UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO ?-Frederico-  · 2.4 AGREGADOS ALTERNATIVOS

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  • UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

    DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA

    Curso de Engenharia Civil

    Andr Frederico Foguesatto

    ESTUDO DE UTILIZAO DE AREIA RESIDUAL

    DO PROCESSO DE FUNDIO COMO

    AGREGADO PARA CONCRETO

    Iju/RS

    2007

    CURSO DE ENGENARIA CIVIL - UNIJUI -

    Andr Frederico Foguesatto

    2007

  • 2

    Andr Frederico Foguesatto

    ESTUDO DE UTILIZAO DE AREIA RESIDUAL

    DO PROCESSO DE FUNDIO COMO

    AGREGADO PARA CONCRETO

    Projeto do Trabalho de Concluso de Curso de Engenharia Civil apresentado como requisito parcial para obteno do grau de Engenheiro Civil.

    Iju/RS

    2007

  • 3

    FOLHA DE APROVAO

    Trabalho de concluso de curso defendido e aprovado em sua

    forma final pelo professor orientador e pelos membros da banca

    examinadora.

    ___________________________________________

    Prof. Lus Eduardo Azevedo Modler, M. sc. Eng. - Orientador

    Banca Examinadora

    ___________________________________________ Prof. Luciano Pivoto Specht , Dr. Eng.

    UNIJU/DeTec

    ___________________________________________ Prof. Lidiane Bittencourt Barroso, M. sc. Eng.

    UNIJU/DeTec

  • 4

    H homens que lutam um dia e so bons. H homens que lutam um ano e so melhores.

    H homens que lutam anos e so muito bons.

    Porm, h os que lutam toda a vida. Estes so imprescindveis.

    Bertold Brecht.

  • 5

    Dedico este trabalho

    minha me Liana

    e meu pai Valdir.

  • 6

    Agradeo a todos aqueles que de

    maneira direta ou indireta participaram

    da realizao deste trabalho, e especialmente:

    Ao professor Luis Eduardo Azevedo Modler

    pela orientao prestada.

    Aos laboratoristas e amigos Lus Donato e Salete Zaltron

    pelos ensinamentos laboratoriais.

    Ao Sr. Carlos Zamim pela doao dos materiais para pesquisa.

    Aos professores e funcionrios da Faculdade

    de Engenharia Civil da Unijui pela

    colaborao na realizao deste trabalho.

  • 7

    RESUMO

    A areia contaminada com resina fenlica, gerada na etapa de moldagem das peas

    metlicas nas indstrias de fundio, atualmente um grave problema ambiental que o setor

    enfrenta. Parte desse resduo vem sendo acumulado na prpria empresa ou enviado para

    aterros industriais, causando srios danos ao meio-ambiente. Os estudos realizados em relao

    regenerao destas areias so motivados por fatores de ordem social, econmica e ambiental.

    Este trabalho visa estudar um reaproveitamento desse material como agregado mido na

    fabricao de concreto. Foram moldados corpos-de-prova de concreto com as diferentes

    composies de substituio de areia natural (25%, 50% e 75%) por areia residual do processo

    de fundio sem e com a adio de aditivo superplastificante MASTERMIX 470N. Para

    comparao, foram moldados corpos de prova sem a substituio de areia natural,

    denominados referncia. Utilizando os ensaios de composio granulomtrica, compresso e

    esclereometria obtiveram-se os resultados para analise do comportamento de sua utilizao no

    concreto convencional. Analisando os dados chegou-se a condies favorveis ao uso da areia

    de fundio nas composies sem aditivo superplastificante, onde se obteve altas resistncias

    compresso aos 7 dias. Sendo que seu ganho mdio foi de 20,34%. Verificou-se que as

    resistncias das composies sem aditivo mantiveram uma linearidade de crescimento da

    resistncia, aos 28 dias possuam resistncia semelhante ao do trao referncia. Entretanto os

    corpos-de-prova com composies de areia residual de fundio e com aditivo

    superplastificante MASTERMIX 470N, tiveram resultados de resistncia inferiores ao de

    dosagem.

    Palavras Chave: Areia de fundio, concreto, resistncia compresso.

  • 8

    LISTA DE FIGURAS Figura 1: Faixas granulomtricas. ........................................................................................... 18

    Figura 2: Brita Industrial. ........................................................................................................ 19

    Figura 3: Condies prvias e condicionantes do processo de fabricao do agregado ......... 20

    Figura 4: Descarte areia de fundio ....................................................................................... 25

    Figura 5: O plstico usado como agregado alternativo ........................................................... 26

    Figura 6: Poliestireno adicionado no concreto ........................................................................ 28

    Figura 7: Amostra de Entulhos................................................................................................ 30

    Figura 8: Tipos de Pavers ........................................................................................................ 32

    Figura 9: Lajota sextavada....................................................................................................... 34

    Figura 10: Estufa de secagem de materiais ............................................................................. 39

    Figura 11: Materiais aps pesagem ......................................................................................... 40

    Figura 12: Betoneira ................................................................................................................ 40

    Figura 13: Medio abatimento do tronco de cone ................................................................. 41

    Figura 14: Moldagem do corpo de prova prismticos............................................................. 42

    Figura 15: Mesa vibratria ...................................................................................................... 42

    Figura 16: Sala com temperatura controlada........................................................................... 43

    Figura 17: Cmara de cura....................................................................................................... 43

    Figura 18: Prensa para ensaio de compresso ......................................................................... 44

    Figura 19: Ensaio de esclereometria........................................................................................ 44

    Figura 20: Relao resistncia x idade para trao 1/6,5 sem o uso de aditivo

    superplastificante. ............................................................................................................. 46

    Figura 21: Ganho/perda mdia de resistncia x idade para trao 1/6,5 sem o uso de aditivo

    superplastificante .............................................................................................................. 46

    Figura 22: Ganho/perda mdia de resistncia x composio para trao 1/6,5 sem o uso de

    aditivo superplastificante. ................................................................................................. 47

    Figura 23: Relao Resistncia x Idade para trao 1/6,5 com o uso de aditivo

    superplastificante. ............................................................................................................. 48

    Figura 24: Ganho/perda mdia de resistncia x idade para trao 1/6,5 com o uso de aditivo

    superplastificante. ............................................................................................................. 48

    Figura 25: Ganho/Perda mdia de Resistncia x Composio para trao 1/6,5 com o uso de

    aditivo superplastificante. ................................................................................................. 49

  • 9

    Figura 26: Relao Resistncia x Idade para trao 1/6,5 com e sem o uso de aditivo

    superplastificante. ............................................................................................................. 50

  • 10

    LISTA DE QUADROS

    Quadro 1: Requisitos granulomtricos para agregados midos. ............................................. 17

    Quadro 2: Porcentagens dos tamanhos de gro....................................................................... 17

    Quadro 3: Requisitos granulomtricos para agregados midos. ............................................. 19

  • 11

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1: Diferentes percentuais de substituio adotados para.............................................. 38

    Tabela 2: Diferentes percentuais de substituio adotados para.............................................. 38

    Tabela 3: Planilha de composio de materiais ....................................................................... 39

    Tabela 4: Abatimento de tronco do cone para composies sem aditivo................................ 41

    Tabela 5: Abatimento de tronco de cone para composies com aditivo................................ 41

    Tabela 6: Resistncia superficial para os prismas sem o uso de aditivo.................................. 51

    Tabela 7: Resistncia superficial para os prismas com o uso de aditivo ................................. 51

  • 12

    SUMRIO

    1. INTRODUO ................................................................................................................................................ 13

    1.1 TEMA DA PESQUISA..................................................................................................................... 13

    1.2 DELIMITAO DO TEMA ........................................................................................................... 13