UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA .2.3.4 Pasta e lubrificantes s³lidos ... acidez e alcalinidade

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BOAS PRTICAS AMBIENTAIS NA UTILIZAO DE FLUIDOS DE CORTENOS PROCESSOS DE USINAGEM

Penha Suely de Castro Gonalves

Dissertao apresentada Faculdadede Engenharia da UNESP Campusde Bauru, para a obteno do ttulo deMestre em Engenharia Mecnica.

BAURU SP

Agosto 2008

unespUNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

FACULDADE DE ENGENHARIACAMPUS DE BAURU

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II

BOAS PRTICAS AMBIENTAIS NA UTILIZAO DE FLUIDOS DE CORTENOS PROCESSOS DE USINAGEM

Penha Suely de Castro Gonalves

Orientador: Prof. Dr. Eduardo Carlos Bianchi

Dissertao apresentada Faculdadede Engenharia da UNESP Campusde Bauru, para a obteno do ttulo deMestre em Engenharia Mecnica.

BAURU SP

Agosto 2008

unespUNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

FACULDADE DE ENGENHARIACAMPUS DE BAURU

III

DEDICATRIA

Dedico este trabalho aos meus amados filhos Carlos Augusto e Ulysses, pela

pacincia e compreenso nas horas de ausncia dedicada a este estudo; ao meu

marido Carlos Antnio, amor da minha vida, pelo incentivo para eu poder trilhar o

rduo caminho da realizao de um sonho e, especialmente, minha querida e

sbia mezinha Djanira, que desconhecendo o significado das letras, desde cedo

me fez ver o valor do conhecimento adquirido por meio dos estudos. A todos eles,

por todo amor e carinho que sempre me dedicaram.

IV

AGRADECIMENTOS

Agradeo a DEUS pela vida, pela espiritualidade que me fortalece em todos

os momentos e por me dar foras para realizar este trabalho.

Agradeo ao meu orientador Prof. Dr. Eduardo Carlos Bianchi que me

ofereceu a oportunidade para a realizao deste trabalho. Graas sua permanente

confiana, orientao e amizade foram possveis os passos que me levaram a

encontrar o meu caminho de pesquisa e concluir esta dissertao de mestrado.

Agradeo Co-orientador Prof. Dr. Paulo Roberto de Aguiar pela clareza de

suas aulas e percepo do valor do aluno diante de suas dificuldades.

Agradeo Prof. Dr. Joo Cndido que por meio de suas aulas esclarecedoras

me ajudou a dar os primeiros passos para trilhar a difcil arte de pesquisar.

Agradeo Prof. Dr. Yukio pela dedicao e maestria nas aulas ministradas e

pelas palavras de incentivo ao longo do curso.

Agradeo aos Mestres do Curso de Ps-Graduao em Engenharia Mecnica

que compartilharam suas experincias e conhecimentos e contriburam para a minha

aprendizagem e crescimento profissional e pessoal.

Agradeo aos professores e funcionrios do Programa de Ps-Graduao em

Engenharia Mecnica.

Agradeo aos colegas de classe, pelo bom humor, companheirismo e

cordialidade ao longo do curso.

Agradeo, especialmente, s funcionrias da Biblioteca da UNESP pela

ateno e cordialidade no atendimento e orientao para utilizao do Banco de

Dados, atitudes fundamentais para a realizao deste trabalho.

Agradeo Universidade Estadual Paulista UNESP, em especial ao

programa de Ps-graduao em Engenharia Mecnica da Faculdade de Engenharia

de Bauru, pela oportunidade de ingressar como aluna especial e ser aceita para

cursar este Mestrado.

Agradeo aos lderes da Empresa SPAIPA S/A Indstria Brasileira de

Bebidas, por incentivarem seus colaboradores a buscar desenvolvimento profissional

e pessoal.

V

Agradeo, especialmente e sempre, minha famlia pelo amor incondicional,

pela pacincia nas horas de ausncia dedicada a este estudo, por me compreender

e motivar na busca de minhas realizaes e por ser a razo de meus atos, de meus

desejos, de minha vida.

A todas as demais pessoas que de alguma forma contriburam para a

concretizao deste trabalho.

VI

EPGRAFE

"A cada dia, a natureza produz o suficiente para suprir nossas carncias. Se

cada um tomasse a poro que lhe fosse necessria, no haveria pobreza, guerras,

e no mundo todo ningum mais morreria de inanio.

Gandhi

VII

SUMRIO

DEDICATRIA ..........................................................................................................III

AGRADECIMENTOS................................................................................................ IV

EPGRAFE................................................................................................................ VI

LISTA DE FIGURAS.................................................................................................. X

LISTA DE TABELAS ................................................................................................ XI

LISTA DE ABREVIATURAS E SMBOLOS ............................................................ XII

RESUMO................................................................................................................. XIII

ABSTRACT.............................................................................................................XIV

1. INTRODUO.....................................................................................................11.1 Objetivo..............................................................................................................31.2 Estrutura do trabalho .........................................................................................4

2. OS FLUIDOS DE CORTE.......................................................................................52.1 Definies dos fluidos de corte ..........................................................................52.2 Principais funes dos fluidos de corte..............................................................62.3 Tipos de fluidos de corte, suas caractersticas e propriedades .........................82.3.1 Fluidos de corte puros ou integrais ...............................................................122.3.1.1 leo mineral puro ......................................................................................132.3.1.2 leo graxo .................................................................................................142.3.1.3 Misturas de leo mineral e leo graxo .......................................................152.3.2 Fluidos solveis em gua .............................................................................182.3.2.1 leos Emulsificveis ou Emulses ............................................................202.3.2.2 Fluidos qumicos ou sintticos ...................................................................222.3.2.3 Fluidos semi-sintticos...............................................................................252.3.3 Gases como fludos de corte ........................................................................262.3.4 Pasta e lubrificantes slidos .........................................................................272.3.5 Fluidos de corte biodegradveis ...................................................................282.4 Aspectos que influenciam a vida til dos fluidos de corte ................................292.4.1 Aspectos tecnolgicos na utilizao dos fluidos de corte .............................292.4.2 Mtodos de manuseio e perdas no processo ...............................................312.4.3 Influncia da qualidade da gua ...................................................................312.4.5 Influncia da concentrao da soluo e da variao do pH........................332.4.6 Influncia da degradao microbiolgica......................................................342.4.7 Contaminantes inerentes ao processo e de origem externa.........................36

VIII

3. A LEGISLAO AMBIENTAL, OS FLUIDOS DE CORTE E SUASINTEIRAES COM O MEIO AMBIENTE. ..............................................................38

3.1 A crise ambiental e os fluidos de corte ............................................................383.2 Os resduos e a poluio ambiental.................................................................413.3 O Processo de conscientizao ambiental ......................................................433.3.1 Principais Conferncias Internacionais sobre o Meio Ambiente ...................433.3.2 A Conveno sobre Controle de Movimentos Transfronterios de ResduosPerigosos A Conveno da Basilia 1989 ........................................................443.3.3 A Agenda 21, os conceitos de tecnologias limpas e a poltica dos 3 Rs ......453.4 O meio ambiente e a Constituio Brasileira ...................................................493.5 A legislao ambiental e a definio de meio ambiente ..................................503.6 A legislao ambiental federal .........................................................................513.7 A legislao ambiental no Estado de So Paulo .............................................533.8 A legislao ambiental no Municpio de Bauru ................................................553.9 Obrigaes e sanes legais no manuseio de resduos perigosos .................57

4. ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS NA UTILIZAO DOS FLUIDOS DECORTE......................................................................................................................61

4.1 Aspectos e impactos ambientais na utilizao dos fluidos de corte.................614.1.1 Aspectos toxicolgicos..................................................................................654.1.2 Resduos Perigosos......................................................................................674.1.3 Emisses atmosfricas ........................