudança e a inovação social. A concentração de pessoas, infra-estruturas e ideias própria do espaço urbano gera fenómenos de inovação, acção colectiva e benefício mútuo que outros contextos espaciais e sociais não conseguem produzir. Propõe-se, por isso, que há um certo patamar de rapidez, alcance e profundidade de mudança que só é possível nas cidades. 3. Este movimento responde ainda à clara mudança na natureza e motivação da intervenção cívica. Ao libertar-se dos aspectos meramente corporativos, ideológicos e revindicativos, os cidadãos podem hoje organizar-se de forma livre e versátil em torno de temas e problemas concretos, tendo o seu espaço envolvente (a rua, o bairro, a cidade) como objecto de preocupação. 4. Os primeiros passos desta iniciativa foram dados com a criação de diversas ferramentas de comunicação: http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ (site/blog), http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma (página de Facebook) e https://groups.google.com/group/cidadespelaretoma (mailing-list) pensados como espaços de encontro para partilhar experiências inovadoras em diferentes aspectos da intervenção na cidade (resolução de problemas/ valorização de oportunidades), seja no domínio das políticas públicas, do planeamento colaborativo e da acção cívica. 5. O objectivo principal deste movimento, de âmbito internacional, ainda que com matriz inicial ligada ao mundo ibero-americano, é inspirar outras experiências, reforçar o diálogo entre diferentes comunidades e estimular a aprendizagem colectiva, de modo a assegurar que a natureza dinâmica das cidades têm um impacto positivo na coesão social e territorial, no ‘empowerment’ cívico e na reestruturação económica das nações, em resposta às mudanças futuras.

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Apresentação da rede 'Global City 2.0'

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‘GLOBAL CITY 2.0’ - REDE INFORMAL GLOBAL DE ‘MOVIMENTOS CÍVICOS DE CIDADE’ E ESPAÇO DE REFLEXÃO SOBRE POTENCIAL E LIMITAÇÕES DESTAS NOVAS FORMAS DE ‘DEMOCRACIA DE PROXIMIDADE’

CONTEXTO

1. O contexto actual de significativa incerteza no funcionamento do sistema económico global e as mudanças visíveis no equilíbrio estratégico mundial estão a despoletar uma discussão sobre a possível transição dos paradigmas sociais e económicos no mundo ocidental. O movimento cívico internacional 'NO ECONOMIC RECOVERY WITHOUT CITIES & CITIZENS' (ou ‘CIDADES PELA RETOMA’), com sede em Portugal, constitui-se assim como um desafio colectivo para promover e discutir o papel das cidades (e das suas comunidades) nesse contexto de transição.

2. O recém-criado movimento cívico parte da noção de que existe uma qualidade específica das cidades que torna possível a mudança e a inovação social. A concentração de pessoas, infra-estruturas e ideias própria do espaço urbano gera fenómenos de inovação, acção colectiva e benefício mútuo que outros contextos espaciais e sociais não conseguem produzir. Propõe-se, por isso, que há um certo patamar de rapidez, alcance e profundidade de mudança que só é possível nas cidades.

3. Este movimento responde ainda à clara mudança na natureza e motivação da intervenção cívica. Ao libertar-se dos aspectos meramente corporativos, ideológicos e revindicativos, os cidadãos podem hoje organizar-se de forma livre e versátil em torno de temas e problemas concretos, tendo o seu espaço envolvente (a rua, o bairro, a cidade) como objecto de preocupação.

4. Os primeiros passos desta iniciativa foram dados com a criação de diversas ferramentas de comunicação: http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ (site/blog), http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma (página de Facebook) e https://groups.google.com/group/cidadespelaretoma (mailing-list) pensados como espaços de encontro para partilhar experiências inovadoras em diferentes aspectos da intervenção na cidade (resolução de problemas/ valorização de oportunidades), seja no domínio das políticas públicas, do planeamento colaborativo e da acção cívica.

5. O objectivo principal deste movimento, de âmbito internacional, ainda que com matriz inicial ligada ao mundo ibero-americano, é inspirar outras experiências, reforçar o diálogo entre diferentes comunidades e estimular a aprendizagem colectiva, de modo a assegurar que a natureza dinâmica das cidades têm um impacto positivo na coesão social e territorial, no ‘empowerment’ cívico e na reestruturação económica das nações, em resposta às mudanças futuras.

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6. O ‘CIDADES’ teve a sua génese de mobilização nas redes virtuais e sociais mas procura dar origem a iniciativas reais em diferentes cidades, visando a organização de SESSÕES DE REFLEXÃO/ACÇÃO SOBRE COMO PODEM AS CIDADES (E AS SUAS COMUNIDADES) ORGANIZAR-SE PARA RESPONDER A ESTE MOMENTO DE TRANSIÇÃO.

7. Estas sessões pretendem desenhar uma ‘AGENDA LOCAL PARA A RETOMA’ que deverá identificar iniciativas ou projectos de acção no curto/médio prazo, com efeitos visíveis e a diferentes escalas (dos grandes sistemas urbanos e metropolitanos, às escalas de cada bairro, rua, habitação) num conjunto de domínios chave que tenham potencial de geração de emprego, de animação da actividade económica e social, de organização espacial e funcional das cidades. Para tal, explora-se o conceito de projectos de ‘baixo custo’ e 'alto valor acrescentado' em domínios diversos da intervenção urbana (habitação, cultura/arte, mobilidade, comércio, ambiente...), exemplificado no site/blog de outra micro iniciativa do ‘Cidades’ – o projecto ‘Rua das Ideias’ (http://ruadasideias.blogs.sapo.pt/).

8. A ‘Agenda Local pela Retoma’ deve ser complementada, sempre que possível, com a análise e observação de experiências relevantes a nível nacional e internacional (mobilizando para isso os ‘saberes técnicos e científicos’), com a valorização dos esforços cívicos locais relevantes e que já estão no terreno e a utilização de mecanismos de comunicação e informação para uma forte mobilização colectiva em torno desta ‘agenda local pela retoma’ (http://agendalocalpelaretoma.blogs.sapo.pt/).

9. As iniciativas que se venham a realizar sobre esta matéria poderiam contribuir para requacionar o foco das políticas públicas e para o recentrar em torno das ‘cidades’ (tirando partido do potencial anteriormente referido), estimulando um alinhamento das políticas e programas públicos e iniciativas privadas.

http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/

http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma

https://groups.google.com/group/cidadespelaretoma

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GLOBAL CITY 2.0 CONCEITO 10. Na sequência das suas primeiras actividades, o movimento entendeu lançar um

segundo desafio: o PROJECTO 'GLOBAL CITY 2.0' que pretende ser uma REDE INFORMAL GLOBAL DE ‘MOVIMENTOS CÍVICOS DE CIDADE’ e um ESPAÇO DE REFLEXÃO sobre o POTENCIAL DESTAS FORMAS EMERGENTES DE ‘DEMOCRACIA DE PROXIMIDADE’ (http://globalcity.blogs.sapo.pt/), para transformar as cidades e a vivência urbana no seu todo, desenvolvendo-se no espírito do ‘ano Europeu do Voluntariado para promover mais cidadania activa’- 2011 (http://europa.eu/volunteering/).

OBJECTIVOS 11. O ‘GLOBAL CITY 2.0’ é um ‘mapa-mundi da cidadania’, e uma oportunidade de criar uma

plataforma de diálogo e conhecimento entre diferentes ‘movimentos cívicos urbanos’ de nível local, nacional e internacional, tirando partida das novas tecnologias. Pretende-se que o projecto funcione como um espaço de partilha de experiências e de aprendizagem colectiva, com elevado potencial por envolver movimentos cívicos de diferentes países e culturas, o que faz dele uma oportunidade para mobilizar saberes técnicos e científicos para aprofundar o conhecimento sobre esta forma de ‘democracia de proximidade’ e sobre a importância das cidades como instrumento e palco da 'reinvenção da democracia'.

ACTIVIDADES 12. Como primeiro passo desta rede está já a produzir-se um mapa de ‘blogues [ou sites] de

ruas, bairros, vilas ou cidades’ promovidos por cidadãos, grupos (formais ou informais) ou instituições que pretendem pensar de forma colaborativa sobre o futuro das suas cidades (http://globalcity.blogs.sapo.pt/).

http://maps.google.pt/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-PT&t=h&msa=0&msid=212036379904442039670.00049a293a00fe9209620&source=embed&ll=31.952162,43.242188&spn=145.114709,216.210938&z=2

13. Para apoiar o desenvolvimento desta recolha de informação está já em preparação a

concepção de um novo site ‘user-friendly’ produzido em regime de voluntariado por

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uma empresa TICE de Aveiro (a empresa Ponto C - http://www.pontoc.pt/). Este novo site irá permitir criar um sistema de auto-alimentação, em que os interessados poderão submeter o seu blog/site para serem referenciados no mapa, e ainda irá assegurar as condições para uma melhor interacção entre os membros da rede.

14. Como segundo passo, está a desenvolver-se um esforço de mobilização de instituições (http://globalcity.blogs.sapo.pt/1919.html) e personalidades nacionais e internacionais (investigadores, profissionais das cidades, artistas, jornalistas e cidadãos interessados) para apoiar a divulgação das iniciativas (em particular o mapa de ‘movimentos cívicos de cidade’) e a reflexão sobre o potencial e limitações deste tipo de dinâmicas cívicas. Entende-se que esta rede de apoio, constituída por cidadãos empenhados e com competências técnicas e científicas em diferentes domínios, irá ajudar a dar versatilidade, credibilidade, robustez ao projecto.

15. Num último momento, irá procurar sistematizar-se o conhecimento sobre a realidade dos ‘movimentos cívicos de cidade’ a nível nacional e internacional, procurando identificar tendências/ problemas tipo, agendas de preocupação, modelos organizativos e formas de comunicação.

CIVIC TASK FORCE 16. Para coordenar o desenvolvimento deste trabalho foi criado um grupo de trabalho,

constituído por cidadãos interessados, profissionais e investigadores das temáticas das cidades, da cidadania e das tecnologias, de diversas proveniências geográficas, nacionais e internacionais.

17. O grupo funciona em regime de voluntariado e está a aberto à participação de todos os interessados. A sua constituição actual é a seguinte: • JOSÉ CARLOS MOTA, investigador e docente da Universidade de Aveiro;

desenvolve tese de doutoramento sobre ‘Metodologias de Planeamento Territorial’; membro do grupo fundador do ‘Cidades pela Retoma’ (http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ ); editor do blogue comunitário de Aveiro 'Amigosd'Avenida' (email: [email protected]);

• CATARINA RODRIGUES, investigadora do LabCom – Universidade da Beira Interior; desenvolve tese de doutoramento sobre ‘Jornalismo Participativo'; membro do projecto de investigação ‘ Agenda do Cidadão’ (http://agendadocidadao.ubi.pt/) Email: [email protected]

• CLARA NUBIOLA, designer (Barcelona); gestora do projecto 'Los vacíos urbanos' dedicado à reflexão sobre cidades através dum site/blog e de diferentes iniciativas (workshops & exposições). Email: [email protected]

• RODRIGO CARDOSO, arquitecto e investigador, completou em 2009 o Master Metropolis em Arquitectura e Cultura Urbana (UPC-CCCB Barcelona); aguarda aprovação de proposta de doutoramento à Bartlett School of Planning (email: [email protected])

• GONÇALO SANTINHA, investigador e docente da Universidade de Aveiro; licenciado em Planeamento Regional e Urbano, mestre em Inovação e Políticas de Desenvolvimento e doutorando na Universidade de Aveiro (UA); desenvolve actividade científica nos domínios das Políticas Territoriais de Desenvolvimento e dos impactes sociais, económicos e territoriais das TIC (email: [email protected])

• GIL RIBEIRO, investigador da Universidade de Aveiro; coordenador do projecto CicloRia (http://cicloria.blogs.sapo.pt); está a lançar conjunto de conversas sobre ruas da cidade e ocupações efémeras para as animar em Coimbra (email: [email protected])

• MIGUEL BARBOT, consultor, editor do blogue (http://1penoporto.wordpress.com) e dinamizador da Associação de Cidadãos do Porto (http://www.acdporto.org/);

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• FRANCISCO FLORIDO, engenheiro florestal, trabalha na área da agricultura biológica e jardinagem ( http://www.gammvert.pt/) e dinamiza o projecto TerraSolta (http://terrasolta.org/)

• VÍTOR SILVA, informático; editor do site O Porto em conversa (http://www.oportoemconversa.com/) (email: [email protected])

• FERNANDO NOGUEIRA, investigador da Universidade de Aveiro, doutorado com tese sobre 'Planeamento Estratégico de Cidade'; vice-Presidente da APPLA (http://www.applaneadores.pt/); membro do movimento cívico ‘Amigosd'Avenida’ (email: [email protected])

• FREDERICO LUCAS, co-autor do projecto http://novospovoadores.pt; técnico de dinamização territorial (http://infoex.pt) (email: [email protected])

• RUI MATOSO, gestor e programador cultural; investigador na área das políticas culturais; autor e coordenador do portal http://www.tvedraszine.net/ e do site: http://www.culturaviva.com.pt (email: [email protected])

• BRUNO LAGE, engenheiro do ambiente e mestre em gestão e políticas ambientais; trabalha na área da consultoria ambiental e é presidente da Associação Faro 1540 (http://www.faro1540.org/) e da Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro; membro das Direcções Nacionais da Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente e do Movimento Regiões Sim! (email: [email protected]).

PERSONALIDADES 18. As personalidades convidadas irão apoiar o projecto permitindo a divulgação pública do

seu interesse e darão colaboração pontual, de acordo com disponibilidade e interesse, nas seguintes tarefas: • divulgação do projecto, sobretudo para potenciar a identificação das dinâmicas

cívicas mais relevantes, a nível nacional e internacional (mais inovadoras, mais robustas, mais engajadas,...)

• identificação das instituições (ligadas à temática das cidades, da cidadania ou das tecnologias) que possam estar interessadas em aderir a esta rede e apoiar a divulgação (completando estas - http://globalcity.blogs.sapo.pt/1919.html);

• sugestão de estudos e investigação produzidos sobre esta temática;

• produção de um breve testemunho sobre o projecto (sua pertinência, oportunidade e importância).

19. A lista integra já mais de 30 personalidades internacionais de relevo dos EUA, Brasil, Canadá, Espanha, Portugal. Oportunamente será revelado o seu nome.

PARCEIROS DE DIVULGAÇÃO 20. Na sequência de contactos efectuados foi possível mobilizar o apoio das seguintes

instituições/movimentos informais do Brasil, Argentina, Espanha, Portugal, Estónia, Estados Unidos e Austrália: • CIDADES PELA RETOMA, PORTUGAL

http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/

• CIDADE DEMOCRÁTICA, BRASIL http://www.cidadedemocratica.org.br/

• MADRIDPOLIS, ESPANHA http://madripolis.org/

• FUNDAÇÃO BRASIL CRIATIVO http://www.fbcriativo.org.br/

• MOVIMENTO ARACAJU - BRASIL http://capitalbrasileiradacriatividade.ning.com/

• ASOC CIVIL HÁBITAT Y VIDA - MAR DEL PLATA - ARGENTINA http://www.habitatyvida.blogspot.com/

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• TALK ABOUT LOCAL - UK http://talkaboutlocal.org.uk/

• UUS MAAILM - ESTONIA http://www.uusmaailm.ee/

• SUSTAINABLE CITIES NETWORK - AUSTRALIA http://www.sustainablecitiesnet.com/

• 10 ^ 10 – EUA http://10to10.org/

• PORTO24 - PORTUGAL http://porto24.pt/

• INSTITUTO DA CIDADANIA - BRASIL http://www.institutocidadania.org.br//

• A CIDADE DOS BARRIOS – GALIZA http://www.acidadedosbarrios.org/

DESAFIOS PARA 2011 21. Até ao final do ano de 2011 existe a expectativa de desenvolver o seguinte conjunto de

actividades: • Organizar uma base de dados e um mapa dos ‘movimentos cívicos de cidade’

(estimamos que existem cerca de 2.000 a nível mundial);

• Produzir um novo e mais eficiente website (já em desenvolvimento por uma empresa TICE de Aveiro);

• Mobilizar parcerias em vários países;

• Construir uma rede de cidadãos preocupados partilhando informação (investigação, documentos e estudos) e pensando sobre ‘movimentos cívicos de cidade’ e ‘intervenções colectivas em cidade’;

• Começar a organizar um questionário sobre ‘movimentos cívicos de cidade’ da base de dados entretanto produzida;

• Identificar boas-práticas ou iniciativas relevantes a partir do conhecimento dos diferentes movimentos, organizações, autoridades e políticas públicas;

• Organizar um encontro para fazer o balanço do ‘GLOBAL CITY 2.0’; BENEFÍCIOS DO PROJECTO

22. O projecto GLOBAL CITY 2.0 está a ser desenvolvido sem apoios públicos ou privados, dependendo só do envolvimento cívico e pessoal. Contudo, apesar das limitações de tempo e dinheiro, existe a noção que o trabalho produzido pode ser um importante contributo e oportunidade para dar voz aos ‘movimentos cívicos de cidade’, para construir canais de comunicação entre diferentes actores urbanos, sobretudo os que não falam entre si, para aproximar movimentos cívicos com diferentes proveniências culturais, para ligar pessoas e instituições que partilham o mesmo interesse e para valorizar a importância e a utilidade social do conhecimento como factor de qualificação da acção colectiva.

23. Temos a consciência que as questões urbanas são, de certa forma, transversais, o que significa que uma visão colectiva e partilhada é crucial e que a solução de um problema em qualquer parte do mundo pode ajudar ou inspirar a resolução de um problema similar noutra parte. Isto significa que temos de reflectir e procurar mecanismos e oportunidades para promover o diálogo entre os parceiros que em situações normais não comunicam, seja porque simplesmente se ignoram (ou desvalorizam a importância da aprendizagem com outros) ou porque simplesmente não têm voz.

24. Deste modo, em vez de se ‘reinventar a roda’ uma e outra vez, acreditamos que a colaboração e a disseminação de informação pode contribuir fortemente para a eficácia e qualidade das políticas urbanas.

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RESULTADOS ESPERADOS 25. Mesmo tendo em conta que não existe uma solução única nem simples para os

problemas das cidades, esta rede pode fornecer o valor acrescentado para apoiar as cidades neste momento de transição. Nesse sentido, são esperados os seguintes resultados para o projecto: • Dar mais visibilidade às dinâmicas cívicas locais;

• Estimular o envolvimento dos cidadãos na vida colectiva local;

• Estimular aprendizagens e diálogos entre diferentes movimentos e entre diferentes cidades, sobretudo os de maior proximidade física;

• Criar condições para um maior escrutínio público das actuações cívicas locais;

• Aprofundar conhecimento (técnico-científico) sobre ‘movimentos cívicos de cidade’ e sobre as diferentes reflexões sobre o espaço urbano;

• Reforçar um meio alternativo, provavelmente já em desenvolvimento, para apoiar e canalizar as interdependências e colaborações globais, para além das produzidas pelos mercados, empresas privadas ou autoridades públicas burocráticas.

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PRÓXIMOS PASSOS – APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO PROJECTO 18 DE ABRIL, SEGUNDA-FEIRA, 18:00-20:30

Livraria Ler Devagar – Lisboa

http://www.lerdevagar.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3&Itemid=2

‘MOVIMENTOS CÍVICOS DE CIDADE’ NUM MUNDO GLOBAL | ‘CITY CIVIC MOVEMENTS IN A GLOBAL WORLD’ PALESTRA com SASKIA SASSEN e JOÃO FERRÃO e LANÇAMENTO DA REDE ‘GLOBAL CITY 2.0’ Programa 18:00 - Lançamento da Rede 'Global City 2.0' | ‘Cidades pela Retoma’ (http://globalcity.blogs.sapo.pt/ | http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ )

18:20 - Cosmopolitismo e Dinâmicas Cívicas Urbanas em Portugal - João Ferrão (ICS ) 18:45 - Global Cities and City Civic Movements - Saskia Sassen (Columbia University, NY) 19:30 - Comentário e moderação de Debate - João Seixas e Mário Alves Inscrições para: [email protected] e [email protected] (sala com lotação limitada) Mais informações: 96.3621239 [Rede 'Global City 2.0'] http://globalcity.blogs.sapo.pt/ [Movimento cívico 'Cidades pela Retoma'] http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ [Página Facebook 'Cidades pela Retoma'] http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma [Livraria Ler Devagar] http://www.lerdevagar.comhttp://www.lerdevagar.com/ (*) Saskia Sassen is now the Lynd Professor of Sociology at Columbia University after a decade at the University of Chicago and London School of Economics. Her recent books are Territory, Authority, Rights: From Medieval to Global Assemblages ( Princeton University Press 2006) and A Sociology of Globalization. (Norton 2007). She has now completed for UNESCO a five-year project on sustainable human settlement for which she set up a network of researchers and activists in over 30 countries; it is published as one of the volumes of the Encyclopedia of Life Support Systems (EOLSS) (Oxford, UK: EOLSS Publishers) [http://www.eolss.net ]. Her books are translated into sixteen languages. She has written for The Guardian, The New York Times, Le Monde Diplomatique, the International Herald Tribune, Newsweek International, the Financial Times, among others. BOOKS & ARTICLES http://www.saskiasassen.com/ YOUTUBE PRESENTATIONS 'Can Cities Re-invent their Civic Capacities?' http://www.youtube.com/watch?v=jP0xkPpUCOs Ciudad global y la lógica de expulsión del neoliberalismo http://www.youtube.com/watch?v=7Dc-2v_YjJ4&feature=related New public/new public spaces http://www.youtube.com/watch?v=bZq2RhqRK-M&feature=related Unstable meanings - The city and the new wars http://www.youtube.com/watch?v=yEomHOhO7Tc&feature=related

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MAIS INFORMAÇÃO

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