PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA - .6118, NBR 12654 e NBR 12655. O concreto deve ser dosado...

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  • PREFEITURA DO MUNICPIO DE GUARA SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E OBRAS

    Avenida 17, n 676 - Fone: (17) 3332-5183 - Fax: (17) 3331-3356 CNPJ: 48.344.014/0001-59 - CEP - 14.790-000 - Guara - Estado de So Paulo

    www.guaira.sp.gov.br | e-mail: obras@guaira.sp.gov.br

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    1. CARACTERIZAO DA OBRA:

    Empreendimento: Infraestrutura Urbana Pavimentao, guias e sarjetas

    Local: C. H. Aniceto C. Nogueira, Jardim Palmares e Campos Eliseos

    Responsvel Tcnico: Eng Said A. Hammine Filho CREA-SP: 506.301.169-7 ART N: 92221220160167538

    Prefeito do Municipio: Sergio de Mello CPF: 004.734.288-90

    2. CONSIDERAES GERAIS:

    Os servios contratados sero rigorosamente executados de acordo com os projetos

    apresentados e as normas e especificaes do presente caderno tcnico.

    As normas aprovadas, as recomendaes, as especificaes, os mtodos de ensaio, os

    padres A.B.N.T., referentes aos materiais, mo de obra e execuo dos servios

    especificados, sero rigorosamente exigidos pela fiscalizao.

    Todos os materiais a serem empregados na obra devero ser de primeira qualidade e

    devero ser submetidos aprovao da fiscalizao, antes de sua aquisio e aplicao

    na obra.

    A fiscalizao exercer todos os atos necessrios verificao rigorosa do cumprimento

    dos projetos e especificaes, tanto no que se refere qualidade dos materiais, quanto

    na boa tcnica de execuo; ficando, a construtora obrigada a demolir e refazer os

    trabalhos rejeitados, ocorrendo por sua conta exclusiva as despesas desses servios.

    A execuo da obra dever ser realizada com a adio de todas as medidas relativas

    proteo dos trabalhadores e pessoas ligadas atividade da obra, observadas as normas

    e leis em vigor.

    A responsabilidade da construtora integral para a obra contratada nos termos do cdigo

    civil brasileiro; a presena da fiscalizao no diminui a responsabilidade da construtora.

    A construtora dever assumir a responsabilidade legal da obra emitindo sua ART

    respectiva. O cumprimento desta responsabilidade obrigatrio e este dever ser

    comunicado por escrito firma projetista apresentando cpia da ART recolhida junto ao

    CREA-SP.

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    3. DRENAGEM SUPERFICIAL:

    3.1. GUIA, SARJETA E SARJETES:

    3.1.1. DEFINIO:

    Guias, sarjetas e sarjetes so dispositivos de drenagem superficial de concreto

    destinados a coletar e conduzir as guas superficiais da faixa pavimentada e da faixa de

    passeio ao dispositivo de drenagem final.

    Guias e sarjetas extrusadas so aquelas provenientes da extruso do concreto por

    mquina de perfil contnuo, executadas sobre uma camada de solo compactado ou lastro de

    concreto magro, devidamente conformada seo do pavimento.

    3.1.2. MATERIAL:

    O concreto utilizado nas guias, sarjetas e sarjetes dever atender as normas NBR

    6118, NBR 12654 e NBR 12655. O concreto deve ser dosado racionalmente e possuir

    resistncia caracterstica mnima de 15 MPa.

    3.1.3. EXECUO:

    A construo de guias e sarjetas extrusadas de concreto, consistir nos seguintes

    servios:

    Preparo do terreno;

    Alinhamento e nivelamento da superfcie;

    Execuo de guias e sarjetas.

    O preparo do terreno de fundao das guias e sarjetas dever abranger uma faixa de

    1,00 metros dos passeios.

    A compactao dever ser efetuada cuidadosamente e de modo uniforme com auxlio

    de soquetes manuais ou mecnicos com peso mnimo de 10 quilos e seo no superior a

    20x20 centmetros, quando manuais.

    Concluda a compactao do terreno de fundao das guias e sarjetas, a superfcie

    dever ser devidamente regularizada de acordo com a seco transversal do projeto e

    deforma a apresentar-se lisa e isenta de partes soltas ou sulcadas.

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    As guias e sarjetas, sero moldadas in loco, utilizando para isso extrusora de guias e

    sarjetas, sendo o seu perfil, acompanhando o alinhamento determinado em projeto.

    O concreto a ser utilizado, dever ter resistncia mnima de 150 kg/cm2 ou 15 MPa,

    determinado atravs de ensaios compresso simples.

    O concreto dever ter plasticidade e umidade tais que possa ser facilmente lanado

    nas formas, onde, convenientemente adensado e alisado, dever constituir uma massa

    compacta e homognea.

    Aps o adensamento, a superfcie de sarjetas, dever ser modelada com gabarito e

    acabada com auxlio de desempenadeira de madeira, at apresentar uma superfcie lisa e

    uniforme.

    Quando o pavimento for asfalto, a aresta da sarjeta dever ser chanfrada num plano

    formando um ngulo de 45 graus com a superfcie.

    A altura das juntas dever estar compreendida entre 1/3 e 1/4 da espessura das

    sarjeta e sua largura no dever exceder a 1,00 cm.

    Os corpos de prova durante a concretagem devero ser moldados e ensaiados de

    acordo com as normas ABNT, cujos resultados devero ser apresentados fiscalizao.

    4. PAVIMENTAO ASFLTICA:

    4.1. CAMADA DE REFORO DO SUB-LEITO:

    4.1.1. DEFINIO:

    Reforo do subleito de solo selecionado a camada do pavimento constituda de solo

    escolhido proveniente de reas de jazidas ou emprstimos, executada sobre o subleito, com

    intuito de melhorar a capacidade estrutural do pavimento. Apresenta estabilidade e

    durabilidade quando adequadamente compactada.

    4.1.2. MATERIAL:

    Os solos empregados devem ser isentos de matria orgnica e impurezas e devem

    possuir caractersticas superiores s do material do subleito, sendo imprescindvel que:

    a) a granulometria, determinada conforme NBR 7181, deve ser compatvel com a

    especificada no projeto de dimensionamento do pavimento e o dimetro mximo das

    partculas deve ser de 76 mm;

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    b) o CBR determinado conforme NBR 9895, ou Mini-CBR imerso determinado

    conforme DER/SP M 192, na energia normal ou intermediria, seja:

    - superior ao do subleito;

    - igual ou superior ao considerado para reforo do subleito no dimensionamento do

    pavimento.

    c) a expanso determinada no ensaio de CBR, de acordo com a NBR 9895, ou no

    ensaio de Mini-CBR, conforme DER/SP M 192, utilizando a energia especificada no projeto,

    seja igual ou inferior a 1%;

    d) pertenam a um dos seguintes grupos: LA, LA, LG, NAou NG, da classificao da

    metodologia MCT, conforme DER/SP M 196, ou ao especificado em projeto.

    4.1.3. EQUIPAMENTOS:

    Antes do incio dos servios todo equipamento deve ser examinado e aprovado pela

    fiscalizao.

    O equipamento bsico para a execuo da regularizao do subleito compreende as

    seguintes unidades:

    a) caminhes basculantes;

    b) escavadeira hidrulica;

    c) motoniveladora equipada com escarificador; com dispositivos para controle de

    profundidade;

    d) caminho tanque irrigador de gua com, no mnimo, 6.000 litros de capacidade,

    equipado com motobomba capaz de distribuir gua sob presso regulvel e de forma

    uniforme;

    e) rolos compactadores: vibratrio ou esttico, de pneus lisos ou de p de carneiro,

    capaz de produzir a compactao e o acabamento especificado;

    f) trator agrcola com arados e grade de discos;

    g) compactador vibratrio porttil ou sapos mecnicos, uso eventual;

    h) duas rguas de madeira ou metal, uma de 1,20 e outra de 3,0 m de comprimento;

    i) pequenas ferramentas, tais como: ps, enxadas, garfos, rastelos etc.

    4.1.4. EXECUO:

    Condies gerais:

    No permitida a execuo dos servios em dias de chuva.

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    O reforo do subleito com solo selecionado s pode ser executado quando a camada

    subjacente estiver liberada quanto aos requisitos de aceitao de materiais e execuo.

    A superfcie deve estar perfeitamente limpa, desempenada e sem excessos de

    umidade para execuo da camada do reforo do subleito.

    Durante todo o tempo de execuo do reforo do subleito, os materiais e os servios

    devem ser protegidos contra a ao destrutiva das guas pluviais, do trnsito e de outros

    agentes que possam danific-los. obrigao da executante a responsabilidade desta

    conservao.

    Espalhamento, mistura e homogeneizao:

    Os materiais escavados a serem utilizados na camada de reforo do subleito devem

    ser transportados para local de aplicao, descarregados e distribudos em montes e leiras

    sobre o subleito, para posterior espalhamento com motoniveladora, de forma a obter a

    espessura da camada definida em projeto.

    Nos casos de correo de umidade, o mate