Projecto Educativo - Agrupamento de Escolas de Canas de ... Norteadores Vida Escolar... · O papel

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  • ProjectoEducativo 20072010

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    Canas de Senhorim, Outubro de 2007 (Actualizado em Set./2009)

    ProjectoEducativo

    2007/2010

    AgrupamentodeEscolasdeCanasdeSenhorim

    Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola Sede - EB 2,3/S Eng Dionsio A. Cunha Canas de Senhorim

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    NDICE1.INTRODUO.. 2

    2.PRINCPIOS,VALORES,CONCEPES. 3

    2.1.PRINCPIOSEVALORES................................. 3

    2.2.CONCEPODEEDUCAO...................................... 4

    2.3.CONCEPODEESCOLA................................................ 4

    3.IDENTIFICAODEREASDEDIFICULDADESEDESUCESSONOAGRUPAMENTO 5

    3.1.IDENTIFICAODEREASDEDIFICULDADE.......................................................... 5

    3.2.IDENTIFICAODEREASDESUCESSO........................................................................ 6

    4.IDENTIFICAODEREASINTERVENCIONADASNOAGRUPAMENTO.. 6

    4.1.ESPAOSEXTERIORES...................................................... 6

    4.2.ESPAOSINTERIORES.................................................. 7

    5.PRIORIDADESDEINTERVENO.. 7

    5.1.OBJECTIVOSGERAIS. 9

    5.2.LINHASDEACTUAO 9

    5.2.1.QUADROCURRICULAR 9

    5.2.2.QUADROEXTRACURRICULAR.................................... 10

    5.2.3.ESTRUTURASDEORIENTAOESCOLAR.. 10

    5.2.4.FORMAO............................... 11

    a) DOCENTES...................... 11

    b) DISCENTES. 11

    c) PAISEENCARREGADOSDEEDUCAO................................. 11

    d) PESSOALNODOCENTE.................................. 12

    5.2.5.INTEGRAOESCOLAR/ARTICULAOCOMASFAMLIAS.............................. 12

    5.2.6.GESTODERECURSOS.. 13

    5.2.7.COMUNICAOECIRCUITOSDEINFORMAO.. 13

    5.2.8.CONSERVAOEENRIQUECIMENTODOSESPAOS. 14

    5.2.9.INTERACOCOMACOMUNIDADE.................................................. 14

    5.2.10.APROMOODAEDUCAOSEXUAL............................................... 15

    5.2.11.APROMOODAEDUCAOCVICA............................................... 15

    6.APLICAOTEMPORAL 16

    7.AVALIAO....................................................... 16

    NDICEDEANEXOS. 17

    ANEXO1... 18

    ANEXO2.. 23

    ADENDA............................................................................................................................................. 36

  • ProjectoEducativo 20072010

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    O rio atinge os seus objectivos porque aprendeu a contornar os obstculos.

    Lao-Tse, 604 a. C. 527 a. C., filsofo 1.INTRODUO

    A Autonomia da Escola concretiza-se na elaborao de um projecto educativo prprio,

    constitudo e executado de forma participada, dentro de princpios de responsabilizao dos vrios

    intervenientes na vida escolar e de adequao s caractersticas e recursos da comunidade em que se

    insere. (Decreto-Lei n 43/89, de 3 de Fevereiro)

    O Projecto Educativo apresenta-se como o primeiro documento para a definio de uma filosofia

    de Escola, complementando-se no Projecto Curricular de Agrupamento, no Regulamento Interno e no

    Plano Anual de Actividades.

    De modo a reelaborar este documento, recolheram-se as opinies dos elementos da comunidade

    educativa que o Agrupamento serve. Essas opinies foram recolhidas atravs de inquritos individuais e

    annimos. Os Inquritos dirigiram-se a Alunos, Professores, Encarregados de Educao e Funcionrios.

    O levantamento das opinies expressas norteou a reelaborao do Projecto Educativo relativamente s

    reas de sucesso e de carncia e, consequentemente, aos objectivos do prprio projecto, s suas linhas de

    actuao e metodologias.

    O Projecto Educativo representa um instrumento de Autonomia que nos permite pensar a Escola, fazer o diagnstico do seu desempenho e olhar para o futuro projectando-o, para que possamos enfrent-lo com mais eficcia e qualidade.

    O tema deste projecto o seguinte:

    Por uma Escola: que alargue o conhecimento cientfico; que desperte o sentido crtico; que responsabilize; que ensine atitudes de respeito, de tolerncia e de solidariedade; que permita aprender a ser feliz.

    PROJECTO EDUCATIVO 2007 -2010 Tema do Projecto

    REGULAMENTO INTERNO

    PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES

    A) Princpios, Valores e Concepes B) Identificao de reas de Dificuldade

    na Escola C) Objectivos do Projecto

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    2.PRINCPIOS,VALORES,CONCEPES

    O degrau de uma escada no serve simplesmente para que algum permanea em cima dele, destina-se a sustentar o p de um homem pelo tempo suficiente para que ele coloque o outro um pouco mais alto.

    Thomas Huxley, 1825 1895, bilogo 2.1.PrincpioseValores

    A Escola constituda por pessoas e para pessoas.

    A Escola possui fins no lucrativos.

    A Escola lida com uma pluralidade de realidades e de modos de funcionamento, por vezes

    contraditrios, sendo necessrio estabelecer acordos que permitam trilhar um caminho, nem sempre fcil.

    Escola compete, actualmente, a mobilizao de um conjunto de competncias cognitivas e

    relacionais que contribuem para a formao integral dos Alunos.

    O papel do Professor alterou-se substancialmente: para alm de transmissor de um saber

    acadmico, tornou-se um gestor de situaes educativas.

    Se eu no fosse imperador, desejaria ser professor. No conheo misso maior e mais nobre do que a de dirigir as inteligncias jovens e a de preparar os homens do futuro.

    Autor desconhecido Um professor no educa indivduos. Ele educa uma espcie.

    Georg Lichtenberg, 1742 1799, fsico e matemtico

    O papel do Aluno tambm olhado hoje de forma diversa: deseja-se que participe activa e

    cooperantemente no processo de ensino aprendizagem.

    Os dias prsperos no vm por acaso; nascem de muita fadiga e persistncia. Henry Ford, 1863 1947, fundador da Ford Motor Company

    A primeira fase do saber: amar os nossos professores.

    Erasmo de Roterdo, 1466 1536, telogo e humanista

    Do papel dos Pais/Encarregados de Educao espera-se uma postura participativa no processo

    de educao dos seus Filhos/Educandos, de modo a complementarem a formao escolar.

    Minhas invenes so fruto de 1 % de inspirao e 99% de transpirao. Thomas Edison, 1847 1931, inventor

    O papel do Pessoal No-Docente deve ajudar a facilitar o processo educativo dos Alunos.

    Os homens fariam maiores coisas se no julgassem tantas coisas impossveis.

    Malesherbes, 1721 1794, jurista Os homens so parecidos nas suas promessas. Eles s diferem nos seus actos.

    Molire, 1622 1673, escritor, actor e encenador

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    2.2.CONCEPODEEDUCAO

    Face transformao permanente da sociedade em que vivemos, urgente que a Escola e a

    educao por ela preconizada, acompanhe o ritmo dessa transformao e prepare os jovens a acompanhar

    e enfrentar. Deste modo, urgente repensar a Escola no seu todo e a educao em particular,

    questionando-nos acerca do rumo e da orientao que a mesma deve seguir e em funo da qual todos

    temos e devemos caminhar.

    Antes de mais, teremos de nos interrogar sobre o que significa Educar pois, s esclarecendo o

    significado deste conceito, nos possvel traar polticas e definir projectos e estratgias adequadas aos

    nossos alunos, realidade do nosso agrupamento, nossa Escola e do nosso pas.

    Partimos do princpio que Educar a tarefa essencial da Escola, que consiste no aperfeioamento

    integral dos jovens. Aper(feioar) dar feio, ajudar a construir personalidades, saberes,

    competncias, princpios e valores, fazer desabrochar apetncias e aptides, gostos e interesses. Neste

    contexto funo da Escola proporcionar igualdade de oportunidades de sucesso escolar e educativo a

    todos os jovens, preparando-os para a integrao plena na sociedade, para a convivncia, para o respeito

    pelas diferentes opinies, para a tolerncia, para a vida activa numa sociedade aberta, caracterizada pela

    incerteza, pela mobilidade e pelo multiculturalismo.

    Estamos convictos de que, actualmente, a formao no privilgio exclusivo da Escola. No

    entanto, a formao que Escola compete no deve substituir a formao e a educao que so da

    responsabilidade da famlia e das demais organizaes culturais e sociais. Apesar da necessidade

    imperiosa de distribuir as responsabilidades da formao dos alunos de todos os nveis de ensino pelos

    diferentes intervenientes no processo, a Escola cada vez mais o lugar por excelncia para aprender a

    aprender e aprender a ser. A educao/aprendizagem que a Escola dever oferecer aos seus Alunos

    dever ser a mais abrangente, actual, estimulante, pertinente e enriquecedora.

    Define-se como princpio de que, primordialmente, na Escola se aprende a ser livre e

    responsvel, porque se aprende a pensar e a usar o pensamento crtico e interveniente, tolerante e

    disponvel para participar activa e democraticamente na vida social.

    Educar, no sentido lato, instruir, no sentido estrito, a tarefa essencial da Escola, mas deve ser

    tambm a tarefa essencial da Sociedade em que a Escola se insere. Por sua vez, a Sociedade deve

    promover a valorizao da Escola, alm de proporcionar condies para a socializao e a formao dos

    indivduos.

    Neste Projecto Educativo, parte-se do princpio de que a Escola deve ajudar os jovens a trilhar

    um percurso de dificuldade e de interesse crescentes, com vista ao seu aperfeioamento intelectual,

    cultural, social, fsico-motor, tico, profissional..., ajudando-os a realizar-se e a ser felizes. Partiremos do

    pressuposto de que s atravs da fo