Defesa do Mestrado - TOLERÂNCIA AO DÉFICE HÍDRICO E EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA EM GENÓTIPOS DE...

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    Science

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Defesa do Mestrado - Alex Leonardo Tosta

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  • 1. Mestrando: Alex Leonardo Tosta Orientador: Alexsander Seleguini Co-orientador: Waldir Aparecido Marouelli Co-orientador: Valter Rodrigues TOLERNCIA AO DFICE HDRICO E EFICINCIA DO USO DE GUA EM GENTIPOS DE CEBOLA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIS Escola de Agronomia Programa de Ps-Graduao em Agronomia rea de Concentrao Produo Vegetal

2. INTRODUO A Cebola Allium cepa L., pertencente famlia Alliaceae; O centro de origem da cebola a sia Central; No Brasil o cultivo teve incio com a chegada de imigrantes aorianos ao litoral do Rio Grande do Sul, no final do sculo XIX; A cebola a terceira hortalia mais produzida no mundo. 3. A cebola preferencialmente consumida na forma in natura, em saladas, temperos e condimentos. INTRODUO 4. Alliaceae - > 750 espcies 20 espcies hortalias A. sativum alho A. fistulosum - cebolinha verde A. ampeloprasum - alho porr Allium chinense - rakkyo Allium tuberosum nir A. cepa - cebola (var. cepa) ESPCIES 5. PANORAMA DA PRODUO MUNDIAL Cap. 22 Canc. 22 Eq. 0 China - 32% India - 10% EUA - 5,4% Turquia - 2,9% Ir - 2,7% Paquisto - 3,3% Japo - 1,9% Russia - 2,9% Espanha-1,9% Brasil - 1,9% Egito - 2,1% 3a espcie hortalia em importncia econmica 78,5 milhes t - 3,7 milhes ha Estatsticas da FAO - > 137 pases 6. Brasil - 32% Argentina - 21% Colmbia - 13% Peru -14% Chile - 10% Venezuela - 7% Bolvia - 1% Paraguai - 1% Uruguai - 1% Amrica Sul 6% da produo Brasil e Argentina - > 53% PANORAMA PRODUO AMRICA DO SUL BR e ARG Mercado Produtividade 7. 12% 23 t/ha 9% 18 t/ha 7% 45 t/ha 17% 29 t/ha 8% 17 t/ha 33% 21 t/ha 12% 14 t/ha PANORAMA DA PRODUO NO BRASILAP RR AM AC RO MT MS RS SC PR SP MG GO BA SE AL PI PA TO MA CE RN PB PE ES RJ 2% 45 t/ha 1,75 milho t 63,5 mil ha Mercado interno >70% - sistema familiar 170.000 pessoas envolvidas importa - 200.000 t/ano 8. IMPORTNCIA DA IRRIGAO PARA A CEBOLA A cebola constituda por cerca de 90% de gua, o que torna o uso da irrigao de fundamental importncia para uma melhor qualidade, garantindo assim uma alta produo. Perodo Crtico: Fase de bulbificao. 9. INTRODUO Ao contrrio de outras espcies, plantas de cebola geralmente no murcha quando submetida a condies de deficincia hdrica. 10. A cultura da cebola, como as hortalias em geral, requer alta disponibilidade de gua no solo para seu pleno desenvolvimento. A ocorrncia de seca ou perodos de dficit hdrico um dos principais fatores abiticos causadores de substanciais redues na produtividade (Kumar et al., 2007). IMPORTNCIA DA IRRIGAO PARA A CEBOLA 11. EFEITOS DO AQUECIMENTO GLOBAL O descontrole do clima (chuvas e a elevao da temperatura), como consequncia do aquecimento global, aumentam a necessidade da rpida adoo de polticas voltadas para a gua. 12. Consumo mundial de gua 69% 23% 8% Irrigao Industrial Uso domstico 13. Programas de Melhoramento de Plantas Dficit Hdrico Caf Arroz e Feijo Cebola Milho - Transgnico 14. Estudar a resposta de gentipos de cebola a diferentes nveis de gua no solo mais adequados seleo de gentipos com maior tolerncia ao dficit hdrico e eficincia no uso de gua. OBJETIVO 15. MATERIAL E MTODOS 16. LOCAL DO EXPERIMENTO Embrapa Hortalias Gama DF Casa-de-vegetao 100m Durante o perodo de Fevereiro a Setembro de 2012. VISTA GERAL DO EXPERIMENTO 17. 2,5 toneladas de solo 18. Vasos de 10 litros 19. 9 kg de terra 1,4 kg de areia Adubao+calagem CFMG 200 vasos 20. Transplantio: 31 dias aps o semeio 21. 6 plantas por vaso 850 mil/ha 22. Acrescentado palha de arroz para reduzir a perda por evaporao 23. Temperatura (C) Umidade (%) 9 DATA LOGS 24. CARACTERIZAO DO EXPERIMENTO x 100% 80% 60% da ETc 40% 20% TX 08 Vale Ouro IPA 11 BRS 367 Primavera Optima F1 Franciscana IPA-10 CNPH 6179org Alfa Tropical GentiposNveis de dficit hdrico Esquema Fatorial 5x8 = 40 Tratamentos 5 Repeties DBC 25. As irrigaes no tratamento com 100% de ETc foram realizadas a todo o momento que a tenso de gua no solo pelos tensimetros atingiu 10 kPa. MATERIAL E MTODOS 26. Nvel A Nvel B Nvel C Nvel D Nvel E KPA 100% 80% 60% 40% 20% 10 250 200 150 100 50 11 260 208 156 104 52 12 280 224 168 112 56 13 300 240 180 120 60 14 320 256 192 128 64 15 330 264 198 132 66 16 350 280 210 140 70 17 360 288 216 144 72 18 380 304 228 152 76 19 390 312 234 156 78 20 400 320 240 160 80 25 460 368 276 184 92 28 490 392 294 196 98 35 550 440 330 220 110 40 580 464 348 232 116 46 610 488 366 244 122 50 630 504 378 252 126 55 660 528 396 264 132 60 680 544 408 272 136 65 700 560 420 280 140 70 720 576 432 288 144 76 730 584 438 292 146 80 750 600 450 300 150 0,5490,701 kPa0,085x1 22,639,9 22,6(kPa) 27. Incio do Estresse Bulbos foram irrigados normalmente at o incio da bulbificao, quando atingiram a relao 2:1 (Arajo et al, 1997) bulbo/pseudocaule, e foi iniciado o estresse hdrico. 2:1 28. Avaliaes do Desenvolvimento Vegetativo Altura da Planta Dimetro do Pseudocaule rea Foliar 1.200 Plantas 29. Altura da Planta: Rgua (cm) 30. Dimetro do pseudocaule: Paqumetro (cm) 31. Foi cortada a irrigao quando as plantas atingiram 60% de estalamento, iniciando a retirada das folhas. 32. Folhas retiradas com tesoura; rea Foliar; Secas Cmara de secagem; Pesadas. rea Foliar (cm) 72 horas 70C 33. Retirados bulbos e razes 34. Cura 35. AVALIAO DA PRODUO Massa fresca mdia dos bulbos; Teor mdio de matria seca dos bulbos; Massa mdia de razes; Biomassa total; Eficincia do uso da gua; Massa fresca mdia dos bulbosMassa mdia de razesTeor mdio de matria seca do bulbos EUA: Produtividade Quantidade de gua 36. Fator de sensibilidade da cultura ao dficit hdrico (Ky) Foi utilizada a expresso emprica descrita por Doorenbos e Kassam (1994) que quantifica a relao entre a reduo do rendimento relativo e o dficit de evapotranspirao: Ky = [1-(yr/ym)]/[1-(ETr/ETm)] Baixa (Ky