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  • ANNO í QUARTA-FEIRA 18 PE SETEMBRO DE 1872

    RIO DE JANEIRO

    ASSIGNATURASCORTE

    Porumanrio -gMjjjg „Por seis mezos.. ('-000 ¦por três mezes 3U000

    ¦em '" Hljp *____*

    à NAÇÃONUM* 66

    AVULSO 40 RÉIS

    ASSIGNATURJ-SPROVÍNCIAS ,

    Por um anno ..Por seis mozes.Por três mozes.

    lGflOOg8;,0004flOOO

    A ASSIGNATURApôde principiar em qualquer dia,

    mas acaba sempre em fim do Março, Junho,Setembro, òu Dezembro.

    31 ftbivo a 120 ríie o Unha

    JORNAL POLÍTICO, COMWi. PUDLICAÇAO DAC

    Proprietário-0 Bacharel ]0A0 JW|~0 WBMIB- DE AGUIAR

    CIAL E LITTERARIO.DE

    ESCRIPTORIO"TYPOGBATPHIA AMERICANA — RÜA

    DOS OU1UVES N. 19

    3tnhunt!oe a 80 réie __ r.__

    «tóSda; tranqüilizadas, olhavam para enfiou

    ^^^^^os^mpVo^adôs ás

    ^IgSL^Si SaíSÍas Por elles,1 costas..

    fmmtoVcipós inhom um sucoviscoso a for- - -«^;ma3 Wembedodol-os,

    mtfumSnae^ dfl corUcaftSri%inhaintonç5o.é fugir.»

    H&3£r£&-Kft_Fórida comprehendeu._ Ali! disse ella, vejo p teu plano;« Queres fazel-os dormir, não? * ,-

    ^quando eües estiverem domin^j íi«,'-

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    sms jsêl. m& 2ÊLmnn.i«»ii»:,,i;wn »«.'£j=iirj *x*£M>r^±>ABano>cMS3;nvxam:.9L\

    Imprensa,—Recebemos o 8» numoro do Pe-l*cano, órgão do Oriento Unido do Brazil.

    Como se deprohonde do titulo ó esta folha consagrada ás noticias o interesses maçoniços.

    Recommendamos no publico a loitura do Pelicano-ojue se tornn digno pelos seus bons artigos.Ao novo campeão desejamos prospora o longaexistência.

    Houlio.— Apparecendo hontom, na praça daHarmonia, o crioulo Jeremias, escravo da ViuvaAguiar, faltaram-lhe no roubo por elle praticadono açougue n. 01 da referida praça; apenas ouviofallar correu o sondo perseguido foi encontra-do oscondido dentro da latrina do um trapichoda rua da Saúde : levado á 7» estação, declarouque estava prompto a pagar os trosontos o tantosinilréia roubados, comquanto não fosso ello oautor do roubo. O commandante da referida ostação maudou-o apresentar ao subdelogado.

    Inrrncçftes. — Os conductores dos tilburysns.-197 o 440, aquelle por estar fazendo ponto narua' Primoiro de Março, e esto por passar contramão na rua dos Ourives, foram intimados áordem do Sr. Dr. 1° delegado.

    Desastre.— A's 5 3/1 horas da manhã, na ruada Saúde próximo ao Becco Sujo, a carroça n. 880carregada do carvão, foi do encontro ao conductorda de n. 1,224, carregada com barro, resultandoficar bastante machucado o dito conductor, denomo Bernnrdino Francisco do Castro, que seadiu em perigo de vida, tendo o conductor da

    âuella evadido-se, sendo ambas recolhidas ao

    eposito á disposição do subdelogado o o offen-dido romettido para a Santa Casa da Mizericordia,pelo commandante da 7* estação.

    Prisões.—En"octunrnm-se no dia 17:Pelo subdelegado (2° do Sacramento), Manool

    Josó Velloso o Adolpho Sabino do Almeida, pordesordem; a preta livre Maria do Carmo, por em<

    Pelo subdelegado da Candelária, Manoel Ro-drigues do Paiva, por furto.

    Pelo subdelegado do 1° districto de Santa Rita,Mârçal, escravo do Carvalho de tal, por embria-guoz o andar fora de horas. -:'.,, . -

    Pelo subdelegado (2o de Santa Rita) Marcianno,escravo de Manoel Luiz de Caminhas, por sus-peito de fugido; Jeremias, escravo da viuvaAcuiar, por indiciado em roubo.1) commandante da patrulha que rondou das

    Choras á meia noite a rua da Lapa e Cães daGlorio conduzio á presença do respectivo subde-legado o indivíduo de nome Manool da SilvaPontes, que por se achar ébrio foi á sua disposiçãodelido no posto de bombeiros da mesma freguezia.

    Hoje, dia da oloição para deputados, viu-so, decarro descoberto, o Dr. Dias da Cruz passeando aoredor do campo do Sant'Ann$, ;

    Fez, como Achillos diante de'Troya,'sote voltes'inteiras. ;.%

    FOGO DE VISTAS

    Depois que o general Pinheiro perdeu a eleiçãodo S. José tornou-se triste como um xuxü.

    Sahio da. igreja com o rosto carregado, murmu-nado estas palavras:

    Maldito Diogol... Um paizanol... Nemsequer ó ao monos coronel...

    *'**

    Chegando á casa, o illustre derrotado motteu-sena cama e mandou chamar o Dr. Luiz Delfino.

    Este reconheceu uma affecção na região liypo-gástrica com repercussão no envoltório do arach-nòide, o consultou o club se devia dar boletins.

    . .¦ ¦ *.

    Cá estou, escreveu o facultativo, com umaboa duzia de termos cáínpanudos do assustar opovo. Se querem, eu atiro a bomba.'»

    .— Quem 4 esse Diogo que fez maravilhas emS. José ? perguntou o conselheiro Barroso na vi-sita de pezames ao Dr. Pinheiro.'__

    E' um typo odiento, respondeu o general forade si.^ um homem-muito alto, muito gordo, bar-bado, com Olhos vermelhos, ar feroz, um verda-doiro tigre, uma hyena, homem do àanguèjaemprearmado. --. -r, > '¦' •¦.

    *Nosso passeio trlumphal acompanhou-o o Dr.

    Luiz Dolfino, á podido do partido liberal.E' necessário nunca perder do vistas o apparo-

    llio da hematose.O Dr. Delfino foi no clecubitus dorsal, olhando

    para ns estrollas o recitando os celebres versos:« Tu, Marcollus oris 1... Sic itur ad astro I »

    *Atroz desto carro ia outro contendo uma illus-

    trissima e reverendissima personalidade.Era a do genoral Pinheiro Guimnrães. .Ia do boca, com todas ns condecorações o trazia

    á cintura uma espada, o á caboça o chapêo dogeneral.

    Arvorou o lorgnon dos bons tompos do outr'orae alisando de continuo os bigodes atirou ao povoas seguintes palavras:

    *d Povo, massa destinada a admirar os grandes

    homens I vôdo em mim um ente talhado pnragrandes cousasI... Disseram outr'ora: Cedantarma togai... Hoje om mim o quo so vô? Armacum togd reunita et destinando meum tiomen levaread posteritatem ,

    * *Dizendo ostas palavras passou.Em seguida apparecou um omnibus sem tampa

    lovando a mesa, o tinteiro, ponnns. etc., que ser-viram para escrever as actas da Reformai,,1,'

    • ?'!. * ¦' . ¦

    Atroz deste carro marchavam a pé os poetas daReforma cantando hymnos ao poder.

    ¦ *

    Seguia-se o carro do Dr. Bezerra de Menezes.Este não deu a volta do Campo. Parou. no

    edifício da Municipal e de lá proclamou ás massas:« Gente do meu município, disse elle, d'ora

    em diante prometto dar-vos carno verde sem ossoe farinha de páo Sem caroço. Já estão feitas asencommondas. Breve chegam as boiadas. As rezesserão examinadas cuidadosamente pelos medi-cos de minha confiança.

    * .O carro do Dr. Pinto Júnior estava vazio.O illustre orador, com receio de que os animaes

    disparassem, seguia a pé.S. S. levava entre as mãos um guião arvorado,

    onde estavam escriptos estas palavras:« O partido liberal venceu em todo o Brazil...»Dizom que S. S. aolôr este distico murmurou :E* mais uma pôta que prego.

    *Fechou o preslito a banda de musica «Nova

    Aurora reformista de Seccos o Molhados. »

    *Certo doutor visionárioMotteu-se n'uma eleição,E, fugindo ao cachação,Cahio n'um confessionário;' Desde então tornou-se vario,

    • Com tal transtorno na bola,Quo chora, e nadi o consola, .

    . Qual quem soífre immensa dür;E tem agora o coitadoUma celebre mania...Pelo susto impressionado.Põe-se a gritar todo o dia:— Que não quer ser deputadoNom mesmo ser senador,

    i Que agora mudou de estado, .E que vai ser confessor.

    gonoral do Bríizil, contribuía com' todas as des- nutrir negras appralieúsões nos homons pacifico»pezas a custa da real fazonda. A esquadra que so o reflectidos; os quaes, conjocturondo qual seriaaprestára em Pernambuco, levando um josuita por o fim para que os traziam, uma vez que-nãoongenheiro,.^! um-..franciscano'por, intorpretoda' estando qualificados não podoriam votar, oramlingua dos/indigenoB, navegou/destemidamente a -levados a crôr que esse fim hão soria outro senãooiribocadura do Rio-Urnnde, quo era o porto mais promover distúrbios econflictos durante o ploitovisitado pólos corsários.« A ompreza.tevo principio com um fortim domndoira juntó.ao logar ondo está hojo a fortalozado3 Rois,o cujo primeiro commandanto Joronyinodo Albuquerque, tevo muitos e renhidos com-bates com os indígenas por mais do um nnno,ató quo travando amizade com um dos chofes,chamado Sorobabó, por mediação do um indioaliado, tovo a opportunidade do lançar os funda-mentos da cidade, quo tomou o nome de Natal,por so encontrar a inauguração do sua matriz coma festividade do Nascnnonto do Rodomptor noanno do 1599».

    Eis',ahi a origem e a fundação dosta capital, queconta nada menos quo 273 annos de existência. Engorn, perguntamos, qual tom sido o sou dosen-volvimohto duranto osso longo espaço de tempodecorrido do sua fundação ato hoje ? E' tristedizei o, mas ó forçoso: nenhum absolutamente,decahe a olhos vistos ; o esse estado do atrophiae do cruel abatimento, influe desgraçadamentesobre toda a provincia, que sondo dotada dograndes riquezas, do um extonsissimo littornl, doserras e planicois nborrimas, do vastas e piscosaslagoas, de magníficos portos o enseadas, onlan-guece, definha, empobrecida estaciona, vendo compozar o progresso o o desenvolvimento de suas

    eleitoral, por oceasião das recusas que infallivol-monto apparecorinm, afim de inutilisar, ou polomonos viciar, a oloição dos adversários.

    Infelizmente realizaram-se estas apprehensões;o a nodoa que dahi recahio sobro o partido liberalha do permanecer Indolovol om todos os tempos.Convictos do que na froguozia do Nossa Sonlioradas Dores sor-llios-liia impossível sustentara lula,visto como os conservadoras dissidentes dahi ro-cusavam poromptoriamonte qualquer combinaçãocom adversários communs, e nmoaçavam ntó li-garom-so com o resto do partido, afim do ovitaremqualquor triumpho, por mais insignificante quofosse, quo olles podossom obtor, os libornos rosol-voram recorrer ao romodio oxtremo do quoordi-nariamonto usam os partidos om tnos apuros a—duplicata. jSob o mais fntil de todos os pretextos, quemais tarde será conhecido do paiz, chamaram odo juiz do paz, què ó o chefe liberal naquella fre-guozia; com esto organizaram uma mesa para aqual não votou úm unico eleitor, ou supplonte,e fora da capella do estabelecimento dos oducan-dos artífices, que hoje serve de matriz daquellafroguezia, um pouco mais abaixo om um salãodofronte do logar om que funecionava a mesa conservadoro, presidida pelo 1° juiz de paz e legal

    inconveniente, como remover esse malProcedendo como so tom procodido om outras

    províncias quo soffrom do idêntica onfermidado.Mudando ja e já a capital para um logar maisnpproprtado o que, maiores vantagens oflereça.

    A situação da actual capital,, todos o reconhe-com o confessam, é a causa desse estado deca-

    irmãsjquo não dispõem do melhores olomontos do mente constituída, alinhavaram a sua eleição aprospondado o grandoza. Mas como remodiar esse toque de caixa, com tanta prossa que, hontem, 20Innm.vAninni». «nmn rflmover essa mal j0 corrente, já haviam foito todas as chamadas oapurado todos os votos quo, em numero de 008,segundo dizem, tinham sido depositados na urna I' Não dispondo, porém, na freguezia de NossaSenhora do Amparo, do um juiz de paz tão dedi-

    cado e amigo, como ó o da freguezia das Dores, do„ . ... quo acima faltei; tendo sido, além disto, derrota-dento o misonimo. Fundada á margem esquerda tios na formação da mesa pela sorte, a qual sodo no Potengi o tendo pelo lado opposto vastos pronunciou pelos conservadores na oceasião dacomoro8 de areia movediça, vive seqüestrada do " * ~ '

    seu contro produetor, o invalida mendiga, morrede penúria, sem prestar nem para si nem paraesse centro. Não tem commorcio, não tem indus-tria o conseguintomento não tom riqueza. Vé emtorno de si levantarem-se as oldôns, viverem devida própria, e em seu detrimento crescerem oprosperarem. ?Este,estado é lamentável e nãodevo continuar.. sn rl^ nAn^A........ __. *falta do conservação desmoronam-so; e, so únicos autores) o abandonaram a" eleição noalgum presidente quor, como suecede com o actual, mosmo dia, já cortes de sua falta do recursosconservai-as, proseguir. .nas começadas, e empre- Occupam-se actualnieuto de corpss de delicto.iiender novas, esbarra ante o desconsolador-nân de protestos e representações ao Governo ceralha quota, naohaverba-o lá se vão. por agui nos quaes lançam toda culpa sobro o administra-- PVn?„wísÍà?• ?V1 ¦ ?IJ°9' ¦ . dor *a Prov'»cia e os sous adversários políticos, oJMn uma adnunistraçno, por mais ophemera quo pedem justiça contra os assassinos dos cidadãosseja, como .presumo que ser.á, S. Ex. ha dele 'gar-nos bonofleins quo perdurarão por muito temponn memória; elle já os tem emprehendido, dis-pendendq.jda pequena verba — obras publicas —alcumas utilissimas parcellas.Bom seria quo o Governo geral viesse em nossoauxilio, dando-nos o que avaramente nos tirou,o a que temos incontestavol direito, porquo fam*bem conlnbiitmos |

    Eleições.—As noticias, que continuam a che-gar do interior, estão om perfeito aceordo com asprecedentemente recebidas; n paz o a ordem não.foram alteradas om paita alguma. V.' » , „aM;ico „ 1WitlB u ,,„„ uxlS[era muiA^t*1 ' ° erando dia da nossa independência, dores feridos, como agora mesmo se está Dro-ÍSs (ZrM ftníí cílei)rad° ™*™m osresnectivo! corpos de delicto «Pquonos comícios populares, pela manifestação da so- se está procedendo. ¦ r -útS*

    °Aal: slS»iQçada no voto com o qual j Interrompida no primeiro e segundo dia, porZLZrZZa^Z1 -C1C']te de seusdircitos toma estes motivos, a eleição da freguezia do Nossa le-SS^^-Sfflí?*»^08 ^ sua^esçolha na geren- nhora do Amparo ainda não está concluída; pro-

    inermei e pucificos,O fim que tom om vista é puro o simplesmenteattribuirom n própria derrota á intervenção doGoverno, e lançarem sobro o partido conservadora respousabilidado dos crimes que commotteramo provocaram, marcando desfarte o triumphodeste partido.E' do crôr, poróm, que nada conseguirão.A abstenção do Governo ó tão evidente quo nãoprecisa ser demonstrada; e, quando seja. sel-o-hacom n maior facilidade do mundo.A prova de que elles, liberaes, estavam armadosd^ cacetes o facas é que existem muitos conserva-

    cia dos públicos nogooios. Nada posso "atada

    aventurar a tal rospoito. •O ubbraiij -Appareceu osso novo orgno da im-prensa—du a razão do seu opparecimento, faz oconfiteor—de volhos peccados, de antigas dissi

    cedo-se hoje a ultima chamada.A da freguezia de.Nossa Senhora das Dores,

    que, graças á duplicata liberal, correu calma etranquilla, já está sendo apurada.Amanhã, provavelmente, se concluirão os tra-! -alhos, oleitoraes desta freguezia, o do resultado: definitivo darei conta na minha próxima missiva.

    dehcias nn snin An cÓ„ ^..ií.ía i,X" 6 "i 'i «""»""»• i»™v»veiineiHO, se concluirão os tra-SnWÒ^belJ-bniií ««J^^:rrib^L¥?rOmpact0,^ ¥ih0-s. oleitoraes- desta freguezia, o do resultadotadutaenciflf nteníriS"n A? S P»M'«>ram-de definitivo darei conta na mfnha próxima missiva.wS vn L^U1°S C0"'.erve a,ssim>, I ?• S.-No*icias chegadas.agora da União dizemnid«S'w«. d V-AS%aioJ p,Pias 9 h0/ 1ue nesta localidade os liberaes resolveram fazerrasaa noite, foi preso, na cidado do Monororó.por desordeiro eebrio, Pedro Corcino, e sendoconduzido a prisão pov duas praças, o pai do pre-so, um filho o duas filhas fornm-o tomar do po-dor das praças, resultando desse neto úm conflictoom quo saluram levomento feridos os dous solda-cios, o pni do preso, o uma outra pessoa. O delo-gado procedeu ao corpo de delicto.

    (Carta particular)

    PlauhyTheresina. 20 de Agosto de 1873.

    Tristes, bem tristes, são as oceurrencias eleito-raes, que, conformo prometti- aos numerosos lei-tores da Nação, na minha ultima missiva, tenhode narrar nesta. -„; """No dia 17 do corrente, véspera do dia em quedoyia começaro grando pleito em todo o Império,entraram nesta capltali,por volta das 5 horas dátarde, os votantes que ambos os partidos politi-cos faziam concorrer ás urnns.Sem receio de exagerar, posso avaliar em cercade 1,400 os do Indo conservador, o do 900 a J.009os do lado liberal {„O grando numero do indivíduos conduzidos,

    pelo partido liberal, om sua maior parte dós'mu-nicipios vismhos da União e Campo-Maior e daprovíncia fronteira do Maranhão, foz desde logo

    uma duplicata, e fizeram-a em uma casa parti-cular. O triumpho dos conservadores foi alicompleto.

    (Caria particular.)

    RIO DE JANEIROSenado

    ACTA DA CONFERÊNCIA DA MESA DO SENADO EM 15DE SETEMBRO DE 1872.

    Presidência do Sr, Visconde de AbaetéA's onze horas da manhã, achando-se presentesos Srs. senadores visconde de Abaotó, presidenteFrederico de Almeida e Abuquerque, JeronvmóMartiniano Figueira de Mollo o José Pedro Diasde Carvalho, 1», 2» e 8» secretários, abrio-se aconferência.Leu-se, o approvou-se a acta da conferênciaantecedente.O Sr. presidente disso que convocara a mesa

    para communicar-lhe a infausta noticia, quo leraem alguns jornaes, que hontem se publicaramde ter fallecido na capital da provincia da Bahia-no dia 10 do corrente mez pelas 3 horas da ma-drogada o Sr. visconde do S. Lourenço, senador

    C0MMUN1CAD0Eleições em Santos

    Os liberaes só querem o poder, ainda que paraalcançal-o vendam os brios do seus concidadãosao estrangeiro, como aqui suecedeu.

    Entro os elementos com que o partido liberaldaqui entrou no pleito eleitoral, sobresahe, comamais poderoso e menos digno, o dinheiro do es-trnngeiro empregado para corromper o voto docidadão brazileiro, abatendo os brios nacionaes !ll

    E quem. dirá que isso deu-se em Santos, berçodo patrtarcha de nossa independência, o nomesmo dia om que o Brazil agradecido pagava adivida de honra a esse heróe, erigindo-lhe uma,estatua, que rocommonda seu nome e suas gloriaaaos vindouros? I!, E quem dirá ainda quo esse ouro estrangeiro,que cresta os brios nacionaes, correu por inspira-ção de um descendente do illustre benemérito,portador simplesmente do seu nome III

    Torna-se incrível, ó verdado; a nós, poróm, sáresta-nos o pezar de affirmar o que está no domi-nio de todos, e de quo tanto alarde fazem ospróprios estrangeiros, se bem quo com reprova-ção da maioria, certamente mais respeitadoradas leis da boa hospitalidade.

    O autor responsável de semelhante /raquetapoderá confirmal-a tacitamente, ou negal-a.

    O seu silencio, porém, será a confissão de umtardio arrependimento; e a sua negativa serviráapenas para mostrar mais uma vez quo não tom ácoragem de seus actos, e para os Santistns o quevalo a palavra do homem que por amor ao mandoe ao poder não trepidou em humilhar os seusconcidadãos; o quo fazendo versos d liberdade eintitulando-so sou apóstolo, ó o seu maior algoz:

    Deixemos, poróm, oste facto que tanto nos hu-milha, e contra o qual peço-lhe que proteste como vigor de sua inlelligoncta, illustração e pátrio-tismo, doscortinando os males quo a sua repro-ducção nos póJe acarretar.

    Perderam os liberaes as eleições aqui sem po-dorom explicar, d.zem elles, a sua derrota, emvista dos elementos de quo dispunham.

    Não comprehendem quo o povo já não crô nasillusorias promessas dos falsos prophetes; o fin-gem nno vôr a verdadeira causa quo a sua impo-pularidade o os seus actos lhes apontam.

    Defoito, preparavam-se ha mais de tres annos.O conselheiro José Bonifácio, que dirigio a

    campanha, conservou-se durante tedo esse tompoá frente de seus soldndos, cujas fileiras, seja ditode passagem, rareavam na razão directa das pro-clamações o ordens do dia, que publicava noCommercio, órgão.do partido republicano nestacidado, do qual ó chefo o Dr, Alexandre AugustoMartins Rodrigues, • também sou ajudante decampo- '¦!>¦'i • ' rf„i

    Munidos de uma qualificação preparada a seugosto polo provimento de um recurso intorpostopara a relação, o obtido subrepticiamento pelajuneção do novos documentos, contra prohibiçãoexpressa da lei, fizeram rosuscitar mortos, re-presentados pola alluvião do phosphoros, quevotaram em companhia do grande numero de in-capazes.

    Prenderam em cárcere privado a indivíduos quevotavam com os conservadores, e reduzidos ao es-tado do idiotismo pelo uso immoderado de be-bidas alcoólicas e outras artimanhas, durante osmuitos dias de prisão, foram levados pelo braçoe votaram com elles. ,, , r,

    Para que não se diga que ó invenção, citaremosos nomes de Jesé Luiz, conhecido por Sete Voltas,Benedicto Foliciano dos Santos o Florencio Eu-zobio, cujas prisões, por serem notórias, não sof-frem contestação. , & i

    A isso que o código chama crime os liberaeschamam risonhamente—furtar votantes. )i;\

    O Dr. Antônio Carlos de Andrada, secretario alatere do conselheiro Josó Bonifácio, veio de S.Paulo para ir cabalar pelas praias, onde corriaatroz dos pescadores do mesmo modo que ostesperseguem aos carangueijos ; porém com menosresultado.

    O antigo chefo Josó Vergueiro apresenta-se re-pentinamento aqui para animar os ânimos tíbios.

    As reuniões se suecedem umas ás outras noconcerto de planos, cada qual mais indecente;adoptando-se de preferencia a Intriga, as ameaças

    "¦. . . '¦¦ '¦;»'""-3

  • & í%zf *?.m.

    o o pouco apreço aos caractoros mais distlnctosda localidade. fM í P

    O conselheiro J. Bonifácio quóô phosiphòro, po*não çor aqui qualilléado, ft

    '-MUafào do Olub'daj"Reforma, tinha o sou comitê de 'iálvaçào puMlcii,,com a differenfo de ser ambulante, ora em casal'ora na matriz, e expedia Êòíètins denunciando'como phosplioros a indivíduos muito conhecidoscoai o flm de fazer barulho.

    Os votantes liberaes oram encurralados omlogav por onde ninguém Unha licença de passar eestavam debaixo das vistas do sentinollas dia enoite, som poderem sahir, salvo nocossidado ox-trema, sendo poróm acompanhados.

    E digam quo não são amantos da libordado IDoentes inteiramente impossibilitados de andar,

    votaram mais de dez, que vinham em cadoirinha^quando • não podiam supportar o abalo do carro

    Eutre ostos votou um boxiguento quo causouindignaç5o'; levantou-se da enfermaria para votaro recolheu-se de novo a ella. Era tal o seu ostadoque todos fugiam delle, tanto roooiando o contagioda moléstia,como por causado mao choiro quoexalava das pústulas.

    A estrada de ferro o o tolographo tomaramparte muito pronunciada na cabala.

    Os!conservadores empregados na ostrada oramenviados no dia da eleição para pontos diversos,impossibilitando-os do votarem, no passo quo osliberaes vinham de logaros distantos.

    O telegrapho ostava interrompido para os avisosque os conservadores expediam a seus amigoschamando-os; mas só participavam a interrupção,verdadeira ou falsa, depois da partida do trom daestrada de ferro quando jft era Impossível o avisopor qualquer outro meio.

    A Intervenção estrangeira tocou a ousadia doum allemão fiscalizar os trabalhos da mesa, otomar notas. . «

    Os conservadores eram dospedidos das casnscommerciaes por não quererem volar com os cho-fes liberaes, que jà não se contentavam comab-atenção de seus caixeiros.

    A' menor impugnação da mosa no voto do qual-quer phosphoro, craruma algazarra ameaçadorada parte dos liberaos. Dizom que era calculo

    ;para amedrontar os votantes consorvadores, nl-guns dos quaes sabiam dispersos logo quo ou-viam qualquor barulho.

    Emlim, havia plano assontado de promoverdesordem, como propalavam com antecedência, ovencerem por meio da fraude o da violoncia.

    A não ser o procedimento mais que prudente damesa, que assentou firmemente om não consentirna desordem, e nem dar-lhes pretexto para acoi-marem a eleição de tumultuaria, teria havido ba-rulho, e a intervenção da força publica teria sidorequisitada; mas a mesa tinha o propósito delibe-radò de tirar-lhes qualquer pretexto; e para vór-se a que ponto chegou a sua longanimidadc, bastanotar-se que, sendo toda ella conservadora, me-recou os elogios do órgão liberal.

    Apoiar do todos esses manejos indocentos por-deram os liberaes as eleições tanto de eleitorescomo de' vereadores e juizes do paz, consentindoos conservadores na ¦eleição do liberal Dr. CunhaMoreira, médico estimavol para o logar do pri-meiro juiz de paz, sendo os outros conservadores

    Para provar-lhe isso basta notav-se que o presi-dente da câmara, Dr. Cochrane, conservador, teve424 votos, o o piimoiro juiz de paz liberal 402.

    Assim teriam terminado as eleições aqui sempassar desses manejos e sustos da parte de uns eameaças de outros ; mas para elles como á festanão estaria completa sem uns pingos de sanguo,

    : sahiram ft noite pela rua tocando musica e fo-guetes, provocando o dando vivas até á republica,não achando conservador que aceudisse fts provo-cações brigaram entre si, sucedendo sahir leve-mente ferido José de Moura por Fortunato LuizFerreira que deu-lhe uma facada, sendo preso emflagrante e dizem que esta sendo processado ;ambos são liberaes.

    Agora queixam-se elles do conselheiro José Bo-uifacio, com quem estão muito zangados, pois at-tribiiem-lhe a perda da eleição do vereadores, quepara alguns era o cavallo de batalha, por causados magros empregos da municipalidade, cadaum dos quaes (sabe-se hoje) estava dado ft maisde uma dúzia. Havia mais de cincoonta preten-dentes para uns cinco ou seis logares, tendomuita graça quando se falia em qualquer delles, o

    •de secretario ou procurador, por exemplo, açodemtodos: este era meu, já me 03tava promottido.E trava-se uma contenda, cada qual allogandomais serviços, que faz morrer do riso a quom os•ouve. •

    Dizem elles que o conselheiro trabio-os escre-vendo anonymamente uns artigos no jornal rèpu-blicano contra os earacteres mais honestos e res-:peitaveis do logar, homens geralmente estimadospor todos, alienando por esse modo as sympathiasde muitos, que revoltados com tanta injustiça e¦ousadia, votaram com os conservadores, testemu-nhando assim a confiança que lhes mereciam os

    •caracteres que tanto barateara o escriptor da folharepublicaria.

    Em desabafo de suas derrotas volta o illustreconselheiro suas vistas para outro lado, e des-compõe o presidente de um modo só digno de si.É' tal a linguagem, que a Reforma, transcrevendoas descomposturas, não teve a coragem do publtcar o trecho que se sogue, o.qual só podo prejudicar a reputação do seu autor :

    « A PRESIDÊNCIA.

    deviá'cpnsontir na ariarchia, na fraudo o-aavio-1fencia.ò que o Govorno \s'6 cumpria a sua pro-.mossa de não intervenção, intorvindo om ftvordos liboraes. :y O consolfiéiijo Pinto Lima vai tão bem eni suaádmini8tra'$o^quo tehi-grangeado aostimàdoscorreligionários' è o rjsspelto dos advorsaríos...' Santos, ld!d'o.'"èotenibrü de 1872.

    iNada.Nno ha um facto''ao menos qiwdenTJonstre,^^

    vizosdesoriodfide.bontra o Sr. ^ilfcensdc Mijttpsjctijji admlnistrjíçijç era, ainda ha bem poucor,çlo-giada como a.'melhor dosta ./situação cajnserp

    S. Ex. não desse ao nrt. 13 das. in-31 dei Dozombro u> Í'863 a mesma

    JMPREtJSÃ m PROVI ¦Cl?,..

    Quem suo os responsáveis!

    O Cearense e Pedro II rosponsabilisam o pro-pidonto da provincia, o honrado Sr. Wilkens doMattos, polas desgraças quo hoje todos lamentampor causa das ultimas oloições.

    Figurando a provincia armada como om tempodo guorra, procura por esso meio convencer quo ftpolicia o ft soldadesca do Governo so devem asprovocações, quo robenlaram om desordens. Foijustamente o contrario. Só se doploram hojo tantasdosgraças, porquo S. Ex. quiz ensaiar, pela pri-moira vez, o voto livro no Oearft.

    Escreva-so a verdado para sor apreciada aqui ofora da provincia. Não especulo com a honra doCoara, quem mais devor tom do a zelar.

    O presidonto da provincia tinha ft sua inteiradisposição todo o batalhão 14°, cujo eflectivo era,no dia da eleição, do 137 praças, incluído o estadomaior o menor.

    Existindo algumas praças de linha no interior,a presidência fêl-a- recolher ft capital.

    No dia 18 do corrente, segundo os mappas daforça do policia, e da guarda nacional, om destaca-montos no interior da provincia, sóbo o seu numeroft208 pia;as da primoira, e ft 137 da segunda.

    Esta foiça so achava distribuída assim:Policia G. N. Total

    vadorn.Bastqu qno

    str^icçõois" dointerpretação rcslrjctjva',' que lhe deu o jiii» dopaz, para qúo a coalição onchorgnsso nisso umaperfídia, uma traição o tudo quanto ha do mfto I

    A coalição injuria e insulta o presidonto..porqueesto não quiz arrodar-so do sou posto iudopon-donte. Conservando S. Ex. a mo3ina posição, quenssumio dosdo o primoiro dia do sua ndminis-tração, não quiz partilhar com a coalição a ros-ponsabilidade do alto cargo, quo sorvo.

    Dahi o rompimento da coalição, quo ainda nãoarticulou um fneto que possa provar, o por issodobate-so no campo dos conylcios.

    Continuo no inosmo terreno, que assim con-

    quistarft a coalição novos florões ft sua coroacívica.

    (Da Constituição, do Coarft.)

    Brazileiro (do Síguro3 do YidMprernto)iTompan h ia .«•. No vegação do- Norte: (pr.)Idomt—(Em jHàuidaçao)Navegação, è Goinmorcio do Amazonas.NavemçãOiJ^-valpor do Maranhão-. v..Macané c£(Oampos (desconto)CampütapiFidolista •¦••••••• •Transp«rteatMaritlmos o Saveiro»^..-Docas d* Alfandogi»(premio).

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    Eardo

    Simao, escravo, natural de Pernambuco-,aixo e reformado; tem uma cicatriz ríoir cima do»

    sobrolho ; quando falia abaixa os olhos, e no an-dar puxo um pouco de uma perna; é provávelque. se Intitule livre, desconflando-so achar-se &bordo de-algum navio, coino cozinheiro: panaqaal tuer aviso, & rua dá Quitanda n. 119, sobrodov

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