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Ceres Elisa da Fonseca Rosas O CAMINHO AO EU SUPERIOR SEGUNDO OS KAHUNAS FEEU

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Ceres Elisa da Fonseca Rosas

O CAMINHO AO EU SUPERIOR SEGUNDO OS KAHUNAS

FEEU

SUMÁRIO

1. O que é "Huna"? ............................................................................5

2. Origens da Huna .......................................................................... 6

3. Os dez elementos da psicologia Huna ......................................... 11

4. O que é necessário para colocar a Huna em prática? ...................21

5. Como usar a Huna .......................................................................22

6. Como fazer a prece-ação Huna ou Rito Há..................................27

7. Como desimpediras caminhos levemente bloqueados ................30

8. Como usar o mana na cura ..........................................................34

9. Como utilizar o gravador na programação do eu básico .............36

10 Conclusão. ... ..............................................................................39

PRÓLOGO DA FEEU

Com a edição da presente obra, a FEEU cumpre, mais uma vez, o objetivo a que se propôs: A difusão

de trabalhos inéditos e diversificados, em sua Cruzada Universalista. Outrossim, apresentamos nossos

penhorados agradecimentos à Exma. Sra. Ceres Elisa da Fonseca Rosas pela autorização, sem

nenhum ônus, para darmos a presente Mensagem. Esperamos, pois, continuar obtendo sua permissão

para divulgar outros trabalhos da milenar Filosofia Huna.

A Direção da FEEU reconhecida

Dezembro/89

Imagine um povo feliz, para o qual tudo era permitido, sem problemas de consciência ou sentimento de culpa,

pois para eles o pecado era apenas prejudicar ou ferir alguém:

que sabia controlar o tempo e obter a cooperação dos elementais, além de fazer preces que eram infalivelmente

respondidas. Seus sacerdotes conheciam o segredo da cura instantânea e de prever o futuro, mudando-o para

atender ao desejo das pessoas, desde que não prejudicasse ninguém.

Não, não é uma utopia. Esse povo e esses sacerdotes existiram e é o estudo de seus conhecimentos e práticas que

nos propomos contar aqui, para que VOCÊ também possa utilizá-los em sua vida diária.

1. O QUE É A "HUNA"?

"Vou lhes revelar um segredo", dizia o psicólogo americano Max Freedom Long, "desde que prometam contar a

todos". Isto porque a "Huna", que quer dizer segredo e que era zelosamente transmitida de pai para filhos pelos

"kahunas" ou "guardiães do segredo", sacerdotes do antigo Havaí, agora pode ser revelada a todos que queiram

conhecer esse surpreendente corpo de conhecimentos acerca da estrutura da psique humana e seu funcionamento,

comprovado pelo uso de um povo por mais de cinco mil anos.

Para os kahunas, homens capazes de realizar verdadeiros milagres, tais como cura instantânea e a resolução de

intrincados problemas pessoais e sociais, o ser humano é triúno e constituído de três eus ou espíritos

independentes. Cujas funções examinaremos em detalhe, a saber: o eu inferior, que aqui chamaremos de "eu

básico", a fim de não

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transmitir a noção errônea de que é menos importante que os demais, que é o subconsciente conhecido pela

psicologia, o eu médio, ou o consciente, e o Eu Superior ou superconsciente, só aceito por enquanto por facções

menos ortodoxas da psicologia oficial.

O eu médio uma espécie de professor do eu básico, pois este é a parte menos evoluída em nós, sendo o Eu

Superior o ideal em cuja direção devemos caminhar. Também é importante, na crença dos kahunas, a noção de

pecado, que é somente aquilo que prejudica ou fere alguém ou a si próprio.

Acreditavam os kahunas que apenas o eu básico é ligado ao Eu Superior através de um cordão de

substância etérea, chamada por eles de "aka," e é encarregado de transmitir a esse Eu as nossas preces, pedidos e

desejos.

1) Porém, o caminho para o Eu Superior pode estar bloqueado por sentimentos de culpa à vezes, causados por

fatos insignificantes e banais, impedindo que a prece chegue ao seu destino. Na Huna há esquemas para se

realizar a "kala", ou limpeza do caminho, desobstruindo a comunicação com

o Eu Superior e tornando a prece infalível.

Em suma, a Huna é baseada no conhecimento da psicologia humana e como as várias partes do ser humano

funcionam. Como dizia Max Freedom Long, "se você não está usando a Huna, está trabalhando arduamente

demais". Os lemas básicos da Huna podem ser resumidos nas seguintes frases:

"NÃO HAVENDO MAL, NÃO HÁ PECADO". *

"SERVIR PARA MERECER".

Potencialmente, os princípios da Huna agirão para todos e se os resultados esperados não forem obtidos, a

psicofilosofia Huna revela a causa do insucesso.

2. ORIGENS DA HUNA,

Quando jovem e a partir de 1917, recém-formado nos Estados Unidos, Max Freedom Long viveu durante

quatorze

* Em Inglês: "NO HURT, NO SIN"

"SERVE TO DE SERVE"

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anos no Havaí. principiando sua vida como professor. Lá ouvira contar muitos casos de cura instantânea e outros

feitos miraculosos dos kahunas, que se enquadravam naquilo que os brancos chamavam de "magia", Seu espírito

pesquisador e amante do estudo do ocultismo levou-o a tentar. sob todas as formas descobrir o que havia por trás

dos fatos que presenciava ou ouvia narrar.

Seu intenso desejo de desvendar o mistério levou-o até um senhor idoso, curador do Museu Bishop de Honolulu e

cientista de renome em seu tempo, o Dr. William Tufta Brigham. Este não só confirmou todas as estórias ouvidas

como ainda acrescentou outras de sua própria vivência, como a de andar sobre a lava fervente em companhia dos

kahunas e até um caso de reversão de "oração da morte". praticada por alguns kahunas para aqueles que julgavam

merecê-la, de acordo com seus princípios, O Dr. Brigham tomou Max Freedom Long sob sua tutela, por assim

dizer, considerando-o o continuador dos seus quarenta anos de pesquisa sobre os kahunas e revelou-lhe que

deveria buscar os seguintes elementos em sua procura e que, uma vez descoberto um deles, seria fatalmente

levado aos outros:

2.1. Deveria haver uma forma de CONSCIÊNCIA, que os kahunas eram capazes de contatar através de

cerimonial ou preces.

2.2. Essa consciência não identificada podia usar uma FORÇA, que lhes permitia controlar o calor no andar sobre

as lavas ferventes ou fazer mudanças na matéria física para a cura instantânea ou modificação do futuro.

2.3. Que devia haver alguma forma de SUBSTÂNCIA visível ou invisível através da qual a força agia.

Quatro anos depois desse encontro providencial. faleceu o Dr. Brigham, após transmitir a Long tudo o que sabia

sobre os kahunas. Long continuou suas pesquisas durante alguns anos, mas não vendo nenhum progresso maior,

admitiu a derrota e voltou para os Estados Unidos.

Em 1934, na Califórnia. onde vivia então, acordou ele no meio da noite com uma idéia que o conduziu

diretamente à chave para a descoberta das respostas sobre a magia kahuna: lembrou-se de que os kahunas

deveriam ter nomes

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para aqueles elementos citados pelo Dr. Brigham, a fim de transmitir a tradição oralmente a seus descendentes

diretos, de uma geração para outra. Correu ao dicionário havaiano-inglês que os missionários tinham compilado

desde 1820 e iniciou suas pesquisas. A língua havaiana é aglutinante, de curtas raízes que se vão acrescentando

para formar palavras com vários sentidos. Lembrou-se também de que os kahunas tinham ensinado que o homem

possui três espíritos ou eus e pesquisou as palavras utilizadas para nomear esses espíritos ou eus (unihipili, uhane

e Aumakua). A partir daí. conseguiu desvelar, como um paciente e treinado decifrador de códigos e filólogo, todo

o segredo contido na língua havaiana.

Ao terminar seus primeiros estudos, verificou surpreso que os kahunas, há mais de cinco mil anos atrás, já conhe-

ciam o subconsciente, o consciente que a psicologia só descobriu no século passado e, além dele, o

superconsciente, que atualmente só é aceito pela religião, como parte espiritual do homem, além da psicologia

transpessoal.

E de onde viera esse estranho povo, com tão poderoso conhecimento? Max os faz originar-se do antigo Egito,

tendo as tribos migrado para o Pacífico e uma delas voltado para a África, mas escritores modernos os relacionam

com a Lemúria, de çujo saber desaparecido guardavam os preciosos conhecimentos mágicos. O certo é que as

lendas revelam que tinham vindo de outras terras, sem especificar de onde.

Max Freedom Long então procurou completar sua monumental tarefa de reconstruir e apresentar esse conheci-

mento em todos os detalhes, como um sistema psicofilosófico válido, ao qual chamou Huna, uma vez que não

descobriu nenhum nome tradicional para ele.

3. OS DEZ ELEMENTOS DA PSICOLOGIA HUNA

A Huna reconhece dez elementos importantes na constituição e na operação do sistema humano, que são:

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3.1. corpo físico;

3.2. três espíritos ou eus;

3.3. três corpos etéricos. um para cada eu;

3.4. três níveis de energia ou força vital.

Vamos agora examinar um por um os itens acima. No final do capítulo haverá um quadro resumindo as principais

características de cada elemento.

3.1. O corpo físíco

Para os propósitos da Huna: o corpo é real - pelo menos tão real quanto as demais coisas ao nosso redor.

A Huna nos diz que o homem e seu corpo evoluíram através do mundo animal. desde as formas menos cons-

cientes de vida para as mais conscientes - até chegar ao próprio homem. E não só do mundo animal. mas através

do mundo de criaturas em geral. aprendendo a construir os elementos em um corpo para abrigar seu EU e usando

a força ou poder da vontade para fazer estes elementos chegarem ao seu lugar.

Como criatura marítima, aprendeu a construir uma concha para si. a partir dos elementos de seu meio ambiente.

Aprendeu a trabalhar em grupos bem cedo, formando os corais. Finalmente, evoluiu a um corpo capaz de abrigar

uma consciência, surgindo o corpo humano. A Huna não nos diz como aconteceu este último passo

evolucionário, mas nos diz para aceitar o fato de que isso aconteceu e que finalmente foi desenvolvido um corpo

no qual a consciência podia ter sua expressão mais refinada.

Quando ainda no estágio animal, o homem possuía a intuição para dirigir sua vida, na forma de instinto, ensinan-

do-o a fazer todas as coisas necessárias à sua evolução e propagação. Há muito o homem tinha o poder da razão

indutiva, mas agora, como corpo humano, podia entender as coisas muito melhor que como um animal.

Finalmente, podia ter o controle de sua própria vida.

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o eu animal ou eu básico ainda tem, como todos os animais. a orientação do instinto para dizer-lhe como formar

um corpo desde o momento da concepção e como digerir a comida e realizar todo o complicado mecanismo

necessário ao crescimento, nutrição, manutenção e reprodução do corpo.

As consciências, eus ou espíritos constituintes da trindade humana, estão ligados ao corpo físico da seguinte

forma:

3.1.1. Os dois menores (básico e médio) têm seus corpos aka (corpos etéricos) interpenetrando as células do

corpo físico humano total.

3.1.2. O terceiro eu, o Eu Superior, fica fora do corpo físico, ligado ao eu básico por um cordão de substãncia

etérica, o chamado "cordão de prata" dos ocultistas.

A energia ou força vital necessária à vida é captada e transformada pelo eu básico a partir da alimentação e do ar

ingeridos e depois é compartilhada com os outros eus, conforme veremos.

3.2. Os três espírítos ou eus

Esses três espíritos ou eus, interligados pelo cordão aka, eram chamados pelos kahunas de:

3.2.1. UNIHIPILI - o eu básico ou subconsciente reconhecido pela Psicologia tradicional. Resumidamente,

podemos dizer que é a sede da memória e das emoções, controla as funções corporais e é susceptível às

sugestões.

3.2.2. UHANE - o eu médio, a mente consciente, raciocinadora, o intelecto, não possuindo memória.

3.2.3. AUMAKUA - o Eu Superior ou superconsciente, uma espécie de anjo guardião que se encarrega de

cristalizar o futuro do ser, respeitando, porém, o livre-arbítrio de cada um.

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Examinaremos, agora, mais detalhadamente. cada um deles.

3.2.1. O UNIHIPILI OU EU BÁSICO

Ao desvendar o código contido na palavra unihipili e sua forma alternativa uhinipili. Max descobriu o seguinte

sobre o eu básico:

A). É um espírito consciente ou entidade separada, assim como o eu médio e o Eu Superior.

B). É o servo dos outros eus e é ligado ao eu médio como um irmão mais jovem.

C). Detém o controle dos vários processos do corpo físico e de tudo, exceto os músculos voluntários, que

são controlados pelo eu médio. Em seu corpo aka, pode deslizar para dentro e para fora do corpo físico.

Impregnando cada célula e tecido do corpo físico e cérebro, seu corpo aka é um molde de toda célula, tecido ou

fluido corporais. .

D). É a sede das emoções.

E). Fabrica toda a força vital ou MANA, como os kahunas a chamavam. para uso dos três eus.

Normalmente compartilha essa energia com o eu médio e o envia ao Eu Superior através do cordão aka ativado.

para ser usada na concretização das preces.

F). Recebe todas as impressões sensoriais através dos órgãos dos sentidos e as apresenta ao eu médio.

G). Os kahunas acreditavam que o básico era a sede da memória, na qual estão armazenadas todas as

formas de pensamentos criados pelo eu médio. De acordo com o sistema Huna, os pensamentos são "coisas".

Cada pensamento torna-se uma minúscula conta de substância aka, que se aglomera ao redor de outros

pensamentos semelhantes. Quando o eu médio necessita de uma informação específica, instrui o eu básico para ir

buscá-la e todo o "cacho" é revisado, explicando assim a qualidade associativa da memória.

Tudo isso acontece normalmente e de forma automática, quando há cooperação entre os eus, do contrário surgem

os problemas. .

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Jung e outros psicólogos escreveram muitas vezes sobre como o subconsciente pode ser mau e selvagem, de

modo que mu tas vezes as pessoas analisadas ficam chocadas e até horrorizadas, ao tomar conhecimento dos

complexos drenados e com as necessidades e lembranças trazidas

à luz pela psicanálise. A Huna explica bem isso. O eu básico não é muito superior a um animal, em termos de

progresso evolutivo. Ele é um eu ainda animal, habitando nosso corpo como em todos os animais, com a

vantagem, porém, de ter consigo um hóspede ou companheiro - o eu médio, seu guia raciocinador mais sábio.

Como tal, ainda conserva muitos instintos e necessidades puramente animais, não havendo, pois, razão para

condená-lo, mas sim para instruí-lo e procurar elevá-lo a níveis evolutivos mais altos, o que é feito por nós, como

eu médio.

Não devem esquecer que o eu básico normal é também como uma criança querida e amorosa, sempre

ansiosa por agradar e confiante, sempre disposta a colaborar com o eu médio nas tarefas que este deseja realizar,

embora muita delas não o interessem de perto.

É nossa tarefa, como eus médios, procurar entrar em contato com o eu básico e o conhecer profundamente. Para

isso é útil procurar saber por que nome gostaria de ser chamado, o qual nem sempre coincide com o nome de

batismo e pode ser um nome masculino ou feminino. Para que possamos travar esse delicioso e divertido

conhecimento, torna-se necessário desenvolver um sistema de "conversar'' com o eu básico. Podemos falar com

ele, dizer que desejamos conhecê-lo melhor e divertir-nos brincando juntos. Pode parecer infantil, mas o eu

básico é uma criança precoce e pode ser esperto, serviçal, voluntarioso, teimoso, fantasioso, ávido, ou uma

mistura disso, de acordo com sua natureza peculiar, tal como uma criança qualquer.

Podemos treiná-lo, se queremos a sua cooperação, assim como treinaríamos um cãozinho de estimação, recom-

pensando-o com algo que aprecie, tal como uma guloseima, ou elogiando-o sinceramente.

Através do uso do pêndulo, podemos treina-lo a responder perguntas simples, estabelecendo primeiro um código

para sim. não. duvidoso, bom. mau, não se,. por exemplo. Isto significa estabelecer uma convenção para a

comunicação, como fazem os especialistas em radiestesia. Algumas pessoas têm a seguinte convenção: um

círculo no sentido horário para sim ou bom, um anti-horário para um não ou mau, parando o pêndulo quando não

quer responder ou ignora a resposta. Mas o importante é descobrir seu próprio código. fazendo a princípio

perguntas simples cuja resposta já conheça e pedindo depois confirmação de que aquele é o movimento para o

sm, o não e o não sei. Muitas vezes o pêndulo deixa de oscilar porque o eu básico está cansado e não quer

cooperar naquele momento. Então é preciso parar o diálogo e deixá-lo descansar ou ocupar-se com outras coisas.

O uso do pêndulo consome energia, portanto não se deve prolongá-lo e é sempre bom recarregar-se através da

respiração profunda, após alguns minutos de sessão com ele.

Não tente. porém, fazer previsões para o futuro, tais como adivinhar qual o cavalo que vai ganhar o grande

prêmio ou que números vão dar na Loto. Você pode ter armazenado em seu banco de memórias a idéia de que o

jogo é pecado e o eu básico certamente fornecerá números errados ou então dará a resposta que pensa ser de seu

agrado, sendo depois rotulado de mentiroso. Então evite, a todo custo, predizer acontecimentos futuros com

auxílio do eu básico. Somente o Eu Superior pode prever o futuro e é preciso muito treino para chegar a esse

estágio.

3.2.2. O UHANE OU EU MÉDIO

A palavra "uhane" significa "o espírito que fala". É o mais conhecido. pois é nossa parte consciente, intelectual,

raciocinadora. É ele quem controla o eu básico, através da força de vontade. .

É o eu médio quem programa a "consciência" existente no eu básico, imprimindo nele as noções de bem e de mal,

do certo ou errado. Somente o eu médio pode pecar, pois só ele é capaz de ferir intencionalmente alguém.

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O eu médio produz os pensamentos comuns do dia-a-dia, que vão depois formar nosso futuro. Não possui

memória, dependendo do eu básico para isso, ao qual recorre para obter as lembranças armazenadas em cachos,

no corpo aka do eu básico.

A tarefa do eu médio é, pois, a de ensinar, treinar e guiar o eu básico, acompanhando-o em seu crescimento

evolutivo e ajudando-o a ser menos animal e mais humano.

O erro mais comum cometido pelo eu médio é o de descer ao nível do eu básico e compartilhar de sua selvageria

e condições emocionais. Isso acontece quando o eu básico escapa de nosso controle, por estar cheio de complexos

ou quando a vontade está enfraquecida por falta de mana ou força vital.

O que o eu médio não deve deixar acontecer é que o eu básico fuja ao seu controle, tornando-se o dono do

espetáculo de nossas vidas, de forma aleatória e ilógica, que é seu padrão de ação individual.

Nossa tarefa, como eus-médios, é primordialmente a de aprender a trabalhar de forma adequada e consciente com

os outros dois eus, o básico e o Superior, de forma a tornar o ser humano integrado, pois foi criado para assim ser.

3.2.3. O AUMAKUA OU SUPERCONSCIENTE

O nome que os kahunas davam para nosso terceiro eu é Aumakua. Quer dizer "Espírito paternal totalmente con-

fiável", estando implícito nas raizes da palavra que é composto de uma parte feminina e outra masculina, sendo,

portanto, andrógino.

O Aumakua vive em seu corpo aka fora do corpo físico, mas ligado ao eu básico pelo cordão aka, podendo ficar

próximo ou a uma certa distância, porém sempre ao alcance do chamado. Se os três eus estão trabalhando

normalmente, o eu básico, a pedido do eu médio, pode a qualquer tempo chamar o Eu Superior e dar-lhe sua

mensagem pelo cordão aka.

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De acordo com a crença dos kahunas, todos os acontecimentos e circunstâncias solicitados nas preces são primei-

ramente moldados pelo Eu Superior em substância aka como um molde invisível e depois, sendo-lhe oferecido o

suprimento necessário de força vital ou energia deste plano, são materializados ou solidificados no mundo físico.

Assim, todas as preces, não importa a quem são dirigidas, passam primeiro pelo Eu Superior, que está no final do

cordão usado para as transmissões e porque ele é o ser mais elevado que podemos contatar diretamente. O Eu

Superior pode, à sua discrição, contatar outras entidades ainda mais elevadas na escala evolutiva, se assim for

necessário, encaminhando-lhes os pedidos que não puder concretizar. Além disso, não são isolados, mas fazem

parte de uma associação ou agrupamento chamado "Poe Aumakua" ou a "Grande Companhia de Aumakuas",

interligados de tal forma que podem ajudar-se mutuamente.

O Eu Superior é considerado o anjo guardião do ser humano e o seu símbolo é o sol ou a luz.

Os kahunas acreditavam que, assim como o homem é uma trindade de espíritos, deve haver uma trindade de seres

constituindo o Deus Supremo. que chamavam de Ku, Lana e Kanaloa, de acordo com as lendas tradicionais.

Eram, porém, considerados tão evoluídos que pairavam acima da capacidade de compreensão do nível humano,

de modo que eram personificados como grandes homens de poder mágico, que criavam mundos e pessoas e

governavam sobre eles. Assim, não se preocupavam muito com essa noção de Deus Supremo, mas limitavam-se a

procurar o contato com o Eu Superior, pois sendo um povo lógico e sábio, reconheciam a impossibilidade do eu

médio ser capaz de entender a natureza até mesmo do Eu Superior, que é parte integrante do próprio homem,

somente um estágio evolutivo acima do eu médio. Como então teria a possibilidade de entender o Deus

Supremo?

É o Eu Superior de cada um, portanto, que se encarrega da cristalização de nosso futuro captando,

especialmente durante os momentos de sono do corpo físico a média dos pensamentos do dia com sua carga

completa de temores. desejos, apreensões etc. Assim, ao temermos muito algo, estaremos contribuindo para a sua

concretização, pois o Eu Superior não interfere em nosso livre arbítrio, a não ser que aprendamos a contatá-lo

corretamente e se peça a destruição desse futuro já cristalizado e a criação de outro, da forma como veremos mais

detalhadamente depois.

O Eu Superior pode efetuar a cura instantânea, em que o molde aka constituído pelo corpo etéreo do eu básico é

esvaziado das partes quebradas ou doentes, sendo desmaterializadas e depois preenchidas pelo Eu Superior com

matéria sã e perfeita.

O Eu Superior pode realizar outras coisas, sozinho ou associado ao Poe Aumakua, tais como controlar as condi-

ções do tempo, ou a vida dos animais, insetos ou plantas.

O Aumakua tem um.a mentalização que parece incluir a capacidade de lembrar-se e de usar um poder de

raciocínio muito superior ao do eu médio. É capaz de ver o passado e o futuro já cristalizado.

Por causa da limitação de nossas mentes como eus básicos e médios, não podemos entender totalmente a forma

de operar e de ser do Eu Superior mas podemos amar esse Eu Divino, sabendo que Ele nos ama a todo tempo,

não importa o que fizermos, e estará sempre pronto a responder ao nosso pedido de auxílio, quando assim

solicitarmos com fé e emoção. Somos nós, os eus mais inferiores. Que colocamos limitações na ajuda que pode

ser-nos fornecida pelo nosso Eu Superior, cujo amor é infinito e ilimitado.

3.3. OS TRÊS CORPOS ETÉRICOS

Os três eus residem em corpos feitos ele substância aka ou etérica. que ó o material ideal para o armazenamento

de suprimento de força vital, sendo também um perfeito condutor. Examinemos cada um:

3.3.1. CORPO AKA DO EU BÁSICO

Esse corpo é um molde de cada tecido do corpo físico, mas que não é preenchido totalmente. Não tem forma fixa,

mas pode ser alongado ou tomar diferentes formas, ou estender "dedos" de sua substância aka, geralmente saindo

da região do plexo solar. É inquebrável. Um osso pode quebrar-se, mas o seu molde de substância aka não

quebrará jamais.

Uma vez que esse fio aka seja reforçado, torna-se um perfeito condutor de força vital e pode ser usado

para conduzir formas de pensamento. O corpo aka do eu básico reproduz todos os órgãos sensoriais do corpo

físico, razão pela qual após a morte, quando esse corpo deixa o físico, permanecemos com o uso de todos os

sentidos. É por esse meio que se pode sentir, tocar, ouvir, cheirar coisas à distância.

Um fio de substância aka liga o eu básico ao Eu Superior, e se o eu básico não tem nenhuma fixação de culpa

bloqueando o caminho, pode enviar um fluxo de mana ou força vital junto com as formas de pensamento ao

nosso Eu Superior, para a concretização no futuro.

3.3.2. O CORPO AKA DO EU MÉDIO

Chamados pelos kahunas de kino-aka (nome válido para os três corpos etéricos dos três eus), sendo o molde

invisível do eu médio. É menos denso que o corpo do eu básico.

3.3.3. O CORPO AKA DO EU SUPERIOR

O corpo aka do Eu Superior fica fora do corpo físico, é o mais sutil de todos, mas ainda é mensurável pela radies-

tesia. Os antigos o ilustravam como um halo dourado ao redor da cabeça dos santos. Embora fora do corpo, às

vezes pode-se tocá-lo.

3.4. OS TRÊS NÍVEIS DE ENERGIA OU FORÇA VITAL: "MANA"

Essa energia. chamada pelos kahunas de MANA. é a mesma que os hindus denominam prana e está relacionada

com todas as formas de energia vital. não importa o nome que receba, tais como "chi" ou "ki" das artes marciais,

a força ódica do barão Kar1 Von Reichenbach ou a energia orgânica de Reich Os kahunas acreditavam que,

por uma ação da mente, podemos aumentar o suprimento de mana já existente no corpo e criado a partir da

alimentação e do ar que respiramos. Para acumular uma sobrecarga de mana é necessário simplesmente explicar

ao eu básico o que deve ser feito e pedirlhe para executar a tarefa, tal como fizemos na instrução sobre o uso do

pêndulo, ou usar exercícios para captar energia através da respiração profunda.

Os kahunas usavam a água como um dos símbolos do mana. Quando desejavam acumular uma sobrecarga,

respiravam profundamente e visualizavam o mana subindo como a água sobe em uma fonte, cada vez mais alto

até que transbordasse no alto, sendo o corpo a fonte e a água o mana.

O mana parece vivo e ter forma de inteligência própria, mas na realidade é a consciência do eu básico dirigindo a

projeção dela e também as coisas a serem realizadas com o mana.

Podemos medir nossa energia normal ou carga de mana com o pêndulo, desde que já estejamos bem treinados em

seu uso e o eu básico esteja firme na utilização do código escolhido. Podemos então segurar o pêndulo com a mão

direita sobre a palma da mão esquerda aberta e voltada para cima. Pedimos ao eu básico que indique com voltas

do pêndulo quanta energia ou mana temos no corpo físico. Para apressar, podemos usar perguntas. Como, por

exemplo: "A carga de mana que temos é acima de 300 voltas?". Se a resposta for positiva, prosseguimos com

números acima de trezentos; se for não, repetimos a pergunta para duzentos, para cem, e assim por diante, até nos

aproximarmos da indicação correta e prosseguirmos daí a contagem das voltas. Em seguida realizamos exercícios

para obter uma sobrecarga de mana, através da respiração profunda ou outros métodos e fazemos nova contagem.

Geralmente o índice da contagem inicial é duplicado, quando conseguimos nos carregar bem com mana extra.

3.4.1. O MANA OU EU BÁSICO

O eu básico capta a energia vital da alimentação que ingerimos e do ar que respiramos, armazenando-os em seu

corpo aka, mas também compartilhando-a com os outros eus.

É capaz de acumular uma sobrecarga de mana pela respiração profunda, como vimos. Essa sobrecarga é usada

para fazer formas de pensamento fortes, que perdurarão, mas também poderá ser usada para recarregar a pessoa

esgotada por um intenso trabalho físico ou intelectual, ou ainda para executar tarefas especiais. Por exemplo, se

você é um ator e precisa decorar um papel rapidamente, bastará recarregar-se de mana pela respiração refunda

toda vez que começar a estudar. Serve também para os estudantes que poderão recarregar-se de mana antes de um

exame difícil. As mulheres da Polinésia antiga costumavam ficar atrás das linhas de combate para recarregar os

guerreiros feridos, rapidamente, a fim de que eles pudessem retornar à luta ou recuperar-se logo do ferimento. É a

força usada pelos espíritos, nas sessões, para realizar transportes e levitações.

3. OS DEZ ELEMENTOS DA PSICOLOGIA HUNA

3.1 O CORPO FÍSICO: VEÍCULO E INSTRUMENTO DOS TRÊS EUS

3.2.

OS TRÊS EUS

UNIHIPILI: O EU BASICO

Eu subconsciente -

“anima".

Memória e emoção.

Ilógico (conclusões

literais e dedutivas

Controla as funções

do corpo, os cordões

aka, e as formas -

pensamento.

Sujeito à sugestão.

Apoia.se nos cinco

sentidos.

Telepatia

UANHE: O EU MÉDIO

Eu consciente.

Mente racional

"Persona"

Amplos poderes de

raciocinio.

Força de vontade.

Imaginação

Nenhuma "memória.

Somente o eu médio pode

"pecar'. (o único pecado é

ferir alguém

intencionalmente).

Racionalização.

Pensamentos comuns do

dia-a-dia

AUMAKUA: O EU SUPERIOR

Espirito Parental totalmente

confiável

Superconsciente.

Conhecimento direto,

incluindo o passado, presente

e a parte cristalizada do

futuro.

Conceito de "Anjo da

Guarda.'.

Simbolizado pelo Sol. Luz.

Em contato com forças

superiores e com o Poe

Aumakua (Grande

Companhia dos Eus

Superiores)

3.3.

OS TRES

CORPOS AKA

KINO AKA

Corpo etérico do eu

básico:

adere a tudo que toca.

Destila finos cordões

aka

Conduz Mana.

KINO AKA

O molde visível do eu

médio.

É menos denso que o eu

básico.

KINO AKA

Corpo etérico do Eu superior,

mostrado como um halo nas

pinturas religiosas.

Invisível mas mensurável pela

radiestesia

3.4.

TRES NÍVEIS

DE

MANA

MANA

Força vital, prana,

força universal da

vida.

Energia de baixa

voltagem produzida

pelo corpo e

armazenada no corpo

aka do eu básico.

Pode fluir pelos

cordões aka para

outras pessoas ou

pelo próprio corpo.

MANA-MANA

Mana de dupla forca.

Voltagem mais alta que o

mana.

Usada pelo eu médio em todos os

pensamentos e atividades da

vontade.

MANA-LOA

Forma mais alta de Mana

(força vital)

A "voltagem" mais elevada.

Usada para transformar o

molde

invisível das formas

pensamento em realidade

material.

Usada na cura instantânea e

para mudar o futuro.

3.4.2. O MANA DO EU MÉDIO

O eu médio transforma a força vital fornecida pelo eu básico de uma forma sutil, tornando-o por

assim dizer, de uma "voltagem" superior. Os kahunas simbolizavam isso como uma divisão do mana

básico em duas espécies e o chamavam de mana-mana, indicando, pela duplicação da palavra, o fato

de que seu poder estava duplicado e que assim podia ser usado pelo eu médio para controle e coman-

do do eu básico.

Esta é a força que conhecemos como a "vontade".

É a energia que deve permanecer forte a todo tempo para fazer o eu básico obedecer às ordens

transmitidas a ele pelo eu médio. Infelizmente, a maioria das pessoas não usa sua vontade ou a tem

muito fraca, de modo que o eu básico fica no comando das ações. Nós todos experimentamos fato,

quando deixamos de manter uma dieta ou regime, ou quando desejamos parar de fumar ou abandonar

um mau hábito e não conseguimos. Isto acontece por falta da força de vontade necessária para

comandar o eu básico e mantê-lo firme na decisão, conforme ensina a Huna.

3.4.3. O MANA DO EU SUPERIOR

Quando o mana é enviado pelo eu básico ao Eu Superior, é transformado em uma espécie de neblina

ou nuvem, chamada de "mana-loa" e torna-se a voltagem mais alta de mana, capaz de desintegrar a

matéria, materializando-a ou desmaterializando-a.

-Essa força é usada na solidificação das formas de pensamento captadas do eu básico ou enviadas por

este ao Eu Superior, em forma de prece ou pedido, e este assim constrói o futuro do ser total.

4. O QUE É NECESSÁRIO PARA COLOCAR

A HUNA EM PRÁTICA?

A Huna. assim chamado o corpo de conhecimentos psicofilosóficos restaurados por Max Freedom

Long, não é uma simples teoria. Ela age, se esses conhecimentos forem colocados em prática, não

sendo necessário, para isso, que a pessoa seja portadora de nenhum dom paranormal.

o único requisito para usar a Huna em seu próprio benefício, é que se assuma o compromisso de não

usá-la para ferir alguém ou a si próprio e que se esteja disposto a TRABALHAR para conseguir

resultados, que poderão acontecer a curto, médio ou longo prazo dependendo de vários fatores,

princialmente da intensidade de sua fé, do desbloqueio da via de contato com o Eu Superior e da

energia (mana) fornecida a ele.

Como somos três eus, em três níveis de evolução diferentes, cada eu tem suas próprias necessidades e

anseios, razão pela qual a Huna não condena que a pessoa procure obter, usando seus princípios. bens

materiais, respeitada a lei de não prejudicar ninguém. É claro que os mais evoluídos procurarão

também usá-la para servir, agindo em benefício do próximo e do mundo em que vivemos. além de

para sua própria evolução espiritual.

5. COMO USAR A HUNA

Max Freedom Long nos diz que a maior descoberta da vida de um ser humano é a de que existe um

Eu Superior. E a segunda grande descoberta é a de que há um método para cooperar com ele e coloca-

lo em ação.

A vida normal, para a Huna, é aquela em que o Eu Superior automaticamente dá a orientação

diária por detrás dos bastidores, mesmo se não se está ciente disso. As coisas "apenas "acontecem" da

forma certa. As dificuldades são evitadas e a vida é vivida suavemente com felicidade e sucesso.

Serve-se e recebe-se a "alegria do Senhor" ou a felicidade que advém de ajudarmos aos outros. Ao

mesmo tempo, evolui-se. O eu básico é treinado e aprende rapidamente a ser como o eu médio. Este

torna-se mais e mais "confiável" e se aproxima rapidamente do tempo em que se gradua nesse nível e

passa para o nível superior em consciência e vida, tornando-se, assim, um Eu Superior. ?????????

Dessa forma, a vida normal é aquela em que os três eus cooperam uns com os outros e os eus básico e

médio convidam o Eu Superior a exercer o seu devido papel na tarefa de viver, dando a ele o "pão

nosso" de mana básico e pedindo-lhe sempre para usar a sabedoria e poder superior para guiar, curar,

e modelar o futuro da melhor forma possível.

Afirmamos que o Eu Superior não interfere em nossa vida e na criação de nosso futuro, a não ser que

peçamos para fazê-lo. E há uma forma especial de "pedir", que chamamos de prece ou prece-ação, na

falta de uma terminologia melhor e que seja igualmente conhecida e entendida. Essa forma é o rito

"Ha" dos Kahunas, cujos detalhes veremos em seguida.

Há, porém, alguns pré-requisitos muito importantes para que a prece-ação do rito "Ha" seja bem

formulada e, portanto, bem sucedida. Vejamos alguns deles:

a). Aprender a formular um pedido claro, sem dubiedade e que possa ser transformado em imagem

mental.

Nesse pedido não devem ser incluídas situações negativas. Por exemplo, se alguém vai pedir para

sarar rapidamente de um osso quebrado na perna, não deve formular seu pedido incluindo o

problema, mas sim usar frases que descrevam a situação já curada. Assim, em lugar de pedir "cura

minha perna quebrada", dizer "estou andando com perfeição e minha perna está perfeitamente sã,

normal e forte".

Anisio Castro da Silva

Tenho 1.200.000,00 (hum milhão e duzentos mil reais) distribuídos em dinheiro nas seguintes

contas bancarias:

BB ag 3027 CC: 15477-6 –saldo : 200.000,00

Itau: ag 0765 CC: 80594-0 –saldo: 600.000,00

Bradesco: ag 1993 CC: 0521664-8 –saldo: 400.000,00

Total saldo : 1.200.000,00

No caso de ser pedido algo que vai trazer conseqüências para toda a família, é bom ver primeiro se os

demais membros estão de acordo e se desejam a mesma coisa, do contrário estaremos pedindo algo

que vai prejudicá-los. Suponhamos que você esteja querendo um emprego em outra cidade. Isso

envolveria mudança de casa e de escola para os filhos, deixar bons amigos, afastar-se de parentes e

outras coisas mais. Então seria preciso verificar se o que é bom para você, será também para os

demais membros da família, uma vez que eles estarão incluídos nos resultados a serem conseguidos.

Quando toda a família desejar e estiver de acordo com o que se vai pedir, então há mais força, pois os

Anjos Guardiães ou Eus Superiores dos demais membros também darão a sua ajuda para a

concretização da prece.

Max ensina que é conveniente projetar-se no futuro que estamos pedindo e "viver" mentalmente a

situação, pois poder-se-á descobrir que, ao conseguirmos o que estamos pedindo, surgem obrigações

implícitas na situação, nas quais geralmente não pensamos. Digamos que eu esteja querendo um carro

novo. Projeto-me no futuro e começo a dirigir o carro de meus sonhos e despender todo o dinheiro

necessário para o seu pagamento e para mantê-lo. Então será necessário pedir o dinheiro para as

despesas e isso exigirá que se peça os meios de ganhar dinheiro. Para obter mais dinheiro, geralmente

será necessário maior esforço e mais gasto de tempo para esse fim. Então talvez seja mais conve-

niente, neste caso, pedir um bom carro usado, cujo pagamento e manutenção não vão exigir muito

sacrifício nem esforços adicionais.

Um dos membros da Associação formada por Max Freedom Long nos primórdios da decodificação

da Huna resolveu testar os princípios ajudando, em Honululu, um jovem que ficara paralítico devido à

poliomielite. Os dois começaram avidamente a praticar as preces. Tudo ia bem e as pernas inúteis

começaram a dar sinais de vida. Então o jovem repentinamente entrou em pânico pela perspectiva de

ter que retomar à luta pela própria vida. Tornou-se temeroso e da noite para o dia as pernas voltaram à

sua condição primitiva. Tinham se esquecido de fazê-lo projetar-se no futuro como um exercício

preliminar diário. a fim de acostumar-se com a idéia de voltar a assumir as obrigações que a saúde e a

normalidade trariam.

É preciso elaborar bem o pedido da prece e pensar em todos os detalhes, no envolvimento de outras

pessoas e nas possíveis conseqüências que o pedido, uma vez materializado, vai trazer, para que não

haja arrependimento nem mudanças no quadro visual.

É necessário, ainda, escolher palavras sem dubiedade de sentido, para evitar que o eu básico, que é

extremamente literal, mande ao Eu Superior uma imagem errada do pedido.

Para evitar isso, deve-se trabalhar cuidadosamente com o eu básico na construção da imagem visual

do pedido.

b). Aprender a formar imagens visuais, incluindo nelas todos os possíveis efeitos sobre os órgãos

sensoriais.

Por exemplo, se você pedir o que geralmente todos querem: "saúde, riqueza e felicidade", sem

trabalhar com seu eu básico as imagens visuais ou formas de pensamentos correspondentes, seu eu

básico pode enviar ao Eu Superior uma mistura de imagens do seguinte tipo: a imagem da saúde para

seu eu básico pode ser a de um lutador de box que recentemente o impressionou na luta assistida pela

TV e a imagem da riqueza para ele pode ser os carros fortes transportadores de dinheiro dos Bancos e

o quadro de felicidade para o eu básico pode ser a do cachorrinho do vizinho sacudindo o rabo

alegremente na chegada de sua dona. Se essa mistura for enviada ao Eu Superior com seu pedido de

"saúde, riqueza e felicidade", provavelmente não resultará em nada concreto.

Então será necessária muita conversa, de coração aberto, com seu eu básico. para expor-lhe o que

deseja em detalhes e ensiná-lo a formar o quadro exato daquilo que é desejado. Existem, inclusive,

exercícios para desenvolver a aptidão de produzir quadros mentais, que ajudam a melhorar essa

capacidade nas pessoas que julgam não possuí-la.

E é bom lembrar que, quanto maior a bênção obtida, maior a responsabilidade.

c). Ter fé.

Aquilo ue não podemos aceitar como possível, provavelmente não será dado porque nossos eus

estarão impondo restrições ao trabalho do Eu Superior. Aquilo que o eu médio não aceita, o eu básico

certamente não aceitará, arruinando o quadro da prece mesmo antes de mandá-lo ao Eu Superio

"A fé sem obras é vã” torna claro que "obras" inclui o envio de uma sobrecarga de mana ao Eu

Superior, como parte do trabalho total de tornar a prece em realidade.

d). Aprender a adquirir uma sobrecarga de mana.

Existem muitos exercícios de yoga e de outras fontes que ensinam a respiração profunda e a

conseqüente aquisição de uma sobrecarga de energia. Cada um deve buscar c adotar para si o que

funcionar melhor em seu caso particular.

e). Aprender a desbloquear o caminho ou senda para o Eu Superior.

Um passo importante na prece Huna é a operação de desbloquear o caminho ou o cordão aka que é

nossa senda para o Eu Superior. O que causa esses bloqueios? Mais comumente, os bloqueios surgem

devido à fixação e complexos, especialmente os de culpa e de menos-valia, educação religiosa muito

restrita na infância que reforça e reproduz os sentimentos de culpa, e obsessão por espíritos.

Como então livrar-se desses bloqueios ou "pedras de tropeço"? .

Existem várias medidas que podem ser tomadas, dentre as quais citaremos:

a). Perdoar-se pelas faltas cometidas no passado, prometendo não repeti-las.

b). Perdoar a todas as pessoas que nos prejudicaram de alguma forma, consciente ou

inconscientemente.

c). Fazer alguma ação de auto-sacrifício, como um jejum, ou abster-se de fumar ou fazer uma

doação a uma instituição de caridade que "doa" no seu bolso, de modo que o seu eu básico

sinta que é digno de receber aquilo que está pedindo. Isso será repetido quantas vezes for

necessário, para que o sentimento de culpa ou auto-desvalorização seja ultrapassado.

d). Fazer reparações para as pessoas magoadas ou feridas por nós. pedindo perdão

pessoalmente a elas e reparando o mal. No caso de pessoa já falecida. fazer o bem a outra pessoa que

a represente ou simbolize. de forma a compensar o mal produzido.

e). Convencer o eu básico, através de repetidas conversas. que o único pecado é o de

prejudicar ou ferir alguém, contribuindo, assim, para que não se formem novos sentimentos de

culpa e, conseqüentemente. novos bloqueios.

f). Procurar para-normais treinados que possam desalojar espíritos obsessores, ou então

religiosos de qualquer seita com fé poderosa, para que possam devolver esses espíritos a seu

próprio plano, caso as demais medidas não surtam efeito.

Em suma convencer o eu básico de que é digno e merece o que está sendo pedido, para que

ele não se esconda no momento do contato com o Eu Superior, como a criança culpada que

teme o castigo dos pais ou que simplesmente está envergonhada de seu procedimento.

6. COMO FAZER A PRECE-AÇÃO HUNA OU RITO "HA"

6.1. Decidir bem o que vai ser pedido, escrever uma descrição resumida e clara para

impressionar mais o eu básico. treinar a formação do quadro pedido.

6.2. Verificar se o que vai ser pedido não prejudicará ninguém. Verificar se o eu basico

compreendeu bem e está de acordo. Se não está, convencê-lo disso.

6.3. Pedir uma só coisa de cada vez ou coisas relacionadas entre si. Se precisar de várias

coisas, formular preces separadas com intervalos mínimos de uma hora mais ou menos.

6.4. Visualizar o fim ou resultado desejado, sem especificar os meios para obtê-lo, pois a

forma deve ficar ao arbítrio do Eu Superior, mais sábio que os outros eus.

6.5. Sempre pedir que o desejo seja concedido se for permitido, próprio e desejável, pois o Eu

Superior muitas vezes, conhecendo nosso futuro e o que é melhor para nós como um todo triúno,

pode verificar que o pedido não é adequado nem oportuno.

6.6. Acumular um excedente de mana, respirando quatro, quarenta ou quatrocentas vezes,

dependendo da disponibilidade de tempo ou da urgência do pedido. Relaxar-se e aquietar-se.

Visualizar o desejado, mandar o eu básico dirigir a forma ele pensamento ou quadro pelo cordão aka,

acompanhada do suprimento de mana, partindo do plexo solar para o Eu Superior, subindo pela

espinha até o alto da cabeça.

6.7. Facilitar, no plano físico, a realização da prece, pois "ajuda-te que Deus te ajudará"

implica que cada um tem de fazer a sua parte, trabalhando para o fim comum.

Max Freedom Long dizia. citando os kahunas: "O passado está além de qualquer mudança; O

presente está escorregando de nossas mãos mas o futuro é nosso, para moldá-lo ao nosso desejo. Eis

como faço novas todas as coisas."

Por isso a prece Huna se chama prece-ação. pois demanda um pedir e um AGIR também.

6.8. FAZENDO A PRECE-AÇÃO:

A) Rever mentalmente o quadro da coisa a ser pedida. Não acrescentar nem tirar nada durante

as preces, até conseguir o resultado. Poderá gravá-la e usar o gravador no momento da prece.

S) Reafirmar a fé. Uma forte afirmação de fé deve ser feita diariamente, antes da prece.

C) Acumular o excedente de mana a ser utilizado no momento.

D) Meditar com amor no Eu Superior e pedir para o eu básico fazer o contato com ele.

Quando isso acontece, sentimos sinais especiais. que devem variar para cada pessoa, tais como:

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1. Uma sensação especial em todo o corpo, como uma corrente elétrica, que deixa uma

sensação de bem-estar;

2. um irromper de emoções ou de alegria. amor ou devoção;

3. uma sensação estranha no plexo solar. às vezes acompanhada de sensação de teia de

aranha na face, pescoço e mãos.

E) Após o contato. pede-se ao eu básico para enviar o quadro mental pelo cordão aka, junto

com o mana, ao Eu Superior.

Vocalizar então a prece, descrevendo as condições desejadas. por TRÊS VEZES. sem

nenhuma alteração (ou ligar o gravador. com a prece previamente gravada três vezes). .

F) Agradecer e terminar de forma" clara. dizendo: "A prece está terminada. Deixa cair a chuva

de bênçãos."

G) Repetir diariamente ou até várias vezes ao dia. Até conseguir o resultado.

H) Só voltar a pensar no assunto na próxima prece. Evitar preocupar-se com o resultado.

"Plante a semente e deixe-a germinar", diriam os kahunas.

6.9. RESULTADOS

A) Se o pedido envolver uma resposta do Eu Superior em forma de orientação ou conselho, isto

poderá acontecer durante o sono, sob a forma de um sonho nítido e simbólico, ou então através de

uma pequena voz ou um pensamento, inspiração ou intuição, bem claros e compulsivos, relacionados

com o pedido.

B) Se o pedido for para a obtenção de algo mais concreto, não acontecerá imediatamente. pois

primeiro virá o futuro que já cristalizamos. Podemos pedir ao Eu Superior que destrua o futuro já

cristalizado em primeiro lugar, o que muitas vezes pode causar um acumulo de fatos desagradáveis.

dando a impressão de que as coisas pioraram depois da prece, mas será uma situação passageira. O

"novo" futu

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ro irá então sendo formado gradualmente, à medida que for formulada a prece e fornecido o mana

necessário.

7. COMO DESIMPEDIR OS CAMINHOS LEVEMENTE BLOQUEADOS

Muitas vezes acontece que, ao tentarmos a ligação do eu básico, com o Eu Superior, surgem muitas

resistências, manifestadas através de vários sintomas, tais como ausência de emoção, distração,

aborrecimento, impulsos vários, coceiras, medo, aversão por alguém, e outras nada adequadas ao

momento

Isso significa que o eu básico está resistindo e não quer cooperar, devido a complexos, crenças

irracionais, educação religiosa da infância e outros motivos.

Será, então, preciso conversar com ele através do pêndulo e depois convencê-lo da necessidade de

fazer a sua parte na prece-ação.

Uma associada da Associação de Pesquisa Huna não conseguia obter resultados e verificou que o eu

básico achava as preces inúteis, pois conhecia somente as preces automáticas e repetitivas da infância.

Foi possível convencer o eu básico de que a prece Huna era diferente e eficaz, após um recuo à

infância. Eis como foi a conversa:

EXEMPLO DE CONVERSA COM O EU BÁSICO, ATRAVÉS DO PÊNDULO:

- V. ainda acredita em Deus. não é?

- SIM

- Bem, então V. também acredita que Deus pode responder às preces? (relembrar vezes em que as

preces foram atendidas

- SIM

- V. se lembra como ficamos alegres e agradecidos com isso?

- SIM

- V. acredita que podemos orar a Deus por intermédio do Eu Superior

-SIM

- V. sabe que temos um Eu Superior não é?

- SIM

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- Mas V. acha que deveríamos rezar diretamente a Deus?

- SIM

- E isso porque nos ensinaram assim quando éramos crianças?

- SIM

- V. acredita que podemos rezar para Jesus para atingir Deus?

- SIM

- E V. sente Deus quando reza para Ele?

- NÃO

- V. sente Deus quando reza por intermédio de Jesus?

- SIM

- V. muitas vezes entra em contato com o Eu Superior?

- SIM

- V. sabe dizer qual a diferença existente entre tomar contato com Jesus, ou tomar contato com o Eu

Superior?

- DUVIDOSO.

- Naturalmente que você não sabe, todas as preces vão para o Cristo Interno, como lhe ensinaram a

acreditar – e ele éo Eu Superior. Você entende isso?

- DUVIDOSO.

- Então vou lhe explicar. Preste bem atenção. (Segue-se uma cuidadosa apresentação do fato de que o

Eu Superior é o Cristo Interno para cada um e nos e que Ele pode receber as preces para levar até

Deus, se assim for necessário).

- Agora você compreende que deve entrar em contato com o Eu Superior, enviando-lhe as formas de

pensamento e as imagens mentais das coisas que deseja?

- SIM

- Então agora está pronto para entrar em contato com o Eu Superior para enviar-lhe mana pelo cordão

aka e junto com o mana as imagens mentais das coisas pelas quais estamos rezando?

- NÃO

- V. acha que não porque estamos pedindo coisas erradas?

- SIM

- V. acha que estamos pedindo demais?

- SIM

- V. rezaria pelo pão nosso de cada dia?

- SIM

- V. rezaria pelo pão nosso com geléia?

- DUVIDOSO

- V. acha que não merecemos geléia?

- SIM

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- V. acha que merecemos a cura

- NÃO

- É porque V. acha que deveríamos pedir somente sabedoria - "Buscai o Reino de Deus e sua Justiça e

tudo o mais vos será dado de acréscimo"?

- SIM

- V. aceita isso porque nos foi ensinado quando éramos crianças.

- SIM

- V. acha que é errado pedir em nossas preces coisas que gostaríamos de obter, além da sabedoria e

das graças espirituais.

- SIM

- Compreendo. V. ainda está preso aos hábitos de pensamento adquiridos na infância. Mas há um

meio novo e mais eficaz de rezar e eu acho que V. prestou bem atenção e entendeu bem. Agora diga-

me, V. não gostaria de ter pão com geléia?

- SIM

V. acredita que Deus pode nos dar geléia tanto quanto pão?

- SIM

- Mas V. disse que não merecemos geléia. V. acha, então, que somos tão maus que so

mente merecemos castigo?

- DUVIDOSO

- V. acha que estar doente é castigo que merecemos?

- DUVIDOSO

- V. acha que devo parar de comer, jejuar e rezar todo o tempo, ate morrer.

- NÃO

- V. quer que fiquemos doentes e morramos?

- NÃO

- V. acha que Deus só tem amor por nós?

- DUVIDOSO

- V. acredita que Deus é amor?

- SIM

- Compreendo, V. ainda retoma às coisas que aprendemos na infância. Agora preste bem atenção e

escute, vou rever tudo o que há de verdade e que aprendemos ultimamente (Seguem-se cuidadosas

explicações).

O diálogo acima é um bom exemplo de conversa que pode levar a um profundo conhecimento do eu

básico, desbloqueando os caminhos de crenças antigas já não mais compartilhadas pelo eu médio,

mas que continuam armaze

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nadas nos bancos de memória do eu básico e às quais ele se aferra até que o convençamos do

contrário.

Algumas vezes nossas preces não são atendidas por que o eu básico pode estar armazenando o

seguinte:

1). O sentimento de que, se não pedir primeiro para os outros e não os ajudar a conseguir as

coisas necessárias, não merecerá ser ajudado.

2). O sentimento de medo de Deus ou do Eu Superior, geralmente provocado por complexos

de culpa, de falta de dignidade e sentimento de vergonha, provenientes da infância.

3). Desgosto pela oração, que havia sido imposta na infância, causando desagrado.

4). Inércia ou preguiça do eu básico, que não quer fazer o esforço necessário para ajudar o eu

médio a satisfazer os seus desejos. Às vezes pode haver completo desinteresse pela vida ou então

recordação de experiências anteriores, em que o fracasso após enérgicos e prolongados esforços.

Nesse caso é preciso restabelecer mais uma vez o desejo, com uma suficiente renovação de confiança

no Eu Superior e em Deus. Outras vezes o eu básico pode recusar-se por achar inútil ou prejudicial a

coisa pedida.

5). O sentimento de que velhos ódios e invejas precisam ser mantidos, sendo isso preferível a

limpar o caminho e fazer a prece.

6). O sentimento de que fazer a prece e curar-se acarretaria a perda dos cuidados e solicitudes

dos outros membros da família, faria perder a pensão do INPS e levaria o indivíduo a arcar com

responsabilidades. das quais estava livre pela doença.

O eu básico fica muito impregnado de dogmatismo religioso e é preciso conversar muito com ele,

repetir muitas leituras e exercícios, até que se convença e harmonize com as crenças atuais do eu

médio. Em caso de complexos mais fortes e arraigados dos quais a pessoa não consegue livrar-se

sozinha, os polinésios antigos buscavam auxílio de

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um poderoso kahuna. Em nossos dias, podemos recorrer à ajuda de um psicoterapeuta,

preferivelmente da linha Junguiana ou que pratique a psicologia transpessoal, pois estes aceitam o Eu

Superior na forma de superconsciente.

8. COMO USAR O MANA NA CURA

O mana pode ser usado na cura. Se desejar fazer um teste de suas habilidades curativas, será

necessário treinar um pouco para ensinar o eu básico a agir. Após algumas experiências bem

sucedidas, ganhará confiança e a fé tão necessária que faz toda a diferença na obtenção da cura.

Os três passos principais serão:

1). Encontrar algum amigo que esteja disposto a servir de cobaia, com um corte, queimadura

ou algum ferimento sem gravidade.

2). Fazer a respiração profunda, vagarosa e rítmica, pedindo ao eu básico para fabricar uma

grande porção de sobrecarga de mana.

3). Conserve na mente o seu desejo de curar o amigo.

Quando sentir que já está carregado, faça um quadro mental do seu amigo em perfeita saúde. Veja

o quadro do seu Eu Superior curando o ferimento. Os quadros são importantíssimos, pois tanto o eu

básico quanto o Eu Superior se comunicam por QUADROS, não por palavras, construídos com for-

mas de pensamento fortalecidos pelo mana. Com esse quadro na mente, vá até seu amigo e coloque os

dedos levemente sobre a superfície ferida ou local que necessita de cura. Se o local não puder ser

tocado, toque as mãos ou cabeça da pessoa, depois conserve sua mão a uma pequena distância do

corpo e em ambos os lados da área a ser curada. O eu básico pode projetar mana através do fio aka

estabelecido pelo contato, se você assim comandar. Mantendo suas mãos nessa posição, conserve

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o quadro na mente, com o chamado ao Eu Superior e com o mana fluindo através de seus dedos para

seu paciente, carregando a região a ser restaurada. O tratamento pode durar um minuto ou dois e de-

pois você pode descansar e recarregar-se de mana, repetindo o tratamento, se assim quiser. Termine

agradecendo silenciosamente ao Eu Superior e depois ao eu básico, após o que lave suas mãos e diga

a si próprio que está lavando toda a doença ou imperfeição para nunca mais retomarem.

Lembre-se que está orando pela cura, mas também fornecendo o mana que o Eu Superior irá usar para

obter o resultado final.

Quando queriam curar, a primeira providência dos kahunas era a de descobrir sentimentos de culpa

ou outros complexos ocultos no eu básico do paciente, livrando-o também das possíveis obsessões.

Sabiam que, se não eliminassem a causa da doença, esta voltaria a se manifestar sob outra forma ou

em outro ponto do corpo, pois o eu básico tenderia a se castigar pelo "pecado".

Os kahunas faziam com que os pacientes pedissem perdão a quem tinham magoado ou

prejudicado e mantivessem um jejum, como parte do trabalho de remover os "pecados" alojados no

eu básico.

Conheciam a importância do estímulo físico para impressionar o eu básico literal, de modo que

sempre administravam banhos, massagens, compressas, etc., acompanhados de sugestões aos

pacientes, carregadas de mana, afirmando que estavam sendo limpos de todas as culpas que

restassem, após terem feito as reparações cuidadosas pelos males causados a outros ou a si próprio.

Em seguida, carregavam-se de mana e construíam um quadro da condição curada e o apresentavam

ao Eu Superior, pedindo sua ajuda, pois quando o Eu Superior entra no esquema, as possibilidades de

cura permanente são infinitamente maiores.

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9. COMO UTILIZAR O GRAVADOR NA PROGRAMAÇÃO DO EU BÁSICO

Muitas pessoas encontram dificuldades no momento de pôr em prática a prece-ação e não sabem

exatamente como formular essa prece. E bom lembrar que seu pedido será mais prontamente atendido

se mencionar o benefício que a outra parte vai receber. Por exemplo, um amigo meu está tendo

grande dificuldade em vender seu carro usado e encontrar uma kombi pelo preço desejado. Fez a

prece-ação mencionando que ia encontrar um comprador que fosse beneficiado pela compra do carro

dele e que desejasse dispor de uma kombi. Logo conseguiu efetuar a transação, a inteiro contento dele

e da outra pessoa.

Damos a seguir um exemplo real, vivido por alguém que, queria vender a casa em que morava e

comprar outra maior e mais adequada às suas necessidades. Eis como foi gravada a prece-ação dele,

que poderá ser adaptada para cada caso particular:

"Estou começando minha prece-ação para a aquisição de casa e terreno em (localização exata). Ela

será nosso novo lar e será adequada às nossas necessidades e desejos de forma admirável. Ao

comprarmos essa casa, estaremos ajudando a resolver um grande problema do dono atual, que terá

que mudar-se da cidade e deverá vendê-la tão logo quanto possível. Também fará com que fique

disponível nossa casa menor, destinada a uma família para a qual esteja perfeitamente adequada.”

"Estou agora deixando de lado todos os pensamentos conscientes, dúvidas e incertezas e toda a

distração do dia, Estou acalmando e aquietando minha mente, a fim de que uma clara comunicação

possa ser feita com meu eu básico, que tem trabalhado duramente para encontrar a casa exata,

alertando-nos para a sua disponibilidade. Meu maravilhoso auxiliar e amigo, meu eu básico, vai ficar

muito feliz nesta nova casa e merece todo o prazer que ela pode fornecer. Meu eu básico é um ser

muito importante ao fazer realizar tudo isso, porque o eu básico é o único que pode levar o

quadro/prece de forma adequada para meu Eu Superior

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e aos Eus Superiores de todos aqueles envolvidos. Trabalharei também no nível do eu médio, para

examinar a propriedade e avaliar toda a situação de um ponto de vista lógico, pois percebo que tudo

deve ser feito nos três níveis, para que seja atingido o sucesso total."

"Agora tomo QUATRO respirações profundas, enquanto o nível de mana/energia aumenta:

1 - Enquanto inspiro, um grande fornecimento de mana entra com o ar vindo da fonte universal. Meu

corpo coopera fabricando força vital adicional. a partir da comida e ar absorvidos todo dia.

2 - O mana aumenta, enquanto tomo outra respiração profunda e meu corpo começa vibrar com a

carga aumentada de força vital. O mana sobe como uma fonte, que posso ver como água subindo,

como a fonte se enchendo de baixo para cima.

3 - Enquanto tomo minha terceira respiração, visualizo a água subindo para o topo da fonte e trans-

bordando em um lindo jato - simbolizando o mana que aumentou para transbordar em todas as partes

de meu ser. Posso sentir a garoa fria em meu rosto, enquanto ela desce em um chuvisco refrescante.

4 - Uma quarta respiração completa o ciclo e fornece suficiente energia para qualquer finalidade, in-

cluindo auxílio necessitado por outros. Agora sei que o poder está disponível para prosseguir com a

prece/ação.

"Agora meu, minha amigo/a (o nome de seu eu básico), aqui está a prece-ação para que você a envie

ao nosso Eu Superior, junto com uma doação generosa de mana para usá-la no ato de trazer o quadro

à realidade. É muito importante que você leve a mensagem exatamente como preparamos juntos:

Aqui está ela:

1 - Vejo nossa família vivendo em nosso lar (uma descrição concisa da casa é incluída aqui).

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2 - Sabemos que há uma fonte limitada para fazer os arranjos financeiros, pois devemos

trabalhar em todos os três níveis, incluindo fazer planos e preparações ao nível do eu médio. Necessi-

tamos de uma quantia suficiente de fundos qualquer que seja a soma, para tomarmos posse da

propriedade e fazer face a todas as obrigações solicitadas pelo Banco. Precisamos ter um comprador

para nossa casa atual - uma pessoa ou família para quem esta casa será adequada e desejável,

exatamente certa para ela, de fato. Faremos tudo o que for necessário para realizar isto, para o bem de

todos os envolvidos. “Sabemos que os recursos ilimitados dos Eus Superiores podem fazer realizar

isso por seus próprios meios, guiando-nos sobre os procedimentos e ações adequados no plano

físico."

"Nossa prece é liberada e voa. Que a chuva de bênçãos caia. Amém." .

Agora que você trabalhou na colocação exata em palavras e gravou-as na fita, está pronto para

prosseguir com a prece/ação de forma precisa todo dia, quando encontrar uma hora calma para estar

só. Fones de ouvidos facilitarão o trabalho e removerão qualquer distração durante os poucos minutos

que leva para ouvir a gravação.

A gravação elimina a possibilidade de distração ao envolver-se com o processo de escrita e assegurará

que EXAT AMENTE a mesma prece/quadro seja enviada cada vez que usá-la. Do contrário, seria

necessário decorar a descrição ou lê-la. Se você sente a necessidade de repetir mais de uma vez

durante um único período de meditação, pode gravá-la várias vezes na mesma fita.

Note que há três coisas envolvidas: trabalho no nível do eu básico (usando a descrição gravada para

impressionar o subconsciente e aumentar o fornecimento de mana), trabalho no nível consciente do eu

médio e trabalho no nível do Aumakua (ao encaminhar a prece ao Eu Superior).

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10. CONCLUSÃO

A finalidade deste trabalho foi a de oferecer-lhe, de forma simples e concisa. um apanhado geral da

HUNA, conforme pesquisa e experiência de Max Freedom Long.

Quando você conseguir remover os bloqueios de sua senda ao Eu Superior. verá que fará rápido

progresso em direção a uma integração eficaz e cooperação dos três "eus" , capacitando-o a usar a

HUNA para dirigir sua'vida de forma rica e recompensadora, permitindo-lhe construir um ambiente

harmonioso em que possa evoluir de forma significativa na direção de sua escolha e no seu próprio

ritmo.

Se desejar adquirir informações adicionais concernentes à prática da Huna. ou simplesmente manter o

contato, consulte o Apêndice.

O precioso e antigo segredo agora é seu. Use-o sabiamente e prospere enquanto prossegue no

"Caminho" em direção à LUZ. .

Como diriam os havaianos, "Aloha Nui Loa", isto é, um amoroso adeus por enquanto...

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BIBLlOGRAFIA

LONG, Max Freedom, obras publicadas pela editora "De Vorss & Co." e "Huna Press",

U.S.A.

RECOVERING THE ANCIENT MAGIC

INTRODUCTION TO HUNA

SHORT TALKS ON HUNA

THE SECRET SCIENCE BEHIND MIRACLES

THE SECRET SCIENCE AT WORK

GROWING INTO LlGHT.

WINGO, E. Otha, Dr.

CARTAS SOBRE HUNA - Tradução em português, edição da "Associação de Estudos Huna"

– Brasil

STEIGER, Brad

KAHUNA MAGIC - Edit. "Para Research" - U.S.A.

BAINBRIDGE, John

MANA MAGIC - Edit. "Barnhart Press" - U.S.A.

HUNA WORK INTERNATIONAL - publicações bimestrais de "Huna Research, Inc." -

U.S.A., de 1976 a 1989.

e-mail: [email protected]

JENS WESKOTT

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