ABESC – Manual do concreto dosado em central

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  • MANUAL DO CONCRETODOSADO EM CENTRAL

    ASSOCIAO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SERVIOS DE CONCRETAGEM DO BRASIL

    Associao Brasileira das Empresas de Servios de Concretagem do Brasil

  • EMPRESAS ASSOCIADAS:

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    Associao Brasileira das Empresas de Servios de Concretagem do Brasil

    A presente publicao rene as principais consideraes sobre o concreto dosado em central, ratificando o compromisso de suas empresas associadas com a busca constante pela qualidade, com a pesquisa de novas tecnologias, com a normalizao de seus servios e com a capacitao profissional de seus colaboradores diretos e indiretos.

    Ao longo das duas ltimas dcadas, as empresas associadas a ABESC realizam constantes investimentos tanto no aprimoramento tecnolgico e treinamento do pessoal, como na preservao do meio ambiente. Iniciou-se uma fase de comunicao com os mercados consumidores porque, lado a lado, ABESC e concreteiras associadas trabalham com o mesmo objetivo: difundir os benefcios do uso do concreto dosado em central em obras da construo civil, como forma de contribuio aos meios tcnicos.

    Desde o incio de suas atividades a ABESC sabia o que queria, trilhando a mesma filosofia, raciocinando dentro dos mesmos princpios. tica na conduo de suas metas e diretrizes, qualidade, valorizao do profissional da construo e respeito ao consumidor. Essa viso e o empenho de todo o quadro associativo so o que fazem verdadeiramente a ABESC.

    A Diretoria.

    PREfCIO

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    Associao Brasileira das Empresas de Servios de Concretagem do Brasil

    Abril de 2007

    Av. Brigadeiro Faria Lima, 28947 andar - cjs 71/72 CEP 01451-902 - So Paulo - SPfone.: (11) 3709-3466 fax.: (11) 3168-7098 www.abesc.org.br webmaster@abesc.org.br

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    Cimento e Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

    A Busca da Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

    Concretos Comumente Utilizados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

    Roteiro para a Escolha da Concreteira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

    Concreto com Garantia: Pedido e Programao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9

    Plano de Concretagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

    Recebimento do Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

    O Ensaio de Abatimento (SLUMP TESTE) . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

    Amostragem do Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

    Lanamento e Adensamento do Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

    Cura do Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

    Aditivos para Concreto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

    Bombeamento: Uma Grande Soluo no Transporte de Concreto . . . . . . . . . . 20

    Fissuras: Como Evit-las . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

    Rompimento dos Corpos-de-prova e Anlise dos Resultados. . . . . . . . . . . . . . 23

    Controle da Qualidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

    Dicionrio do Concreto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26

    Teste seus Conhecimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

    Bibliografia Recomendada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32

    SuMRIO

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    MAnuAl DO COnCREtO DOSADO EM CEntRAl

    Freqentemente confunde-se cimento e concreto. Vamos esclarecer:Cimento um composto qumico seco, finamente modo, que ao ser misturado com gua reage len-tamente formando um novo composto, desta vez, slido.O Concreto um material formado pela mistura de cimento, gua, agregados (areia e pedra) e, even-tualmente, aditivos.O cimento e a gua formam a pasta que une os agregados quando endurecida. A este conjunto de-nominamos concreto que, inicialmente encontra-se em estado plstico, permitindo ser moldado nas mais diversas formas, texturas e finalidades.

    Aps o incio do seu endurecimento o concreto con-tinua a ganhar resistncia.

    Contudo, a obteno de um concreto com qualida-de requer uma srie de cuidados. Esses cuidados englobam desde a escolha de seus materiais, a de-terminao de um trao que garanta a resistncia e a durabilidade desejada, passando pela homoge-neizao da mistura, sua correta aplicao e aden-samento, at a cura adequada que garantir a perfeita hidratao do cimento.Como conseguir um concreto com qualidade o tema desta publicao e ser visto nas prximas pginas.

    CIMEntO E COnCREtO

    Cimento gua Areia Brita Ao Fibras

    Pasta

    Argamassa

    Argamassa Armada

    Concreto ConcretoArmadoTela

    ConcretoArmado

    Com Fibras

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    O concreto um dos materiais da construo mais utilizados em nosso pas.A busca constante da qualidade, a necessidade da reduo de custos e a racionalizao dos canteiros de obras, fazem com que o concreto dosado em central, seja cada vez mais utilizado.Entre as vantagens de se aplicar o concreto dosado em central, destacamos:

    Eliminao das perdas de areia, brita e cimen-to;Racionalizao do nmero de operrios da

    obra, com conseqente diminuio dos encar-gos sociais e trabalhistas;Maior agilidade e produtividade da equipe de trabalho;Garantia da qualidade do concreto graas ao rgido controle adotado pelas centrais dosado-ras;Reduo no controle de suprimentos, materiais e equipamentos, bem como eliminao das re-as de estoque, com melhor aproveitamento do canteiro de obras;Reduo do custo total da obra.

    A BuSCA DA QuAlIDADE

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    TIPO APLICAO VANTAGENS

    Rolado Barragens, pavimentao rodoviria (base e sub-base) e urbanas (pisos, contra-pisos).

    Maior durabilidade.

    Bombevel De uso corrente em qualquer obra. Obras de difcil acesso. Necessidade de vencer alturas elevadas ou longas distncias.

    Maior rapidez na concretagem. Otimizao da mo-de-obra e equipamentos. Permite concretar grandes volumes em curto espao de tempo.

    Resfriado Peas de elevado volume como bases ou blocos de fundaes.

    Permite o controle da fissurao.

    Colorido Estruturas de concreto aparente, pisos (ptios, qua-dras e caladas), guarda-corpo de pontes etc.

    Substitui gasto com revestimento. Evita o custo de manuteno de pinturas.

    Projetado Reparo ou reforo estrutural, revestimento de tneis, monumentos, conteno de taludes, canais egalerias.

    Dispensa a utilizao de frmas.

    Alta Resistncia Inicial Estruturas convencionais ou protendidas, pr-fabrica-dos (estruturas, tubos etc).

    Melhor aproveitamento das frmas. Rapidez na desforma. Ganhos de produtividade.

    Fluido Peas delgadas, elevada taxa de armadura, concreta-gens de difcil acesso para a vibrao.

    Reduz a necessidade de adensamento (vibra-o). Rapidez na aplicao.

    Pesado Como lastro, contra-peso, barreira radiao (cma-ras de raios-X ou gama, paredes de reatores atmicos) e lajes de subpresso.

    Reduo do volume de peas utilizadas como lastro ou contra-peso, substituio de painis de chumbo (radiao).

    Leve(600 kg/m a 1200 kg/m)

    Elementos de vedao (paredes, painis, rebaixos de lajes, isolante termo-acstico e nivelamento de pisos).

    Reduo do peso prprio da estrutura.Isolamento termo-acstico.

    Leve estrutural Peas estruturais, enchimento de pisos e lajes, painis pr-fabricados.

    Reduo do peso prprio da estrutura.

    Pavimentos Rgidos Pavimentos rodovirios e urbanos, pisos industriais e ptios de estocagem.

    Maior durabilidade, menor custo de manuten-o.

    Alto Desempenho (CAD) Elevada resistncia (mecnica, fsica e qumica), pr-fabricados e peas protendidas.

    Melhora aderncia entre concreto e ao.

    Convencional (a partir de 20 MPa) Uso corrente na construo civil. O concreto dosado em central possui controle de qualidade e propicia ao construtor maior pro-dutividade e menor custo.

    Submerso Plataformas martimas. Resistncia agresso qumica.

    Com fibras e ao, plsticas ou de polipro-pileno

    Reduz a fissurao. Maior resistncia abraso, trao e ao im-pacto.

    Grout Agregados de dimetro mximo de 4,8 mm. Grande fluidez e auto-adensvel.

    O suc