Lição 1 as cartas aos coríntios

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Editora JUERP 2° trimestre 2011As Carta aos CoríntiosLição 11° Coríntios 1 e 2° Coríntios 1

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  • 1. As Epstolas aos Corntios Estudo 01 Chamados para ser santos Texto bblico: 1Corntios 1 e 2Corntios 1 Texto ureo: 1Co 1.3,4 Graa seja convosco, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graas a Deus por vs, pela graa de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus.

2. As Epstolas aos Corntios Estudo 01 Chamados para ser santos Texto bblico: 1Corntios 1 e 2Corntios 1 Texto ureo: 1Co 1.3,4 Graa seja convosco, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graas a Deus por vs, pela graa de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus. 3. Abertura do Trimestre Vamos comear os estudos destas cartas de Paulo, fazendo uma juno dos primeiros captulos de cada uma delas.Como se tratam de duas saudaes, o que o apstolo sempre fazia em suas cartas, achamos que assim, fica melhor para o entendimento de todos ns, tendo em vista, especialmente, o pouco tempo que separa uma escritura da outra. 4. Paulo passou por Corinto em duas vezes. A primeira, na sua segunda viagem missionria, quando chegou at Grcia, tendo passado antes por Tessalnica e Atenas. Isto deve ter acontecido em cerca de 50 a.D. tendo ficado cerca de 18 meses naquela cidade (At 18.1-11). A segunda vez, j na terceira viagem, em torno de 53 a.D. quando passou rapidamente por ela, pelo que nos registra Atos 20.2,3. Aps ambas as viagens, deve ter escrito as duas cartas de que temos registro histrico, a primeira, datada de 52 a.D. e a segunda, dois anos depois em 54 a.D. 5. Corinto era uma das mais importantes cidades da Grcia antiga, a chamada Acaia, quando rivalizava em significado para o mundo grego com Atenas. Com o surgimento do Imprio Romano vai se tornar talvez, na mais importante provncia de Roma na pennsula do Peloponeso, possuindo mesmo, dois portos martimos, o de Cencria e o de Sarona, dada a sua intensa atividade comercial na poca. 6. Os crentes de Corinto tinham que ser muito firmes em sua f, pois em funoda religiosidade pag exacerbada naquela regio que remontava aos deuses do Olimpo, na mitologia grega, Paulo demonstra em suas cartas um grande apreo por eles, ainda que os exorte com severidade as vezes. 7. 1Corntios 1.1-9 A saudao preliminar demonstra este grau de afetividade que o apstolo tinha pelos crentes corntios: " igreja que est em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, aos chamados para serem santos..."1Co 1.2aSer que se esta carta fosse nossa igreja dirigida, a mim e a voc, por exemplo, ser que poderamos merecer essas trs qualificaes: igreja de Cristo,salvos e transformados por Cristo, chamados de santos? Ser?... 8. 1Corntios 1.10-16 Neste trecho, vamos ver Paulo exortando os corntios a que sejam concordes, isto , haja harmonia e comunho entre os componentes da igreja de Cristo. A presena de pontos de vista divergentes, no deveria ser motivo para desunio e incompreenso. Principalmente, como no caso, o apstolo expe, o motivo de tal divergncia era to banal e to tolo. Rogo-vos, irmos, que sejais concordes no falar, e que no haja dissenses entre vs; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer 9. 1Corntios 1.17-24 Paulo ento se aprofunda um pouco mais neste aspecto da unidade necessria vida da igreja e dos irmos. Vai comunicar com muita clareza que a verdadeira essncia da existncia e atuao da igreja de Cristo a pregao do Evangelho. Ele mesmo, no foi enviado para "batizar", querendo com isto indicar que no fora a Corinto para se preocupar com as tarefas secundrias ou decorrentes da igreja, mas sim, para:"Porque Cristo no me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; no em sabedoria de palavras... mas para ns que somos salvos, o poder de Deus"1Co 1.17,18 10. 1Corntios 1.25-31 A seguir ele passa a exemplificar estes argumentos com algumas constataes que faz, evidenciando tais argumentos: - No so muitos os sbios que se salvam... - No so muitos os poderosos que se salvam... - No so muitos os nobres que se salvam... Para eles, o milagre da salvao em Cristo era algo impossvel e irreal. Por isso Paulo finaliza apontando a diferena do crente:"Mas vs sois dele, em Cristo Jesus,o qual para ns foi feito por Deus sabedoria, e justia,e santificao, e redeno; para que, como est escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor"1Co 1.30,31 11. Esta saudao inicial tem mais ou menos 3 anos de diferena da primeira que vimos at ontem na primeira epstola. Neste intervalo de tempo ele retornou da segunda viagem que, foi quando ficou em Corinto cerca de um ano e meio, e j est em meio terceira viagem, mui possivelmente na Macednia, quando escreve esta segunda carta . O recado agora diferente, porque a motivao outra. A primeira epstola foi escrita em razo, basicamente, de um problema de desunio ou discusso entre os crentes daquela igreja. Agora, Paulo parece estar escrevendo para compartilhar com os crentes em Corinto, o consolo que que tinham em Cristo, em meio a todas as lutas que enfrentavam, ele como apstolo aos gentios, e eles, como crentes seguidores de Cristo, o Salvador. A nfase neste incio toda voltada para este sentimento, como podemos perceber logo nos versculos 3 e 4: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericrdias e Deus de toda a consolao, que nos consola em toda a nossa tribulao..." 2Corntios 1.1-7 12. 2Corntios 1.8-11 Sua palavra de extremo cuidado para que os crentes de Corinto, no ignorassem que para se viver com intensidade o Evangelho de Cristo, necessrio seria enfrentar situaes de muitas dificuldades como ele mesmo teria passado (2Co 1.8):"Porque no queremos, irmos, que ignoreis a tribulaoque nos sobreveio na sia, pois que fomos sobremaneira oprimidos acima de nossas foras, de modo tal que at da vida desesperamos." 13. 2Corntios 2.12-24 Este um dos grandes desafios do pastor, do lder de uma igreja. Ele visto por Deus como o guardio das ovelhas ali existentes e, para que este trabalho seja desenvolvido eficientemente, muitas vezes, o pastor ter que advertir ou mesmo repreender o rebanho. Foi isto que sucedeu em Corinto, quando podemos ler pela primeira carta, as diversas divergncias morais, doutrinrias e religiosas ali existentes (partidarismos, esprito mundano, impureza, litgio entre irmos, o maluso da liberdade crist, a ordem devida no culto, as doutrinas da manifestao do Esprito e da ressurreio), obrigaram o apstolo a ser muito firme com eles, o que os desagradou certamente. Infelizmente, para Paulo, se ali voltasse, seria para continuar novamente com as mesmas recriminaes e advertncias. 14. Concluso O obreiro do Senhor na igreja, o lder cristo no trabalho, o pai de famlia, devem saber com bom senso e amor, chamar a ateno dos seus subordinados, ainda que isto lhes custe cair, talvez, na antipatia de alguns. Ser que estamos hoje sabendo exercer esta disciplina?... Na igreja?... No lar?... No trabalho?... Esta disciplina que ir construir um mundo melhor amanh.