Quinta 17/03/2011

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Edição N° 40980

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  • R$1,00 CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM -ES QuInTA-FEIRA, 17 DE MARO DE 2011 n40980 WWW.FOLHAES.COM.BRS JESUS CRISTO SALVA !

    Morta sobrea faixa de pedestres

    O juiz Robson Louzada Lopes decidiu ontem excluir o deputado estadual Glauber Coelho e a ex-secretria de

    sade Maria Cristina Toledo Coelho da ao de improbidade administrativa

    proposta pelo Ministrio Pblico. pag. 05

    PolticaA reportagem da Folha visitou o bairro Nossa Senhora Aparecida,

    e motivos no faltam para os moradores reclamarem da prefeitura, Iluminao Pblica, coletas de Lixo

    calamento so os principais pag.14

    Folha nos bairros

    O acidente foi na Avenida Lacerda de Aguiar uma das vias mais perigosas de Cachoeiro-ES Pg. 15

    Direne de Souza Abreu

  • 02 Folha do E. SantoQuinta-Feira, 17 de Maro de 2011 Cachoeiro de Itapemirim (ES)

    Uma tima quin-ta-feira para to-dos os leitores // Mas tu, nosso Deus, s bom e verdadeiro, pa-ciente, e tudo governas com misericrdia Sa-bedoria 15, 1 // Carlos Cachoeiro continua mergu-lhado nas guas de maro // Des-moronamentos // Desliza-mentos e dezenas de pon-tos de alagamento por toda a cidade // Coronel Bor-ges debaixo dgua // Os distritos tambm sofrem com as chuvas que caem na regio sul // Carlos Da-masceno, da Rdio Dioce-sana, candidato presi-dncia do Estrela do Norte // Na Federao de Fute-bol do Esprito Santo cons-ta o nome do falecido Joo Cardoso, o Feijo, como presidente da Liga Despor-tiva de Cachoeiro // Cad Chapisco? // Sandro Irmo deixando a desejar // E o Estrelinha? // Est brilhan-do cu // Barbearia do Ca-rioca com bom atendimen-to // Henrique Taliuli est deixando a desejar h mui-to tempo com a redao // Est na marca do pnal-ti // E pnalti no coisa que se perde // Prefeito de Presidente Kennedy, Regi-naldo Quinta, abraando o futebol // Apoiando o Capi-xaba de Kennedy // Que se prepara para estrear dia 26 contra o Gel, no Sernamby, pela 2 Diviso // Bruno Ba-zonni gente da melhor qua-lidade // No pode desper-diar // Avenida Lacerda de Aguiar perigosa, como sempre // Trnsito pesado e pouca ou nenhuma fisca-lizao // Cristo Jesus des-truiu a morte e fez brilhar a esperana da vida eter-na, por meio da Boa Nova 2 Timteo 1, 10 b // Des-folhando desta quinta-fei-ra foi escrito pelo Interino da coluna // At o prximo

    EditorialO pesadelo continua

    Os ltimos dias do ano passa-do foram marcados pelos preju-zos, transtornos de vrios tipos e muita apreenso dos comercian-tes e da populao ribeirinha de Cachoeiro de Itapemirim-ES. As chuvas no deram trgua entre os dias vinte e sete a trinta de de-zembro de 2010 e invadiram o calendrio de 2011 com uma f-ria jamais vista nos ltimos oi-tenta anos, segundo historiado-res e moradores mais antigos da cidade.

    A parte baixa do municpio, incluindo bairros e distritos so-freram com a fora das guas que

    fizeram triplicar o, antes, calmo leito do rio Itapemirim que h anos padece com a falta de vo-lume de gua. As chuvas nas ca-beceiras do rio municpios da regio do Capara trouxeram o caos que se repete.

    Entre a madrugada e duran-te o dia de ontem, a chuva forte voltou a assustar e trazer preju-zos para os cachoeirenses. Bair-ro como o Marbrasa, Aeroporto e Coronel Borges foram os mais afetados com alagamentos. Nos distritos de Gruta Itaca e Sotur-no vrias famlias ficaram desa-brigadas e no bairro Valo, uma

    casa desabou durante a noite. Essa repetio sazonal traz a

    preocupao, mas mostra a fal-ta de planejamento das adminis-traes municipais com a ques-to da ocupao e crescimento desordenado da cidade onde se constri de qualquer forma ou maneira. De aes preventivas como obras de drenagem e outras intervenes que, no mnimo, poderia minimizar essa situao.

    Brigar contra as foras da natureza , obviamente, impos-svel e apenas com disposio em realizar obras debaixo da terra que no se transformam

    em votos que os administrado-res podero se sentir com o de-ver cumprido.

    Caso contrrio, as encostas continuaro deslizando, casas caindo, formando dezenas de desabrigados e um extenso ros-rio de contas pendentes cujo va-lor vai alm do valor monetrio, mas da qualidade de vida do ci-dado.

    No foi a primeira, e nem ser a ltima vez que a cida-de sofrer as conseqncias das chuvas comuns nesta poca do ano.Um dia, quem sabe, a lio ser assimilada.

    Fui moo e agora sou velho, mas nunca vi um homem bom abandonado por Deus e nunca vi os seus filhos mendigando comida. Salmo 37:25

    editorial@folhaes.com.br

    A Proteo e o suprimento de Deus

    Desfolhando

    opinio

    Charge

    Reverendo Dr. Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Espao Bblico

    Deus aquele que nos protege e que supre todas as nossas necessida-des.Vivemos num mundo de carncias e inseguranas. Um mundo de violn-cias e atrocidades, de crimes hediondos perpetrados contra crianas, meninas, jovens (rapazes e moas), mulheres e idosos. Um mundo onde as drogas con-tinuam a destruir a nossa adolescncia e juventude principalmente. Estamos estarrecidos, chocados com as reporta-gens sobre a CRACOLNDIA em So Paulo. Ningum toma providn-cias. Por que? As autoridades sabem, mas, no agem. No fazem nada. So-mem se a este quadro, os desempre-gados, os que sofrem doenas crnicas, os encarcerados, as vivas e os rfos. Que situao! Que tragdia!

    Davi observou e concluiu que nun-ca viu um homem bom desampara-do pelo Senhor e nunca viu seus filhos mendigando comida. 37:5

    Aprendemos a que o homem que confia em Deus sabe que jamais ser abandonado pelo Senhor e mesmo que passe dificuldades sentir sempre a pre-sena consoladora, confortadora do Se-

    nhor Deus.Aquele que, como o salmista Davi

    aprendeu a confiar no Senhor Deus, que leva a srio Deus e Sua Palavra, est preparado para encarar todas as contingncias da vida podendo contar sempre com a presena amorvel de Deus, o Pai.

    Aquele que aprendeu buscar pri-meiro o Reino de Deus, sabe que as de-mais coisas lhe sero dadas por acrsci-mo. (Mateus 6:33)

    A experincia do apstolo Paulo confirma que mesmo passando fome e outras provaes, sabia que Deus estava com ele e o supria em todas as suas necessidades. Ele escreve: E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glria, h de suprir em Cristo Je-sus, cada uma de vossas necessida-des. (Filipenses 4:19) Busquemos o Senhor, confiemos nEle, dependa-mos dEle na certeza de que Ele nos ama e far o melhor por ns. Deus nos abenoe e nos proteja e aos nossos queridos.

    DE SUA OPINIO WWW.TWITTER.COM/FOLHADOES

    Artigo

    A Qualidade de um defeitoDouglas Martins bastante difcil. Mas o , pois passa-mos a acreditar que expr um defeito

    nosso causar nossa prpria deprecia-o. como se ainda fossemos crianas e acreditssemos que um monstro sair de dentro do guarda-roupa, ou aqui, de dentro de ns para nos assombrar ou coisa assim.

    Esquecemos que somos humanos e que so os defeitos que por vezes nos qualificam como tais. Isto, se somos capazes de nos lembrar do velho dita-do que diz que nenhum ser humano perfeito. Erramos quando exigimos a perfeio alheia, porm, erramos mais ainda quando a fantasiamos em ns mesmos. Erramos pois nos limitamos apenas ao que nos parece certo ou que ao menos deveria ser o certo. Esquece-mos que os defeitos nos equilibram e nos fazem refletir sobre o que realmen-te somos e no porqu somos.

    Portanto, deveramos falar de nossos defeitos com o mesmo entu-siasmo que falamos de nossas quali-dades e ecar-los como apenas mais uma das vrias outras caractersticas que possumos. No preciso que te-nhamos medo, mas preciso que te-nhamos coragem e vontade. Vonta-de de evoluirmos. Pois de fato, no h evoluo que se inicie da perfei-o. No h quem regrida do nada, tal como quem progrida do tudo. Desta maneira, necessrio que tomemos de assalto o reconhecimento de nos-sos defeitos assim como somos capa-zes de exaltarmos os defeitos daque-les que nos interessam. Sem dvida estaremos nos dando a chance de apri-morarmos a nossa prpria essncia.

    Iremos ao fim, aprender que man-ter aquele tal equilbrio a melhor forma de (ainda) nos mantermos hu-manos. Assim, ao invs de esconder-mos nossos prprios defeitos com o intuito de sermos as MELHORES PESSOAS, estaremos mais atentos a eles para que nos tornemos PESSO-AS MELHORES.

    Todos somos moldados com carac-tersticas nicas. Comumente, tais ca-ractersticas so postas em duas clas-ses, quais sejam: defeitos e qualidades. De certa maneira, ambas as classes de-monstram aquilo que mais se destacam em ns. Assim, desde muito tempo, se-no sempre, nos acostumamos, ou me-lhor, aprendemos a encarar as qualida-des como caractersticas que nos trazem certas vantagens, deixando todo o nus para aquilo que chamamos de defeitos.

    Termo a termo, tanto nossas quali-dades quanto nossos defeitos nos colo-cam em evidncia. Evidncia, porm, trazida pelos olhares alheios. Ou seja, evidncia causada por aquilo em que as pessoas so capazes de enxergar em cada um de ns. Contudo, aprendemos,

    ou melhor, nos acostumamos a utilizar as qualidades para esconder nossos de-feitos e esconder este ltimo para que possamos reverenciar (ainda mais) nos-sas qualidades.

    Questes por questes, quantas fo-ram as vezes em que analisamos nos-sos defeitos sob o mesmo ponto de vista que utilizamos para analisar os defeitos dos outros? Quais foram as vezes que ponderamos os defeitos alheios frente aos nossos defeitos? Ou quando foi que no falamos de um determinado defeito sem que estivssemos pondo em ques-to uma qualidade que possumos? Pos-sivelmente nunca!

    Todos sabemos e como sabemos que olhar para nossas prprias ca-ractersticas ora tidas como negativas

    Portanto, deveramos fa-lar de nossos defeitos com o mesmo entusiasmo que fala-mos de nossas qualidades e ecar-los como apenas mais uma das vrias outras carac-

    tersticas que possumos.

    bblico@