Programa de Educação Permanente para Médicos de Saúde da Família.

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  • Programa de Educao Permanente para Mdicos de Sade da Famlia
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  • Asma uma doena inflamatria crnica das vias areas, na qual muitas clulas e elementos celulares tm participao. A inflamao crnica est associada hiperresponsividade das vias areas, que leva a episdios recorrentes de sibilos, dispnia, opresso torcica e tosse, particularmente noite ou no incio da manh. Esses episdios so uma consequncia da obstruo ao fluxo areo intrapulmonar generalizada e varivel, reversvel espontaneamente ou com tratamento. J Bras Pneumol. 2012;38(supl.1):S1-S46
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  • Diversas clulas e seus produtos esto envolvidos. Diversas clulas e seus produtos esto envolvidos. Entre as clulas inflamatrias, destacam-se os mastcitos, eosinfilos, linfcitos T, clulas dendrticas, macrfagos e neutrfilos. Entre as clulas inflamatrias, destacam-se os mastcitos, eosinfilos, linfcitos T, clulas dendrticas, macrfagos e neutrfilos. Entre as clulas brnquicas estruturais envolvidas na patogenia da asma, figuram as clulas epiteliais, as musculares lisas, as endoteliais, os fibroblastos, os miofibroblastos e os nervos. Entre as clulas brnquicas estruturais envolvidas na patogenia da asma, figuram as clulas epiteliais, as musculares lisas, as endoteliais, os fibroblastos, os miofibroblastos e os nervos. Dos mediadores inflamatrios j identificados como participantes do processo inflamatrio da asma, destacam-se quimiocinas, citocinas, eicosanoides, histamina e xido ntrico. Dos mediadores inflamatrios j identificados como participantes do processo inflamatrio da asma, destacam-se quimiocinas, citocinas, eicosanoides, histamina e xido ntrico. Diversas clulas e seus produtos esto envolvidos. Diversas clulas e seus produtos esto envolvidos. Entre as clulas inflamatrias, destacam-se os mastcitos, eosinfilos, linfcitos T, clulas dendrticas, macrfagos e neutrfilos. Entre as clulas inflamatrias, destacam-se os mastcitos, eosinfilos, linfcitos T, clulas dendrticas, macrfagos e neutrfilos. Entre as clulas brnquicas estruturais envolvidas na patogenia da asma, figuram as clulas epiteliais, as musculares lisas, as endoteliais, os fibroblastos, os miofibroblastos e os nervos. Entre as clulas brnquicas estruturais envolvidas na patogenia da asma, figuram as clulas epiteliais, as musculares lisas, as endoteliais, os fibroblastos, os miofibroblastos e os nervos. Dos mediadores inflamatrios j identificados como participantes do processo inflamatrio da asma, destacam-se quimiocinas, citocinas, eicosanoides, histamina e xido ntrico. Dos mediadores inflamatrios j identificados como participantes do processo inflamatrio da asma, destacam-se quimiocinas, citocinas, eicosanoides, histamina e xido ntrico. J Bras Pneumol. 2012;38(supl.1):S1-S46
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  • Reversvel: Reversvel: O estreitamento brnquico intermitente, causado pela contrao do msculo liso brnquico, pelo edema da mucosa e pela hipersecreo mucosa. O estreitamento brnquico intermitente, causado pela contrao do msculo liso brnquico, pelo edema da mucosa e pela hipersecreo mucosa. A hiper-responsividade brnquica a resposta broncoconstritora exagerada ao estmulo que seria incuo em pessoas normais. A hiper-responsividade brnquica a resposta broncoconstritora exagerada ao estmulo que seria incuo em pessoas normais.Irreversvel: A inflamao crnica da asma um processo no qual existe um ciclo contnuo de agresso e reparo que pode levar a alteraes estruturais irreversveis, isto , o remodelamento das vias areas. A inflamao crnica da asma um processo no qual existe um ciclo contnuo de agresso e reparo que pode levar a alteraes estruturais irreversveis, isto , o remodelamento das vias areas. Processo inflamatrio Manifestaes clnico-funcionais caractersticas da doena
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  • Risco de persistncia at a idade adulta aumenta com: Risco de persistncia at a idade adulta aumenta com: Gravidade da doena Atopia Tabagismo Gnero feminino Risco de persistncia at a idade adulta aumenta com: Risco de persistncia at a idade adulta aumenta com: Gravidade da doena Atopia Tabagismo Gnero feminino
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  • Sibilncia recorrente na infncia e recorrncia de asma na vida adulta se relacionam com: Sibilncia recorrente na infncia e recorrncia de asma na vida adulta se relacionam com: Eczema nos trs primeiros meses de vida Pai ou me com asma Sibilncia sem resfriado Eosinofilia > 3% (sem parasitose) Sibilncia recorrente na infncia e recorrncia de asma na vida adulta se relacionam com: Sibilncia recorrente na infncia e recorrncia de asma na vida adulta se relacionam com: Eczema nos trs primeiros meses de vida Pai ou me com asma Sibilncia sem resfriado Eosinofilia > 3% (sem parasitose)
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  • Sugerido por um ou mais sintomas Sugerido por um ou mais sintomas dispnia tosse crnica sibilncia opresso ou desconforto torcico, sobretudo noite ou nas primeiras horas da manh variabilidade dos sintomas, o desencadeamento de sintomas por irritantes inespecficos (como fumaas, odores fortes e exerccio) ou por aeroalrgenos (como caros e fungos), piora dos sintomas noite e a melhora espontnea ou aps o uso de medicaes especficas para asma. a asma de incio recente em adultos pode estar relacionada com exposies ocupacionais. Sugerido por um ou mais sintomas Sugerido por um ou mais sintomas dispnia tosse crnica sibilncia opresso ou desconforto torcico, sobretudo noite ou nas primeiras horas da manh variabilidade dos sintomas, o desencadeamento de sintomas por irritantes inespecficos (como fumaas, odores fortes e exerccio) ou por aeroalrgenos (como caros e fungos), piora dos sintomas noite e a melhora espontnea ou aps o uso de medicaes especficas para asma. a asma de incio recente em adultos pode estar relacionada com exposies ocupacionais.
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  • Exame fsico inespecfico Exame fsico inespecfico Testes Testes Espirometria (antes e depois de usar boncodilatadores) Broncoprovocao Medidas seriadas do pico do fluxo expiratrio (PFE) Exame fsico inespecfico Exame fsico inespecfico Testes Testes Espirometria (antes e depois de usar boncodilatadores) Broncoprovocao Medidas seriadas do pico do fluxo expiratrio (PFE)
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  • Espirometria: teste usado para medir a dilatao dos brnquios, medindo a quantidade de ar que uma pessoa consegue exalar aps uma inspirao profunda, e alm de medir qual a velocidade da expirao. Espirometria: teste usado para medir a dilatao dos brnquios, medindo a quantidade de ar que uma pessoa consegue exalar aps uma inspirao profunda, e alm de medir qual a velocidade da expirao. Medidor do pico do fluxo expiratrio ou peak flow. Um aparelho de peak flow mede de forma simples o pico de ar expirado. Inclusive pode ser usado em casa para melhorar o acompanhamento da asma, caso o mdico recomende. Medidor do pico do fluxo expiratrio ou peak flow. Um aparelho de peak flow mede de forma simples o pico de ar expirado. Inclusive pode ser usado em casa para melhorar o acompanhamento da asma, caso o mdico recomende. Espirometria: teste usado para medir a dilatao dos brnquios, medindo a quantidade de ar que uma pessoa consegue exalar aps uma inspirao profunda, e alm de medir qual a velocidade da expirao. Espirometria: teste usado para medir a dilatao dos brnquios, medindo a quantidade de ar que uma pessoa consegue exalar aps uma inspirao profunda, e alm de medir qual a velocidade da expirao. Medidor do pico do fluxo expiratrio ou peak flow. Um aparelho de peak flow mede de forma simples o pico de ar expirado. Inclusive pode ser usado em casa para melhorar o acompanhamento da asma, caso o mdico recomende. Medidor do pico do fluxo expiratrio ou peak flow. Um aparelho de peak flow mede de forma simples o pico de ar expirado. Inclusive pode ser usado em casa para melhorar o acompanhamento da asma, caso o mdico recomende.
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  • Utilizados clinicamente para avaliao e classificao das patologias ventilatrias pulmonares Utilizados clinicamente para avaliao e classificao das patologias ventilatrias pulmonares Capacidade Vital Forada (CVF) Capacidade Vital Forada (CVF) Volume de ar expirado forado em 1 segundo (VEF 1 ) Volume de ar expirado forado em 1 segundo (VEF 1 ) Relao VEF1/CVF Relao VEF1/CVF Utilizados clinicamente para avaliao e classificao das patologias ventilatrias pulmonares Utilizados clinicamente para avaliao e classificao das patologias ventilatrias pulmonares Capacidade Vital Forada (CVF) Capacidade Vital Forada (CVF) Volume de ar expirado forado em 1 segundo (VEF 1 ) Volume de ar expirado forado em 1 segundo (VEF 1 ) Relao VEF1/CVF Relao VEF1/CVF http://www.osvaldo.med.br/medicina/fisioclin1/32_Espirometria.pdf
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  • Motivos Motivos Estabelecer o diagnstico Documentar a intensidade da obstruo ao fluxo areo Monitorar o curso da doena e as modificaes decorrentes do tratamento Motivos Motivos Estabelecer o diagnstico Documentar a intensidade da obstruo ao fluxo areo Monitorar o curso da doena e as modificaes decorrentes do tratamento
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  • Vo Volume de ar que permanece nos pulmes aps uma expirao vigorosa Quantidade extra de ar que pode ser expirada foradamente ao final da expirao do volume corrente Volume de ar inspirado ou expirado em cada respirao normalVolume extra de ar que pode ser inspirado acima do volume corrente http://www.osvaldo.med.br/medicina/fisioclin1/32_Espirometria.pdf
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  • CAPACIDADE VITAL FORADA (CVF): o volume de ar eliminado durante expirao forada, partindo-se de uma inspirao mxima o volume de ar eliminado durante expirao forada, partindo-se de uma inspirao mxima Normal: igual ou maior que 80% do estimado para a pessoa Normal: igual ou maior que 80% do estimado para a pessoa Idade, sexo, altura Idade, sexo, altura CAPACIDADE VITAL FORADA (CVF): o volume de ar eliminado durante expirao forada, partindo-se de uma inspirao mxima o volume de ar eliminado durante expirao forada, partindo-se de uma inspirao mxima Normal: igual ou maior que 80% do estimado para a pessoa Normal: igual ou maior que 80% do estimado para a pessoa Idade, sexo, altura Idade, sexo, altura
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  • http://www.osvaldo.med.br/medicina/fisioclin1/32_Espirometria.pdf
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  • VOLUME DE AR EXPIRADO FORADO EM 1 SEG (VEF 1 ): o volume expirado no 1 segundo da CVF o volume expirado no 1 segundo da CVF Mede o fluxo das vias areas de grosso e mdio calibres Mede o fluxo das vias areas de grosso e mdio calibres o mais utilizado para avaliao do fluxo expiratrio em doenas obstrutivas o mais utilizado para avaliao do fluxo expiratrio em doenas obstrutivas VOLUME DE AR EXPIRADO FORADO EM 1 SEG (VEF 1 ): o volume expirado no 1 segundo da CVF o volume expirado no 1 segundo da CVF Mede o fluxo das vias areas de grosso e mdio calibres Mede o fluxo das vias areas de grosso e mdio calibres o mais utilizado para avaliao do fluxo expiratrio em doenas obstrutivas o mais utilizado para avaliao do fluxo expiratrio em doenas obstrutivas
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  • 0 1 2 3 4 5 6 7 4321043210 VEF 1 VEF 1 / CVF = 80% CVF Inspirao mxima NORMAL A 0 1 2 3 4 5 6 7 4321043210 VEF 1 VEF 1 / CVF = 47% CVF OBSTRUO DAS VIAS AREAS B Volume pulmonar de troca (litros) Segundos Adaptado de:http://www.osvaldo.med.br/medicina/fisioclin1/32_Espirometria.pdf
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  • Relao VEF1/CVF = 0,8 (valor ideal) ndice que permite relacionar o valor do VEF1 e a CVF. ndice que permite relacionar o valor do VEF1 e a CVF. Normal em valores iguais ou maiores que 0,8 Em pessoas idosas pode diminuir para valores de 0,7 Um ndice de 0,8 significa que 80% do ar da capacidade vital forada pode ser expirado no primeiro segundo Relao VEF1/CVF = 0,8 (valor ideal) ndice que permite relacionar o valor do VEF1 e a CVF. ndice que permite relacionar o valor do VEF1 e a CVF. Normal em valores iguais ou maiores que 0,8 Em pessoas idosas pode diminuir para valores de 0,7 Um ndice de 0,8 significa que 80% do ar da capacidade vital forada pode ser expirado no primeiro segundo
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  • FLUXO EXPIRATRIO FORADO MXIMO (FEFMX): Representa o fluxo mximo de ar durante a manobra de capacidade vital forada. Esta grandeza tambm denominada de pico de fluxo expiratrio (PFE). Representa o fluxo mximo de ar durante a manobra de capacidade vital forada. Esta grandeza tambm denominada de pico de fluxo expiratrio (PFE). FLUXO EXPIRATRIO FORADO MXIMO (FEFMX): Representa o fluxo mximo de ar durante a manobra de capacidade vital forada. Esta grandeza tambm denominada de pico de fluxo expiratrio (PFE). Representa o fluxo mximo de ar durante a manobra de capacidade vital forada. Esta grandeza tambm denominada de pico de fluxo expiratrio (PFE).
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  • Diagnstico de asma Diagnstico de asma Reduo da relao VEF 1 / CVF Demonstrao de reversibilidade, parcial ou completa, aps a inalao de um broncodilatador de curta ao. VEF 1 aumenta pelo menos: Diagnstico de asma Diagnstico de asma Reduo da relao VEF 1 / CVF Demonstrao de reversibilidade, parcial ou completa, aps a inalao de um broncodilatador de curta ao. VEF 1 aumenta pelo menos:
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  • Uma espirometria normal no exclui o diagnstico de asma Uma espirometria normal no exclui o diagnstico de asma Quando a histria clnica caracterstica, mas a espirometria normal, o paciente deve ser considerado como tendo asma e, quando necessrio, deve ser tratado Quando a histria clnica caracterstica, mas a espirometria normal, o paciente deve ser considerado como tendo asma e, quando necessrio, deve ser tratado Nos casos de dvida persistente, encaminhar para o especialista Nos casos de dvida persistente, encaminhar para o especialista Uma espirometria normal no exclui o diagnstico de asma Uma espirometria normal no exclui o diagnstico de asma Quando a histria clnica caracterstica, mas a espirometria normal, o paciente deve ser considerado como tendo asma e, quando necessrio, deve ser tratado Quando a histria clnica caracterstica, mas a espirometria normal, o paciente deve ser considerado como tendo asma e, quando necessrio, deve ser tratado Nos casos de dvida persistente, encaminhar para o especialista Nos casos de dvida persistente, encaminhar para o especialista
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  • No caso de suspeitos com espirometria normal, o diagnstico pode ser confirmado pela demonstrao da hiperresponsividade das vias areas No caso de suspeitos com espirometria normal, o diagnstico pode ser confirmado pela demonstrao da hiperresponsividade das vias areas Inalao de broncoconstritores (metacolina, carbacol e histamina) Broncoprovocao com exerccio No caso de suspeitos com espirometria normal, o diagnstico pode ser confirmado pela demonstrao da hiperresponsividade das vias areas No caso de suspeitos com espirometria normal, o diagnstico pode ser confirmado pela demonstrao da hiperresponsividade das vias areas Inalao de broncoconstritores (metacolina, carbacol e histamina) Broncoprovocao com exerccio
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  • Um teste de broncoprovocao qumica negativo, em sintomticos, exclui o diagnstico de asma como causa destes sintomas Um teste de broncoprovocao qumica negativo, em sintomticos, exclui o diagnstico de asma como causa destes sintomas A hiperresponsividade das vias areas no exclusiva de asma A hiperresponsividade das vias areas no exclusiva de asma Um teste de broncoprovocao qumica negativo, em sintomticos, exclui o diagnstico de asma como causa destes sintomas Um teste de broncoprovocao qumica negativo, em sintomticos, exclui o diagnstico de asma como causa destes sintomas A hiperresponsividade das vias areas no exclusiva de asma A hiperresponsividade das vias areas no exclusiva de asma
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  • Mede a variao diurna exagerada do PFE Mede a variao diurna exagerada do PFE Mais simples, porm menos acurada que a verificao de hiperresponsividade na avaliao da limitao do fluxo areo Mais simples, porm menos acurada que a verificao de hiperresponsividade na avaliao da limitao do fluxo areo Durante duas semanas, medir o PFE pela manh e tarde. A diferena das medidas matinais e vespertinas dividida pelo maior valor e expressa em percentual Durante duas semanas, medir o PFE pela manh e tarde. A diferena das medidas matinais e vespertinas dividida pelo maior valor e expressa em percentual Variaes maiores que 20% so consideradas positivas Variaes maiores que 20% so consideradas positivas Mede a variao diurna exagerada do PFE Mede a variao diurna exagerada do PFE Mais simples, porm menos acurada que a verificao de hiperresponsividade na avaliao da limitao do fluxo areo Mais simples, porm menos acurada que a verificao de hiperresponsividade na avaliao da limitao do fluxo areo Durante duas semanas, medir o PFE pela manh e tarde. A diferena das medidas matinais e vespertinas dividida pelo maior valor e expressa em percentual Durante duas semanas, medir o PFE pela manh e tarde. A diferena das medidas matinais e vespertinas dividida pelo maior valor e expressa em percentual Variaes maiores que 20% so consideradas positivas Variaes maiores que 20% so consideradas positivas
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  • Avalia grandes vias areas, esforodependente, produz medidas de m qualidade e os valores variam entre diversos aparelhos. Avalia grandes vias areas, esforodependente, produz medidas de m qualidade e os valores variam entre diversos aparelhos.
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  • So essencialmente clnicos: So essencialmente clnicos: Episdios frequentes de sibilncia (mais de um por ms) Tosse ou sibilos que ocorrem noite ou cedo, pela manh, provocados por riso ou choro intenso, ou exerccio fsico Tosse sem relao com viroses Atopia, principalmente rinite alrgica ou dermatite atpica Histria familiar de asma ou atopia Boa resposta clnica a 2 -agonistas inalatrios, associados ou no a corticides orais ou inalatrios So essencialmente clnicos: So essencialmente clnicos: Episdios frequentes de sibilncia (mais de um por ms) Tosse ou sibilos que ocorrem noite ou cedo, pela manh, provocados por riso ou choro intenso, ou exerccio fsico Tosse sem relao com viroses Atopia, principalmente rinite alrgica ou dermatite atpica Histria familiar de asma ou atopia Boa resposta clnica a 2 -agonistas inalatrios, associados ou no a corticides orais ou inalatrios
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  • Crianas menores de cinco de idade Rinossinusite Rinossinusite Doena pulmonar crnica da prematuridade e malformaes congnitas Doena pulmonar crnica da prematuridade e malformaes congnitas Fibrose cstica, bronquiectasias, bronquiolite obliterante ps- infecciosa e discinesia ciliar Fibrose cstica, bronquiectasias, bronquiolite obliterante ps- infecciosa e discinesia ciliar Sndromes aspirativas (refluxo gastroesofgico, distrbios de deglutio, fstula traqueoesofgica e aspirao de corpo estranho) Sndromes aspirativas (refluxo gastroesofgico, distrbios de deglutio, fstula traqueoesofgica e aspirao de corpo estranho) Laringotraqueobroncomalcia, doenas congnitas da laringe (estenose e hemangioma) e anel vascular Laringotraqueobroncomalcia, doenas congnitas da laringe (estenose e hemangioma) e anel vascular Tuberculose Tuberculose Cardiopatias Cardiopatias Imunodeficincias Imunodeficincias Crianas menores de cinco de idade Rinossinusite Rinossinusite Doena pulmonar crnica da prematuridade e malformaes congnitas Doena pulmonar crnica da prematuridade e malformaes congnitas Fibrose cstica, bronquiectasias, bronquiolite obliterante ps- infecciosa e discinesia ciliar Fibrose cstica, bronquiectasias, bronquiolite obliterante ps- infecciosa e discinesia ciliar Sndromes aspirativas (refluxo gastroesofgico, distrbios de deglutio, fstula traqueoesofgica e aspirao de corpo estranho) Sndromes aspirativas (refluxo gastroesofgico, distrbios de deglutio, fstula traqueoesofgica e aspirao de corpo estranho) Laringotraqueobroncomalcia, doenas congnitas da laringe (estenose e hemangioma) e anel vascular Laringotraqueobroncomalcia, doenas congnitas da laringe (estenose e hemangioma) e anel vascular Tuberculose Tuberculose Cardiopatias Cardiopatias Imunodeficincias Imunodeficincias
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  • Crianas acima de cinco anos e adultos Rinossinusite Rinossinusite Sndrome de hiperventilao alveolar e sndrome do pnico Sndrome de hiperventilao alveolar e sndrome do pnico Obstruo de vias areas superiores (neoplasias e aspirao de corpo estranho) Obstruo de vias areas superiores (neoplasias e aspirao de corpo estranho) Disfuno das cordas vocais Disfuno das cordas vocais DPOC e outras doenas obstrutivas das vias areas inferiores (bronquiolites, bronquiectasias e fibrose cstica) DPOC e outras doenas obstrutivas das vias areas inferiores (bronquiolites, bronquiectasias e fibrose cstica) Doenas difusas do parnquima pulmonar Doenas difusas do parnquima pulmonar Insuficincia cardaca diastlica e sistlica Insuficincia cardaca diastlica e sistlica Doenas da circulao pulmonar (hipertenso e embolia) Doenas da circulao pulmonar (hipertenso e embolia) Crianas acima de cinco anos e adultos Rinossinusite Rinossinusite Sndrome de hiperventilao alveolar e sndrome do pnico Sndrome de hiperventilao alveolar e sndrome do pnico Obstruo de vias areas superiores (neoplasias e aspirao de corpo estranho) Obstruo de vias areas superiores (neoplasias e aspirao de corpo estranho) Disfuno das cordas vocais Disfuno das cordas vocais DPOC e outras doenas obstrutivas das vias areas inferiores (bronquiolites, bronquiectasias e fibrose cstica) DPOC e outras doenas obstrutivas das vias areas inferiores (bronquiolites, bronquiectasias e fibrose cstica) Doenas difusas do parnquima pulmonar Doenas difusas do parnquima pulmonar Insuficincia cardaca diastlica e sistlica Insuficincia cardaca diastlica e sistlica Doenas da circulao pulmonar (hipertenso e embolia) Doenas da circulao pulmonar (hipertenso e embolia)
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  • - Valorizar a queixa de tosse ou dificuldade respiratria. - Observar se existem sinais ou sintomas de alerta. - Identificar crianas em situaes de risco. - Perguntar sobre febre e medir temperatura axilar. Se > 37,8, medicar com dipirona antes de encaminhar consulta mdica. - Perguntar sobre a histria pregressa de asma ou bronquite ou uso freqente de broncodilatadores. - Contar a freqncia respiratria durante um minuto com a criana no colo da me, sem chorar e afebril. - Valorizar a taquipnia como indicador de pneumonia. SESMG, 2005
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  • A Pletismografia ou Prova de Funo Pulmonar Completa um tipo de exame mais abrangente que avalia a funo pulmonar do paciente, por meio de variaes da presso dentro da cabine na qual o paciente permanece durante a realizao do exame. A Pletismografia ou Prova de Funo Pulmonar Completa um tipo de exame mais abrangente que avalia a funo pulmonar do paciente, por meio de variaes da presso dentro da cabine na qual o paciente permanece durante a realizao do exame. Diferentemente da Prova de Funo Pulmonar Simples ou Espirometria, que usada de forma preventiva durante a realizao de um check-up ou em problemas pulmonares mais leves como a asma, a Pletismografia destinada deteco de doenas intersticiais do pulmo, avaliaes pr-operatrias e no seguimento de pacientes com problemas respiratrios. Diferentemente da Prova de Funo Pulmonar Simples ou Espirometria, que usada de forma preventiva durante a realizao de um check-up ou em problemas pulmonares mais leves como a asma, a Pletismografia destinada deteco de doenas intersticiais do pulmo, avaliaes pr-operatrias e no seguimento de pacientes com problemas respiratrios. A Pletismografia ou Prova de Funo Pulmonar Completa um tipo de exame mais abrangente que avalia a funo pulmonar do paciente, por meio de variaes da presso dentro da cabine na qual o paciente permanece durante a realizao do exame. A Pletismografia ou Prova de Funo Pulmonar Completa um tipo de exame mais abrangente que avalia a funo pulmonar do paciente, por meio de variaes da presso dentro da cabine na qual o paciente permanece durante a realizao do exame. Diferentemente da Prova de Funo Pulmonar Simples ou Espirometria, que usada de forma preventiva durante a realizao de um check-up ou em problemas pulmonares mais leves como a asma, a Pletismografia destinada deteco de doenas intersticiais do pulmo, avaliaes pr-operatrias e no seguimento de pacientes com problemas respiratrios. Diferentemente da Prova de Funo Pulmonar Simples ou Espirometria, que usada de forma preventiva durante a realizao de um check-up ou em problemas pulmonares mais leves como a asma, a Pletismografia destinada deteco de doenas intersticiais do pulmo, avaliaes pr-operatrias e no seguimento de pacientes com problemas respiratrios. http://www.hospitalsiriolibanes.org.br