Trangnicos

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    17-Dec-2014
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    Science

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  • 1. 1 URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSES CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN DEPARTAMENTO DE CINCIAS BIOLGICAS CURSO DE CINCIAS BIOLGICAS DISCIPLINA GENTICA MOLECULAR PROFESSORA TITULAR: KELLY C. S. R. CORRA CRIAO E USO DE ANIMAIS TRANSGNICOS FELIPE ANDR PAVAN JORDANA GRIEBLER LUFT RODRIGO CERATO BORTOLUZZI FREDERICO WESTPHALEN, JUNHO DE 2014

2. INTRODUO Animais transgnicos ou geneticamente modificados, so poderosas ferramentas de pesquisa para a descoberta e o desenvolvimento de novos tratamentos para vrias doenas humanas. Animais geneticamente manipulados tm fornecido novos modelos de estudos da regulao gnica, da ao de oncogenes e das interaes celulares envolvidas no sistema imune. 2 3. DEFINIO Contm molculas de DNA exgeno, introduzidas por interveno humana intencional, objetivando a expresso de novas caractersticas (WALL, 1996). Animal transgnico: aquele animal que expressa o transgene e que quando acasalado com animais normais, produz prognies que herdaro este gene de forma mendeliana, devido a incorporao do transgene nas clulas germinativas (GORDON & RUDDLE, 1981). 3 4. HISTRICO 4 1974 Incio dos anos 90 Dcada de 80 Primeiro experimento com transgenese animal Clulas da linhagem germinativa de camundongos Coelhos, ovelhas e porcos transgnicos Bovinos e caprinos 1909 Associao Mdica Americana lana sua primeira publicao sobre o tema. 5. LEGISLAO 5 1876 1959 Primeira lei a regulamentar o uso de animais em pesquisa. Proposta no Reino Unido. William Russel e Rex Burch estabeleceram o princpio dos trs Rs (Refine, Reduce, Replace,) para a pesquisa em animais. 6. 3RS Qualquer tcnica que refine um mtodo existente para diminuir a dor e o desconforto dos animais, que reduza seu nmero em um trabalho particular ou que substitua o uso de uma espcie animal por outra, de categoria inferior na escala zoolgica, ou por mtodos computadorizados ou in vitro, deve ser considerada como mtodo alternativo. 6 7. LEGISLAO 7 1978 UNESCO estabelece a Declarao Universal dos Direitos dos Animais, em Bruxelas Blgica. 2005 Aprovada Lei da Biossegurana (Lei 11.105/05) que permite a pesquisa e produo de alimentos geneticamente modificados simultaneamente ao estudo da clula-tronco. 8. LEGISLAO 8 Lei-6638/79 Lei-9605/98 9. LEGISLAO 9 1995 Brasil aprova lei n 8.974 que estabelece normas de segurana e mecanismos de fiscalizao para o uso das tcnicas de engenharia gentica na construo, cultivo, manipulao, transporte e liberao no meio ambiente de OGMs. 10. TCNICAS Vrias tcnicas tm sido utilizadas para a introduo de genes em clulas germinativas e em clulas somticas, de vrias espcies animais. Para a produo de animais domsticos transgnicos as tcnicas mais utilizadas so: 10 11. TCNICAS 11 Microinjeo de DNA em proncleo Proncleo: O ncleo do gameta masculino e o do feminino, durante o intervalo entre a penetrao do espermatozoide no vulo e a fuso de ambos, para formarem o ncleo germinal. 12. TCNICAS 12 Infeco por retrovrus 13. TCNICAS 13 Espermatozoides como vetores 14. TCNICAS 14 Biobalstica 15. TCNICAS 15 Clulas embrionrias indiferenciadas (embryonic stem cells) 16. Dependendo da tcnica utilizada, o animal produzido pode constituir-se somente de clulas que carregam o transgene (so os denominados animais transgnicos), ou de conjuntos de clulas com ou sem o transgene (animais quimricos ou mosaicos). Os animais quimricos so constitudos de clulas de origens distintas, enquanto que, os mosaicos so constitudos de clulas derivadas de um nico blastocisto original. As tcnicas que envolvem a introduo de clulas transformadas em um embrio receptor daro origem a animais quimricos. Por outro lado, tcnicas que transfectam diretamente as clulas do animal a ser transformado, produziro animais mosaicos. 16 17. UTILIZAO Estudo da regulao e expresso gnica; Utilizao de animais transgnicos como biorreatores; Gerao de modelos animais para estudos biomdicos; Introduo de novas caractersticas genticas importantes economicamente. 17 18. ALGUNS ANIMAIS TRANSGNICOS Ovelha Dolly (1996). A ovelha Dolly herdou da ovelha branca o DNA contido nos cromossomos do ncleo da clula mamria e da ovelha escura o DNA contido nas mitocndrias. Dolly foi sacrificada aos 6 anos de idade, depois de uma vida marcada por envelhecimento precoce e doenas. 18 19. ALGUNS ANIMAIS TRANSGNICOS Ovelha Polly (1997). 19 Possua gene humano inato que codificava para o fator de coagulao IX. Hemofilia B: Doena causada pela deficincia do fator de coagulao IX. 20. ALGUNS ANIMAIS TRANSGNICOS Vaca Rosie (1997). Produzia leite enriquecido com a protena humana lactoalbumina. Esse leite transgnico mais nutritivo para humanos que o leite natural, e poderia ser introduzido na alimentao de crianas com carncia de nutrientes especficos. 20 21. ALGUNS ANIMAIS TRANSGNICOS 21 Belgium Blue Estes animais atingem tamanhos desproporcionais devido ausncia da protena miostatina, que limita naturalmente o crescimento dos tecidos musculares. 22. ALGUNS ANIMAIS TRANSGNICOS Inmeras variedades de vacas e cabras transgnicas foram criadas no intuito de produzir leite com vrios protenas ou genes diferenciadas, entre elas: 1. Genes que codificam para a produo de mielina (Esclerose mltipla); 2. Leite sem -lactoglobulina (Alrgicos ao leite); 3. Produo do fator IX do coagulao de sangue humano (Hemoflicos); 22 23. PRS 23 Criao de animais de grande porte com caractersticas comercialmente interessantes Na pecuria Mais leite Mais carne Mais l 24. PRS 24 Aplicaes mdicas Xenotransplante Insulina, hormnios de crescimento e fatores de coagulao Leite de vacas, cabras ou ovelhas transgnicas. Porcos 25. PRS 25 Aplicao na indstria Animais de grande porte produzindo protenas de interesse comercial Cabra que produz protena da teia de aranhas em seu leite Coletes, uniformes a prova de bala, fios de sutura. 26. 26 O que voc imagina... 27. 27 Como realmente ... 28. CONTRAS As principais objees morais que a manipulao gentica enfrenta so devido aos fatos que ela: 1. Altera deliberadamente as sequncias genticas do hospedeiro; 2. Utiliza procedimentos invasivos para recuperar e transferir embries; 3. Ocasiona um grande desperdcio (morte) de animais; 4. Pode induzir significante sofrimento aos animais; 5. Pode levar manipulao gentica de humanos. 28 29. CONTRAS 29 Em humanos A curto prazo, so desconhecidos problemas causados por consumo de alimentos vindos de animais transgnicos. No existem estudos sobre consequncias do consumo a longo prazo. 30. IDENTIFICAO Em 2003, foi publicado o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da rea da alimentao, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um T preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matria-prima transgnica. 30 31. REFERNCIAS GODARD, A. L. B.; MANUAL DE BIOSSEGURANA, PARTE IV MANIPULAO DE ANIMAIS PEREIRA, L. V., ANIMAIS TRANSGNICOS NOVA FRONTEIRA DO SABER - Experimentao animal/artigos USP, 2008; REZENDE, A. H.; PELUZIO, M. C. G.; SABARENSE, C. M.; EXPERIMENTAO ANIMAL: TICA E LEGISLAO BRASILEIRA, Rev. Nutr., Campinas, 21(2):237-242, Mar./Abr., 2008. SILVA, D. A. O.; TICA EM PESQUISA NA REA BIOMDICA: PESQUISA EM ANIMAIS, Captulo de livro. 31 32. REFERNCIAS http://dbiotec.blogspot.com.br/2011/07/cachorro-que-brilha- no-escuro-pode.html. Acessado em 07/06/2014. http://hotsites.editorasaraiva.com.br/livrodigital/arquivos_biol ogia/195.pdf. Acessado em 07/06/2014. http://www.dbec.unina.it/clonazione/terapeutica.htm. Acessado em 07/06/2014. 32 33. OBRIGADO. 33