Apostila Passe Diversos

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FLUIDOTERAPIA A fluidoterapia (do latim: fluidu + do grego: therapea), como o prprio nome indica, o tratamento feito com fluidos, ou seja, atravs dos passes e da gua fluidificada. O PASSE O PASSE ESPRITA: A SUBLIME DOAO "E disse Pedro: No tenho prata nem ouro; mas o que tenho isto te dou. Em nome de Jesus-Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. (Atos, 3:6) porta do templo, chamada Formosa, o apstolo Pedro e o deficiente fsico. Entre ambos um momento de expectativa. Da alma cansada e sofrida - que espera. Da alma plena de f e estuante de amor - que doa. No h indagaes nem hesitaes. Apenas a sublime doao. Eis a o significado profundamente belo e sublimado do passe: a doao de alma para alma. (Suely Caldas Schubert in O Passe de Jacob Melo) (...) O passe uma transfuso de energias psquicas (...). (Emmanuel in O Consolador, cap 5) O passe uma transfuso de energias, alterando o campo celular. (Andr Luiz in Nos Domnios da Mediunidade, cap 17) O passe , antes de tudo, uma transfuso de amor. (Divaldo Pereira Franco in Dilogo com dirigentes e trabalhadores espritas) O passe tornou-se popular por sua eficcia. Mas to simples um passe que no se pode fazer mais do que d-lo. (Herculano Pires in Mediunidade Vida e Comunicao) Ato de passar as mos repetidamente ante os olhos de uma pessoa para magnetiz-la, ou sobre uma parte doente de uma pessoa para cur-la. Aurlio Buarque Holanda Ferreira Espritas e mdiuns Espritas, cultivemos o passe, no veculo da orao, com o respeito que se deve a um dos mais legtimos complementos da teraputica usual. (Andr Luiz in Opinio Esprita, cap 55) Assim como a transfuso de sangue representa uma renovao das foras fsicas, o passe uma transfuso de energias psquicas,com a diferena de que os recursos orgnicos so retirados de um reservatrio limitado, e os elementos psquicos o so do reservatrio ilimitado das foras espirituais. (Emmanuel in O Consolador, Q 98) As chamadas benzeduras, to comuns no ambiente popular, sempre que empregadas na caridade, so expresses humildes do passe regenerador, vulgarizado nas instituies espirituais de socorro e de assistncia. Jesus nos deu a primeira lio nesse sentido, impondo as mos divinas sobre os enfermos e sofredores, no que foi seguido pelos apstolos do Cristianismo primitivo. Toda boa ddiva e dom perfeito vm do Alto dizia o apstolo, na profundeza de suas explanaes. 1

A prtica do bem pode assumir as frmulas mais diversas. Sua essncia, porm, sempre a mesma diante do Senhor. (Emmanuel in O Consolador, Q 100) O PASSE Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenas. (Mateus, 8:17). Meu amigo, o passe transfuso de energias fisio-psquicas, operao de boa vontade, dentro da qual o companheiro do bem cede de si mesmo em teu benefcio. Se a molstia, a tristeza e a amargura so remanescentes de nossas imperfeies, enganos e excessos, importa considerar que, no servio do passe, as tuas melhoras resultam da troca de elementos vivos e atuantes. Trazes detritos e aflies e algum te confere recursos novos e blsamos reconfortantes. No clima da prova e da angstia, s portador da necessidade e do sofrimento. Na esfera da prece e do amor, um amigo se converte no instrumento da Infinita Bondade, para que recebas remdio e assistncia. Ajuda o trabalho de socorro aqui mesmo, com esforo da limpeza interna. Esquece os males que te apoquentam, desculpa as ofensas de criaturas que te no compreendem, foge ao desnimo destrutivo e enche-te de simpatia e entendimento para com todos os que te cercam. O mal sempre a ignorncia, e a ignorncia reclama perdo e auxlio para que se desfaa-a, em favor nossa prpria tranqilidade. Se pretendes, pois, guardar as vantagens do passe, em substncia, e ato sublime de fraternidade crist purifica o sentimento e o raciocnio, o corao e o crebro. Ningum deita alimento indispensvel em vaso impuro. No abuses, sobretudo daqueles que te auxiliam. No tomes o lugar do verdadeiro necessitado, to s porque os teus caprichos e melindres pessoais estejam feridos. O passe exprime, tambm, gastos de foras e no deves provocar o dispndio de energias do Alto, com infantilidade e ninharias. Se necessitas de semelhante interveno, recolhe-te a boa vontade, centraliza a tua expectativa nas fontes celestes do suprimento divino, humilha-te, conservando a receptividade edificante, inflama o teu corao na confiana positiva e, recordando que algum vai arcar com peso de tuas aflies, retifica o teu caminho, considerando igualmente o sacrifcio incessante de Jesus por ns todos, porque, de conformidade com as letras sagradas, Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenas. (Livro Segue-Me Francisco Candido Xavier Emmanuel Ed. O Clarim) O PASSE - BIOENERGIA Visitando enfermos, socorrendo necessitados, aplicando passes, ou bioenergia, como se modernizou o labor, enfim, a caridade um esporte da alma, pouco utilizado pelos candidatos musculao moral e inteireza espiritual. (Bezerra de Menezes in Loucura e Obsesso cap 23) FUNDAMENTO - AMOR Pronuncia a prece que reconforte e estende o passe magntico que restaure, como se fossem pedaos de teu prprio corao em forma de auxlio. (Emmanuel in Seara dos Mdiuns, cap 67) 2

FUNDAMENTO - F O poder da f se demonstra, de modo direto e especial, na ao magntica; por seu intermdio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modifica-lhe as qualidades e lhe d uma impulso por assim dizer irresistvel. Da decorre que aquele que, a um grande poder fludico normal, junta ardente f, pode, s pela fora da sua vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenmenos de cura e outros, tidos antigamente por prodgios, mas que no passam de efeito de uma lei natural. Tal o motivo por que Jesus disse a seus apstolos: Se no o curastes, foi porque no tendes f. (Allan Kardec in ESE, cap. 19, item 5) A f vivaz, a vontade, a prece e a evocao dos poderes superiores amparam o operador e o sensitivo. Quando ambos se acham unidos pelo pensamento e pelo corao, a ao curativa mais intensa (Leon Denis in No Invisvel, 2 parte, cap 15) O Magnetismo uma das maiores provas do poder da f posta em ao. pela f que ele cura e produz esses fenmenos singulares, qualificados outrora de milagres. (Allan Kardec in ESE, cap 19, item 12) FUNDAMENTO - FRATERNIDADE Estendes mos fraternas, no passe balsamizante, em favor dos que te procuram, sedentos de alvio. No furtes, porm, os braos prestimosos ao trabalho de cooperao espontnea junto daqueles que o Senhor te confiou na intimidade domstica. (Emmanuel in Seara dos Mdiuns, cap 30) FUNDAMENTO - MERECIMENTO Em todo lugar onde haja merecimento nos que sofrem e boa vontade nos que auxiliam, podemos ministrar o benefcio espiritual com relativa eficincia (Andr Luiz/ Alexandre in Missionrios da Luz, cap 19) FUNDAMENTO - REPARAO DOS ERROS Tende amor imenso uns para com os outros, porque o amor cobre a multido de pecados. (Pedro in I Pedro, IV, v.8.) FUNDAMENTO - AURA AURA Para que o entendimento sobre o passe se faa, importante a compreenso do que a aura. Segundo Andr Luiz, (Mecanismo da Mediunidade), a aura de cada criatura permanece tecido de correntes atmicas sutis de pensamentos que lhes so prprios ou habituais dentro de normas que correspondem lei dos quanta de energia e aos princpios da mecnica ondulatria, que lhes imprimem freqncia e cor peculiares. Essas foras, em constantes movimentos sincrnicos ou estado de agitao pelos impulsos da vontade, estabelecem para cada pessoa uma onda mental prpria. A aura revela os diversos estados da conscincia, mostrando ainda, as condies de sade, estado de esprito e carter das pessoas. Atravs da aura somos vistos e avaliados pela espiritualidade superior, que conhece nossas necessidades, podendo nos ajudar, principalmente com o concurso da fluidoterapia. (Apostila sobre o passe, pag 6, 2003 Federao Esprita Pernambucana) FUNDAMENTO - CARIDADE O verdadeiro esprita jamais deixar de fazer o bem. Lenir coraes aflitos, consolar, acalmar desesperos, operar reformas morais, essa sua misso. nisso tambm que encontrar satisfao real. (Allan Kardec in LM, cap. 3, item 30) FUNDAMENTO FISIOLOGIA ESPIRITUAL 3

O homem , portanto, formado de trs partes essenciais: 1 o corpo ou ser material, anlogo ao dos animais e animado pelo mesmo princpio vital; 2 a alma, Esprito encarnado que tem no corpo a sua habitao; 3 o princpio intermedirio, ou perisprito, substncia semimaterial que serve de primeiro envoltrio ao Esprito e liga a alma ao corpo. Tal, num fruto, o grmen, o perisperma e a casca. (Allan Kardec in LE, Q 135) FUNDAMENTO FLUIDO MAGNTICO De que natureza o agente que se chama fluido magntico? Fluido vital, eletricidade animalizada, que so modificaes do fluido universal. (Allan Kardec in LE, Q 427) FUNDAMENTO FLUIDO VITAL Por meio de cuidados dispensados a tempo, podem reatar-se laos prestes a se desfazerem e restituir-se vida um ser que definitivamente morreria se no fosse socorrido? Sem dvida e todos os dias tendes a prova disso. O magnetismo, em tais casos, constitui, muitas vezes, poderoso meio de ao, porque restitui ao corpo o fluido vital que lhe falta para manter o funcionamento dos rgos. (Allan Kardec in LE, Q 424) O fluido vital se transmite de um indivduo a outro. Aquele que o tiver em maior poro pode d-lo a um que o tenha de menos e em certos casos prolongar a vida prestes a extinguir-se. (Allan Kardec in LE, Q 70) FUNDAMENTO - PERISPRITO PERISPRITO Muito embora tenhamos tratado do perisprito no estudo dos fluidos e suas modificaes, como acima descrito, convm realar, para sua importncia conceitual: o decalque ideal do corpo, a rede fludica estvel atravs da qual passa a torrente de matria flutuante, que a cada instante destri e reconstri todo o organismo... (a reencarnao Delanne); o princpio intermedirio entre a matria e o Esprito cuja finalidade trplice: - manter indestrutvel e intacta a individualidade; - servir de substrato ao corpo fsico, durante a reencarnao e constituir o lao de unio entre o Esprito e o corpo fsico para transmisso das sensaes