Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

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BOLETIM INFORMATIVO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E DE CIRURGIA VASCULAR MAIO-JUNHO 2013 ANO 2 NÚMERO 8 CONGRESSO Inscrições só até o dia 31 de agosto ELEIÇÕES Cédula eleitoral chega aos associados pelos correios em agosto SBACV fecha parceria para apresentação de pôsteres brasileiros no VeithSymposium 2013. Os dois melhores estarão na plenária do evento de 2014 Especial 60 anos Radar traz listagem de membros de todas as diretorias da Sociedade e republica entrevista com Dra. Merisa Garrido, reproduzida na revista Suplência Vascular News, em 2002 INTERNACIONALIZAÇÃO

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Boletim informativo da sociedade Brasileira de angiologia e de cirurgia vascular maio-Junho 2013 ano 2 número 8

CONGRESSO inscrições só até o dia 31 de agosto

ELEIÇÕES cédula eleitoral chega aos associados pelos correios em agosto

sBacv fecha parceria para apresentação de pôsteres brasileiros no veithsymposium 2013. os dois melhores estarão na plenária do evento de 2014

Especial 60 anos radar traz listagem de membros de todas as diretorias da sociedade e republicaentrevista com dra. merisa garrido, reproduzida na revista suplência vascular news, em 2002

INtERNaCIONaLIzaÇãO

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Primeiro Inibidor Direto do Fator Xa, via ORAL

Proteção Simples para Mais Pacientes

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XARELTO®: RIVAROXABANA 10 MG/15 MG / 20 MG . REG. MS 1.7056.0048. INDICAÇÃO: PREVENÇÃO DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO (TEV) EM PACIENTES ADULTOS SUBMETIDOS A CIRURGIA ELETIVA DE ARTROPLASTIA DE JOELHO OU QUADRIL. PREVENÇÃO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) E EMBOLIA SISTÊMICA EM PACIENTES ADULTOS COM FIBRILAÇÃO ATRIAL (FA) NÃO-VALVULAR COM UM OU MAIS FATORES DE RISCO, TAIS COMO INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA, HIPERTENSÃO, > 75 ANOS DE IDADE, DIABETES MELLITUS, AVC ANTERIOR OU ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO. TRATAMENTO DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E PREVENÇÃO DE TVP RECORRENTE E EMBOLIA PULMONAR (EP) APÓS TVP AGUDA EM ADULTOS. CONTRAINDICAÇÕES: HIPERSENSIBILIDADE AO PRINCÍPIO ATIVO OU A QUALQUER EXCIPIENTE; SANGRAMENTO ATIVO CLINICAMENTE SIGNIFICATIVO; DOENÇA HEPÁTICA ASSOCIADA COM COAGULOPATIA E RISCO DE SANGRAMENTO CLINICAMENTE RELEVANTE; GRAVIDEZ E LACTAÇÃO. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: NÃO RECOMENDADO EM PACIENTES RECEBENDO TRATAMENTO SISTÊMICO CONCOMITANTE COM CETOCOZOL, RITONAVIR, DRONEDARONA; EM PACIENTES COM COMPROMETIMENTO RENAL GRAVE (CLEARANCE DE CREATININA <15 ML/MIN.); EM PACIENTES COM MENOS DE 18 ANOS DE IDADE OU COM VÁLVULAS CARDÍACAS PROSTÉTICAS. USO COM CAUTELA: EM PACIENTES COM COMPROMETIMENTO RENAL GRAVE (CLEARANCE DE CREATININA 15 - 29 ML/ MIN.) OU COM COMPROMETIMENTO RENAL TRATADOS CONCOMITANTEMENTE COM POTENTES INIBIDORES DA CYP3A4; EM PACIENTES TRATADOS CONCOMITANTEMENTE COM PRODUTOS MEDICINAIS QUE AFETAM A HEMOSTASIA OU COM POTENTES INDUTORES DA CYP3A4; EM PACIENTES COM RISCO ELEVADO DE SANGRAMENTO. EM PACIENTES EM RISCO DE DOENÇA GASTRINTESTINAL ULCERATIVA, TRATAMENTO PROFILÁTICO APROPRIADO PODE SER CONSIDERADO. MONITORAMENTO CLÍNICO DE ACORDO COM AS PRÁTICAS DE ANTICOAGULAÇÃO É RECOMENDADO DURANTE TODO O PERÍODO DE TRATAMENTO. XARELTO CONTÉM LACTOSE. EFEITOS INDESEJÁVEIS: ANEMIA, TONTURA, CEFALEIA, SÍNCOPE, HEMORRAGIA OCULAR, TAQUICARDIA, HIPOTENSÃO, HEMATOMA, EPISTAXE, HEMORRAGIA DO TRATO GASTRINTESTINAL E DORES ABDOMINAIS, DISPEPSIA, NÁUSEA, CONSTIPAÇÃO, DIARREIA, VÔMITO, PRURIDO, ERUPÇÃO CUTÂNEA, EQUIMOSE, DOR EM EXTREMIDADES, HEMORRAGIA DO TRATO UROGENITAL, FEBRE, EDEMA PERIFÉRICO, FORÇA E ENERGIA EM GERAL REDUZIDAS, ELEVAÇÃO DAS TRANSAMINASES, HEMORRAGIA PÓS-PROCEDIMENTO, CONTUSÃO. POSOLOGIA: PARA PREVENÇÃO DE AVC EM FA, A DOSE RECOMENDADA É DE 20 MG UMA VEZ AO DIA. PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL MODERADA (CLCR < 50 – 30 ML/MIN) DEVEM INGERIR UM COMPRIMIDO DE 15 MG DE XARELTO® UMA VEZ AO DIA. TRATAMENTO DO TEV: A DOSE RECOMENDADA PARA O TRATAMENTO INICIAL DA TVP AGUDA É DE 15 MG DE XARELTO® DUAS VEZES AO DIA PARA AS TRÊS PRIMEIRAS SEMANAS, SEGUIDO POR 20 MG UMA VEZ AO DIA PARA CONTINUAÇÃO DO TRATAMENTO E, PARA A PREVENÇÃO DE TVP E EP RECORRENTES. XARELTO® 15 E 20 MG DEVEM SER INGERIDOS COM ALIMENTOS. PROFILAXIA DE TEV APÓS ARTROPLASTIA DE QUADRIL (ATQ) E JOELHO(ATJ): A DOSE RECOMENDADA É DE 10 MG UMA VEZ AO DIA, COM OU SEM ALIMENTO. OS PACIENTES DEVEM SER TRATADOS POR 5 SEMANAS APÓS ATQ OU POR DUAS SEMANAS APÓS ATJ. A DOSE INICIAL DEVE SER TOMADA 6 A 10 HORAS APÓS A CIRURGIA, CONTANTO QUE TENHA SIDO ESTABELECIDA A HEMOSTASIA. CLASSIFICAÇÃO PARA FORNECIMENTO: PRODUTO MEDICINAL SUJEITO A PRESCRIÇÃO MÉDICA.

REFERÊNCIAS: 1. EINSTEIN INVESTIGATORS, BAUERSACHS R ET AL. HYPERLINK “HTTP://WWW.NCI.NLM.NIH.GOV/PUBMED/21128814” ORAL RIVAROXABAN FOR SYMPTOMATIC VENOUS THROMBOEMBOLISM N ENGL J MED. 2010 DEC 23;363(26):2499-510. 2. LISTA DE PAÍSES ONDE XARELTO® É COMERCIALIZADO: ÁFRICA DO SUL, ALBANIA, ALEMANHA, ALGERIA, AMÉRICA CENTRAL, ANGOLA, ANTILHAS, ARÁBIA SAUDITA, ARGENTINA, ARMÊNIA, AUSTRÁLIA, AUSTRIA, BAHAMAS, BAHREIN, BANGLADESH, BELARUS, BÉLGICA, BELIZE, BOSNIA HERZEGOVINA, BOTSWANA, BRASIL, BRUNEI, BULGÁRIA, CAMBOJA, CÁNADA, CATAR, CAZAQUISTÃO, CHILE, COLÔMBIA, COSTA RICA, CROÁCIA, CHIPRE, DINAMARCA, EQUADOR, EGITO, EL SALVADOR, EMIRADOS ÁRABES, EMIRÁDOS ÁRABES UNIDOS, ESLOVÁQUIA, ESLOVÉNIA, ESPANHA, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ESTÔNIA, FILIPINAS, FINLANDIA, FRANÇA, GANA, GEORGIA, GRÉCIA, GUATEMALA, GUIANA, HAITI, HONDURAS, HUNGRIA, ISLÂNCIA, ÍNDIA, INDONÉSIA, IRÃ, IRAQUE, IRLANDA, ISRAEL, ITÁLIA, JAMAICA, JORDÂNIA, KOREIA, KUWAIT, LETÔNIA, LÍBIA, LITUÂNIA, LUXEMBURGO, MACEDÔNIA, MALÁSIA, MALTA, MAROCOS, MAURITÂNIA, MÉXICO, MONGÓLIA, MIANMAR, NAMÍBIA, NICARÁGUA, NIGÉRIA, NORUEGUA, NOVA ZELÂNDIA, OMÃ, PAÍSES BAIXOS, PAQUISTÃO, PANAMA, PARAGUAI, PERU, POLÔNIA, PORTUGAL, PRK, QUENIA, QUIRGUISTÃO, REINO UNIDO, REPÚBLICA DOMINICANA, REPÚBLICA MOLDAVA, REPÚBLICA TCHECA, ROMÊNIA, RÚSSIA, SERVIA, SINGAPURA, SRI LANKA, SUÉCIA, SUÍÇA, SÍRIA, TAIWAN, TADJIQUISTÃO, TAILANDIA, TRINIDAD E TOBAGO, TUNÍSIA, TURQUIA, TURQUEMENISTÃO, UCRÂNIA, URUGUAI, UZBEQUISTÃO, VENEZUELA, VIETNÃ, ZÂMBIA.

CONTRA-INDICAÇÃO: DOENÇA HEPÁTICA ASSOCIADA À COAGULOPATIA. INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA: ANTIMICÓTICO AZÓLICO DE USO SISTÊMICO OU INIBIDORES DAS PROTEASES DO HIV.

L.BR.GM.2012-02-09.0686

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Mensagem do Presidente

Dr. Calógero PrestiPresidente da SBACV Encerramos três quartos da gestão 2012-

2013. Grande parte de nossas metas foram cumpridas. O novo Estatuto foi aprovado e o novo Regimento Interno está sendo

finalizado e será discutido e aprovado na Câmara de Representantes da SBACV durante o 40º Congresso Brasileiro, em Florianópolis. O saneamento admi-nistrativo da SBACV, em curso, corrigiu distorções e erros contábeis e fiscais. Financeiramente, houve grande superávit no primeiro ano de gestão, contas que foram apresentadas e aprovadas na Assembleia Geral que ocorreu no Encontro São Paulo este ano no Anhembi. Estamos no caminho certo.

O objetivo principal neste último semestre é a pu-blicação de seis Diretrizes da SBACV, de acordo com as normas estabelecidas pela AMB. Após concorrência, foi firmado contrato com a empresa de pesquisa médi-ca Biotrends, que dará suporte ao Conselho Científico e às Comissões constituídas para este fim. Até o fim de 2013 teremos as seguintes Diretrizes: Aneurismas Arte-riais, DAOP, Doença Carotídea, Pé Diabético, Trom-bose Venosa Profunda e Insuficiência Venosa Crônica.

No plano de prestação de serviço, foi estabelecido con-vênio com a empresa Dot.lib, que permitirá ao associado adimplente receber por e-mail o artigo completo em pdf de qualquer trabalho científico das seguintes revistas da especialidade: Journal of Vascular Surgery, Vascular and Endovascular Surgery, Angiology, Circulation e Annal of Surgery. À medida que tivermos suporte financeiro das empresas patrocinadoras, poderemos incluir outros pe-riódicos de interesse.

No campo internacional, destacamos a criação do Capítulo Brasileiro da Society for Vascular Surgery, que hoje é o maior capítulo internacional da SVS com cer-ca de 425 brasileiros inscritos. Este ano no Annual Meeting da SVS em San Francisco, o Dr. Peter Glowiczki, atual presidente da SVS, concedeu em sessão plenária em San Francisco o título de Honorary Member of the SVS ao atual presidente da SBACV, Dr. Calógero Presti, pelo trabalho de aproximação entre as duas Sociedades. Os associados que se inscreveram na SVS no ano de 2012, entre outras vantagens, estão rece-bendo as revistas da SVS, o Journal of Vascular Surgery e o Journal of Vascular Venousand Lymphatic Disorders.

Ainda no campo internacional, foi estabelecida uma parceria da SBACV com o VeithSymposium 2013. Está prevista a apresentação de sessão de

pôsteres latino-americanos. Uma comissão julgado-ra fará a escolha dos dois melhores pôsteres que terão o direito a serem apresentados em plenária do VeithSymposium em 2014. Isso dará mais visibilida-de aos brasileiros no exterior.

Sem dúvida, este ano o grande acontecimento será o 40º Congresso Brasileiro de Angiologia e de Cirur-gia Vascular, em Florianópolis. Está sendo preparado um evento de altíssima qualidade com a participação de várias Sociedades Internacionais.

Finalmente, pela primeira vez na história da SBACV, este ano votaremos por correspondência, permitindo um maior número de participantes no pleito e tornan-do a eleição mais democrática.

A SBACV Nacional em nenhum momento emi-tiu qualquer comunicação de apoio institucional a qualquer um dos candidatos, como obriga o Regi-mento Eleitoral da SBACV. No entanto, a Direto-ria da Regional de São Paulo, usando os canais de comunicação oficiais, emitiu notas de apoio institu-cional à chapa da candidata de São Paulo Dra. Ana Terezinha Guillaumon, como pode ser constatado na Folha Vascular nº 150, distribuída para os asso-ciados de todo o Brasil.

Para evitar dúvidas e induções de voto, deixamos claro que, como presidente da SBACV e membro da Regional São Paulo, nós somos contrários ao apoio ins-titucional da Regional São Paulo e o uso da entidade SBACV para dar apoio a qualquer um dos candidatos.

O voto é individual e os associados devem votar de acordo com suas convicções e preferências. Exerça seu direito de voto livremente.

Participe das eleições, ela é de extrema importância para a SBACV.

PaRCERIaS INtERNaCIONaISe balanço

Para evitar dúvidas e induções de voto, deixamos claro que, como Presidente da sBacv e memBro da regional

são Paulo, nós somos contrários ao aPoio institucional da regional são Paulo e o uso da entidade sBacv Para

dar aPoio a qualquer um dos candidatos

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 3

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Sociedade Brasileira deAngiologia e de Cirurgia Vascular

SBACV

Março - Abril 2013 Ano 2 Número 7

Editor

Ivanésio Merlo

Jornalista rEsponsávEl

Aline Thomaz (MTB 25937/RJ)

rEportagEm

Vithal Comunicação Integrada

proJEto gráfico

Zeppelini Editorial

diagramação

Editora DOC

Diretoria – Biênio 2012/2013prEsidEntE

Dr. Calógero Presti – SP

vicE-prEsidEntE

Vasco Lauria da Fonseca Filho – RJ

sEcrEtário gEral Celso Ricardo Bregalda Neves – SP

vicE-sEcrEtário Ana Terezinha Guillaumon – SP

tEsourEiro gEral

Marcelo Fernando Matielo – SP

vicE-tEsourEiro

Pedro Pablo Komlos – RS

dirEtor ciEntífico

João Luiz Sandri – ES

vicE-dirEtor ciEntífico

André Valença Guimarães – PE

dirEtor dE publicaçõEs ciEntíficas Ivanésio Merlo – RJ

vicE-dirEtor dE publicaçõEs ciEntíficas

Tulio Pinho Navarro – MG

dirEtor dE patrimônio

Bruno de Lima Naves – MG

vicE-dirEtor dE patrimônio

Giuliano Paiva Santa Rosa – MS

dirEtor dE dEfEsa profissional Jose Fernando Macedo – PR

vicE-dirEtor dE dEfEsa profissional

Roberto Teodoro Beck – SC

prEsidEntE da Última gEstão

Dr. Guilherme Benjamin Brandão Pitta – AL

Tiragem: 3.000 exemplaresContato: [email protected]

O Radar SBACV é uma publicação bimestral da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, distribuído gra-tuitamente a todos os associados adimplentes da entidade. As afirmações e opiniões expressas em artigos do Radar SBACV são de inteira responsabilidade dos autores e não refletem a opinião da SBACV. A publicação de anúncios de empresas não garante qualquer respaldo à qualidade, à atividade, à eficácia, à segurança ou a outros atributos expressos pelos anunciantes. O Radar SBACV e a Sociedade se eximem de qualquer responsa-bilidade por lesões corporais ou à propriedade decorrentes de ideias ou produtos mencionados nessa publicação.Anúncios: (11)5084-6493 e [email protected] Estela 515 BL E CJ 21 – Vila MarianaCEP: 04011-002 São Paulo-SP

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Conteúdo

Mensagem do Presidente

Editorial

Agenda

SBACV em açãoComo mudar de categoria na SBACV?Eleições: Cédula de votação chega ao sócio em agostoI Simpósio do Capítulo Brasileiro da SVS reúne mais de 300 pessoasCAPA – SBACV atravessa as fronteirasInscrições para prova de título e concurso de endovascular vão até 31 de agosto40º Congresso da SBACV: inscrições online só até 31 de agostoSão Paulo e Fortaleza recebem Simpósio de Flebologia em julho e agostoEncontro Pernambucano recebe mais de 230 pessoasBalanço mostra superávit no exercício de 2012 de R$ 437 mil

EspecialDiretorias da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular

ArtigoQual a importância de se amar a Sociedade?

LazerComo manter seu padrão de vida na aposentadoria?

Em pautaFechamento Percutâneo de Acessos Endovasculares

Curtas

PerfilQuando a arte se torna sua segunda profissão

Nos EstadosRS: Ex-presidente recebe medalha da Assembleia Legislativa de RSRJ: SBACV-RJ comemora 60 anos em grande estiloSP: XI Encontro São Paulo de Cirurgia Vascular e EndovascularMG: Regional realiza palestra para a comunidadeDF: Cursos e palestras são destaque do período

AL: Curso de atualização e Simpósio de Fleboestética acontecem em agosto

Defesa ProfissionalNão faltam médicos, falta respeito

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S 1. REGIONAL ALAGOASPresidente: José Luna FilhoE-mail: [email protected]; [email protected]: (82) 3317-1496

2. REGIONAL AMAZONASPresidente: Dr. Fernando Rodrigues da Silva E-mail: [email protected]: (92) 9982 6262

3. REGIONAL BAHIAPresidente: Dr. Aldo Lacerda BrasileiroE-mail: [email protected] / [email protected]:(71)3271-5369/3271-5368 (Carla)

4. REGIONAL CEARÁPresidente: Dr. Luiz Antonio Noleto GuimarãesE-mail: [email protected]: (85) 9985-1448

5. REGIONAL DISTRITO FEDERALPresidente: Antonio Carlos De SouzaE-mail: [email protected] / [email protected]: (61) 3225-6335 / 9993-0032

6. REGIONAL ESPÍRITO SANTOPresidente: José Marcelo CorassaE-mail: [email protected] / [email protected]: (27)3224-3667 / (27) 9998-8800 (Luiza Cal)

7. REGIONAL GOÍASPresidente: Dra. Lussandra Eni Rodrigues SardinhaE-mail: [email protected] / [email protected] (62) 3251-0679 (Renata)

8. REGIONAL MARANHÃOPresidente: Paulo Cesar Araujo RibeiroE-mail: [email protected] / [email protected]: (98) 8114-2941

9. REGIONAL MATO GROSSOPresidente: Dr. Luiz Cezar Dias BetontiE-mail: [email protected] / [email protected] Fone: (65) 92243541 - (67) 3321-1725 – Graziella

10. REGIONAL MATO GROSSO DO SULPresidente: Marcos Rogério CovreE-mail: [email protected] / [email protected]: (67) 3324-7749 / (67) 9283-4444

11. REGIONAL MINAS GERAISPresidente: Dr. Leonardo Ghizoni BezE-mail: [email protected] / [email protected]: (31)3213-0572 / (31) 99831193 (Josiane Diniz)

12. REGIONAL PARÁPresidente: Flávio Cavalleiro de Macedo RibeiroE-mail: [email protected]: (91)8111-4730

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4 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

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Editorial

13. REGIONAL PARAÍBAPresidente: Jânio Cipriano RolimE-mail:[email protected]; [email protected]; [email protected]: (83) 9106-8435

14. REGIONAL PARANÁPresidente: Ricardo Cesar Rocha MoreiraE-mail: [email protected] / [email protected]: (41)9102-5271 / 3242-0978 (Maria Luiza)

15. REGIONAL PERNAMBUCOPresidente: Dra. Adriana Ferraz De VasconcelosE-mail: [email protected] / [email protected]: (81) 9653-3044 / 3466-5752 (Oziane)

16. REGIONAL PIAUÍPresidente: Renato Duarte BarbosaE-mail: [email protected]: (86) 9982-0294 / 3230-1311 / 3232-0596

17. REGIONAL RIO DE JANEIROPresidente: Carlos Eduardo VirginiE-mail: [email protected] / [email protected]: (21)2240-4880 / (Elaine / Neide)

18. REGIONAL RIO GRANDE DO NORTEPresidente: Dr. Eduardo Dantas Baptista De FariaE-mail [email protected] / [email protected]: (84) 8117-9647

19. REGIONAL RIO GRANDE DO SUL Presidente: Dr. Gilberto Tubino Da SilvaE-mail: [email protected] / [email protected]: (51)3014- 2025 (Aline/Gabriela)

20. REGIONAL SANTA CATARINA Presidente: Reginaldo BoppréE-mail: [email protected] Fone: (47) 3026-1077 - Cristiane

21. REGIONAL SÃO PAULO Presidente: Adnan NesserE-mail: [email protected] / [email protected]: (11) 5087-4888 (Raquel / Patrícia)

22. REGIONAL SERGIPE Presidente: José Aderval AragãoE-mail: [email protected]; [email protected]: (79) 9191-6767

23. REGIONAL TOCANTIS Presidente: Dr. Silvio Alves da SilvaE-mail: [email protected]: (63) 9978-2053

Dr. Ivanésio Merlo, editor e diretor de Publicações Científicas

Dr. Túlio Navarro, subeditor e vice-diretor de Publicações Científicas

Caros amigos,

Esta edição está recheada de assuntos de grande interesse. A começar pela maneira como o mem-bro aspirante pode progredir na categoria obede-cendo às determinações do novo Estatuto, pois esta é uma oportunidade para maior participação dos nossos associados. As eleições para os próximos dirigentes estão chegando e agora, como já é do co-nhecimento de todos, será realizada pelos Correios pela primeira vez, e constituirá a plena vontade da maioria. Este será um grande passo democrático da nossa SBACV. Já foi constituída a Comissão Eleitoral que será a responsável pela condução do processo. O exercício do voto é uma demonstração de amor e responsabilidade com a SBACV.

O Simpósio da SVS/SBACV, realizado pela SBACV-RJ, foi um grande sucesso. Definitiva-mente, a cirurgia vascular brasileira está conectada internacionalmente.

Em continuidade ao resgate de nossa memória, temos uma entrevista histórica da Dra. Merisa Garrido, ex-presidente da nacional, realizada por ocasião das comemorações dos 50 anos da SBACV. Temos nela um relato real das nossas origens. Vale a pena ler e guardá-la. Também para ser guardado é o resumo de todas as diretorias da SBACV até hoje.

Na editoria de Perfil, o Dr. André Valença, ativo associado, ex-presidente da regional PE e membro da diretoria nacional, reconhecidamente um emi-nente cirurgião vascular pernambucano, esbanja grande talento e aptidão artística ao falar de suas belíssimas pinturas.

A pauta científica ficou por conta dos dispositivos de fechamento das punções arteriais. Se por um lado facilitam, por outro podem trazer problemas a pa-cientes e cirurgiões. Veja o que dizem os “experts”.

com toda certeza, o título de esPecialista será o seu maior aliado Profissional. com ele o médico é mais valorizado entre os seus Pacientes, amigos, na sociedade e entre as oPeradoras de saúde

Na defesa profissional, o Dr. Macedo escreve sobre a “importação de médicos”, assunto que apesar de ser repudiado e combatido por toda a sociedade médica, numa visão obtusa e descabida, o governo brasileiro insiste em propagar.

Vem aí mais uma prova para a certificação do Tí-tulo de Especialista (TE) em angiologia e cirurgia vascular e endovascular, sob a coordenação dos Drs. Fausto Miranda Jr. e Liberato Karaoglan de Moura. Quem ainda não possui o TE não pode perder mais essa oportunidade. Com toda certeza, o TE será o seu maior aliado profissional. Com ele o médico é mais valorizado entre os seus pacientes, amigos, na socie-dade e entre as operadoras de saúde. Por outro lado, será ainda uma forma de protegê-lo judicialmente na eventualidade de um infortúnio profissional.

Você ainda vai saber como foi o Encontro pernam-bucano, tradicional evento do calendário científico da SBACV, os Simpósios de Flebologia e o 40º Con-gresso Brasileiro, em Florianópolis. Na seção Lazer, como planejar o seu futuro financeiro.

Boa leitura a todos!

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 5

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Agenda

O Radar quer lhe ouvir: [email protected] a SBaCV no Facebook: www.facebook.com/sbacv

Simpósio de Flebologia Estética20/07São Paulo (SP)

www.excelenciavascular.com.br

Simpósio de Flebologia Estética17/08Fortaleza (CE)

www.excelenciavascular.com.br

JULH

OEleições para Diretoria da SBaCV13/09São Paulo (SP)

www.sbacv.com.br

Simpósio de Flebologia Estética14/09Belo Horizonte (MG)

www.excelenciavascular.com.br

40º Congresso Brasileiro de angiologia e de Cirurgia Vascular30/09 a 03/10Centro Sul - Florianópolis (SC)

www.vascular2013.com.br

aGOS

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01/11 a 30/11 Eleições para Diretoria das Regionais da SBACV

SEtE

MBRO

NOVE

MBR

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30/10 a 02/113º Curso Internacional de Cirurgia Vascular - InovaçõesRio de Janeiro (RJ)

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40o congresso brasileiro de angiologia e de cirurgia vascular

30 de setembro a 03 de outubroCentroSul - Florianópolis-2013

Sociedade Brasileira deAngiologia e de Cirurgia Vascular

6 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 7: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

SBACV em ação

COMO MUDaR DE CatEGORIa Na SBaCV?associados plenos, efetivos e titulares possuem direito a voto nas eleições de setembro

Os interessados na progressão de categoria na SBACV podem ter acesso ao formulário no site da Socie-dade (www.sbacv.com.br). É preciso, no menu es-querdo vertical, clicar na aba “Sócios”, em seguida

“Associação” e depois “Propostas para Sócios”. Após aprovação do novo Estatuto, a SBACV passou a ter uma categoria a mais, a de pleno, ficando com quatro categorias de associados: aspirante, pleno, efetivo e titular.

Para aspirante, pleno ou efetivo, após preencher os papéis e anexar a documentação, é necessário entregá-los na respectiva re-gional. Já para titular, o formulário e a documentação devem ser enviados à sede da SBACV nacional, em São Paulo. As categorias de associados plenos, efetivos e titulares garantem direito a voto nas eleições na entidade em setembro.

Veja abaixo as regras para progressão em cada categoria:

aspirante para pleno:- Estar regularmente inscrito no Conselho Regional de Medi-cina (CRM) do estado onde exerça sua atividade profissional, encaminhando cópia do registro;- Participar das atividades da SBACV, na condição de Aspiran-te, por pelo menos três anos, podendo ser somados períodos;

- Apresentar o formulário de associação em duas vias e assi-nadas por dois associados da SBACV pertencentes à categoria Efetivo ou Titular;- Ter completado residência médica ou curso de especialização reconhecido pela SBACV nas especialidades ou áreas objetivos da associação anexando o comprovante à proposta;- Anexar à proposta de associação duas cópias do RG, CPF e do diploma de médico;- Apresentar e ter sua proposta de associação aprovada pela re-gional da SBACV correspondente, estando quite com a tesou-raria da SBACV.

Pleno para efetivo:- Ser associado da SBACV na categoria pleno por pelo me-nos dois anos, contados a partir da aprovação do ingresso ou ter participado das atividades da SBACV como Aspirante por pelo menos três anos;- Estar inscrito no CRM onde exerça sua profissão;- Possuir o título de especialista em Angiologia ou Cirurgia Vascular;- Apresentar e ter sua proposta de associação aprovada pela regional da SBACV correspondente, estando quite com a te-souraria da SBACV.

Efetivo para titular:- Ser associado efetivo há pelo menos três anos;- Apresentar artigo original ao JVB, sendo aceito para publi-

cação ou publicado há no máximo seis meses da data da proposta, na qualidade de primeiro autor; ou mo-

nografia original não publicada sobre tema da especialidade; ou título de

livre-docência ou de doutor ob-tido em instituição de ensino superior reconhecido pelo

MEC; ou ainda acumular 100 pontos nos cinco anos que ante-

cederam o pedido de progressão em eventos de educação médica

continuada nas especialidades e área de atuação da SBACV, de acordo com normas do CNA.- Apresentar e ter sua proposta de progressão para essa catego-ria aprovada pela Diretoria Nacional da SBACV, estando quite com a tesouraria da SBACV. (JS)

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 7

Page 8: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

colocá-la dentro do envelope branco

SBACV em ação

carta-resposta com o voto deve estar na caixa postal até o dia 13 de setembro pela manhã. a expectativa é de que 1.600 associados participem do pleito inédito

ELEIÇÕES: CéDULa DE VOtaÇãO CHEGa aO SóCIO EM aGOStO

O kit de votação das eleições para a diretoria do biênio 2014-2015 da Sociedade Brasileira de Angiologia e

de Cirurgia Vascular (SBACV) começa a chegar ao endereço cadastrado dos associa-dos em agosto. A previsão é de que cerca de 1.600 sócios estejam nas categorias aptas a votar. A cédula de votação deve estar de volta à caixa postal da SBACV até o dia 13 de setembro pela manhã, quando um grupo, composto por um

integrante da Comissão Eleitoral e um representante de cada chapa, irá buscar os votos para apurá-los na sede, em São Paulo. O resultado será divulgado no site e na rede social da SBACV.

“A expectativa é que seja uma grande eleição e a chapa eleita seja representativa para a maioria dos associados”, afirma o secretário-geral da SBACV, Celso Bregal-da Neves. Pela primeira vez as eleições serão realizadas por meio dos Correios, o que amplia a participação dos sócios e a

torna mais cômoda para todos, visto que o sócio não precisa mais se deslocar a um evento para exercer seu direito. “Acredi-tamos que todos os membros participa-rão ativamente do processo eleitoral e es-colherão a chapa com a melhor proposta para o desenvolvimento progressivo da SBACV”, destaca Neves. A Comissão Eleitoral já está definida e é formada pe-los médicos Antônio Carlos Simi, Fran-cisco Humberto Maffei e Oswaldo Cilurzo. (Janaína Soares)

Instruções para votar

Todos os associados aptos a vo-tar receberão um kit contendo carta com instruções para o voto, cédula eleitoral com as

opções de chapas concorrentes, um envelope branco sem identificação para receber a cédula eleitoral e um envelope de resposta comercial com o nome do associado votante e endereço da caixa pos-tal para ser entregue aos Correios.

O associado deverá assinalar sua escolha na cédula

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e em seguida no envelo-pe de resposta comer-cial lacrado

Na apuração será conferido o nome do associado votante e sua situação de adim-plência junto à Sociedade e se já há algum

voto computado em seu nome Após esses procedimentos, o envelope com nome é des-cartado e o envelope em branco depositado na urna.

Esclareça suas dúvidas sobre a votação inédita

• Como é garantida a lisura do processo?A caixa postal em que serão depositados todos os votos será aberta apenas no dia da apuração, 13 de setembro, com a presença de um repre-sentante da Comissão Eleito-ral e de um representante de cada chapa concorrente.

• Como é possível certificar de que não haverá votos duplos?Ao serem recolhidos no dia da apuração, todos os envelopes serão conferidos com a listagem de associados adimplentes da Sociedade. Caso chegue mais de uma carta com o mesmo nome de associado é configurada a fraude e ambos os votos são anulados.

• Nesse novo processo meu voto ainda é secreto?Sim! Após a conferência de seu nome na lista de associados adimplentes é aberto o envelope com seu nome e o envelo-pe em branco lacrado é encaminhado para a urna. Só após a abertura de todos os envelopes e a inserção dos envelopes em branco dentro da urna é que acontece a apuração dos votos. Portanto, não há como saber quem votou em quem.

• Até que dia posso postar meu voto nos Correios?Pedimos para que você se certifique com os Correios de sua cidade qual o tempo médio de entrega de uma carta a São Paulo. Esse período pode variar de cidade para cidade. Nossa recomendação é não deixar para a última hora. Recebeu o kit, já o preencha e coloque nos Correios. (AT)

• Quem está apto a votar?Associados adimplentes que estejam nas categorias pleno, efetivo e titular.

• Eu tenho que pagar o envio do meu voto nos Correios?Não. No kit há um enve-lope chamado “carta-res-posta” com o seu nome de um lado e a caixa postal do outro. Quem arca com os custos desse envio é a SBACV.

• Posso enviar meu voto pelos Correios diretamente à sede da SBACV ou ir até lá entregá-lo?Não. Para manter a lisura do processo só serão computados os votos que chegarem à caixa postal destinada para a eleição até o dia 13 de setembro pela manhã.

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 9

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SBACV em ação SBACV em ação

I SIMPóSIO DO CaPítULO BRaSILEIRO Da SVS REúNE MaIS DE 300 PESSOaS encontro, em maio no rio de Janeiro, marcou maior aproximação brasileira com a sociedade americana

“O primeiro Simpósio Internacional do Ca-pítulo Brasileiro da SVS foi um sucesso

de público e de conteúdo”. Essa foi a avaliação do secretário do Capítulo Bra-sileiro e presidente da SBACV-RJ, Carlos Eduardo Virgini. Realizado nos dias 17 e 18 de maio no Rio de Janeiro, o evento teve como diferencial uma temática dedi-cada exclusivamente à patologia venosa, escolhida por representar a prática diária da maioria dos sócios da SBACV, e reu-niu 334 inscritos. Na ocasião também foi realizada a primeira Assembleia do Capí-tulo Brasileiro da SVS.

Segundo o presidente da SBACV-RJ, foi possível discutir profundamente di-versos aspectos da doença venosa com convidados nacionais e internacionais de

renome. O Simpósio reuniu cinco pales-trantes internacionais: Patrícia Thorpe, pesquisadora de intervenções endovascula-res dos grandes eixos venosos; Thomas Bower, especialista em reconstrução cirúrgica de veia cava e grandes vasos; Nathalie Marks, destaque no diagnóstico por imagem; Peter Lawrence, vice-presidente da SVS, e Enrico Ascher, ex-periente em procedimentos minimamen-te invasivos e com o uso do eco-Doppler durante intervenções endovasculares.

Presente no Simpósio, o presidente do Capítulo e da SBACV, Calógero Presti, ressaltou em seu discurso na cerimônia de abertura a importância da aproximação entre a Sociedade e a Society for Vascular Surgery (SVS) e lembrou a origem da par-ceria. “Ocorreu durante um almoço em 2011, no Congresso Brasileiro em São

Paulo, quando eu e o Enrico Ascher con-versamos sobre a pouca participação nossa nos congressos americanos e por que não se criar o Capítulo Brasileiro. Prometi que iríamos trabalhar nisso. Candidatei-me à presidência da Nacional (ainda era presi-dente da regional São Paulo) e começamos a trabalhar para fundar o primeiro Capí-tulo Brasileiro. Hoje estamos com cerca de 400 associados. Muitos ainda não se associaram e não sabem os benefícios que essa associação trará tanto para SBACV quanto para o SVS”, afirmou.

Calógero Presti classificou o Simpósio como um marco: “É o primeiro evento do Capítulo Brasileiro na SVS, socieda-de oficial americana que reúne mais de 4 mil membros nos Estados Unidos, e nós passamos a integrá-la. Este ano tivemos quase 400 brasileiros participando da

Na mesa de abertura (esq. para dir.): Carlos Eduardo Virgini, Arno Von Ristow, Peter Lawrence, Calógero Presti e Fausto Miranda Jr.

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sociedade americana. O Capítulo Brasileiro deve fazer um evento científico anual. Este é o primeiro evento e com toda jus-tiça coube à regional do Rio de Janeiro fazê-lo. O Dr. Carlos Eduardo Virgini, o Dr. Sérgio Meirelles, o Dr. Arno Von Ristow e toda a equipe fizeram um trabalho maravilhoso, um evento versado no dia a dia do cirurgião vascular e de altíssimo padrão científico. Vamos passar a ter um relacionamento muito mais aberto entre as Sociedades Americana, Canadense e Brasileira”.

II Simpósio será em SP em 2014Carlos Eduardo Virgini concorda que

o Simpósio foi histórico, assim como a Assembleia: “Foi possível vislumbrar uma série de possibilidades com a força que adquirimos junto à SVS, tanto na área acadêmica quanto na questão polí-tica e internacional. Com o sucesso desse evento esperamos despertar mais interesse pelo braço brasileiro da SVS e outros ci-rurgiões vasculares devem se juntar a nós, tornando o Capítulo mais forte e repre-sentativo”.

Calógero Presti adiantou que o pró-ximo Simpósio será realizado em São Paulo, em 2014. “Teremos outro no Rio de Janeiro, por ocasião do Congresso Brasileiro, em 2015. Abriram-se portas e agora a comunicação entre os colegas canadenses, americanos, europeus e bra-sileiros será feita mais intensamente. Eles sabem do nosso potencial e partiu deles o interesse. Cumprimos o nosso papel, respondemos e estamos nos aproximan-do deles e trabalhando juntos para a es-pecialidade ser melhor tanto lá como no Brasil”, disse.

No dia 16 de maio foram realizados os cursos pré-evento sobre escleroterapia com microespuma, cirurgia de varizes ambulatorial com laser, recanalização de obstruções venosas crônicas e flebologia estética. “Foram quatro cursos muito elo-giados e com uma excelente audiência – cerca de 120 pessoas”, informa o presiden-te da SBACV-RJ. Na mesma data foram comemorados os 60 anos da Regional, no Hotel Copacabana Palace. (JS)

Plateia assiste atenta aos debates do Simpósio Internacional

Calógero Presti (ao centro) recebe os cumprimentos de Peter Lawrence (à esq.) e Enrico Ascher

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SBACV em ação

sociedade fecha parceria que permite a dois especialistas apresentarem seus trabalhos em plenária do veithsymposium 2014 e capítulo brasileiro da svs se torna o maior da entidade americana

SBaCV atRaVESSa aS FRONtEIRaS

A Sociedade Brasileira de An-giologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) está se internacio-nalizando, o que beneficia

diretamente seu associado, que terá mais visibilidade no exterior. A enti-dade fechou uma parceria inédita com o VeithSymposium com a finalidade de fomentar a apresentação de trabalhos científicos no evento. Por solicitação do presidente da SBACV, Calógero Presti, haverá na edição deste ano, em novembro, em Nova York, o espaço Latin American Poster Competition, que rece-berá pôsteres latino-americanos.

Os especialistas têm até o dia 6 de novembro para enviar seu resumo em inglês para o evento através do site www.veithsymposium.org/index.php?pg=latin-american. Os autores dos pôsteres apresentarão seus traba-lhos a uma comissão julgadora. Os dois melhores entrarão para o programa científico do VeithSymposium de 2014 e ganharão o direito de apresentarem seus trabalhos oralmente em plenária.

“Os angiologistas e cirurgiões vascula-res brasileiros são profissionais muito bem preparados e de alta capacidade técnica, no entanto, publicam poucos trabalhos científicos no Brasil e no ex-terior. Em especial, o objetivo princi-pal é estimular e treinar os profissionais jovens a apresentarem seus trabalhos para a comunidade internacional, dan-do mais visibilidade à nossa especiali-dade fora do país. O Latin American Poster Competition dará oportunidade de apresentação de dois trabalhos latino-

Capítulo brasileiro é o maior da SVS

Além da parceria com o VeithSymposium, o Capítulo Brasileiro da Society for Vascular Surgery se tornou o maior capí-tulo internacional da SVS, com cerca de 425 brasileiros inscri-tos. No Annual Meeting da SVS, em junho em San Francisco, o presidente da SVS, Peter Glowiczki, concedeu em sessão plenária o título de Honorary Member of the SVS ao atual presidente da SBACV, Calógero Presti, pelo trabalho de aproximação entre as duas Sociedades. Os associa-dos que se inscreveram no SVS no ano de 2012 estão receben-do as revistas da SVS, o Journal of Vascular Surgery e o Journal of Vascular Surgery Venousand Lym-phatic Disorders, entre outras vantagens. (AT)

americanos em plenária no VeithSympo-sium em 2014. Dependendo do número e da qualidade dos trabalhos enviados este ano, a SBACV tentará aumentar o número de trabalhos selecionados para apresentação em plenária em futuras edições desse importante simpósio in-ternacional”, afirma Presti.

1) Os resumos para o Latin American Poster Competition deverão ser es-critos em inglês.

2) O apresentador deverá estar ins-crito no VeithSymposium e seu nome sublinhado no resumo enviado.

3) Os resumos deverão ser envidados atra-vés do website do VeithSymposium até a data limite de 6 de Novembro de 2013.

4) Cada apresentador poderá parti-cipar com apenas um pôster (embora possa submeter vários pôsteres).

5) Os apresentadores dos dois melho-res pôsteres terão a oportunidade de apresentação oral de seus trabalhos no VeithSymposium em 2014.

Para submeter seu pôster acesse o link: www.veithsymposium.org/index.php?pg=latin-american

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Comunicado

As Diretorias, quer da Nacional, quer das Regionais, considerando que estão

vinculadas à estrutura da SBACV, não podem e não devem se posicionar, enquanto órgãos da entidade, a favor ou contra qual-quer das chapas concorrentes.

A SBACV-Nacional elege seus Di-retores por voto direto e individual de

seus associados, razão pela qual as escolhas e opções pessoais de membros das Direto-rias não podem ser expostas como se fossem

NOta DE ESCLaRECIMENtO

a comissão eleitoral da sBacv, visando ordenar o desenrolar das campanhas eleitorais para nova diretoria e conselho fiscal e tendo

em vista as determinações estatutárias, esclarece que:

unanimidade dos associados ou como se fos-se uma escolha institucional.

Os membros das referidas Diretorias têm todo o direito de se manifestar a fa-

vor ou contra qualquer chapa ou candidato como pessoa física e associado da SBACV.

A Nacional e as Regionais devem dar tratamento e oportunidades igualitárias

aos candidatos e pré-candidatos de todas as chapas concorrentes.

São Paulo, 28 de junho de 2013.

Antonio Carlos Simi | Francisco Humberto De Abreu Maffei | Oswaldo CirluzoComissão Eleitoral da SBACV - 2013

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 13

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SBACV em ação

INSCRIÇÕES PaRa PROVa DE títULO E CONCURSO DE ENDOVaSCULaR VãO até 31 DE aGOStOexame de título é nos dias 5 e 6 de novembro e concurso de endovascular, nos dias 7 e 8 de novembro, em são Paulo

Estão abertas as inscrições para a prova de título de especialista em Angiologia e Cirurgia Vas-cular e para o concurso de

obtenção do certificado da área de atuação em Angiorradiologia e Cirurgia Endovas-cular. Para ambos os certames as inscrições serão efetuadas até 31 de agosto.

Este ano o exame clínico foi excluído da prova de título de especialista em Angiolo-gia e Cirurgia Vascular, conforme estabe-lecido em reunião do Conselho Científico da SBACV. “Nos anos em que a prova prática foi empregada, não trouxe contri-buição para a avaliação dos candidatos. A boa intenção da prova seria avaliar a de-senvoltura dos candidatos e não se obteve esse resultado”, esclarece o coordenador da prova de título, Fausto Miranda Jr.

O concurso será composto em uma pro-va teórica com 60 questões objetivas e uma prova de casos clínicos projetados em te-lão com 30 questões. Em ambas é preciso acertar no mínimo 70%. Serão aprovados aqueles que obtiverem média final de pelo menos 7. A prova teórica possui peso 5, a de casos clínicos, 4, e o currículo, 1. “A prova de casos clínicos consistirá na projeção de história clínica e/ou principais achados de exame físico em que poderá ser questionado o diagnóstico e/ou terapêutica do mesmo. Poderão também ser utilizadas imagens de exames especializados como ultrassonogra-fia, tomografia ou ressonância para interpre-tação das mesmas”, adianta o coordenador.

Os exames serão aplicados nos dias 5 e 6 de novembro no Hotel Century Paulista, em São Paulo. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pelo site da SBACV (www.sbacv.com.br). A taxa de inscrição é de R$ 1 mil para sócios adimplentes da SBACV e AMB; R$ 1.500 para inadimplentes das duas instituições e R$ 1.700 para não sócios.

O currículo Lattes deverá ter sido atua-lizado há pelo menos três meses. Os re-sultados serão divulgados no dia 11 de novembro no site da SBACV, página na qual também está disponível curso prepa-ratório para o exame. Basta clicar no link “TEVASC” do menu vertical à esquerda.

Concurso EndovascularRealizado em parceria entre a SBACV

e o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), o con-curso para obtenção do certificado de área de atuação em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular é destinado a can-didatos registrados no CRM do estado onde exerce a profissão, com número de registro definitivo.

As inscrições podem ser feitas por meio do site da SBACV ou do CBR (www.cbr.org.br). A taxa de inscrição é de R$ 1 mil para sócios adimplentes da SBACV e/ou CBR e/ou AMB; R$ 1.500 para inadim-plentes da SBACV e/ou CBR e/ou AMB; e de R$ 1.700 para não sócios.

As provas acontecem nos dias 7 e 8 de novembro, das 8h30 às 11h, no Hotel Century Paulista, em São Paulo. A prova teórica terá peso 5 e será composta por 70 questões, sendo 20 de física médica, na qual é necessário o acerto mínimo de 50%, e 50 questões de angiorradiologia e cirurgia endovascular, sendo exigido o mínimo de 70% de acertos. Quem não atingir esses percentuais não poderá prosse-guir para a próxima etapa.

Os aprovados no exame anterior fazem a prova prática-oral (peso 5). Serão quatro casos clínicos com quatro questões cada um em multimídia. É preciso acertar 70% das questões. O currículo será avaliado

apenas para comprovar as condições mí-nimas do candidato em realizar ou não as provas, não terá peso para a média final do concurso.

Coordenador do concurso, Liberato Karaoglan alerta que os candidatos de-vem ler o edital “quanto ao formato e conteúdo das provas, que serão elabora-das rigorosamente dentro dos padrões estabelecidos, inclusive com os assuntos a serem abordados com objetividade e co-brança de conhecimento teórico-prático”. Segundo o coordenador, as provas buscam o constante aprimoramento do candida-to com questões objetivas na teoria e na sua prática diária, com casos atualizados e variados. “É preciso demonstrar um co-nhecimento bastante abrangente, teórico e prático. Saber os objetivos da avaliação para o tratamento, o planejamento pré-operatório e a execução intraoperatória, a técnica, o material e a escolha acertada do mesmo. Além disso, será preciso também saber plenamente sobre a doença, as eta-pas propostas para terapêutica adequada, o tratamento das possíveis complicações, o uso de medicações etc.”, orienta. (JS)

14 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

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SBACV em ação

40º CONGRESSO Da SBaCV: INSCRIÇÕES ONLINE Só até 31 DE aGOStOexpectativa é receber 1.500 participantes, em florianópolis, de 30 de setembro a 3 de outubro

Os interessados em participar do 40º Congresso Brasileiro de Angiologia e de Cirurgia Vascular podem se inscrever

pelo site www.vascular2013.com.br até o dia 31 de agosto. Após esta data, as inscri-ções somente serão realizadas no local do Congresso. O prazo para enviar trabalho científico (apresentação oral ou pôster ele-trônico) termina antes, no dia 20 de julho. O encontro será realizado pela primeira vez na cidade de Florianópolis, de 30 de setembro a 3 de outubro, no Centro Sul.

Presidente do Congresso, Roberto Beck adianta que estarão reunidos grandes pro-fissionais da área: “Todos os palestrantes in-ternacionais que estamos confirmando são médicos de grande renome no exterior e que vão contribuir bastante com a troca de experiências com os brasileiros. Além dis-so, temos no Brasil uma gama enorme de médicos de primeira linha que vão também colaborar com a troca de conhecimento”. De acordo com Beck, a expectativa é que 1.500 pessoas participem do Congresso.

Entre as inovações desta edição está a incorporação de grandes eventos interna-cionais, como Vascular Annual Meeting do SVS (Society for Vascular Surgery), VIVA (Vascular Interventional Advances), Veith Symposium e Mayo Clinic, além do brasi-leiro CICE (Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular). Entre os assuntos programados para o VIVA, no dia 1º de outubro, estão: Avanços na intervenção da aorta torácica, Avanços na intervenção da aorta abdominal, Isquemia crítica de membros e Tromboembolismo venoso.

No dia 30 de setembro, serão realizados quatro cursos de aperfeiçoamento: Ultras-sonografia Vascular (8h às 18h), Esclero-terapia com Espuma (8h às 16h), Estética (8h às 16h) e Osirix (8h às 16h). Também

no dia 30 de setembro, às 20h, está pro-gramado um coquetel de abertura no Cen-tro Sul. Já no dia 2 de outubro acontece a Festa de Confraternização, às 20h30, na casa noturna Devassa on Stage, com apre-sentação musical de Samy’s Band.

Até o dia 31 de agosto as taxas de inscri-ção custam R$ 420 (estudante de gradu-ação, residente e outros profissionais), R$ 1.470 (sócio adimplente) e R$ 2.100 (não

sócio). Os cursos de aperfeiçoamento, com vagas limitadas, possuem valores de R$ 465 até essa data. Para quem se inscre-ver no local do evento, os valores sofrerão um acréscimo.

Durante os quatro dias do Congresso os participantes terão à disposição transporte entre os hotéis credenciados e o Centro Sul. Veja a lista de hotéis credenciados e a progra-mação completa no site do evento. (JS)

No site oficial do Congresso da SBACV é possível acompanhar as novidades do evento

DaNIEL G. CLaIRestados unidos

ENRICO aSCHERestados unidos

FRaNK J.VEItHestados unidos

FRaNK J. CRIaDOestados unidos

GUStaVO ODERICHestados unidos

KOEN DELOOSEBélgica

LUIS MaRIaNO FERREIRaargentina

MaNISH MEHtaestados unidos

zVONIMIR KRaJCERestados unidos

ERIC DUCaSSEfrança

J. VaN DEN BERGHEsuíça

Lieven MaENEBélgica

ILIYaN PEtROVBulgária

KOEN DELOOSEBélgica

SEaN LYDENestados unidos

RON FaIRMaNestados unidos

LUIS BECHaRa zaMUDIOargentina

JEaN-PIERRE GOBIN frança

JEaN-PatRICK BENIGNI frança

JEaN-FRaNÇOIS UHL frança

Palestrantes estrangeiros confirmados:

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 15

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SBACV em ação

SãO PaULO E FORtaLEza RECEBEM SIMPóSIO DE FLEBOLOGIa EM JULHO E aGOStOcuiabá, Brasília e aracaju realizaram o encontro em abril, maio e junho

As cidades de São Paulo e Forta-leza recebem, respectivamente, nos dias 20 de julho e 17 de agosto, o Simpósio de Flebologia

Estética da Sociedade Brasileira de Angiolo-gia e de Cirurgia Vascular (SBACV). Os in-teressados em participar do encontro devem efetuar a inscrição na página www.simpo-siodeflebologia.com.br. Laser transdérmico, escleroterapia química líquida e com espu-ma, laser endovascular, compressão elástica e medicamentos pós-cirurgia e escleroterapia e documentação médica estão entre os temas a serem discutidos. Para sócios da SBACV a inscrição custa R$ 170; não sócios, R$ 220; estudantes e residentes, R$ 120 e demais profissionais, R$ 170.

A realização dos Simpósios em diferen-tes localidades tem o objetivo de levar mais informação aos médicos de diversas regiões do Brasil, tendo em vista a dificuldade de médicos de regiões mais distantes em ter contato direto com as novas tecnologias. Os encontros acontecem em um único dia, com espaço para bate-papos e esclarecimento de dúvidas sobre o uso das novas tecnologias. Sete capitais brasileiras já receberam o encon-tro: Curitiba, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre, Cuiabá, Brasília e Aracaju.

últimos SimpósiosRealizado no dia 20 de abril, o Simpósio

de Cuiabá atraiu cerca de 20 membros da

Médicos durante o coffee break do Simpósio em Cuiabá

regional, além de profissionais de outros es-tados e do interior de Mato Grosso. De acor-do com o coordenador do evento, Rodrigo Kikuchi, a organização e os panelistas fica-ram surpresos com o alto nível de discussões e a familiaridade com as novas técnicas. “Foi muito discutida a condição de viabilidade e implementação local dessas novas aborda-gens terapêuticas. A SBACV-MT mostrou sua força e organização com moderadores extremamente qualificados. O grande dife-rencial foi mesmo a qualidade e disposição dos moderadores da regional em motivar as discussões”, avalia.

Para o presidente da SBACV-MT, Luiz Betonti, dois destaques do encontro foram a presença de médicos do interior e a ampla discussão dos temas. “Tal discussão e partici-pação se deveram ao fato de os assuntos abor-dados se referirem a nossa prática diária em consultório, sendo inclusive a patologia mais atendida em nosso dia a dia”. Luiz Betonti ressalta também a integração durante as pa-lestras. “Somente foram possíveis pela exce-lente condução dos colegas Dr. Kikuchi e Dr. Elias, os quais explanaram brilhantemente os temas abordados, além de deixarem a plateia à vontade para a participação e discussão, sendo elas magníficos catalisadores. Todos os membros de nossa regional desejam agrade-cer aos referidos colegas, além do presidente da Nacional, a possibilidade da realização desse magnífico projeto de integração e inte-riorização”, afirma.

No dia 18 de maio foi a vez do Simpósio de Brasília, que reuniu aproximadamente 50 pessoas, incluindo associados das regionais de Goiás e Tocantins. Para o presidente da SBACV-DF, Antonio Carlos de Souza, o en-contro foi um sucesso.

“A programação respeitou a vocação dos nossos associados e preencheu lacunas importantes sobre o tratamento estético da doença varicosa. Os participantes esta-vam motivados e interessados em todos os temas das aulas. Foi extremamente inte-rativo. O Dr. Rodrigo Kikuchi e o Dr. Rodrigo Gomes são extremamente didá-ticos”, analisa. Ele cita a programação, a interatividade e a participação das empre-sas que comercializam os equipamentos como pontos altos do encontro. “Gostaria de cumprimentar a SBACV nacional pela iniciativa. Levar atualização para o tratamen-to das doenças venosas para os rincões deste país continental é uma excelente iniciativa e que está gerando resultados”, ressalta.

Em Aracaju, o Simpósio aconteceu no dia 8 de junho. Entre os assuntos debatidos estão a ação de diferentes comprimentos de onda do endolaser, técnicas ablativas endoveno-sas e suas complicações, laser transdérmico, agente esclerosante líquido, úlcera e hiper-pigmentação pós-escleroterapia, segurança no uso da espuma, técnicas de documenta-ção fotográfica e necessidade do ecodoppler.

O último encontro está programado para o dia 14 de setembro, em Belo Horizonte. (JS) Evento na capital federal reuniu 50 especialistas

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evento, realizado em maio, reuniu pesquisadores nacionais e internacionais

SBACV em ação

ENCONtRO PERNaMBUCaNO RECEBE MaIS DE 230 PESSOaS

Recife recebeu entre os dias 2 e 4 de maio o 18º Encontro Pernambucano de Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascu-

lar. “É o segundo evento científico regional mais antigo, ficando atrás apenas do En-contro Carioca, e faz parte do calendário oficial da SBACV. Hoje, já bastante conso-lidado, o Encontro reúne especialistas não só pernambucanos, mas também de outros estados vizinhos e do interior. A cada ano, são convidados palestrantes renomados na-cionais e internacionais, o que engrandece mais ainda nosso evento”, afirma a presi-dente da SBACV-PE, Adriana Ferraz.

Durante o evento, que contou com mais de 230 participantes, a organização da Re-gional promoveu uma pesquisa para avaliar o grau de satisfação dos presentes: 80% dos entrevistados disseram que itens como a qualidade científica e o nível das palestras e das discussões superaram as expectativas, enquanto que para 20% esses fatores cor-responderam à expectativa. Já 100% afir-maram que participarão de novas edições.

De acordo com a presidente da Regio-nal Pernambuco, entre os temas discu-tidos, os que mais tiveram repercussão foram o manuseio da doença trombo-embólica com os novos anticoagulan-tes orais, novas opções de tratamento menos invasivo no manuseio da doença venosa crônica, condutas atualizadas no

Plateia ouve atenta a exposição de Arno Von Ristow

Adriana Ferraz, presidente da SBACV-PE, Eraldo Arraes, tesoureiro da SBACV-PE, Eduardo Lima, diretor científico da regional, com os palestrantes Martin Claridge, da Inglaterra, e Gregory Moneta, dos Estados Unidos

Bruno Rosendo, Sílvio Romero, Calógero Presti, Adriana Ferraz, Eraldo Arraes, Jânio Rolim durante o evento

tratamento endovascular x convencional da doença aneurismática, carotídea e das artérias dos membros inferiores.

Participaram do Encontro, realizado no JCPM Trade Center, Calógero Presti, presidente da SBACV; João Luiz Sandri, diretor científico da SBACV; Arno von Ristow (RJ), Túlio Navarro (MG), Bon-no van Bellen (SP), Adilson Paschoa (SP), Charles Esteves (GO), Marcelo Liberato (BA) e Gutenberg Gurgel (RN), além dos pesquisadores internacionais Gre-gory Moneta (Estados Unidos) e Martin Claridge (Inglaterra). “A oportunidade da troca de informação e o elevado ní-vel das palestras e das discussões fazem com que o Encontro Pernambucano cada vez mais se consolide como um dos mais importantes eventos da SBACV”, avalia Adriana. (Janaína Soares)

18 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

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demonstração do resultado do exercício em 01/01/2012 a 31/12/2012 (r$)

DESCRIÇÃORECEITASAnuidadesPatrocínioConcursoChancelaDoação festa 60 anos SBACVTotal Receitas

RECEITAS FINANCEIRASRend. de Aplicação RDCTotal Receitas Financeiras

TOTAL DAS RECEITAS OPERACIONAIS

CUSTOS DIRETOSDESPESAS COM O PESSOAL E ENCARGOS13o SalárioFérias NormaisHoras ExtrasAssistência MédicaCesta BásicaVT - Vale Transporte/Vale RefeiçãoRemédios e MedicamentosSalários e OrdenadosTotal

ENCARGOS SOCIAISFGTSINSSTotal Encargos Sociais

CUSTOS INDIRETOSDESPESAS COM O PESSOALPis s/ FolhaTotalTotal de Custos

Janeiro

7.857,06

7.857,06

1.086,51 1.086,51

8.943,57

26,89

228,00 1.539,64

6.057,63 7.852,16

486,76

1.247,33 1.734,09

60,84 60,84

9.647,09

%

87,85%

87,85%

12,15%12,15%

100,00%

0,30%

2,55%17,22%

67,73%87,80%

5,44%13,95%19,39%

0,68%0,68%

107,87%

%

7,55%31,25%59,85%0,00%0,00%

98,65%

1,35%1,35%

100,00%

0,00%0,00%0,00%1,32%0,36%5,17%0,00% 9,67%

16,57%

0,77%2,72%3,50%

0,10%0,10% 20,16%

%

7,24%90,58%0,00%0,00%0,00%

97,82%

2,18%2,18%

100,00%

4,11%5,80%0,00%2,17%0,59%6,40%

- 16,40%35,46%

2,10%7,04%9,15%

0,16%0,16%

44,78%

%

56,72%41,87%0,00%0,00%0,00%

98,58%

1,42%1,42%

100,00%

0,00%0,00%0,00%1,41%0,45%4,41%

- 10,68%16,95%

0,85%3,00%3,85%

0,11%0,11%

20,91%

%

92,89%0,00%0,00%6,93%0,00%

99,82%

0,18%0,18%

100,00%

0,00%0,00%0,03%0,17%0,05%0,46%

- 1,27%1,98%

0,10%0,35%0,46%

0,01%0,01% 2,45%

%

91,23%8,09%0,00%0,00%0,00%

99,32%

0,68%0,68%

100,00%

0,00%0,00%0,01%0,62%0,20%2,17%

- 4,69%7,68%

0,38%1,24%1,61%

0,05%0,05%9,34%

Fevereiro

4.831,49 20.000,00 38.300,00

63.131,49

862,93 862,93

63.994,42

843,44 228,00

3.308,32 30,00

6.190,96 10.600,72

495,27 1.742,83 2.238,10

61,90 61,90

12.900,72

Março

2.815,00 35.218,00

38.033,00

846,39 846,39

38.879,39

1.596,53 2.255,35

843,46 228,00

2.488,30

6.376,58 13.788,22

818,28

2.738,92 3.557,20

63,77 63,77

17.409,19

Abril

33.868,15 25.000,00

58.868,15

845,35 845,35

59.713,50

843,45 270,00

2.632,10

6.376,58 10.122,13

510,12

1.791,66 2.301,78

63,77 63,77

12.487,68

Maio

465.598,04

34.725,15

500.323,19

908,16 908,16

501.231,35

152,74 843,45 270,00

2.288,30

6.376,58 9.931,07

522,34

1.762,17 2.284,51

65,29 65,29

12.280,87

Junho

124.035,68 11.000,00

135.035,68

923,67 923,67

135.959,35

9,54 843,45 270,00

2.945,70

6.376,58 10.445,27

510,90

1.679,56 2.190,46

63,86 63,86

12.699,59

BaLaNÇO MOStRa SUPERáVIt NO ExERCíCIO DE 2012 DE R$ 437 MIL

O superávit só foi possível devido ao enorme empenho do presi-dente da SBACV na captação de recursos para projetos específicos

e à não realização de nenhuma viagem, seja na-cional ou internacional, à custa da Sociedade, apesar de sua batalha árdua na reforma estatu-tária, projeto diretrizes e Integrando as Regio-nais. Houve também uma grande compreen-são dos membros da Diretoria executiva e das

comissões científicas no apoio à economia com passagens, hospedagens e refeições (esforço de todos, sem exceções).

Além disso, foram realizadas ações para dimi-nuir os custos com as publicações e postagens da Revista Radar e do nosso Jornal Vascular Brasilei-ro, sem diminuir sua importância ou qualidade. Não poderia esquecer que sem o esforço e enten-dimento de todos os associados neste momento de dificuldade financeira da nossa Sociedade,

SBACV em ação

20 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 21: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

%

35,07%46,12%17,18%0,00%0,00%

98,36%

1,64%1,64%

100,00%

1,76%-0,59%0,00%0,69%0,22%1,79%

- 5,25%9,13%

0,61%1,62%2,23%

0,05%0,05%11,41%

%

11,71%17,65%70,19%0,00%0,00%

99,55%

0,45%0,45%

100,00%

0,13%0,00%0,00%0,21%0,07%0,41%

- 1,37%2,20%

0,14%0,39%0,53%

0,02%0,02%2,74%

%

16,00%82,22%0,47%0,45%0,00%

99,14%

0,86%0,86%

100,00%

0,25%-0,17%0,00%0,39%0,13%0,82%

- 2,47%3,89%

0,30%0,82%1,12%

0,03%0,03%5,04%

%

57,66%32,96%0,00%3,30%1,98%

95,89%

4,11%4,11%

100,00%

0,88%-0,20%0,00%1,39%0,44%4,03%

- 9,93%

16,47%

1,07%2,75%3,82%

0,11%0,11%

20,40%

%

4,05%89,15%0,00%0,00%3,35%

96,54%

3,46%3,46%

100,00%

0,70%-0,66%0,26%1,07%0,34%2,78%

- 8,12%

12,63%

1,04%2,28%3,33%

0,17%0,17%

16,12%

%

4,13%36,51%0,00%

41,37%7,46%

89,48%

10,52%10,52%

100,00%

2,06%10,59%0,00%3,28%1,05%8,35%

- 24,77%50,10%

-0,16%10,24%10,08%

0,25%0,25%

60,43%

av%

46,87%28,85%20,01%2,82%0,34%

98,89%

1,11%1,11%

100,00%

0,37%0,19%0,02%0,54%0,18%1,61%0,00%4,31%7,23%

0,39%1,31%1,70%

0,05%0,05%8,98%

Julho

42.584,88 56.000,00 20.860,96

119.445,84

1.989,66 1.989,66

121.435,50

2.139,04 (715,31)

843,45 270,00

2.174,10

6.376,58 11.087,86

744,22

1.965,17 2.709,39

63,77 63,77

13.861,02

Agosto

47.134,64 71.000,00 282.400,00

400.534,64

1.827,00 1.827,00

402.361,64

531,40 8,08

843,45 270,00

1.664,43

5.521,01 8.838,37

545,60

1.583,39 2.128,99

66,71 66,71

11.034,07

Setembro

34.298,26 176.200,00 1.000,00 960,00

212.458,26

1.841,05 1.841,05

214.299,31

531,39 (355,56)

843,45 270,00

1.754,77

5.287,67 8.331,72

638,59

1.762,43 2.401,02

67,56 67,56

10.800,30

Outubro

34.985,09 20.000,00

- 2.000,00 1.200,00 58.185,09

2.493,58 2.493,58

60.678,67

531,36 (119,79)

843,45 270,00

2.444,20

6.026,57 9.995,79

646,29

1.668,64 2.314,93

64,93 64,93

12.375,65

Novembro

3.179,82 70.000,00

2.627,00 75.806,82

2.715,83 2.715,83

78.522,65

548,69 (516,23)207,52 843,45 270,00

2.185,10

6.376,58 9.915,11

818,98

1.793,05 2.612,03

129,78 129,78

12.656,92

Dezembro

1.063,57 9.400,00

10.650,00 1.920,00

23.033,57

2.709,38 2.709,38

25.742,95

531,37 2.725,59

843,45 270,00

2.149,35

6.376,58 12.896,34

(41,13)

2.637,05 2.595,92

63,92 63,92

15.556,18

ACUMULA-TIVO

802.251,68 493.818,00 342.560,96 48.335,15 5.747,00

1.692.712,79

19.049,51 19.049,51

1.711.762,30

6.409,78 3.282,13 396,69

9.277,95 3.114,00

27.574,31 30,00

73.719,90 123.804,76

6.696,22

22.372,20 29.068,42

836,10 836,10

153.709,28

este superávit, rumo à recuperação financeira, não seria possível.

A nossa associação não tem fins lucrativos, mas temos que ter dinheiro em caixa para que cada vez mais possamos nos profissionalizar e ter reservas para quando precisarmos, termos como realizar atitudes contundentes e não ficar-mos na inércia por não termos disponibilização financeira para realizá-las.

Dr. Marcelo F. Matielo, tesoureiro da SBACV

continua

sem o esforço e entendimento de

todos os associados neste momento de

dificuldade financeira da nossa sociedade,

este suPerávit, rumo à recuPeração financeira,

não seria Possível

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 21

Page 22: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

DESPESAS ADMINISTRATIVASDESPESAS ADMINISTRATIVASBens de Pequeno ValorBrindesCartões de Visita/CrachásCartórioComemoração 60 Anos SbacvConcursosMotoboyCondomíniosConvenções Cópias XerografadasCopa e CozinhaCorreioTransporte/ConduçõesEnergia ElétricaEstacionamentoIptuHonorários ContábeisHonorários AdvocatíciosInternetIntegração de RegionaisLivros/Revistas/ApostilasManut. Bens e InstalaçõesMaterial de EscritórioMaterial de InformáticaPerdasReunião DiretoriaRefeições e LanchesReforma EstatutoReembolso Reunião RJServ. Prest. p/ Pessoa FísicaServ. Prest. p/ Pessoa JurídicaDespesa c/ DepreciaçãoDespesa c/ AmortizaçãoContribuição SindicalTaxas e Impostos MunicipaisTelefone e/ou EmbratelAssociação de classe( - ) Recuperação de DespesaTotal Despesas Administrativas

DESPESAS OPERACIONAIS FINANCEIRASDespesas BancáriasJuros/MultaIofTotal Despesas Operacionais Financeiras

OUTRAS DESPESAS OPERACIONAISRepasse a RegionaisTotal de Outras Despesas Operacionais

DESPESAS NÃO OPERACIONAISBaixa no Ativo ImobilizadoTotal de Despesas não OperacionaisTotal de Despesas

TOTAL DE CUSTOS E DESPESAS

RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

SUPERÁVIT EM 31/12/2012

128,00 643,66

468,75

164,71 495,00

1.282,63

130,96

65,00

920,00 1.444,37 382,47

282,88

6.408,43

267,09

1,43 268,52

-

-

6.676,95

16.324,04

(7.380,47)

(7.380,47)

1,43%7,20%

5,24%

1,84%5,53%14,34%

1,46%

0,73%

10,29%16,15%4,28%

3,16%

71,65%

2,99%

0,02%3,00%

74,66%

182,52%

-82,52%

-82,52%

10.090,93

643,66

79,90 515,45

4.548,94 147,82

1.083,24

1.866,00

8.006,97

433,20 7,00

176,50 416,00

17,88 7.562,63

224,72 18.945,26 1.444,37 382,47 142,22

328,76 203,10

57.267,02

209,70 352,91

562,61

-

-

57.829,63

70.730,35

(6.735,93)

(6.735,93)

0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%15,77%0,00%1,01%0,00%0,00%0,12%0,81%7,11%0,23%1,69%0,00%2,92%0,00%12,51%0,00%0,68%0,01%0,28%0,65%

0,00%0,03%11,82%0,00%0,35%29,60%2,26%0,60%0,22%0,00%0,51%0,32%0,00%

89,49%

0,33%0,55%0,00%0,88%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

90,37%

110,53%

-10,53%

-10,53%

683,67

9.324,46 385,30

200,60

4.012,22 405,28 218,48 469,50

60,00

7.075,22

1.240,00

97,84 95,85

2.018,78 170,60

22.753,28

449,44 14.223,21 1.444,37 382,47

203,10

65.913,67

305,30 50,98

356,28

-

-

66.269,95

83.679,14

(44.799,75)

(44.799,75)

0,00%0,00%0,00%1,76%0,00%

23,98%0,99%0,00%0,00%0,52%0,00%

10,32%1,04%0,56%1,21%0,00%0,15%0,00%

18,20%0,00%3,19%0,00%0,25%0,25%

5,19%0,44%0,00%

58,52%1,16%

36,58%3,72%0,98%0,00%0,00%0,00%0,52%0,00%

169,53%

0,79%0,13%0,00%0,92%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

170,45%

215,23%

-115,23%

-115,23%

354,78 790,00

1.256,58

10.430,10

417,80 1.287,32 6.457,40

6.286,45 80,00

165,00 121,00

993,00

9.000,00 4.802,79

18.208,00

156,00 207,20 40,00

130,67

224,72 5.191,61 1.444,37 382,47

430,38 203,10

69.060,74

438,85

438,85

-

-

69.499,59

81.987,27

(22.273,77)

(22.273,77)

0,59%1,32%0,00%2,10%0,00%

17,47%0,70%2,16%

10,81%0,00%0,00%

10,53%0,13%0,28%0,20%0,00%1,66%

15,07%8,04%0,00%

30,49%0,26%0,35%0,07%

0,00%0,22%0,00%0,00%0,38%8,69%2,42%0,64%0,00%0,00%0,72%0,34%0,00%

115,65%

0,73%0,00%0,00%0,73%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

116,39%

137,30%

-37,30%

-37,30%

479,00

8.843,24 498,00 643,66

310,00

591,95 190,00 163,44 276,00

993,00

15.971,00 6.334,32

210,00 227,50

890,85 6.237,96

224,72

11.372,61 1.444,37 382,47

801,05 203,10

57.288,24

195,00 108,74

303,74

-

-

57.591,98

69.872,85

431.358,50

431.358,50

0,10%0,00%0,00%0,00%0,00%1,76%0,10%0,13%0,00%0,06%0,00%0,12%0,04%0,03%0,06%0,00%0,20%3,19%1,26%0,00%0,00%0,04%0,05%0,00%

0,00%0,18%1,24%0,00%0,04%2,27%0,29%0,08%0,00%0,00%0,16%0,04%0,00%

11,43%

0,04%0,02%0,00%0,06%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

11,49%

13,94%

86,06%

86,06%

100,00 12,00

1.000,00 819,80

7.646,34 20,00

200,90 494,00

1.866,00 1.300,00 4.842,16

14.892,66

141,03 358,58

40,00 2.210,50

17.649,92

224,72 10.074,22 1.444,37 382,47

300,00

1.130,19 203,10

67.352,96

235,90 25,30

261,20

-

-

67.614,16

80.313,75

55.645,60

55.645,60

0,00%0,00%0,07%0,01%0,00%0,74%0,60%0,00%0,00%0,00%0,00%5,62%0,01%0,15%0,36%0,00%1,37%0,96%3,56%0,00%10,95%0,10%0,26%0,00%

0,03%1,63%12,98%0,00%0,17%7,41%1,06%0,28%0,00%0,22%0,83%0,15%0,00%

49,54%

0,17%0,02%0,00%0,19%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

49,73%

59,07%

40,93%

40,93%

continuação

SBACV em açãoJaneiro Fevereiro Março Abril Maio Junho% % % % % %

22 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 23: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

330,00

248,49

643,66

230,40

208,80

220,60 191,00

933,00

8.300,00 4.641,40

27.186,28

752,44

224,72 16.427,61 1.444,37 382,47

108,66 571,19 203,10

63.248,19

193,10 95,04

288,14

-

-

63.536,33

77.397,35

44.038,15

44.038,15

0,27%0,00%0,00%0,00%0,00%0,20%0,00%0,53%0,00%0,19%0,00%0,17%0,00%0,18%0,16%0,00%0,77%6,83%3,82%0,00%22,39%0,00%0,00%0,00%

0,62%0,00%0,00%0,00%0,19%13,53%1,19%0,31%0,00%0,09%0,47%0,17%0,00%

52,08%

0,16%0,08%0,00%0,24%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

52,32%

63,74%

36,26%

36,26%

330,00

100,00 1.000,00 15.000,00 2.904,13 519,80 643,66

496,60

9.253,98 626,04 205,70 518,00

3.491,36 8.300,00 4.817,12 24.047,00 6.117,72

788,00

86,00

24.577,71 1.444,37 382,47

400,78 203,10

106.253,54

233,40 15,89

249,29

20.835,09 20.835,09

-

127.337,92

138.371,99

263.989,65

263.989,65

0,08%0,00%0,02%0,25%3,73%0,72%0,13%0,16%0,00%0,12%0,00%2,30%0,16%0,05%0,13%0,00%0,87%2,06%1,20%5,98%1,52%0,00%0,00%0,20%

0,00%0,00%0,02%0,00%0,00%6,11%0,36%0,10%0,00%0,00%0,10%0,05%0,00%

26,41%

0,06%0,00%0,00%0,06%

5,18%5,18%

0,00%0,00%

31,65%

34,39%

65,61%

65,61%

330,00

150,00 6.394,22 203,80 643,66

369,53 32,49

8.008,53

152,83 171,00

951,00

7.041,75 5.546,72

20.388,27

224,72 11.942,79 1.444,37 382,47

519,99 203,10

65.101,24

326,30 0,10

326,40

1.766,80 1.766,80

-

67.194,44

77.994,74

136.304,57

136.304,57

0,15%0,00%0,00%0,00%0,07%2,98%0,10%0,30%0,00%0,17%0,02%3,74%0,00%0,07%0,08%0,00%0,44%3,29%2,59%0,00%9,51%0,00%0,00%0,00%

0,00%0,00%0,00%0,00%0,10%5,57%0,67%0,18%0,00%0,00%0,24%0,09%0,00%

30,38%

0,15%0,00%0,00%0,15%

0,82%0,82%

0,00%0,00%

31,36%

36,40%

63,60%

63,60%

330,00

101,50

31.350,72 899,80 643,66

127,18 4,00

1.356,81

142,16 440,00

933,00

8.300,00 4.981,38

16.737,00

732,95

990,04

6.332,24

224,72 29.390,63 1.444,37

973,02 203,10

(1.387,38)105.250,90

223,40 6,41

229,81

-

13.592,06 13.592,06

119.072,77

131.448,42

(70.769,75)

(70.769,75)

0,54%0,00%0,17%0,00%0,00%

51,67%1,48%1,06%0,00%0,21%0,01%2,24%0,00%0,23%0,73%0,00%1,54%

13,68%8,21%0,00%

27,58%0,00%0,00%1,21%

1,63%0,00%

10,44%0,00%0,37%

48,44%2,38%0,00%0,00%0,00%1,60%0,33%-2,29%

173,46%

0,37%0,01%0,00%0,38%

0,00%0,00%

22,40%22,40%

196,23%

216,63%

-116,63%

-116,63%

44.241,00 33.514,75

216,00 643,66

17.580,86

164,74 300,00

1.399,50 9.286,14 4.683,12

6.761,80

144,58 320,00

1.473,59

8.478,18

34.296,11 1.444,37

1.110,56 203,10

166.262,06

302,90 11,60

314,50

-

-

166.576,56

179.233,48

(100.710,83)

(100.710,83)

0,00%0,00%0,00%0,00%

56,34%42,68%0,28%0,82%0,00%0,00%0,00%

22,39%0,00%0,21%0,38%0,00%1,78%

11,83%5,96%0,00%8,61%0,00%0,18%0,41%

1,88%0,00%

10,80%0,00%0,00%

43,68%1,84%0,00%0,00%0,00%1,41%0,26%0,00%

211,74%

0,39%0,01%0,00%0,40%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

212,14%

228,26%

-128,26%

-128,26%

984,26

167,07 93.713,80

739,91 669,00

37.974,13

60,00

9.357,16 431,11 173,28 346,00

466,50

9.617,50 4.724,84

44.510,76

75,00 132,50 220,00

1.506,75 -

175,95

116,14

41.724,44 1.444,37

1.606,63 203,10

251.140,20

373,30 129,50

502,80

-

-

251.643,00

267.199,18

(241.456,23)

(241.456,23)

3,82%0,00%0,00%0,65%

364,04%2,87%2,60%0,00%

147,51%0,23%0,00%

36,35%1,67%0,67%1,34%0,00%1,81%

37,36%18,35%0,00%

172,90%0,29%0,51%0,85%5,85%0,00%0,68%0,00%0,45%0,00%

162,08%5,61%0,00%0,00%0,00%6,24%0,79%0,00%

975,57%

1,45%0,50%0,00%1,95%

0,00%0,00%

0,00%0,00%

977,52%

1037,95%

-937,95%

-937,95%

3.138,04 790,00 301,50

3.119,32 153.104,80 114.840,95 4.757,30 6.436,60

44.431,53 1.794,31 116,39

65.287,30 6.301,37 2.119,66 4.904,74 1.282,63

13.952,36 77.116,39 60.587,00 24.047,00

156.475,69 654,03

1.344,70 2.612,80 1.506,75 5.274,85 3.596,45

46.346,93 22.869,42 2.022,48

219.086,20 17.332,44 3.442,23 142,22 408,66

8.155,43 2.234,10 (1.387,38)

1.080.547,19

3.304,24 796,47 1,43

4.102,14

22.601,89 22.601,89

13.592,06 13.592,28

1.120.843,50

1.274.552,78

437.209,52

437.209,52

0,18%0,05%0,02%0,18%8,94%6,71%0,28%0,38%2,60%0,10%0,01%3,81%0,37%0,12%0,29%0,07%0,82%4,51%3,54%1,40%9,14%0,04%0,08%0,15%0,09%0,31%0,21%2,71%1,34%0,12%12,80%1,01%0,20%0,01%0,02%0,48%0,13%-0,08%63,12%

0,19%0,05%0,00%0,24%

1,32%1,32%

0,79%0,79%

65,48%

74,46%

25,54%

25,54%

Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro ACUMULA-TIVO

% % % % % % av%

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 23

Page 24: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Balanço Patrimonial findo em 31/12/2012

ATIVO

ATIVO CIRCULANTE

DISPONIBILIDADESCaixaBancosAplicação Financeira

ADIANTAMENTO FORNECEDORAdiantamento p/ Gastos

ADIANTAMENTOSAdiantamento a Diversos

IMPOSTOS A RECUPERARIRRF a RecuperarIRRF a recuperar s/ aplicação

ATIVO NÃO CIRCULANTE

IMOBILIZADO TANGÍVELMáquinas e EquipamentosMóveis e UtensíliosComputadores e PeriféricosImóveis

IMOBILIZADO INTANGÍVELMarcas e PatentesDireito de Uso de TelefoneSoftware e Hardware

(-) DEPRECIAÇÃO/AMORTIZAÇÃODepreciação AcumuladaAmortização Acumulada

TOTAL DO ATIVO

PASSIVO 2011

PASSIVO CIRCULANTE

FORNECEDORES DE PRODUTOSRotação Máxima TransportesGráfica Multipress Ltda.

FORNECEDORES SERVIÇOSCentral Park de Estacionamentos LtdaChaveiro Euclides Ltda MEMario Tomoyuki Siguimoto EPPTerra Network BrasilLuciano Melo Di Mario MEMaria Lucia Lo. De LimaTSF Transportes e Turismo Ltda MEPack Express Ltda

OBRIGAÇÕES TRABALHISTASSalários a PagarAutônomos a Pagar

OBRIGAÇÕES SOCIAISInss a RecolherFgts a RecolherIRRF a Recolher 0561Contr. Sindical a RecolherPis s/ Folha a Recolher

OBRIGAÇÕES FISCAISIRF s/ serviços terceiros (1708)Iss s/ serviços terceirosPis/Cofins/Csll s/ serviços (5952)Inss s/ serviços de terceiros (2631)

CONTAS A PAGARCheques a conciliar

PROVISÕES TRABALHISTASProvisões FériasProvisões Inss s/ FériasProvisões Fgts s/ FériasProvisões 13º salárioProvisões Inss s/ 13º salárioProvisões Fgts s/ 13º salário

PATRIMÔNIO SOCIALDÉFICIT/SUPERÁVITSuperávit AcumuladoSuperávit do Exercício

TOTAL DO PASSIVO

2012

1.072.481,25

1.031.886,39 285,50 11,00

1.031.589,89

51,00 51,00

36.309,44 36.309,44

4.234,42 2.188,85 2.045,57

141.350,80

235.303,54 14.145,69 59.136,65 22.021,20 140.000,00

3.031,00 3.031,00

- -

(96.983,74)(96.983,74)

-

1.213.832,05

av%

88,35%

85,01%0,02%0,00%84,99%

0,00%0,00%

2,99%2,99%

0,35%0,18%0,17%

11,65%

19,39%1,17%4,87%1,81%11,53%

0,25%0,25%

-7,99%-7,99%

100,00%

2012

47.615,58

24.024,00402,00

23.622,00

15.587,5999,0075,00

1.000,00 41,72

1.666,66 5.800,00 482,50

6.422,71

- - -

3.146,54 2.311,84 510,14 260,64

- 63,92

1.554,47 486,94 213,92 367,16 486,45

475,10 475,10

2.827,88 2.105,69 553,76 168,43

- - -

1.166.216,47 1.166.216,47 729.006,95 437.209,52

1.213.832,05

av%

3,92%

1,98%0,03%1,95%

1,28%0,01%0,01%0,08%0,00%0,14%0,48%0,04%0,53%

0,00%0,00%0,00%

0,26%0,19%0,04%0,02%0,00%0,01%

0,13%0,04%0,02%0,03%0,04%

0,04%0,04%

0,23%0,17%0,05%0,01%

96,08%96,08%60,06%36,02%

100,00%

SBACV em ação

24 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 25: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

demonstração do resultado do exercício findo em 31/12/2012 DESCRIÇÃO

RECEITASAnuidadesPatrocínioConcursoChancelaDoação festa 60 anos SBACVTotal Receitas

RECEITAS FINANCEIRASRend. de Aplicação RDC

Descontos ObtidosTotal Receitas Financeiras

TOTAL DAS RECEITAS OPERACIONAIS

CUSTOS DIRETOS

DESPESAS COM O PESSOAL E ENCARGOS13o SalárioFérias NormaisHoras ExtrasAssistência MédicaCesta BásicaVT - Vale Transporte/Vale RefeiçãoRemédios e MedicamentosSalários e OrdenadosTotal

ENCARGOS SOCIAISFGTSINSSTotal Encargos Sociais

CUSTOS INDIRETOSDESPESAS COM O PESSOALPis s/ FolhaTotalTotal de Custos

DESPESAS ADMINISTRATIVAS

DESPESAS ADMINISTRATIVASBens de Pequeno ValorAluguéis e ArrendamentosAjuda de CustosBrindesCartões de Visita /CrachásCartórioComemoração 60 Anos SbacvConcursosMotoboyCondomíniosConvenções Cópias XerografadasCopa e CozinhaCorreioTransporte/Conduções

Energia ElétricaEstacionamentoIptuHonorários ContábeisHonorários AdvocatíciosInternetImpressos e MateriaisImpostos e Taxas FederaisIntegração de RegionaisTaxas de LocalizaçõesLivros/Revistas/ApostilasManut. Bens e InstalaçõesMaterial de EscritórioMaterial de InformáticaPerdasMaterial de LimpezaPropaganda e PublicidadeReunião DiretoriaRefeições e LanchesReforma EstatutoReembolso Reunião RJServ. Prest. p/ Pessoa FísicaServ. Prest. p/ Pessoa JurídicaDespesa c/ DepreciaçãoDespesa c/ AmortizaçãoDespesas Legais e JudiciaisDespesas DiversasContribuição SindicalTaxas e Impostos MunicipaisTelefone e/ou EmbratelViagens e HospedagensAssociação de classe( - ) Recuperação de DespesaTotal Despesas Administrativas

DESPESAS OPERACIONAIS FINANCEIRASDespesas BancáriasJuros conta EspecialJuros/MultaIRRF s/ Aplicação FinanceiraMulta de MoraVariação Monetária PassivaIofTotal Despesas Operacionais Financeiras

OUTRAS DESPESAS OPERACIONAISRepasse a RegionaisTotal de Outras Despesas Operacionais

DESPESAS NÃO OPERACIONAISBaixa no Ativo ImobilizadoTotal de Despesas não OperacionaisTotal de Despesas

TOTAL DE CUSTOS E DESPESAS

RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIOSUPERÁVIT EM 31/12/2012

R$

802.251,68 493.818,00 342.560,96 48.335,15 5.747,00

1.692.712,79

19.049,51

19.049,51

1.711.762,30

6.409,78 3.282,13 396,69

9.277,95 3.114,00 27.574,31

30,00 73.719,90 123.804,76

6.696,22 22.372,20 29.068,42

836,10 836,10

153.709,28

3.138,04

790,00 301,50

3.119,32 153.104,80 114.840,95

4.757,30 6.436,60 44.431,53 1.794,31 116,39

65.287,30 6.301,37

av%

46,87%28,85%20,01%2,82%0,34%98,89%

1,11%

1,11%

100,00%

0,37%0,19%0,02%0,54%0,18%1,61%0,00%4,31%7,23%

0,39%1,31%1,70%

0,05%0,05% 8,98%

0,18%

0,05%0,02%0,18%8,94%6,71%0,28%0,38%2,60%0,10%0,01%3,81%0,37%

2.119,66 4.904,74 1.282,63 13.952,36 77.116,39 60.587,00

24.047,00

156.475,69 654,03

1.344,70 2.612,80 1.506,75

5.274,85 3.596,45 46.346,93 22.869,42 2.022,48

219.086,20 17.332,44 3.442,23

142,22 408,66

8.155,43

2.234,10 (1.387,38)

1.080.547,19

3.304,24

796,69

1,43 4.102,36

22.601,89 22.601,89

13.592,06 13.592,06

1.120.843,50

1.274.552,78

437.209,52 437.209,52

0,12%0,29%0,07%0,82%4,51%3,54%

1,40%

9,14%0,04%0,08%0,15%0,09%

0,31%0,21%2,71%1,34%0,12%

12,80%1,01%0,20%

0,01%0,02%0,48%

0,13%-0,08%63,12%

0,19%

0,05%

0,00%0,24%

1,32%1,32%

0,79%0,79%

65,48%

74,46%

25,54%25,54%

Continuação

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 25

Page 26: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

demonstração de fluxo de caixa em 31/12/2012

Fluxos de caixa das atividades operacionais: Recebimentos de Anuidades (+)Recebimento de Patrocínios (+)Recebimento de Concurso (+)Recebimento de Chancela (+)Doação Festa 60 anos SBACV (+) Pagamento de Fornecedores (-)Pagamento de Empregados (-)Pagamento de Vale Transporte (-)Pagamento de Vale Refeição (-)Pagamento de Assistência Médica (-)Pagamento de Obrigações Fiscais (-) Pagamento de Obrigações Sociais (-)Pagamento de Despesas (-)Pagamento Despesas bancárias (-) Repasse a Regionais (+)

Caixa líquido resultante das atividades operacionais (=) Fluxos de caixa das atividades de investimento: Rendimento de Aplicação (+) IR de Aplicação (-)

Caixa líquido resultante das atividades de investimento (=) Fluxos de caixa das atividades de financiamento: Recebimento de empresa Filial Rio de Janeiro (+)Pagamento de empréstimo a Filial Rio de Janeiro (-)

Caixa líquido resultante das atividades de financiamento (=)

Aumento/diminuição líquido de caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa – no início do Ano

Caixa e equivalentes de caixa – no final do Semestre

R$802.251,68493.818,00342.560,9647.375,156.707,00

(414.196,76)(76.123,50)(8.235,50)(18.678,95)(9.307,95)(8.038,08)(38.096,87)(597.682,32)(4.000,55)(22.601,89)

495.750,42

19.049,51(2.045,57)

17.003,94

1.184,55 (1.184,55)

-

512.754,36

519.132,03

1.031.886,39

SBACV em ação

26 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 27: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

DÉFICIT/SUPERÁVITSaldo de Superávits AcumuladosAjustes Credores de Períodos-Base AnterioresReversão de Reservas Outros Recursos Superávit Líquido do Ano ( - ) Saldo Anterior de Déficits Acumulados( - ) Ajustes Devedores de Períodos-Base Anteriores( - ) Déficit Líquido do Ano

TOTAL

DESTINAÇÕESTransferências para ReservasDividendos ou Superávits Distribuídos, Pagos ou CreditadosParcela dos Superávits Incorporados ao CapitalOutras Destinações

TOTAL

DÉFICITS/SUPERÁVITS ACUMULADOS

729.006,950,00

437.209,520,000,00

1.166.216,47

1.166.216,47

demonstração dos lucros ou PreJuízos acumulados em r$em 31 de dezemBro de 2012

gráfico da demonstração do resultadoem 31 de dezemBro de 2012

+++++---

=

----

=

1.800.000,00

1.600.000,00

1.400.000,00

1.200.000,00

1.000.000,00

800.000,00

600.000,00

400.000,00

200.000,00

-SBACV - 2012

Receita bruta

Receita financeira

Custos

Despesas administrativas

Despesas financeiras

Outras despesas operacionais

Despesas não operacionais

Resultado de exercício

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 27

Page 28: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial

Especial 60 anos

DIREtORIaS Da SOCIEDaDE BRaSILEIRa DE aNGIOLOGIa E DE CIRURGIa VaSCULaR

1952/1953 e 1953/1954PresidenteMário Degni (SP)

1º Vice-presidenteRubens Carlos Mayall (RJ)

2° Vice-presidenteOctavio Martins De Toledo (SP)

1° Secretário Ludovico E. Mungioli (SP)

2° SecretárioAdolpho Barcellini (SP)

1° tesoureiro Luiz E. R. Mendonça (SP)

2° tesoureiroLuis Edgar Puech Leao (SP)

Diretor De Publicações Paulo Samuel Santos (RJ)

Vice-diretor De PublicaçõesPedro Abdalla (RJ)

Diretor Científico Ruy Ferreira Santos (SP)

1954/1955PresidenteMário Degni (SP)

1º Vice-presidenteRubens Carlos Mayall (RJ)

2° Vice-presidenteOctavio Martins De Toledo (SP)

1° SecretárioLudovico E. Mungioli (SP)

2° SecretárioLiberato J. Didio (MG)

tesoureiro-geralMário Degni

1° tesoureiro Luiz E. R. Mendonça (SP)

2° tesoureiroLuis Edgar Puech Leao (SP)

Diretor de PublicaçõesPaulo Samuel Santos (RJ)

Vice-diretor de PublicaçõesPedro Abdalla (RJ)

Diretor CientíficoArnaldo Marques (PE)

1956/1957PresidenteSydney Arruda (RJ)

1º Vice-presidenteArthur Mickelberg (RS)

2º Vice-presidenteAntonio Gigliotto (RJ)

1° SecretárioFernando Duque (RJ)

2° SecretárioAcyr Bello Campos (RJ)

1° tesoureiro Rubens C. Mayall (RJ)

2° tesoureiroDario Faria Tavares (MG)

Diretor de PublicaçõesGeraldo Barroso (RJ)

Vice-diretor de PublicaçõesOscar Serra Doria (SP)

Diretor CientíficoHindemburg T. De Lemos (PE)

1957/1958PresidenteArthur Mickelberg (RS)

1º Vice-presidenteLuis Edgar Puech Leão (SP)

2° Vice-presidenteWalmor Elwin Belz

1° SecretárioLuiz Carlos Ely (RS)

2° SecretárioDario Faria Tavares (MG)

1° tesoureiro Mário H. Silva (RS)

2° tesoureiroAntônio L. Medina (RJ)

Diretor de PublicaçõesMoacyr Mirabeau (RJ)

Vice-diretor de PublicaçõesRaul Ribeiro de Aguiar (SP)

Diretor CientíficoSalomão Kelner (PE)

1958/1959PresidenteArthur Domingues Pinto (SP)

1º Vice-presidenteJosé Hilário (RJ)

2° Vice-presidenteDario Faria Tavares (MG)

1° SecretárioWalter Lanfranchi (SP)

2° SecretárioJayme Melchert de Castro (SP)

28 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 29: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial 60 anos

1° tesoureiro Victor Khouri (SP)

2° tesoureiroJose Goulart Penteado (SP)

Diretor de PublicaçõesSavino Gasparini Filho (RJ)

Vice-diretor de PublicaçõesVirgilio Noll (RS)

1960/1961PresidenteDario Faria Tavares (MG)

1º Vice-presidenteFernando Duque (RJ)

2° Vice-presidenteSalomão kelner (PE)

1° SecretárioJosé Luís V. Barros (MG)

2° SecretárioMárcio de Castro Silva (MG)

1° tesoureiro

Antônio L. P. Campos (MG)

2° tesoureiroHélio Coelho (SP)

Diretor de PublicaçõesLuiz Carlos Ely (RS)

Vice-diretor de PublicaçõesFrancisco L. Ranieri (SP)

Diretor CientíficoMarcos Wollosker (SP)

1962/1963PresidenteRomero Marques (PE)

1º Vice-presidenteArnaldo Marques (PE)

2° Vice-presidenteWoady Jorge Kalil (SP)

1° SecretárioLudenor Pereira (PE)

2° SecretárioAmélio Pinto Ribeiro (RJ)

1° tesoureiro Hindermburg T. de Lemos (PE)2° tesoureiroDiaulas Dayrell de Lima (MG)

Diretor de PublicaçõesMario H. Silva (RS)

Vice-diretor de PublicaçõesAntônio L. Medina (RJ)

Diretor CientíficoEduardo Wanderley Filho (PE)

1963/1964PresidenteFernando Duque (RJ)

1º Vice-presidenteHindemburg T. de Lemos (PE)

2° Vice-presidenteDirceu Falcão (AL)

Secretário GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioRodolpho Perisse (RJ)

2° SecretárioCarlos M. de Andrade (MG)

1° tesoureiro Georges C. Lemos Cordeiro (RJ)

2° tesoureiroEnivaldo Cordeiro Doria (BA)

Diretor de PublicaçõesAntônio L. Medina (RJ)

Diretor CientíficoNilo Cardoso (DF)

Vice-diretor CientíficoWalter Lanfranchi (SP)

1965/1966PresidenteRomero Marques (PE)

1º Vice-presidenteCarlos M. Andrade (MG)

2° Vice-presidenteDirceu Falcão (AL)

Secretário GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioWaldemy Silva (PE)

2° SecretárioDirceu Falcão (AL)

tesoureiro GeralGeorge C. Lemos Cordeiro (RJ)

1° tesoureiro Antônio B. Prado Fortuna (SP)

2° tesoureiroEnivaldo Doria (BA)

Diretor de PublicaçõesFernando Duque (RJ)

Diretor CientíficoSydney Arruda (RJ)

Vice-diretor CientíficoMárcio de Castro Silva

Diretor CientíficoLudovico Mungioli (SP)

Vice-diretor CientíficoAlcimar B. Fernandes (RJ)

1966/1967PresidenteLuís Carlos Ely (RS)

1º Vice-presidenteLudovico Mungioli (SP)

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 29

Page 30: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial

Especial 60 anos

2° Vice-presidenteWaldemy Silva (PE)

Secretário GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioPavel Nunes (SP)

2° SecretárioWaldeck Santos Nery (BA)

tesoureiro GeralGeorge C. Lemos Cordeiro (RJ)

1° tesoureiro

Hindemburg Tavares de Lemos (PE)

2° tesoureiroHugo Vital (AL)

Diretor de PublicaçõesHaroldo D. Paiva (RS)

Diretor CientíficoLudovico Mungioli (SP)

Vice-diretor CientíficoAlcimar B. Fernandes (RJ)

1967/1968PresidenteMárcio de Castro Silva (MG)

1º Vice-presidenteRodolpho Perisse (RJ)

2° Vice-presidenteErnesto Simões Neto (BA)

Secretário GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioCarlos M. Andrade (MG)

2° SecretárioJosé Mariano da R. Filho (RS)

tesoureiro GeralGeorge C. Lemos Cordeiro (RJ)

1° tesoureiro

Ricardo C. de Souza (MG)

2° tesoureiroMarcelo Campos Christo (MG)

Diretor CientíficoDario de Faria Tavares (MG)

Diretor de PublicaçõesGuilherme Deucher (SP)

Vice-diretor de PublicaçõesEvaldo Silva Telles (PE)

1969/1970PresidenteOswaldo Cirluzo (SP)

1º Vice-presidenteSebastião Rabello (MG)

2° Vice-presidenteEster Azoubel Salles (PE)

Secretário GeralFernando Duque (RJ)

1° SecretárioMário Degni (SP)

2° SecretárioJosé Goulart Penteado (SP)

tesoureiro GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° tesoureiro Antônio Pires Barbosa (SP)

2° tesoureiroZuleika Bozzetti (RS)

Diretor CientíficoFernando de Camargo Vianna (SP)

Diretor de PublicaçõesJosé Mariano da Rocha Neto (RS)

Vice-diretor de PublicaçõesGeraldo Vieira (SC)

1970/1971PresidenteRomero Marques (PE)

1º Vice-presidenteEdvaldo da Silva Telles (PE)

2° Vice-presidenteGeorges C. Lemos Cordeiro (RJ)

1° SecretárioArnóbio Marques (PE)

2° SecretárioEnivaldo C. Doria (BA)

1° tesoureiro

Luiz Negreiros (PE)

2° tesoureiroOtávio Neto Formozinho (BA)

Diretor CientíficoWaldeck S. Nery (BA)

Diretor de PublicaçõesArthur Mickelberg (RS)

Vice-diretor de PublicaçõesJosé Romualdo Oliveira (AL)

1971/1972PresidenteGeorges C. Lemos Cordeiro (RJ)

1º Vice-presidenteCelso Figueiroa (BA)

2° Vice-presidenteWaldemy Silva (PE)

Secretário GeralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioEmil Burihan (SP)

2° SecretárioEnivaldo Dória (BA)

tesoureiro GeralOrlando F. Brum (RJ)

1° tesoureiro Carlos Barbosa (RJ)

2° tesoureiroDaniel Reis

30 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 31: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial 60 anos

Diretor CientíficoMárcio de Castro Silva (MG)

Diretor de PublicaçõesVitor Cuce (SP)

Vice-diretor de PublicaçõesHaroldo Diaz Paiva (RS)

1972/1973PresidenteCelso Luiz Santiago Figueroa (BA)

1º Vice-presidenteMário Degni (SP)

2° Vice-presidenteEnivaldo Doria (PA)

1° SecretárioWaldeck Santos Nery (SP)

2° SecretárioEsther Azoubel (PE)

1° tesoureiro Octavio Formozinho (BA)

2° tesoureiroGuilherme Deucher (SP)

Diretor CientíficoArthur Mickelberg (RS)

Diretor de PublicaçõesMárcio Castro Silva (MG)

Vice-diretor de PublicaçõesGeraldo Vieira (SC)

1973/1975PresidenteSydney Arruda (RJ)

1º Vice-presidenteEmil Burihan (SP)

2° Vice-presidenteMário Degni (SP)

Secretário-geralRubens C. Mayall (RJ)

1° SecretárioGeorges C. Lemos Cordeiro (RJ)

2° SecretárioElias Bittar (DF)

tesoureiro-geralOrlando Brum (RJ)

1° tesoureiro Milton de Freitas (MG)

2° tesoureiroMário Cinelli Jr. (SP)

Diretor CientíficoWaldemy Silva (PE)

Diretor de PublicaçõesWalmor Erwin Belz (SC)

Vice-diretor de PublicaçõesAntônio L. Medina (RJ)

1975/1977PresidenteEmil Burihan (SP)

1º Vice-presidenteMárcio de Castro e Silva (MG)

2° Vice-presidenteVictor Cucé (SP)

Secretário-geralGeorges C. Lemos Cordeiro (RJ)

1° SecretárioCarlos M. Andrade (MG)

2° SecretárioEnivaldo Doria (BA)

tesoureiro-geralRubens C. Mayall (RJ)

1° tesoureiro

Luciano Campos (MG)

2° tesoureiroMoisés Afiune (DF)

Diretor CientíficoEvaldo S. Telles (PE)

Diretor de PublicaçõesArthur Mickelberg (RS)

Vice-diretor de PublicaçõesDirceu Falcão (AL)

1977/1979PresidenteDirceu Falcão (AL)

1º Vice-presidenteCarlos José de Brito (RJ)

2° Vice-presidenteOrlando Brum (RJ)

Secretário-geralMário Degni (SP)

1° SecretárioEdvaldo Silva Telles (PE)

2° SecretárioJoão Virgílio U. Figueiró (BA)

tesoureiro-geralEmil Burihan (SP)

1° tesoureiro Waldeck Nery (BA)

2° tesoureiroLúcio Flávio Carvalho (DF)

Diretor CientíficoArthur Mickelberg (RS)

Diretor de PublicaçõesHaroldo Jacques (RJ)

Vice-diretor de PublicaçõesClóvis Beraldo (PR)

1979/1981PresidenteCarlos José de Brito (RJ)

1º Vice-presidenteWaldemy Silva (PE)

2° Vice-presidenteVictor A. Cucé (SP)

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 31

Page 32: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial

Especial 60 anos

Secretário-geralMário Degni (SP)

1° SecretárioMárcio de Castro Silva (MG)

2° SecretárioAntônio Elias Arbex (DF)

tesoureiro-geralEmil Burihan (SP)

1° tesoureiro

Enivaldo Dória (BA)

2° tesoureiroWalmor E. Belz (SC)

Diretor de PublicaçõesZuleika Bozetti Giampaoli

Vice-diretor de PublicaçõesJoão Batista de Holanda (CE)

Diretor CientíficoMário Cinelli Jr. (SP)

1982/1983PresidenteArthur Mickelberg (RS)

1º Vice-presidenteEimar Delly de Araújo (RJ)

2° Vice-presidenteEsther Azoubel Sales (PE)

Secretário-geralEmil Burihan (SP)

1° SecretárioMerisa Garrido (RJ)

2° SecretárioGilberto Tubino da Silva (RS)

tesoureiro-geralMário Degni (SP)

1° tesoureiro Franklin Pinto da Fonseca (MG)

2° tesoureiroBenoni Silvestre Rinaldi (PR)

Diretor de PublicaçõesAmélio Pinto Ribeiro (RJ)

Sub-diretor de PublicaçõesPedro Gualandi da Silva (ES)

Diretor CientíficoFernando S. Picheth (PR)

1984/1985PresidenteMárcio de Castro Silva

1º Vice-presidenteCelso Santiago Figueirôa

2° Vice-presidenteEdvaldo da Silva Teles

Secretário-geralEmil Burihan

1° SecretárioWalmor Erwin Belz

2° SecretárioAntônio Carlos Simi

tesoureiro-geralMário Degni

1° tesoureiro Georges C. Lemos Cordeiro

2° tesoureiroMilton Freitas

Diretor de PublicaçõesAmélio Pinto Ribeiro

Sub-diretor de PublicaçõesJosé Arthur Dahne Mickelberg

Diretor CientíficoJoão Batista Costa de Holanda

1986/1987PresidenteEimar Delly de Araujo

1º Vice-presidenteJoão Batista Costa de Holanda

Secretário-geralMerisa Braga de Miguez Garrido

1° SecretárioMerisa Garrido (RJ)

2° SecretárioAlfredo Arnóbio Marques

tesoureiro-geralVasco Lauria da Fonseca Filho

1° tesoureiro Francisco Victor de Toledo

2° tesoureiroGeraldo Nicodemus Vieira

Diretor de PublicaçõesBerilo Langer

Sub-diretor de PublicaçõesMarcos Augusto Ferreira

Diretor CientíficoClóvis Beraldi

1988/1989PresidenteAntônio Carlos Simi

1º Vice-presidenteCelso Luiz Santiago Figueiroa

2° Vice-presidenteWalmor Elwin Belz

Secretário-geralMerisa Braga de Miguez Garrido

1° SecretárioMárcio Leal de Meirelles

2° SecretárioAdib Salem Bouabci

tesoureiro-geralVasco Lauria da Fonseca Filho

1° tesoureiro Bonno Van Bellen

2° tesoureiroJoão Pires Muzzi

Diretor de PublicaçõesTelmo Pedro Bonamigo

Vice-diretor de PublicaçõesEsther Azoubel Sales

Diretor CientíficoJosé Fernando Macedo

32 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 33: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

1990/1991PresidenteMerisa Braga de Miguez Garrido

1º Vice-presidenteFrancisco Humberto de Abreu Maffei

2° Vice-presidenteWaldemy Silva

Secretário-geralBerilo Langer

1° SecretárioMaldonat Azumbuja Santos

2° SecretárioAdamastor Humberto Pereira

tesoureiro-geralFausto Miranda Júnior

1° tesoureiro Marcio Leal de Meirelles

2° tesoureiroLiberato Karaoglan de Moura

Diretor de PublicaçõesJosé Fernando Macedo

Vice-diretor de PublicaçõesJoão Luiz Sandri

Diretor CientíficoFranklin Pinto Fonseca

1992/1993PresidenteFrancisco Humberto de Abreu Maffei

1º Vice-presidenteGeraldo N. Vieira

2° Vice-presidenteFranklin Pinto Fonseca

Secretário-geralJosé Fernando Macedo

1° SecretárioTarcísio Rivello

2° SecretárioNestor Nilson Sarmento

tesoureiro-geralClóvis Beraldi

1° tesoureiro João Carlos Anacleto

2° tesoureiroRadi Jafar

Diretor de PublicaçõesFausto Miranda Júnior

Vice-diretor de PublicaçõesLineu Ferreira Jucá

Diretor CientíficoPaulo Roberto Mattos da Silveira

1994/1995PresidenteBonno Van Bellen

1º Vice-presidenteTelmo Pedro Bonamigo

2° Vice-presidenteAntônio Carlos Martins Santos

Secretário-geralJoão Francisco Júnior

1° SecretárioSolange S. M Evangelista

2° SecretárioAdalberto Pereira de Araújo

tesoureiro-geralWolfgang G. M. Zorn

1° tesoureiro Newton W. da Luz

2° tesoureiroFrancisco Pedro de Oliveira

Diretor de PublicaçõesVasco Lauria da Fonseca

Vice-diretor de PublicaçõesJorge Ribas Timi

Diretor CientíficoOdilon Batista

1996/1997PresidenteReinaldo José Gallo

1º Vice-presidenteVasco Lauria da Fonseca Filho

2° Vice-presidenteJosé Fernando Macedo

Secretário-geralArno Von Ristow

1° SecretárioOdilon Almeida

2° SecretárioAirton Del Duque Frankini

tesoureiro-geralAdalberto Pereira de Araujo

1° tesoureiro Liberato Karaoglan de Moura

2° tesoureiroJúlio Joaquim P. Siqueira

Diretor de PublicaçõesMaria Elisabeth R. de Castro Santos

Vice-diretor de PublicaçõesJoão Luiz Sandri

Diretor CientíficoJoão Carlos Anacleto

1998/1999PresidenteJosé Fernando Macedo

1º Vice-presidenteJoão Carlos Anacleto

2° Vice-presidenteOdilon Batista de Almeida

Secretário-geralHenrique Jorge Stalke Junior

1° SecretárioAdamastor Humberto Pereira

2° SecretárioAna Terezinha Guillaumon

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 33

Page 34: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial

Especial 60 anos

tesoureiro-geralClóvis Beraldi

1° tesoureiro Antonio Rocha Vieira de Melo

2° tesoureiroBaptista Muraco Neto

Diretor de PublicaçõesVasco Lauria da Fonseca

Vice-diretor de PublicaçõesNewton W. da Luz

Diretor CientíficoMarcio Arruda Portilho

Vice-diretor CientíficoBruno Lima Neves

Diretor de PatrimônioRoberto Sacilotto

2000/2001PresidenteMaria Elisabeth Rennó de Castro Santos

1º Vice PresidenteCarlos José de Brito

2º Vice presidenteTelmo Pedro Bonamigo

Secretário-GeralCláudio Santana Ivo

1ª Secretária Raquel Aline Fernandes

2º Secretário Marcello Romiti

tesoureiro GeralJoão Virgilio Uchoa Figueiró

1º tesoureiroMárcio Leal de Meirelles

2º tesoureiroWolfgang Gunther Zorn

Diretor CientíficoJoão Carlos Anacleto

Vice-diretor CientíficoJoão Luiz Sandri

Diretor de PublicaçõesAirton Delduque Frankini

Vice-diretor de PublicaçõesLiberato Karaoglan de Moura

Diretor de PatrimônioIvanésio Merlo

Vice-diretor de PatrimônioJosé Olímpio Maia

2002/2003PresidenteMárcio Leal de Meirelles

1º Vice-presidenteFausto Miranda Júnior

2° Vice-presidenteRaquel Aline Fernandes

Secretário-geralAntonio J. Monteiro da Silva

1° SecretárioRicardo Aun

2° SecretárioEdno Lopes CAldeira

tesoureiro-geralAdalberto Pereira de Araújo

1° tesoureiro João Luiz Sandri

2° tesoureiroPierre Galvagni Silveira

Diretor CientíficoMárcio José de Castro Silva

Vice-diretor CientíficoGeorge da Silva Telles

Diretor de PublicaçõesTelmo P. Bonamigo

Vice-diretor de PublicaçõesPaulo Kalffman

Diretor de PatrimônioIvanésio Merlo

Vice-diretor de PatrimônioMaldonat Azambuja Santos

2004/2005PresidenteLiberato Karaoglan de Moura

1º Vice-presidenteAirton Delduque Frankini

2° Vice-presidenteJoão Batista Costa de Holanda

Secretário-geralCícero Fidelis Lopes

1° Vice-SecretárioRoberto Sacilotto

2° Vice-SecretárioMarcelo Araújo

tesoureiro-geralAldo Lacerda Brasileiro

1° Vice-tesoureiro Vasco Lauria da Fonseca Filho

2° Vice-tesoureiroValter Castelli

Diretor de PublicaçõesFrancisco Leandro Araujo Junior

Vice-diretor de PublicaçõesWinston Bonetti Yoshida

Diretor CientíficoGuilherme Benjamin Brandão Pitta

Vice-diretor CientíficoAdamastor Humberto Pereira

Diretor de PatrimônioPaulo Marcio Canongia

Vice-diretor de PatrimônioJulio Joaquim Pierin Siqueira

2006/2007PresidenteAirton Delduque Frankini

1º Vice-presidenteJosé Luís Camarinha do Nascimento Silva

2° Vice-presidenteCid José Sitrângulo Júnior

34 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 35: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial 60 anos

Secretário-geralPedro Pablo Kmlós

1° SecretárioMarcello Romiti

2° SecretárioAbdo Farret Neto

tesoureiro-geralNewton Roesch Aerts

1° Vice-tesoureiro Solange Seguro Meyge Evangelista

2° Vice-tesoureiroRoberto Teodoro Beck

Diretor de PublicaçõesRicardo César Rocha Moreira

Vice-diretor de PublicaçõesJoão Luiz Sandri

Diretor CientíficoFausto Miranda Júnior

Vice-diretor CientíficoSérgio leal de Meirelles

Diretor de PatrimônioOdilon de Almeida Batista

Vice-diretor de PatrimônioFranklin Pinto da Fonseca

2008/2009PresidenteJosé Luís Camarinha do Nascimento Silva

Vice-presidenteFausto Miranda Júnior

Secretário-geralSérgio leal de Meirelles

1° SecretárioAna Terezinha Guillaumon

tesoureiro-geralRossi Murilo da Silva

Vice-tesoureiro Raquel Aline Fernandes

Diretor de PublicaçõesRicardo César Rocha Moreira

Vice-diretor de PublicaçõesLineu Ferreira Jucá

Diretor CientíficoCid José Sitrângulo Júnior

Vice-diretor CientíficoJoão Luiz Sandri

Diretor de PatrimônioRoberto Teodoro Beck

Vice-diretor de PatrimônioClávio Moraes Varela

Diretor de Defesa ProfissionalMaria Elisabeth Rennó de Castro Santos

Vice-diretor de Defesa ProfissionalTúlio Pinho Navarro

2010/2011PresidenteGuilherme Benjamin Brandão Pitta

Vice-presidenteSolange Meyge Evangelista

Secretário-geralMarcelo Araújo

1° SecretárioClaudio Santana Ivo

tesoureiro-geralRaquel Teixeira Silva Celestino

Vice-tesoureiro Carlos Alberto Gomes Soares

Diretor de PublicaçõesGilberto Gonçalves de Souza

Vice-diretor de PublicaçõesJúlio Joaquim Pierin Siqueira

Diretor CientíficoLuiz Francisco Poli de Figueiredo

Vice-diretor CientíficoRicardo Costa Val do Rosário

Diretor de PatrimônioJosé Olimpio Maia de Vasconcelos

Vice-diretor de PatrimônioJoão Batista Costa Holanda

Diretor de Defesa ProfissionalEdno Lopes Caldeira

Vice-diretor de Defesa ProfissionalDino Fecci Coli Júnior

2012/2013PresidenteCalógero Presti

Vice-presidenteVasco Lauria da Fonseca Filho

Secretário-geralCelso Ricardo Bregalda Neves

Vice- SecretárioAna Terezinha Guillaumon

tesoureiro-geralMarcelo Fernando Matielo

Vice-tesoureiro Pedro Pablo Komlos

Diretor de PublicaçõesIvanésio Merlo

Vice-diretor de PublicaçõesTulio Pinho Navarro

Diretor CientíficoJoão Luiz Sandri

Vice-diretor CientíficoAndré Valença Guimarães

Diretor de PatrimônioBruno de Lima Naves

Vice-diretor de PatrimônioGiuliano Paiva Santa Rosa

Diretor de Defesa ProfissionalJosé Fernando Macedo

Vice-diretor de Defesa ProfissionalRoberto Teodoro Beck

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 35

Page 36: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Especial 60 anos

*artigo publicado na revista suplência vascular news, ano iii, nº iv, edição especial em comemoração aos 50 anos da sBacv, em 2002

QUaL a IMPORtâNCIa DE SE aMaR a SOCIEDaDE?*

Profª Dra. Merisa Garrido, Sócia Benemérita da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, Membre d’Honneur du Collège Français de Pathologie Vasculaire, Membro de Honra da Academia Brasileira de Medicina Militar, Membro Emérito do Colégio de Cirurgiões.

Volto do meu querido Nordeste onde sempre me reabasteço de coragem e energia para seguir vivendo. Participei a IV Jor-

nada Norte-Nordeste de Angiologia e Ci-rurgia Vascular realizada na Regional do Ceará, pelo empenho e sob o comando do operoso e incansável João Batista Costa de Holanda. Foi mais um sucesso que Forta-leza ofereceu à SBACV. Foi uma prova de amor, vencida com denodo, a cada passo que surgiam as dificuldades. É um exem-plo da importância de amar a SBACV.

Todos nós amamos a nós mesmos, nossas vidas, nossos filhos, nossa família, nossos amigos e nosso trabalho. Exerce-mos esse amor de acordo com a noção de valores que recebemos na infância. Filha de dois professores, fui criada entre livros, em que o exemplo valeu-me mais que as palavras. Foi nesse ambiente de cultura e simplicidade que se formou meu caráter.

Ficou imbuída em meu espírito a ideia da integração à coletividade, seja esta a escola, a cidade, a região, o país, ou mes-mo uma instituição, com o sentido de, por menor que fosse nosso âmbito de atuação, contribuir com criatividade e trabalho para o bem comum. Fazer cres-cer, com a participação aberta a todos, a entidade a qual se sirva.

Extrapolei esta noção para meus tem-pos de professora universitária e para as sociedades científicas. No Rio de Janeiro, cursando a Faculdade da Praia Vermelha, fui amiga de todos os colegas e com os sobreviventes de minha turma comemo-ro sempre a nossa formatura. Ensinei anatomia na Nacional (UFRJ dos dias atuais) e na UERJ, mas já me envolvia com a disciplina como monitora desde o 2º ano de acadêmica.

Em 1949, ainda como aluna, entrei para o serviço público como técnica de

laboratório da cadeira de Anatomia, do Prof. Fróes da Fonseca, na tradicional Fa-culdade da Praia Vermelha. Mais adiante vim servir à querida escola como profes-sora assistente da mesma cadeira e na de Técnica Operatória do Prof. Motta Maia, com dedicação e entusiasmo, merecendo a homenagem dos doutorandos em várias turmas de formandos.

A primeira vez que tal aconteceu levei meus filhos ao Municipal para assistirem à formatura da turma de 1959. Eram pequenos, vestiam um terninho pela pri-meira vez e também esta era para eles a primeira noitada. Ficaram muito orgu-lhosos da mãe.

Homenagem rara na época para pro-fessor de cadeira básica, ainda mais diri-gida a uma jovem mulher de 31 anos, foi para mim a estrela a anunciar que pode-ria caminhar com segurança na profissão escolhida.

aProximei-me da sBacv no final da década de 60, quando meu ex-aluno de anatomia, antônio Joaquim monteiro

da silva, atual secretário-geral da diretoria nacional, ia assumir o comando da regional rJ (...)

Artigo | Profª dra. merisa garrido

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Especial 60 anos

Anos depois, em 1962, entrava por concurso, em primeiro lugar, como servi-dor do Estado do Rio de Janeiro, na qua-lidade de médica-cirurgiã-geral. Passei a servir com brilhantes colegas (Cardoso de Castro, Eurys Dallalana, Mario Vian-na, Levão Bogossian, Evandro Freire, Umberto Perrota, Enio Gabriel e tantos outros) no Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde chefiei o Serviço de Cirur-gia Vascular Periférica, de 1969 até mi-nha aposentadoria.

A riqueza de ensinamentos, a variedade de casos, as dificuldades enfrentadas desa-brocharam não apenas sólidas amizades, mas permitiram material para mais de 25 teses universitárias, ou mesmo livros. Des-taque seja dado aos dois volumes de Trau-ma – a doença do século, alentado tratado da autoria de Evandro Freire e cols. Athe-neu, 2001.

“O Getúlio” foi para todos nós um hos-pital, uma escola, um lar. Nele organizei, com o aval do Centro de Estudos e a co-laboração de renomados especialistas, 20

cursos de aperfeiçoamento em angiologia e cirurgia vascular.

Minha formação como especialista devo a Humberto Barreto, que me abriu o ca-minho no Hospital Moncorvo Filho. Anos depois, por três vezes reciclei conhecimen-tos nos excelentes cursos de extensão do professor L. E. Puech-Leão e estabeleci amizade com os colegas da USP.

O primeiro contato com a SBaCV

Aproximei-me da SBACV no final da década de 60, quando meu ex-aluno de anatomia Antônio Joaquim Monteiro da Silva, atual secretário-geral da diretoria nacional, ia assumir o comando da Regio-nal do Rio de Janeiro; também contei com o interesse de Rubens Carlos Mayall, um símbolo para a nossa SBACV.

Ingressei como sócia da SBACV ainda com a sigla de SBA (SBAng, como a de-signou Amélia Pinto-Ribeiro) e comecei a

frequentar seus congressos nacionais e as reuniões científicas da Regional do Rio de Janeiro. Conheci mais de perto figuras muito significativas, como Sydney Arruda, Lemos Cordeiro, Carlos José de Brim, Or-lando Brum, Sylvio Frota Nogueira, Rey-naldo Gallo, Antônio Luiz de Medina e tantos outros, que as páginas de um artigo não seriam suficientes para enumerá-las.

Em razão de minha participação cons-tante na SBACV, fui escolhida para presi-di-la, em nível regional, em 1979, voltan-do à presidência em 1983.

A diretoria que exerceu suas ativida-des de abril de 1979 a setembro de 1981 contou com os seguintes colegas na sua composição: Eimar Delly de Araújo na vice-presidência, Duarte Cesar Fernandes como 1º secretário, Marcio Arruda Por-tilho como 2º secretário, ACDG Mayall como 1º tesoureiro e Amo Von Ristow na qualidade de 2º tesoureiro.

Na primeira gestão, o trabalho foi di-recionado a buscar os sócios em seus ser-viços e a cada mês era escolhido um para

a riqueza de ensinamentos, a variedade de casos, as dificuldades enfrentadas desaBrocharam não aPenas sólidas amizades, mas Permitiram material Para mais de 25 teses universitárias, ou mesmo livros

Reprodução da capa da revista em que foi publicado o texto de Dra. Merisa

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sediar a reunião científica, com programa-ção feita no início do semestre.

No boletim, que desde a presidência do Amélio saía mensalmente, eram reunidas notícias de todos e de todas as reuniões. No de julho dizíamos: “É ideia da Regio-nal-RJ expandir os limites geográficos das suas reuniões, proporcionando a angiolo-gistas e membros de outros setores da me-dicina o convívio com especialistas do Rio em suas próprias cidades...”.

As reuniões no interior, ou na vizinha Niterói, foram inesquecíveis, pela im-portância que dava à divulgação de nossa especialidade e da SBA nas cidades visita-das. A acolhida era carinhosa. A primeira realizou-se em Petrópolis, em agosto de 1979, e foi organizada por Cid Moura

Rogério de Souza Campos (hoje radicado na Bahia), discípulo de Carlos José e com estágio na Inglaterra, organizou uma bela reunião na Associação Médica de Campos. Em junho de 1984, sábado dia 30, fomos a Itaperuna assistir à impecável reunião, a 269ª de nossa Regional, elaborada por Re-nam Catarina Tinoco. Em junho de 1985 nossa reunião deu-se em Friburgo, dentro do III Congresso Médico Centro-Norte-Fluminense, graças a Célio Feres Monte Aluo.

Como se vê, o hábito é antigo. Aliás, relendo os boletins, verifiquei com alegria que nós todos trabalhamos muito pela nossa SBA do Rio de Janeiro. Atualizamos cadastro, incentivamos o trabalho de to-dos. E todos tiveram a oportunidade de

ímpar, sempre disposto a colaborar, sem-pre risonho, a transmitir solidariedade, conseguimos, sem ônus, o anfiteatro da Clínica Bambina. O sistema de rodízio de serviços na organização das reuniões con-tinuou, mas para estimular a participação e aumentar a frequência, instituímos pela primeira vez na nossa sociedade a figura do debatedor, três para cada tema.

Nessa gestão, a vice-presidência coube a Antônio Vieira de Mello, Vasco Lauria da Fonseca foi o 1º secretário, Paulo Roberto da Silveira o 2º, e ACDG Mayall e Arno ocuparam os mesmos postos do primeiro mandato.

Desta feita, no biênio 1983-1985 apa-receu pela primeira vez um conselho consultivo: Amélio Pinto Ribeiro, Eimar Delly de Araújo, Haroldo Jacques, Orlan-do Brum e Sylvio Frota Nogueira.

Caseira a administração, com sede na Dona Mariana, a cada vez que se reunia, invariavelmente na casa do presidente, obrigava secretário e tesoureiro a trans-portarem pesadas malas, arquivos e toda a parafernália que o ofício exigia; mas, verdade seja dita, como se trabalhava em conjunto, como todos cooperavam, até o Arno, sempre o último a chegar, mas che-gando, sorrindo. Já existiam convênios, já se brigava com a Golden Cross, já existia Comissão de Honorários Médicos, da qual José Luis Camarinha do Nascimento Silva fazia parte, e como lutava pela defesa profissional. Hoje, graças a Vasco Lauria da Fonseca Filho – grande presidente – tem sede própria, lançou revista, tornou-se empresa.

Eleições para presidente nas regionais

As eleições nas regionais eram feitas, conforme os estatutos, até um mês após a eleição da diretoria nacional. Em Forta-leza, estabelecemos o saudável hábito de reunir os chefes dos vários serviços do Rio de Janeiro, para discutirmos os programas para o próximo mandato, ouvindo a opi-nião de todos e escolhendo a chapa e o presidente, democraticamente, de acordo

em razão de minha ParticiPação constante na sBacv, fui escolhida Para Presidi-la, em nível regional, em 1979, voltando à Presidência em 1983

Duarte. No dia 1º de dezembro de 1979, Edson Garcia de Freitas, chefe do Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular da Poli-clínica de Botafogo, com a saudosa Maria das Graças, nos recebeu com carinho espe-cial em Cabo Frio, na Associação Médica da Região dos Lagos. Colaborou na orga-nização do evento nosso querido Marcio Arruda Partilho. Em junho de 1980 fize-mos reunião em Niterói, organizada com muito esmero e sucesso graças a Tarcísio Rivello e João Pitombo.

Integração entre colegas No nosso segundo mandato continuou

a preocupação de integrar os colegas fora da sede. Em 12 de dezembro de 1983, José

aparecer, de mostrar seus conhecimentos, seus desempenhos, participar das discus-sões. As reuniões eram concorridas desde a primeira em 1979, no Fundão, organizada por Marcio Arruda Portilho. Havia muito amadorismo, mas muito respeito mútuo, camaradagem e seriedade nos compromis-sos. Era bom aquele tempo. A SBA-RJ cresceu muito naquela época.

Da segunda vez em que presidimos a Regional mudamos de tática quanto ao modo de reunir. Os colegas de todos os serviços já se sentiam prestigiados; chega-mos à conclusão de que à noite seria mais fácil reunir mais gente e o importante era agendar uma noite, na última quinta-feira de cada mês, em um mesmo lugar. Graças a Sylvio Frota Nogueira, criatura

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com a opinião geral sobre quem melhores propostas tivesse. Todos se entendiam. Foi eleito Paulo Roberto Mattos da Silveira.

Este salutar proceder repetiu-se em Curi-tiba, quando foi escolhido Maldonat Azam-buja Santos, mas depois foi esquecido. Hou-ve até eleição regional anterior à eleição da diretoria nacional. Progressos sem dúvida foram feitos, e muitos, mas a política come-çou a ficar em primeiro plano e começou a ganhar terreno. É gozado, todo mundo se dava bem antigamente; o Haroldo Jacques era festejado. Pudera! Tinha uma revista co-lorida na mão – Medicina de Hoje. Dizem que, como fez a outros, Paulo Marcio Ca-nongia vai reintegrá-lo como sócio.

Em 1984, Monteiro da Silva, realizou o I Encontro Carioca de Angiologia e Ci-rurgia Vascular, que poderia ter sido imi-tado, tido continuidade, mas preferiu-se fazer depois o I Encontro de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro. A meu ver perdeu-se um ano e até o nome, nome simpático Encontro Carioca.

Em 1991 comemorou, no Hospital Central do Exército, 25 anos de seu servi-ço, com coquetel, placas comemorativas, medalha Bustamante de Sá, enfim, toda a pompa das cerimônias militares, com o comparecimento de muita gente.

Eventos bonitos ocorreram muitos Bra-sil afora, de excelente conteúdo de partici-pação de renomados especialistas estran-geiros e maravilhosas confraternizações, como os de Belo Horizonte, organizados por Marcio Castro e Silva, com visita às cidades históricas e jantar em Santa Luzia, na bela fazenda de sua família. Houve os do Rio desde o Internacional, no Glória, com Mayall, que recebeu quase 50 estran-geiros e produziu três volumes Progress of Angiology, como o Angio-81 (também com Anais) e o último de 2001, os dois sob a presidência de Carlos José de Brito, sempre com inovações; o de Odilon Al-meida, em 1995, e o do saudoso Dirceu Falcão, em Maceió em 1979, a provarem a pujança do Nordeste, sem falar no pio-neiro organizado por Romero Marques. Espera-se agora que a Bahia supere as expectativas e que o de Porto Alegre seja esplêndido, em 2005.

SBa Nacional centralizada no Rio de Janeiro

Voltemos à política no âmbito nacional. Foi no Congresso de Belo Horizonte em 1983 que pela primeira vez me procurou o

Prof. Mario Degni, manifestando seu inte-resse em transferir “os poderes da SBACV Nacional” para o Rio de Janeiro. Até en-tão a SBACV, ainda sob a sigla SBA, como um todo, somente existia nos Congressos. Era nessa ocasião que se reuniam os seus

I Encontro de Angiologia e Cirurgia Vascular aconteceu no Rio de Janeiro

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sócios, que eram cobradas as anuidades, porque, com regularidade, somente fun-cionavam as regionais do Rio de Janeiro e de São Paulo. São Paulo avançara muito na especialidade e se impunha com a rea-lização dos Encontros, a cada ano mais in-teressantes e concorridos, organizados de modo independente, embora sob a égide da Regional.

Enfim, São Paulo dava o seu 2º grito da independência, o seu 2º sete de setembro, desta feita, em âmbito mais modesto, mas nem por isso menos vibrante, qual seja o de uma sociedade científica.

Havia na diretoria nacional uma alter-nância entre Emil Burihan e Mario Degni como secretário-geral e tesoureiro-geral, pela necessidade de continuidade de tra-balho e de modo a não ferir os estatutos. Burihan, professor querido, aberto àqueles que queriam de fato fazer pós-graduação, estava alçando a Escola Paulista de Medi-cina em níveis científicos elevadíssimos e sentia-se o reconhecimento e a admiração, sobretudo dos mais jovens, por sua pessoa e por seu trabalho.

No Rio, Mayall, em São Paulo, Degni, ainda continuavam a encher salões com seus cursos anuais.

Inteligente, político habilidoso, Deg-ni pressentia que a SBA, embora solida-mente construída, não crescia. Era ainda sociedade caseira, agradável no convívio, mas inteiramente defasada na sua admi-nistração. O presidente eleito ocupava-se quase tão somente dos congressos e de uma ou outra eventual ocorrência a exigir seu pronunciamento. Degni sen-tia a pressão dos mais moços para ceder poderes. Difícil de abandonar suas posi-ções, nem tanto por vaidade, mas muito mais por zelo dedicado à SBA, por amor à SBA, que, diga-se com justiça, cresceu e manteve-se viva da sua fundação até esta época, graças ao seu indiscutível empenho e ao de Rubens Carlos Mayall. A eles, internacionalmente conhecidos, juntavam-se os esforços de suas filhas, Celly Degni Westphallen e de Mada-lena Maria Mayall (Maninha) e depois de Teresinha Mayall, as duas últimas de saudosa memória.

Às vésperas do Congresso de Fortaleza – o lindo evento com o qual João Batista de Holanda e sua elegante esposa Mi-riam nos recebeu, em 1985 –, me tele-fonou Degni para que aceitasse o cargo de secretária-geral. Os cargos nunca me encheram nem os olhos nem a vida, mas o trabalho a fazer, que me vem à mente, este sim me fascina. Impus apenas uma condição – o nome de Vasco Lauria da Fonseca Filho para tesoureiro-geral. Ho-mem íntegro, inteligente e amigo leal, Vasco fora um grande esteio quando juntos labutamos no último biênio em que exercia a presidência da Regional do Rio de Janeiro.

Nasce a SBaCVO congresso cearense foi histórico: nele, a

nossa sociedade mudou de nome e de rumo. Nasceu a SBACV. Foi o primeiro a ser presi-dido por um titular não presidente.

Recordo que foi na AGO de Fortaleza que conheci José Fernando Macedo. Des-cendo às pressas a escadaria do centro de convenções para oferecer Curitiba como sede do próximo Congresso; atrás dele, como Sancho a acompanhar Dom Quixo-te, o nosso bem-humorado Beraldi, muito conhecido e querido de todos.

A presidência em 1985 veio para Ei-mar Delly Araújo, por seus méritos evi-dentemente, mas acrescido do fato de ter em suas mãos o Centro Médico Naval Marcílio Dias.

Aparecia por lá o Bertolotti (José Cons-tantino Garcia Bertolotti) com a ideia fixa de fazermos um congresso sobre imagem. Peruano de nascimento, ex-aluno meu de Anatomia na UERJ, e de Mayall no Hos-pital da Gamboa, Bertolotti se apegava aos mestres para alavancar suas interessan-tes sugestões. Algumas vezes organizava eventos com brasileiros nos congressos em Lima. E como nos recebia carinho-samente em sua casa, no Peru. Através dele fiquei conhecendo seu sedutor país, a Universidade de São Marcos, a primeira a ser fundada na América Latina e colegas gentilíssimos, como Alcántara, Del Águi-la, Carmen Fajardo, Hugo Valencia, Noé Bazán. Congressos bonitos, numa cidade muito especial, com belas e largas praças e casas de jardins internos e de belos bal-cões. Que saudades de Lima, e também daquele grupo que formávamos.

Fizemos passeios maravilhosos, em dire-ção às montanhas, até Cuzco e à impres-sionante cidade inca de Machu Pichu.

Em outra oportunidade, fomos até a cidade de Ica, em torno de uma lagoa na bocarra de um vulcão extinto. A direção escolhida era Paracas, com um hotelzi-nho lindo pintado de branco e de portas azuis à beira do Pacífico; sítio acolhedor, com um lindo gramado, romanticamen-te vazio, parecia um lugar de lua de mel, distante de tudo e de todos, encantadora-mente “au bou du monde”. Ao lado, um pequeno museu com uma múmia... Coi-sas somente vistas no Peru. O destino era

foi no congresso de Belo horizonte de 1983 que Pela Primeira vez me Procurou o Prof. mario

degni, manifestando interesse em transferir ‘os Poderes da sBacv nacional’ Para o rio de Janeiro

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o santuário ecológico das Islas Balestas, com seus leões marinhos. Pudemos ver as linhas de Nasca.

Graças ao Bertolotti, conhecemos e amamos o Peru, seus museus, sua rica história e seu povo gentil. Também a ele devemos o IMAGO, assim batizado por Amélio. O primeiro realizou-se no CBC sob a presidência do Eimar, quando eu presidia a SBACV. O segundo me coube presidir, e nessa ocasião fizemos uma se-gunda reunião franco-brasileira para retri-buir o convite feito pelo Collège Français de Pathologie Vasculaire, através de René Rettori, para uma reunião franco-brasilei-ra, em Paris, em 1991.

Quanto ao IMAGO, já se realizaram seis; o terceiro em Miami, o quarto em Nuremberg, o quinto em Salvador e o úl-timo em Barcelona, em 2000.

Boas lembranças...Congresso deixa sempre uma boa

lembrança, uma saudade. Dos nossos, isto é, dos da SBACV, muita história para contar... O de Curitiba, em 1987, começou com uma dúvida. Pareceu-nos importante tirar a limpo e convidamos o grupo organizador ao Rio. Foi um dia esplêndido, ou melhor, uma noite esplêndida, na bela casa de Cecília e Eimar, com aquela deslumbrante vista para a Lagoa. Vieram Macedo, Julio, Nerlan e Beraldi documentados de tudo e para tudo. Foi um show de eficiência, mas certamente que cansou o Beraldi, que acabou cochilando, com a gata Sa-manta ao colo. O fato desarmou a for-malidade da reunião, pela irreverência dos mais jovens.

Dois anos depois, o congresso explodiu de beleza e prestígio, no Curitibano, aber-tura prestigiada pelo governador. Julio documentou. Saiu o primeiro livro com a história da SBACV. Curitiba deu lição de organização, de marketing, de capacidade e lotou o Santa-Maria todos os dias com excelentes sessões científicas; ofereceu es-plêndidas recepções, esnobou em luxo e carinho. Desde então passei a admirar e a estimar os curitibanos.

Dez anos depois, Macedo e equipe re-petiram a dose, com a mesma galhardia e novamente Julio publicou depoimentos, lançando Memória viva e nova e alentada edição de Incentivo à memória.

Depois do Eimar era a vez do Simi, pro-metida em Fortaleza, com a condição de aceitar a mim e ao Vasco na mesma posi-ção; no início, um pouco constrangedora,

Durante Congresso no Ceará, em 1985, a SBA virou SBACV

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pois hoje até que gosto muito dos paulis-tas, tenho mais amigos lá do que por terras cariocas, mas nesse tempo ficou incômoda nossa posição. Não obstante, estreitamos amizade e tudo correu bem no decorrer do mandato.

Em 1989 nos candidatamos à presi-dência. Foi um ato arrojado, porquanto até então as diretorias nacionais eram escolhidas por um consenso de, no má-ximo, dez pessoas, nem sequer se con-sultavam as bases, ou seja, as regionais, ou os grandes serviços.

À última hora surgiu uma nova com-posição, dessa vez tirando do Rio os car-gos de secretário-geral e tesoureiro-ge-ral. A chapa ficou assim constituída: na lª vice-presidência Francisco Humberto de Abreu Maffei; na 2ª Valdemy Silva; secretário-geral nosso inesquecível Beri-lo Langer; como 1º secretário Maldonat Azambuja Santos; 2º Adamastor Hum-berto Pereira; tesoureiro-geral Fausto Miranda Júnior; 1º tesoureiro Marcio Leal de Meirelles; 2º Liberato Karaoglan de Moura; diretor de publicações José Fernando Macedo; vice-diretor João Luiz Sandri; diretor científico Franklin Pinto Fonseca.

Pela primeira vez uma diretoria nacio-nal operou uníssona, com colaboração efetiva de todos os seus membros, não apenas por decisões tomadas em reu-niões, mas pela delegação de tarefas. Renovamos a banca examinadora para concurso de especialista. Distribuímos diplomas de louvor e de honra ao méri-to aos que se destacaram no seu trabalho pela sociedade, reiniciamos o credencia-mento de Serviços; estabelecemos inten-sa comunicação com todas as regionais já com o CGC legalizado desde a dire-toria de Eimar, pelo trabalho eficiente de Vasco.

A tentativa de aprovação de nossos esta-tutos, que motivara uma questão judicial, foi resolvida por um acordo com Mario Degni graças à interferência preciosa de Carlos José de Brito. O Carlos José é uma pessoa inteligente e excelente articulador político. Educado, profissional respeitado,

ganhou a sorte grande, ou melhor, esco-lheu o bilhete premiado, quando casou-se com Nazareth.

No congresso em Vitória, de abertura festiva, também presidida pelo governa-dor, houve a AGO para eleição da nova diretoria com duas chapas concorrendo, fato a meu ver salutar, prova de amadu-recimento democrático de nossa SBACV. Passamos na mesma AGO toda a secre-taria e tesouraria, dez enormes caixas de documentos, o dinheiro e tudo mais para os recém-empossados. Para a época foi um acontecimento. Hoje o volume de corres-pondência é muito maior, o trabalho se agigantou, tudo cresceu e melhorou, mas eu digo com muita alegria que o pontapé audacioso eu soube dar para alavancar este progresso da bem-amada SBACV.

Fui aplaudida pela plateia, de pé, na AGO de Vitória, mas nem mesmo o ha-bitual voto de louvor concedido aos presi-dentes no final de sua gestão consta da ata dessa Assembleia.

Em compensação está publicado por Thomaz JB e Monteiro da Silva AJ em Eventos Vasculares, p.27 do Capítulo 1 de Síndromes Venosas. Diagnóstico e Tratamento de Thomaz JB - Revinter, Rio de Janeiro, 2001, o seguinte: “O grandioso e excelente trabalho de con-solidação e reconhecimento da Socieda-de Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular desenvolvido por Merisa Braga de Miguez Garrido, em todas as fren-tes, mantendo a publicação do boletim informativo da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular em ex-celente nível redacional de atualização e rememoramento histórico, além de incorporar ‘Teses Brasileiras em Angio-logia’ de sua organização à sugestão de Irany Novah Moraes, para criar o Índice Bibliográfico Brasileiro de Angiologia, foi concretizado”.

Depois de mim, sempre acrescentando algo de melhor, vieram Maffei, Bonno, Gallo, Macedo, Elizabeth. Hoje a presi-dência está nas mãos de Marcio Meirelles.

Com novos estatutos, elaborados por Bonno van Bellen e uma comissão da qual

fui aPlaudida Pela Plateia, de Pé, na ago

de vitória, mas nem mesmo o haBitual voto

de louvor concedido aos Presidentes no final de sua gestão consta da ata dessa

assemBleia

participei e aprovados no final da gestão de Reinaldo Gallo, se estruturou uma sociedade mais progressista, mais aberta, com excelentes perspectivas.

São 50 anos de lutas, de glórias, de rusgas passageiras, no calor das disputas, muitas vezes descabidas, porque tudo que o homem faz é imperfeito.

Contudo, sobranceira segue seu curso a nossa querida sociedade, com várias sedes regionais, com boletins coloridos marcan-do seu espaço em prol do fortalecimento de nossa especialidade.

Vale a pena amar a SBACV. Ela faz par-te da vida de todos nós.

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Lazer

especialistas em finanças apontam a previdência privada como essencial, além da diversificação de investimentos

De acordo com dados do IBGE, 1% dos brasileiros ao se aposen-tar mantém seu padrão de vida, 25% continuam trabalhando,

28% dependem de caridade e 46% depen-dem da ajuda de parentes. O que fazer, então, para ficar dentro desse 1%? O Radar conver-sou com especialistas na área financeira e eles são unânimes ao afirmar que é preciso pla-nejar o futuro e diversificar os investimentos para uma aposentadoria mais tranquila.

“Com a maior expectativa de vida e as atuais regras de aposentadoria, a conta futura da previdência social não fecha. A tendência é um número cada vez maior de aposentados e, proporcionalmente, cada vez menos pessoas contribuindo. Não po-demos e nem devemos depender apenas dessa renda na aposentadoria, pois mesmo o que o INSS paga hoje tende a não ser o que vai conseguir pagar a médio e longo prazo”, afirma a diretora da Icatu Seguros, Aura Rebelo. Para os especialistas, a pre-vidência privada deixou de ser apenas um

investimento, mas sim uma condição. “O importante é começar a aplicar desde cedo com intuito da aposentadoria. Três fato-res importantes influenciam no resultado: tempo, rentabilidade e valor aplicado. O tempo é fundamental, quanto mais cedo começar a poupar, menor será o esforço”, diz o coach financeiro da Prospere Coa-ch, Dalton Ferreira. “A previdência priva-da une os benefícios da aplicação em um fundo de investimento com as vantagens fiscais asseguradas por lei para aplicações de longo prazo”, complementa Aura.

De acordo com Ferreira, a previdência é um investimento de no mínimo 20 anos para se ter uma boa redução de imposto de renda. Caso a intenção seja investir por dez anos, a previdência deixa de ser uma boa opção. O coach explica que é preciso entender um pou-co sobre investimentos para não cair em cila-das que podem ser oferecidas por gerentes de banco em busca de bater metas na venda de produtos. “O ideal para um médico é contra-tar um consultor para orientá-lo inicialmente

nos investimentos, uma vez que ele não pos-sui tempo para se dedicar ao assunto. Para cada objetivo pretendido há um investimen-to mais adequado. Quanto mais seguro for o investimento, menor será a rentabilidade. O ideal é começar desde cedo e mesclar suas aplicações com renda variável”, aponta.

O especialista criou uma técnica para saber o quanto de sua renda pode ser investida em renda variável, que pode render mais, mas que também é mais arriscada. “Utilizo a me-todologia de diminuir a idade de 80, o resul-tado é a porcentagem que você pode aplicar em renda variável”, diz Ferreira, autor do livro Construindo Riqueza e Prosperidade (Momen-tum Editora).

Pelo fato de o médico ser um profissional autônomo, antes, porém, de iniciar os in-vestimentos é preciso ter um valor guardado para emergências, como a impossibilidade de trabalhar por alguma doença. O ideal é ter o equivalente a seis meses de suas despesas em algo conservador e com liquidez, ou seja, que possa ser utilizado rapidamente. (AT)

COMO MaNtER SEU P A D R ã O D E V I D A na aposentadoria?

Para cada oBJetivo Pretendido há um investimento mais adequado. quanto mais seguro for o investimento, menor será a

rentaBilidade. o ideal é começar desde cedo e mesclar suas aPlicações com renda variável

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Em Pauta

FECHaMENtO PERCUtâNEO DE aCESSOS ENDOVaSCULaRES

Uma evolução do método de tratamento endovascular das patologias vasculares diz respeito ao fechamento dos orifícios de introdução dos dispositivos, na prevenção, sobretudo, de hemorragia local ou de formação de pseudoaneurismas, as complicações mais comuns.

A evolução observada no tratamento endovascular do Aneurisma da Aorta Abdominal (AAA) tem sido muito grande tanto nas endopróteses, quanto nas técnicas de chaminé, sanduíches etc... E já faz algum tempo, com a tendência de simplificação do método, sobretudo facilitada pela progressiva diminuição dos calibres dos dispositivos, ini-ciou-se a prática percutânea de tratamento endovascular dos AAA, o que requer um sistema de fechamento específico.

Mas é intrigante que em matéria de acessos cirúrgicos para a introdução de endopróteses nunca se fale em compli-cações dos acessos, mas eles existem, é claro. Os locais de acesso sangram, trombosam, dissecam a parede... enfim, faz parte do tratamento. E, não raro, temos que terminar um procedimento com uma cirurgia local como endarterecto-mia, um remendo local etc., mas são raríssimas as publicações acerca do acesso e suas complicações. E agora vamos entrar numa era onde muitos pensam em evoluir para o tratamento percutâneo dos AAA, da sigla em inglês EVAR, vem agora o PEVAR (Percutaneus EVAR). Usando simplesmente a punção como veremos a seguir.

Convidamos dois colegas experts, o Dr. Adalberto Pereira de Araújo (RJ), experiente nas técnicas endovasculares com respeitável experiência vascular e endovascular, diretor do Endovasc Center (RJ) e professor colaborador de cirurgia vascular da UFRJ; e o Dr. Altino Moraes (PR), colega com bastante experiência no manejo da técnica percutânea para os AAA e professor assistente de Cirurgia Vascular na Universidade Estadual de Maringá (Uningá). Mas as perguntas são direcionadas para qualquer tipo de tratamento endovascular e depois para os AAA.

Dr. João Luiz Sandri, diretor do Departamento Científico, e Dr. André Valença, vice-diretor do Departamento Científico

Radar SBACV – Qual é a sua maior indicação para os dispositivos de fechamento? Altino Moraes – Nos Aneurismas de Aorta Abdominal.Adalberto Araújo – Paciente obeso.

Radar SBACV – Que fatores mais o influenciaram para a decisão ou escolha de métodos de fechamento arterial?AM – Segurança, facilidade de uso e disponibilidade.AA – Disponibilidade do material; material com o qual eu tenha melhor treinamento; punção em procedimen-tos terapêuticos utilizando bainha 6F ou mais calibrosa.

Radar SBACV – Em sua opinião, quais são os prós e os contras entre indicar a compressão manual ou a escolha de um dispositivo?AM – A grande diferença entre os dois métodos, sem dúvi-da nenhuma, ainda é o custo do dispositivo de fechamen-to, que ainda é alto. Porém, quando se usa o dispositivo, um dado favorável é o número pequeno de complicações frente à compressão manual.AA – A favor da compressão (pró): paciente magro, nor-motenso; Procedimento diagnóstico ou que não necessite antiagregante; artéria de fino calibre (≤ 5 mm); artérias calcificadas, especialmente na parede anterior; estenoses na femoral; punção em enxertos; punção de femoral su-perficial ou profunda. Contra na compressão manual: pa-ciente obeso; artéria de bom calibre; paciente hipertenso; necessidade de manter antiagregado; pacientes discrási-cos ou anticoagulados; utilização de bainha maior que 6F após procedimentos terapêuticos.

Radar SBACV – Quais pacientes não se enquadram ao uso de um dispositivo de fechamento?AM – Principalmente os pacientes que tenham no exame de angiotomografia presença de calcificações na parede anterior da artéria femoral.AA – Artéria de fino calibre (≤ 5 mm); artérias calci-ficadas, especialmente na parede anterior; estenoses na

uma dica Para diminuir comPlicação na aPlicação do angioseal: ao introduzir a Bainha do mesmo, Parar imediatamente aPós Jorrar o Primeiro Jato de sangue Pelo identificador do lúmene, mantê-la firme nessa Posição enquanto introduz o angioseal

altino moraes

44 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 45: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

eu recomendo que seJa usado nas endoPróteses o Perfil mais Baixo, Pois os traBalhos indicam que os resultados Pioram com o aumento do Perfil.

adalBerto araúJo

Adalberto Pereira de Araújo, da UFRJ Altino Moraes, da Uningá

femoral maior que 50%; punção em femoral profunda e super-ficial; presença de hematoma, pseudoaneurisma ou FAV antes da retirada da bainha. Punção em enxertos.

Radar SBACV – Quais as principais diferenças entre os dispositi-vos de fechamento disponíveis?AM – Nós temos disponíveis no mercado dois sistemas de fecha-mento: 1) Perclose Proglide ABBOTT e 2) Angioseal St Jude Medi-cal. A principal diferença está no sistema de fechamento, o Perclose usa fio de polipropileno e um pré-nó e o Angioseal é um composto de uma esponja de colágeno absorvível e uma âncora de polímero absorvível.AA – A simplicidade de aplicação e o custo financeiro. O Angioseal Evolution é o de mais simples aplicação. Não necessariamente o mais seguro. Uma dica para diminuir complicação na aplicação do Angioseal: ao introduzir a bainha do mesmo, parar imediatamente após jorrar o primeiro jato de sangue pelo identificador do lúmene, mantê-la firme nessa posição enquanto introduz o Angioseal.

Radar SBACV – Você usa esses dispositivos para punções ante-rógradas? Em que situação?AM – Eu não tenho usado os dispositivos de fechamento quando a punção é anterógrada.AA – O Angioseal, sim. Nas angioplastias fêmoro-poplíteas com femo-ral superficial proximal pérvia e nos aneurismas de artéria poplítea.

Radar SBACV – Como você faz hemostasia para dispositivos maiores que 10 Fr? AM – Para as punções maiores, eu tenho preferido o uso do dis-positivo de fechamento que tenha o pré-nó, no caso o Perclose Proglide, e usando a técnica de pré-fechamento.AA – Com bainha até 12F utilizo o Angioseal 8F. Tem âncora em comprimento e largura suficiente e colágeno em volume necessário para vedar o orifício de entrada. Maior que 12F utilizo o I duplo.

Radar SBACV – Como atualmente está sendo muito divulgado o fechamento de acessos arteriais para endopróteses para o trata-mento endovascular do aneurisma da aorta, três perguntas:

a) Com quais perfis de endopróteses recomenda o uso e até que perfil de endoprótese pode ser usado? AM – Eu recomendo que seja usado nas endopróteses o perfil mais baixo, pois os trabalhos indicam que os resultados pioram com o aumento do perfil. Em minha experiência, até 18F os resultados são muito bons. AA – Qualquer perfil.

b) Quais os dispositivos que podem ser utilizados nessa situação e qual você usa? AM – Para este fim, devemos usar os dispositivos que permitam fazer pré-fechamento, o único dispositivo disponível no Brasil é o Perclose Proglide, que fecha punções de introdutores até 8F. AA – Para essa situação só conheço o Perclose Proglide. Presenciei a aplicação de 22 Percloses Proglides duplo em cada femoral. Ainda não comecei a aplicá-los para essa finalidade.

c) Qual a contraindicação para o uso nas endopróteses de aorta?AM – Considero duas mais importantes: 1) não uso quando o perfil do dispositivo é maior que 20F (22 e 24F). 2) Parede da artéria femoral comum muito calcificada é uma contraindica-ção absoluta para esta técnica. AA – Artéria de fino calibre (≤ 5 mm); artérias calcificadas, especialmente na parede anterior; estenoses na femoral maior que 50%; presença de hematoma, pseudoaneurisma ou FAV ; punção em enxertos. Não me entusiasmei pela técnica devido à possibilidade, pequena, mas real, de embolização distal após a retirada das bainhas.

Nota do Em Pauta: Esta técnica está disponível para visualização no site da Abbott.

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 45

Page 46: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Curtas

Conselho da Ordem de Mérito René Fontaine

Com os falecimentos do Dr. Emil Burihan e do Dr. Airton Delduque Frankini, a nova composição do Conselho da Ordem de Mé-rito René Fontaine da SBACV passa a ser: Dr. Calógero Presti, presidente da SBACV, Dr. Bonno Van Bellen (na vaga do Dr. Emil), Dr. Carlos José de Brito, Dr. Francisco H. de Abreu Maffei, Dr. José Fernando Macedo, Dr. Liberato Karaoglan de Moura (na vaga do Dr. Frankini) e Marcio de Castro Silva.

técnica de Sanduíche é notícia internacional

A Técnica de Sanduíche, elaborada pelo Dr. Armando Lobato, foi destaque em reportagem do American College of Surgeons. Com o título Sandwich technique bests coil em-bolization for complex AAA, a matéria mostrou os resultados do estudo sobre a técnica como tratamento para aneurisma aórtico abdominal apresentado por Lobato no International Symposium on Endovascular Therapy 2013.

Saúde vascular em ItapeviEm abril, os cirurgiões vasculares Álvaro Razuk Filho

e Carlos Bessa concederam uma palestra gratuita sobre A importância de prevenir as doenças vasculares, no Rotary Club de Itapevi, em Itapevi (SP). Após a apresentação, a população esclareceu dúvidas com os médicos, tais como o que fazer no caso de reincidência de vasinhos,

se salto alto gera varizes, qual a atividade física mais indi-cada para a saúde vascular, entre outras.

SBaCV disponibiliza artigos de periódicosA SBACV passou a disponibilizar aos seus associados

artigos científicos de cinco importantes periódicos inter-nacionais: Angiology - ISSN 0003-3197 (1999 a 2013); Annals of Surgery - ISSN 0003-4932 (1996 a 2013); Cir-culation - ISSN 0009-7322 (1950 a 2013); Journal of Vascular Surgery - ISSN 0741-5214 (1996 a 2013); e Vas-cular & Endovascular Surgery - ISSN 1538-5744 (2002 a 2013). O sócio adimplente que tiver interesse em ob-ter artigos publicados nesses periódicos deverá entrar no site: www.sbacv.com.br e clicar em periódicos no menu à esquerda e preencher o formulário de solicitação do

artigo. Os artigos serão enviados em arquivo PDF via e-mail. Inicialmente o envio é limitado a dois artigos por semana por pessoa.

aché lança atlas angiologiaPara auxiliar angiologistas e cirurgiões vasculares na explicação dos sistemas venosos e

arteriais, o laboratório Aché oferece, desde março, o aplicativo Atlas Angiologia. Desen-volvido inicialmente para o sistema iOS (iPad, iPod e iPhone), o aplicativo traz imagens ricamente ilustradas do sistema circulatório humano e pode ser baixado gratuitamente na Apple Store (http://bit.ly/Zb6kAM).

Carlos Bessa e Álvaro Razuk Filho com presidente do Rotary Club de Itapevi, Amarildo Bisantino

CARTA ABERTA DOS MÉDICOS À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E À NAÇÃO BRASILEIRA

Brasília-DF, 20 de maio de 2013.

Excelentíssima Senhora Presidenta da República,

O compromisso dos médicos com o país dialoga com Vosso engajamento histórico na defesa da democracia,

do interesse público, da prática da boa medicina, da oferta de serviços de saúde de qualidade e do aprimoramento

do Sistema Único de Saúde (SUS).

No entanto, a sociedade brasileira tem sido constantemente surpreendida com notícias emitidas por diferentes

ministros de Estado dando conta de acordos e propostas com o intuito de facilitar a entrada no Brasil de portadores

de diplomas de Medicina emitidos em escolas no exterior.

Tais anúncios têm causado espanto, sobretudo após reunião com Vossa Excelência, realizada em 4 de abril, da

qual participaram lideranças das principais entidades médicas nacionais. Na oportunidade, ficou evidente Vosso

interesse em ampliar o debate em torno da melhora da assistência nas áreas distantes, inclusive com a discussão

e análise dos argumentos apresentados, por meio da constituição de grupos de trabalho com esta finalidade.

Conforme tem sido anunciada, a entrada sem critérios de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas

de Medicina obtidos no exterior fere a norma legal, coloca a qualidade da assistência à população em situação de

risco e não garante a ampliação definitiva de acesso à assistência nas áreas de difícil provimento.

Além disso, tal proposta configura ação improvisada, imediatista e midiática, que ignora questões estruturais

do trabalho médico no Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Revalida, exame criado pelo Governo que tem

avaliado com justiça a competência e a capacidade desses médicos interessados em atuar no país.

Diante do exposto, solicitamos a mediação de Vossa Excelência para solucionar o impasse de forma a avançar

na construção de uma resposta para a sociedade que assegure a assistência nas zonas de difícil provimento.

Neste sentido, defendemos a criação de uma carreira de Estado para o médico do SUS, forma ideal de assegurar

a interiorização da assistência à saúde com qualidade e garantir a valorização profissional.

Finalmente, ressaltamos a disposição dos médicos brasileiros em participar deste processo, cujos

desdobramentos poderão ter efeitos duradouros e assegurar a extensão das conquistas anunciadas na esfera

econômica ao campo das políticas sociais.

Respeitosamente,

CARREIRA DE ESTADO PARA O MÉDICO DO SUS.

É BOM PARA A SAÚDE,É BOM PARA O BRASIL.

OS CONSELHOS DE MEDICINA DEFENDEM ESTA SAÍDA. PORQUE O BRASIL TEM URGÊNCIA DE SER BEM TRATADO.

Expressão de opinião

Carreira Médica de Estado

Os Conselhos de Medicina lança-ram uma campanha para criação de uma carreira médica no SUS. Com o tema “Carreira de Estado para o médico do SUS. É bom para a saúde, é bom para o Brasil”, o objetivo é ampliar o conhecimento em torno dessa ideia, apontada pelas entida-des de classe como a “saída” para resolver os problemas em níveis as-sistenciais em um país “que tem ur-gência de ser bem tratado”. Foram encomendados anúncios em jornais e revistas e a exibição de vídeos e spots de rádio. (Fonte: Conselho Federal de Medicina)

CARTA ABERTA DOS MÉDICOS À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E À NAÇÃO BRASILEIRA

Brasília-DF, 20 de maio de 2013.

Excelentíssima Senhora Presidenta da República,

O compromisso dos médicos com o país dialoga com Vosso engajamento histórico na defesa da democracia,

do interesse público, da prática da boa medicina, da oferta de serviços de saúde de qualidade e do aprimoramento

do Sistema Único de Saúde (SUS).

No entanto, a sociedade brasileira tem sido constantemente surpreendida com notícias emitidas por diferentes

ministros de Estado dando conta de acordos e propostas com o intuito de facilitar a entrada no Brasil de portadores

de diplomas de Medicina emitidos em escolas no exterior.

Tais anúncios têm causado espanto, sobretudo após reunião com Vossa Excelência, realizada em 4 de abril, da

qual participaram lideranças das principais entidades médicas nacionais. Na oportunidade, ficou evidente Vosso

interesse em ampliar o debate em torno da melhora da assistência nas áreas distantes, inclusive com a discussão

e análise dos argumentos apresentados, por meio da constituição de grupos de trabalho com esta finalidade.

Conforme tem sido anunciada, a entrada sem critérios de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas

de Medicina obtidos no exterior fere a norma legal, coloca a qualidade da assistência à população em situação de

risco e não garante a ampliação definitiva de acesso à assistência nas áreas de difícil provimento.

Além disso, tal proposta configura ação improvisada, imediatista e midiática, que ignora questões estruturais

do trabalho médico no Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Revalida, exame criado pelo Governo que tem

avaliado com justiça a competência e a capacidade desses médicos interessados em atuar no país.

Diante do exposto, solicitamos a mediação de Vossa Excelência para solucionar o impasse de forma a avançar

na construção de uma resposta para a sociedade que assegure a assistência nas zonas de difícil provimento.

Neste sentido, defendemos a criação de uma carreira de Estado para o médico do SUS, forma ideal de assegurar

a interiorização da assistência à saúde com qualidade e garantir a valorização profissional.

Finalmente, ressaltamos a disposição dos médicos brasileiros em participar deste processo, cujos

desdobramentos poderão ter efeitos duradouros e assegurar a extensão das conquistas anunciadas na esfera

econômica ao campo das políticas sociais.

Respeitosamente,

CARREIRA DE ESTADO PARA O MÉDICO DO SUS.

É BOM PARA A SAÚDE,É BOM PARA O BRASIL.

OS CONSELHOS DE MEDICINA DEFENDEM ESTA SAÍDA. PORQUE O BRASIL TEM URGÊNCIA DE SER BEM TRATADO.

Expressão de opinião

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anuário análise SaúdeEditado há três anos, o anuário Análise Saúde de 2013 trouxe o nome de 25 cirurgiões

vasculares. A revista é resultado de um levantamento realizado por meio de milhares de pesquisas com médicos que apontam quem são os especialistas que, por meio da prática medica, acadêmica ou de ambas, chegaram ao topo da carreira e do reconhecimento em suas áreas de especialidade e por seus pares.

São eles: Dr. José Marcelo Corassa (ES), Dr. Adalberto Pereira de Araújo (RJ), Dr. Arno Von Ristow (RJ), Dr. Ivanésio Merlo (RJ), Dr. Rossi Murilo da Silva (RJ), Dr. Adamastor Humberto Pereira (RS), Dr. Luiz Dr. Marcelo Aiello Viarengo (SP), Dr. Marcelo Ferreira (SP), Dr. Alexandre Maierá Anacleto (SP), Dr. Ary Elwing (SP), Dr. Bonno Van Bellen (SP), Dr. Carlos Eduardo varela Jardim (SP), Dr. Erasmo Simão da Silva (SP), Dr. Francisco Humberto de Abreu Maffei (SP), Dr. Henrique Jorge Guedes Neto (SP), Dr. Júlio César Saucedo Mariño (SP), Dr. Kenji Nishinari (SP), Dr. Luciana Garofolo (SP), Dr. Nelson de Luccia (SP), Dr. Nelson Wolosker (SP), Dr. Pedro Puech Leão (SP), Dr. Sérgio Kuzniec (SP), Dr. Valter Furlan (SP) e Dr. Walter Campos Júnior (SP). A publicação trouxe o nome de quase 2 mil médicos de todos os estados do país.

Eleições nas RegionaisAs eleições para escolha da nova diretoria das Regionais

para o biênio 2014-2015 também ocorrem este ano. Cada Regional deverá eleger a chapa entre os dias 1º e 30 de novembro. A votação será realizada em Assembleias nas respectivas cidades.

Todos os membros tomarão posse no dia 1º de janeiro, conforme estabelecido no Estatuto.

Curso para prova de títuloAs inscrições para a prova de título

de especialista em Angiologia e Cirur-gia Vascular já estão abertas. Não perca tempo e assista já às aulas do Curso Pre-paratório para o exame. Mais informa-ções no link: vascular.edm.org.br/aia/. A prova acontece nos dias 5 e 6 de novem-bro em São Paulo.

Curso para as secretáriasA Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) fechou uma parceria com a Editora DOC e a FQM para

realização de curso para as secretárias dos associados de suas regionais. O curso Qualidade na Recepção é ministrado por Alessandro Paiva, mestre em Administração e especialista em Gestão de Pessoas. O evento apresenta temas como: o novo perfil do cliente de ser-viços médicos; procedimentos para o atendimento de excelência; dicas para encantar o paciente no dia a dia; o papel da linha de frente na captação e fidelização de pacientes. Já foram realizados cursos em quatro regionais: Pernambuco, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. O próximo curso está programado para Santa Catarina, em 13 de julho. A regional interessada em promover o curso deve reservar uma data em seu calendário e entrar em contato com a Editora DOC, que está apoiando a organização do evento.

Importação de MédicosEm maio, estudantes de medicina e entidades de todo o país organizaram ma-

nifestações contra a intenção do governo federal de importar médicos estrangeiros para atuar em regiões remotas, sem a necessidade de revalidar os diplomas. O movimento ganhou força após o anúncio do governo, em 6 de maio, informando sobre a importação de médicos para áreas de difícil provimento no interior e nas periferias dos grandes centros sem revalidação do diploma. (Fonte: Conselho Federal de Medicina) Em São Paulo, uma caminhada reuniu dois mil estudantes

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 47

Page 48: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Perfil

QUaNDO a aRtE SE tORNa SUa SEGUNDa PROFISSãOcirurgião vascular se dedica à pintura há 16 anos

A habilidade cirúrgica pode ter lhe ajudado a ter mão firme para pintar traços finos e suaves na tela a óleo ou acrílica. Hoje, a se-

gunda paixão do cirurgião vascular pernam-bucano e vice-diretor científico da SBACV, André Valença, é a pintura. E ela não é tra-tada como um hobby. É levada a sério, assim como a medicina. “Tenho compromisso com a arte. Sofro com ela”, sentencia o espe-cialista que se dedica à arte há 16 anos.

A técnica, ele aprendeu fazendo cursos. O aperfeiçoamento veio com estudos, vi-sitas a museus, leitura de livros de arte e a participação em seminários e exposições. Nesta edição do Radar, conversamos com o professor adjunto do Departamento de Ci-rurgia da Faculdade de Medicina da Uni-versidade Federal de Pernambuco e médico do Hospital estadual Getúlio Vargas sobre seu segundo amor: a pintura. Veja:

Radar - Desde quando o senhor faz pintu-ras? E de que tipos?Dr. André Valença - Na verdade, já estou envolvido com pintura desde 1997. Não escolho temas. Os motivos vão aparecen-do conforme o desejo, a oportunidade e, às vezes, até encomendas. Porém, como pintor figurativo, pinto figuras (daquilo que existe), sejam elas de pessoas, paisa-gens e até naturezas-mortas.

Radar - Qual o seu objetivo ao pintar? AV - Sempre tive vontade de pintar, mas só quando voltei ao Recife, depois de 11 anos morando no centro-sul do país, é que pude realizá-la. Não pinto como hobby. Pinto pro-fissionalmente. Tenho compromisso com a arte. Sofro com ela. Eventualmente, imagi-no uma composição, chego a antecipar as cores que gostaria de usar e simplesmente não consigo materializá-la. O azul não sai como a gente quer, o céu fica muito pesado, as folhagens ficam artificiais, percebo um

por Aline Thomaz

erro de perspectiva e por aí vai... São desa-fios que vão surgindo e temos de resolvê-los, mesmo que isto custe muitas horas de trabalho e retrabalho. Estudo, invisto, vou a museus, compro livros de arte, participo de seminários, exposições e principalmente não misturo esta atividade com a medicina. Sempre há o risco de “desacreditar as nossas duas atividades” se as misturarmos.

Radar - Quantas pinturas já fez? Qual a sua favorita?AV - Não sei exatamente quantos quadros já pintei, entre estudos, sketchs e desenhos. Seguramente, algumas centenas. É claro que temos alguns dos quais gostamos mais. Às vezes nos apegamos tanto a alguns deles que não gostaríamos de nos desfazermos nunca, fosse qual fosse o preço ofertado.

Radar - Costuma participar de exposições? AV - Sim. Já participei de várias exposições coletivas e de duas individuais. Todos os anos, aqui em Recife, o Banco Santander realiza aquela que é a maior exposição co-letiva do nosso estado. São cerca de 120 ar-tistas expondo fotos, esculturas e quadros, incluindo aí os grandes nomes da pintura pernambucana, a exemplo de José Clau-dio, Brennand, Ismael Caldas, Abelardo da Hora, Gil Vicente, Guita Charifker, Rei-naldo da Fonseca, José de Moura, Roberto Ploeg, George Barbosa, Samico e outros.

Radar - O senhor fez algum curso?AV - Não sou autodidata. E nem pode-ria ser. Como já disse José Claudio, “um pintor para existir tem de ter visto outros pintores”. Fiz curso de desenho e pintura à mão livre por cerca de dois anos.

Radar - Quanto tempo leva para terminar um quadro? AV - Varia conforme o tamanho, a técnica (óleo ou acrílica) ou mesmo a quantidade

de detalhes do motivo a ser pintado. Às ve-zes, numa manhã posso concluir um traba-lho. Às vezes, levo semanas. Há casos que, por dificuldade técnica, o quadro fica “sem solução” durante meses. E de repente, como uma espécie de insight, achamos uma ma-neira de concluí-lo. Na verdade, em pintura como em medicina, há muito mais de trans-piração que de inspiração. Não podemos subestimar o nosso estado de espírito que pode nos ajudar a elevar nossa sensibilidade e o desejo de criar um bom trabalho.

André Valença já pintou algumas centenas de quadros

na verdade, em Pintura como em medicina, há muito mais de transPiração que de insPiração

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Nos Estados

Rio Grande do Sul

A Regional Rio Grande do Sul garantiu importantes conquistas para o fortalecimento da entidade no estado. O ex-presidente da instituição Adamastor Pereira recebeu da Assembleia Legislativa, em abril, a 53ª medalha da legislatura. A honraria é concedida a poucos. O motivo foi a criação da campanha Mantenha-se em Cir-culação, sobre a prevenção das doenças vasculares.

Rio de Janeiro

Ex-PRESIDENtE RECEBE MEDaLHa Da aSSEMBLEIa LEGISLatIVa DE RSlei estadual cria semana da saúde vascular e lei municipal institui o dia municipal do cirurgião vascular em 17 de agosto

Adamastor recebe homenagem na Assembleia Legislativa por campanha de esclarecimento das doenças venosas

SBaCV-RJ COMEMORa 60 aNOS EM GRaNDE EStILO festa no copacabana Palace homenageou ex-presidentes

No ano passado, o Governo Estadual publicou a Lei 14.059 que institui a Semana Estadual da Saúde Vascular no estado e a criação do Dia da Consciência Vascular, o Dia V, a ser celebrado no dia 17 de agosto. Agora em fevereiro, a data também foi instituída pela Lei municipal 11.415 como o Dia Municipal do Cirurgião Vascular, em Porto Alegre.

Para o Estado, a data marca o “Dia Estadual do Profissional de Saúde que atue na promoção, prevenção, diagnóstico, orientação e tratamento de doenças vasculares”. Assim, anualmente, no perío-do de agosto o Rio Grande do Sul receberá campanhas educativas sobre a saúde vascular.

A Semana Estadual da Saúde Vascular, de 15 a 21 de agosto, vai contar com a participação de empresas privadas, como a Ouro e Prata, que farão a distribuição de mais de 25 mil folders em suas viagens intermunicipais, e de instituições, como a CDL Porto Ale-gre, a Associação Brasileira de Franchising, a OAB-RS, entre ou-tras, que divulgarão em seus canais a mensagem sobre prevenção em saúde vascular. Teremos a distribuição de cartazes em postos de Saúde estaduais, além de hospitais. Em data a ser definida teremos uma ação em praça para atendimento à população.

A SBACV-RS também apoia a indicação do Dr. Pedro Pablo Komlós para a presidência da SBACV na próxima gestão.

Ex-presidentes da regional recebem homenagem na Bodas de Diamante

outras regionais, da Nacional, Dr. Calógero Presti, familia-res e amigos.

A festa de Bodas de Diamante foi dedicada a todos os sócios e a todos aqueles que fazem parte desta história e que ajudaram a construir a Sociedade. Foram homenageados os ex-presidentes da SBACV-RJ e, o atual, Dr. Carlos Eduardo Virgini, além da equipe administrativa que faz o dia a dia da regional.

O evento foi marcado pela alegria e descontração entre os presentes e teve como ponto alto o show de Frejat, do Barão Vermelho. Foi um momento de confraternização e celebra-ção entre amigos.

A SBACV-RJ é uma sexagenária com uma trajetória de sucesso, com força e motivação suficientes para continuar oferecendo aos seus membros motivos para seguir comemorando, pois essa his-tória não acaba aqui. Feliz aniversário, SBACV-RJ!

Aconteceu no dia 16 de maio, no Copacabana Palace, a festa em comemoração aos 60 anos da regional do Rio de Janeiro.

Na ocasião estiveram presentes os sócios, ex-presidentes e membros da atual diretoria da SBACV-RJ, presidentes de

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Page 51: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

São Paulo

xI ENCONtRO SãO PaULO DE CIRURGIa VaSCULaR E ENDOVaSCULaREvento propicia a troca de conhecimento entre profissionais nacionais e estrangeiros

Nos dias 11, 12 e 13 de abril, o Palácio das Convenções do Parque Anhembi, em São Paulo (SP), foi palco do XI Encontro São Paulo de Cirurgia Vascular e Endovascular. Organizado pela SBACV-SP, o evento foi presidido pelo então presidente da regional Dr. Adnan Neser.

O encontro contou com a participação de convidados estrangei-ros, bem como de profissionais nacionais, que contribuíram para a renovação e sedimentação de conhecimentos aos médicos da área

A abertura do Encontro contou com o presidente da regional, Adnan Neser, e da nacional, Calógero Presti

vascular. A Comissão Organizadora trabalhou para que o evento fosse enriquecido com temas relevantes e desafiadores, que correla-cionassem com a prática diária dos especialistas.

Além da participação dos módulos, quem compareceu ao XI Encon-tro São Paulo pôde conferir os estandes de empresas do segmento da saúde, de laboratórios e livrarias, que expuseram materiais médicos, hos-pitalares e farmacêuticos, produtos tecnológicos, livros, dentre outros.

Minas Gerais

REGIONaL REaLIza PaLEStRa PaRa a COMUNIDaDEtema foi varizes: Prevenção e avanços no tratamento

Fazendo parte de um projeto de respon-sabilidade social, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Regional Minas Gerais promoveu uma palestra para a comunidade no dia 16 de maio, na sede da Associação Médica de Minas Gerais, sobre o tema Varizes: Prevenção e Avanços no Tratamento.

A palestra foi ministrada pela Dra. Cláudia Sathler, Diretora de Publicações da entidade. O evento teve forte repercus-são na mídia, pois foi divulgado pela asses-soria de imprensa da SBACV-MG e atraiu até o local muitos participantes. Plateia atenta assiste à apresentação sobre varizes

Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8 / 51

Page 52: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

Nos Estados

Distrito Federal

alagoas

CURSOS E PaLEStRaS SãO DEStaQUE DO PERíODOregional segue com programação de educação continuada ao sócio

CURSO DE atUaLIzaÇãO E SIMPóSIO DE FLEBOEStétICa aCONtECEM EM aGOStO

A SBACV-AL promoveu durante todo o primeiro semestre de 2013 cursos de atualização e capacitação dos seus associados. Nos dias 7 e 8 de junho realizamos o nosso quinto curso de

No mês de abril e maio, a programação da Regional do Distrito Fe-deral foi extremamente produtiva. Realizamos um Simpósio de Flebo-estética, que teve como palestrantes os Drs. Rodrigo Kikuchi e Rodrigo Gomes. Também tivemos uma Conferência sobre Opções para o tra-tamento dos aneurismas toracoabdominais. Nesta o expositor foi o Dr. Carlos André Schuler, do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal.

Realizamos o curso Qualidade no Atendimento para as secretá-rias dos associados, iniciativa da Nacional em que na nossa regio-nal foi um grande sucesso. Houve ainda o Encontro com a Liga se Saúde Vascular do Distrito Federal, no qual um grupo de estu-dantes dos cursos de medicina do Distrito Federal se reúne toda semana para discussão de casos e palestras. Fazem feiras de Saúde e educação da comunidade. A nossa regional os apoia e a coorde-nação é do Dr. Múcio Lopes da Fonseca, cirurgião vascular.

Por fim, tivemos a palestra sobre Semiologia Vascular com o presidente da regional DF e professor da Universidade Católica de Brasília, Dr. Antônio Carlos de Souza.

atualização da SBACV-AL: Revascularização Percutânea Peri-férica - com convidados do IMIP, de Recife.

Em agosto, realizaremos dois encontros em nossa cidade: 1. Curso de Atualização em Angioplastia Carotídea e Trata-

mento Endovascular de Troncos Supra-Aórticos - convidados do IMIP, de Recife;

2. Simpósio de Fleboestética - com Dr. Rodrigo Kikuchi, de São Paulo.

Em reuniões e cursos promovidos em meses anteriores tivemos a participação efetiva do nosso associado, somando mais de 60 profissionais e estudantes da área médica.

Participamos no dia 25 de maio de um ato público con-vocado pelo CREMAL, Sinmed e Sociedade de Medicina em defesa do Revalida. Estamos na luta para atualização da CBHPM em nosso estado junto à coordenadoria da AMB. Reafirmamos aqui o nosso compromisso com a nossa regional e os seus associados. (José Luna Filho, Presidente da SBACV-AL e Diretoria da SBACV-AL)

Médicos participam do Simpósio de Flebologia

Diretoria da regional reunida

52 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

Page 53: Radar SBACV Angiologia Vascular MAI2013

PreParar e aPoiar lideranças é

investir no sucessopor Márcia Campiolo (psicóloga com especialização em Administração de Recursos Humanos, onde atua há mais de 25 anos)

O papel das lideranças em um serviço de saúde é de elevada importância, é pos-sível dizer que é crucial para o equilíbrio e desenvolvimento do serviço.

É preciso lembrar que em um serviço de saúde podemos identificar diversas áreas e níveis de liderança. Quanto maior o serviço, mais complexa é a estrutura organiza-

cional e de lideranças necessárias.A liderança precisa acontecer como um processo onde o grupo “naturalmente” acompanha o

líder e resultados satisfatórios esperados são alcançados. Assim, o líder deve ter a capacidade de ïnspirar” a equipe a ser criativa, motivada e produtiva.

Para comandar o time, é preciso preparo profissional e também apoio. O desenvolvimento de lideranças precisa ser um processo continuo dentro da organização, onde o líder recebe o suporte necessário para que possa desenvolver suas habilidades de forma altamente satisfatória em termos de resultados e segurança em seu exercício. Esta visão focada no desenvolvimento de líderanças, deve ser voltada para os líderes em exercício, assim como para potenciais futuros líderes.

O apoio da organização a estes profissionais é um ponto crucial para que seja possível o exercício e desenvolvimento de lideranças efetivas. A LHH/DBM, que é uma consultoria global de desenvol-vimento de talentos revelou através de uma pesquisa no Mercado Americano com 450 executivos, que 52% afirmaram que raramente ou nunca havia preocupação de seus líderes em ajudá-los a aprimorar seus papéis. E 27% dos executivos disseram que às vezes percebem tal interesse.

Assim, os serviços de saúde devem também procurar identificar possíveis líderes e investir no desenvolvimento de competências que permitam o alcance do domínio das habilidades ne-cessárias ao gerenciamento e liderança de pessoas.

Um grande desafio para as organizações é identificar possíveis líderes entre seus colaborado-res. É sempre mais fácil encontrar profissionais que tenham um perfil mais técnico Assim, esta busca deve ser contínua, onde encontrar estes potenciais é uma tarefa que está diretamente ligada ao sucesso do serviço.

É importante lembrar que o exercício da liderança precisa estar em constante lapidação, através de educação continuada para o desenvolvimento das competências necessárias.

Uma das características importantes a serem identificadas em um potencialmente líder, é a capacidade de mudança. Adquirir e desenvolver habilidades exigem muitas vezes mudanças comportamentais, de atitude, de “modus operandi”. Resistência a mudança é muito comum, mas o líder deve ter a capacidade de contornar qualquer impedimento que frequentemente a pessoa impõe a si mesma neste sentido.

Uma outra característica esperada é a de dar e receber feedback. O domínio desta arte está muito relacionado a inteligência emocional. O domínio das emoções é fundamental quando se trata de ouvir ou dizer palavras que muitas vezes não vêm de encontro às expectativas. O equilíbrio emocional e a capacidade de comunicação efetiva auxilia na condução produtiva e equilibrada destas situações.

É preciso também lembrar que o líder deve estar rotineiramente procurando realizar um auto-feedback de forma bastante racional e consciente, procurando identificar em si mesmo as áreas que precisam ser mudadas, adquiridas ou melhor desenvolvidas. O autofeedback, quando feito de forma adequada, pode ser uma poderosa ferramenta de crescimento profissional.

Outro aspecto importante para os serviços de saúde é a atenção especial às estratégias e ações que possam manter estes líderes em seu quadro de colaboradores. De que adianta a organização identificar e preparar líderes se eles não permanecem por muito tempo com esta equipe? O desligamento de um líder ou potencial líder do serviço gera para a organização uma perda de capital intelectual muito importante e de difícil substituição.

O líder também deve ter muito claro para si que não existe liderança sem liderado. Assim, o seu time é o seu patrimônio, que deve ser tratado e conduzido como um grande tesouro.

Por fim, cabe citar Nietzche, que diz: “Fazer grandes coisas é difícil; mas comandar grandes coisas é ainda mais difícil”.

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Defesa Profissional

Dr. José Fernando Macedo, diretor de Defesa Profissional da SBACV

NãO FaLtaM MéDICOS,

FaLta RESPEItOa reação das entidades médicas, como o cfm e a amB, está sendo tachada de Postura corPorativista. não é corPorativismo, é defesa da saúde PúBlica

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Volto a ocupar este espaço para tratar do mesmo tema sobre oqual escrevi na edição passada: a possibilidade, cada vez mais real, da “impor-tação” de médicos formados no exterior para

atuar no nosso Sistema Único de Saúde (SUS), mais precisa-mente nas regiões mais remotas, onde o governo federal diz ter dificuldade de conseguir médicos para atuar.

A reação das entidades médicas, como o CFM e a AMB, está sendo tachada de postura corporativista. Não é corpo-rativismo, é defesa da saúde pública. A ausência de médicos formados no Brasil nestes locais para onde o governo fede-ral pretende “importar” profissionais não se deve à falta de interesse ou à preferência do médico por atuar em grandes centros. O médico não vai para essas localidades remotas por não haver condições de exercer a medicina. Sem as míni-mas ferramentas de diagnóstico e terapia, sem um hospital próximo, sem acesso a tratamentos e medicamentos, qual a efetivida de se ter um médico nestes territórios?

Agora o governo quer responsabilizar o médico pela crise na saúde pública, correndo o risco de criar uma crise ainda maior. Ao trazer médicos formados no exterior sem exigir a revalidação do diploma através de uma prova prática e de conhecimentos, o governo federal coloca em risco a saúde da população mais fragilizada do país.

Antes de acusar e responsabilizar toda a classe médica pela-catástrofe da saúde pública brasileira, caberia aos gestores da saúde analisar por que nossos médicos optam por trabalhar nos grandes centros, subempregados com salários aviltantes

e explorados por policlínicas, planos de saúde e até pelo pró-prio SUS em vez de aceitar os excelentes salários oferecidos nas cidades onde “faltam médicos”.

Em vez de optar por essa medida paliativa, que evitaria a falta de médicos, mas não a falta de saúde, o Brasil deveria pensar, além da melhor estruturação das unidades de saúde, na criação da carreira de estado para o SUS, em que o médico concursado iniciasse sua carreira em uma cidade do interior e fosse progredindo na carreira até alcançar os grandes centros, nos moldes do que ocorre no Poder Judiciário, no Ministério Público e, até, já no Executivo, como com os profissionais da Receita Federal ou das Receitas Estaduais.

Não faltam médicos, falta estrutura. Não faltam médicos, fal-tam condições de trabalho. Não faltam médicos, falta plano de carreira. Não faltam médicos, falta respeito à população.

54 / Radar SBaCV - Maio/Junho - Ano 2 - Número 8

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É O ÚNICO PRODUTO DO MERCADO QUE ACOMPANHA O DINAMISMO DA CICATRIZAÇÃO DO INÍCIO AO FIM DO TRATAMENTO. 1-6

Estimula a quimiotaxia de células in�amatórias, importante na limpeza e desbridamento da ferida.1

Promove direta e indiretamente a angiogênese.1,2,3

Acelera a granulação e modulação da �brose. Reduz a dor.4,5,6

Per�l de Segurança testado em Centros de Referência no Brasil e na França.1,7-13

Referências bibliográficas: 1- Andrade, Thiago Antônio Moretti. Modificações teciduais e mecanismo de ação da fração F1 do látex da seringueira Hevea brasiliensis na cicatrização de úlceras cutâneas em ratos diabéticos. Ribeirão Preto, 2012. 2- Mendonça RJ. Coutinho Neto J. Purificação e caracterização de uma proteína angiogênica, indutora de fibroplasia e cicatrizante, presente no látex natural da seringueira Hevea Brasiliensis. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Bioquímica. 3- Arnold et al. Angeogenesis in wound healing. Pharmacol Ther, v.52, n.3. Dec, p. 407-22.1991. 4- Frade, M.A.; Cursi, I.B.; Andrade, F.F; Coutinho – Netto, J.; Barbetta, F.M.; Foss, N.T. management of diabetic skin wounds with a natural látex biomembrane. Med Cutan Iber Am, v. 32, n.4, p. 157-162, 2004. 5- Frade MA, Salathiel AM, Mazzucato EL, Coutinho-Netto J, Foss NT. A natural biomembrane as a new proposal for the treatment of pressure ulcers. Med Cutan Iber Lat Am 2006; 34(3):133-138. 6- Frade, M.A.R.V. Valeant, R.V. de Assis, J. Coutinho-Netto e NT. Foss. Chronic phlebopathic cutâneas ulcer: a therapeutic propoIsal Int J Dermotol, v.40, n.3, Mar, p 238-40.2001. 7- Avaliação da ausência de potencial alergênico da proteína Vegetal F1 após repetidas aplicações sob apósitos humanos. Evic Brasil. EBh. 1330/07.1105. Dezembro 2007. Dados de arquivo Pelenova. 8- Frade MA, Coutinho Netto J, Gomes FG, Mazzucato EL, Andrade TA, Foss NT Natural – biomembrane dressing and hypersensitivity. An Bras Dermatol. 2011 Sep-Oct; 86(5): 885-91. 9- Teste de citotoxicidade (MTT) da Proteína Vegetal F1, utilizando fibroblastos dérmicos humanos. Evic Brasil. EBh: 1385/07.1105. Novembro 2007. Dados de arquivo Pelenova. 10- Juliene S. Estudo in vitro do potencial corrosivo da proteína Vegetal F1 derivado da Hevea brasiliensis em modelo de pele reconstituída. Evic Brasil. EBh: 0973/07.0694. Outubro 2007. Dados de arquivos Pelenova. 11- Avaliação da ausência do potencial fotoalergênico e fototóxico de F1 após repetidas aplicações sob apósitos em humanos. Evic Brasil. EBh: 1334/07.1105. Novembro 2007. Dados de arquivos Pelenova. 12- PT Único – Avaliação da compatibilidade cutânea em seres humanos da Proteína Bioativa F1, Após aplicação única sob apósitos. Evic Brasil. 1328/07.1105 Outubro 2007. Dados de arquivo Pelenova. 13- Avaliação da compatibilidade cutânea de F1 após repetidas aplicações sob apósitos em humanos. Evic Brasil: EBh: 1332/07.1105. Dezembro 2007. Dados de arquivos Pelenova.

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