PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2011-2015 plano de desenvolvimento institucional 2011-2015 3

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    CEP 88501-103 – Fone 49-32894000 – www.sle.br

    Dezembro de 2010

    Avenida Marechal Floriano, 947, Centro, Lages, Santa Catarina CEP 88501-103 – Fone/Fax 49-3289.4000 - www.sle.br

    PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2011-2015

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    Diretor Geral Geovani Broering

    Diretor Administrativo-Financeiro

    Soraya Lemos Erpen Broering

    Superintendente Acadêmico Roberto Lopes da Fonseca

    Coordenador de Pesquisa e Extensão

    Renato Rodrigues

    Procurador Geral Ceniro Ferreira de Sousa

    Secretário Acadêmico

    Aujor Rogério Tigre Filho

    Coordenadores de Curso Administração: José Correia Gonçalves

    Ciência da Computação: Márcio José Sembay Ciências Biológicas: Renato Rodrigues

    Ciências Contábeis: Ceniro Ferreira de Sousa Comunicação Social: Gilberto Bombardieri

    Direito: Caroline Ribeiro Bianchini Economia: Roberto Lopes da Fonseca

    Educação Física: Francisco José Fornari de Sousa Enfermagem: Magali Tagliari Graf Farmácia: Orozimbo Furlan Junior

    Fisioterapia: Geciely Munaretto Fogaça de Almeida História: Renato Rodrigues

    Matemática: Renato Rodrigues Medicina Veterinária: Vanessa Massumi Kaneko

    Pedagogia: Renato Rodrigues Psicologia: Tânia Aparecida Furtado de Sousa Tecnologia em Fotografia: Gilberto Bombardieri

    Tecnologia em Logística: Roberto Lopes da Fonseca Tecnologia em Rede de Computadores: Márcio José Sembay

    Tecnologia em Segurança no Trabalho: Roberto Lopes da Fonseca

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    Apresentação

    O que distingue os homens de outros seres vivos é a sua capacidade de antever o produto de

    seu trabalho, antes de sua materialização. O ato de planejar, portanto, é um ato inerente ao ser

    humano, a partir do qual estabelece o futuro que deseja construir, que caminhos percorrerá e de que

    forma realizará as ações.

    Trata-se de um processo cíclico e permanente de análise, planificação, ação e avaliação,

    buscando eficiência na utilização dos recursos disponíveis, eficácia na consecução dos objetivos e

    metas e efetividade do ponto de vista do desenvolvimento sustentável para a sociedade local.

    Assim, no presente Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI são apresentadas as ações

    a serem desenvolvidas no período de 2011 a 2015 pela comunidade acadêmica das Faculdades

    Integradas FACVEST, derivadas dos objetivos propostos.

    Com a elaboração do presente PDI busca-se consolidar a real vocação institucional da

    FACVEST de atender os anseios da comunidade acadêmica e sociedade em geral e de consolidar-se

    como uma Instituição de Ensino Superior que seja referência na região sul e em todo o Brasil.

    A construção do PDI alicerçou-se nos relatórios de avaliação institucional produzidos pela

    Comissão Própria de Avaliação – CPA, nos quais a comunidade acadêmica e alguns representantes

    da sociedade civil puderam expressar suas críticas, mas também sugestões de melhoria em relação à

    organização didático-pedagógica, ao corpo docente e às instalações. Tal construção foi realizada de

    forma participativa para permitir que vários olhares sob ângulos distintos possam enriquecer o

    processo de planejamento, buscando coletivamente elevar o patamar de qualidade dos cursos e dos

    serviços oferecidos pela FACVEST.

    A estruturação do PDI orientou-se pela legislação educacional vigente, especialmente a

    Portaria 4.361, de 29/12/2004, o Decreto Nº. 5.773/2006 e a Portaria Normativa nº 40, de 12/12/2007.

    Sensível, pois, à evidenciada necessidade de oferecer à Região dos Campos de Lages

    cursos de graduação e pós-graduação de qualidade, assim como contribuir através dos programas de

    extensão universitária com a comunidade em que atua, é que a FACVEST, com seus recursos de

    espaço físico, tecnologia, pedagogia e pessoas, propõe-se a apresentar o presente Plano de

    Desenvolvimento Institucional.

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    2. PERFIL INSTITUCIONAL

    Inserção Regional

    Os Campos de Lages constituem-se na maior zona geográfica do Estado de Santa Catarina,

    caracterizado pela existência de campos naturais que cobrem planícies e coxilhas, interrompidas por

    vales fluviais com vegetação de grande porte. O teto do relevo catarinense encontra-se nessa região,

    no chamado “Campo dos Padres”. As manchas de campos naturais exerceram importante influência

    na ocupação das áreas do Planalto Meridional, não somente porque facilitaram a penetração e a

    comunicabilidade, mas também porque se constituíram em zonas criatórias.

    No século XVII, caçadores de índios ou “apresadores” já conheciam esses campos. Mais

    tarde, os jesuítas introduziram o gado e o comércio de couro tornou-se promissor. Naquele tempo o

    gado proliferava à solta, multiplicava-se abundantemente, quase sem dono. O povoamento da região

    se deu em função das flutuações dos mercados de couro e carne e de uma organização da atividade

    de “caça ao gado” que evoluiu para empreendimentos criatórios.

    Uma bandeira colonizadora, liderada pelo Capitão Antônio Corrêa Pinto, fundou o núcleo de

    Lages, em 1776. Embora o plano de colonização não possuísse objetivo claro e eminentemente

    econômico, uma vez que estava intimamente ligada às campanhas militares do sul, a comercialização

    do gado deu à região uma referência.

    As pastagens naturais funcionaram, a princípio, como área de invernada, mais tarde

    organizada em estâncias que consolidariam as bases da ocupação criatória, complexa do ponto de

    vista dos ocupantes. O Planalto Campestre é área de expansão bandeirante, mas também é área de

    larga influência gaúcha. Os “caminhos do gado” deram origem a vários núcleos de povoamento, como

    São Joaquim, Campos Novos, Curitibanos etc.

    Lages nasceu sob a necessidade do comércio do gado nos fins do século XVIII, feito entre

    estancieiros gaúchos e paulistas, centrando-se em uma área bem definida, ainda hoje com

    características marcadamente pecuaristas. Na medida em que se consolidava como ponto de

    passagem entre áreas de economia diferente (gaúcha e paulista), ampliou sua função de cidade-pólo

    estabelecendo-se, com algum rigor, como “capital do planalto”, atraindo fazendeiros e homens do

    campo, ávidos por melhores condições de vida social.

    Concomitantemente, as atividades industriais desenvolvidas na orla marítima estenderam-se

    a alguns centros do planalto, especialmente Lages, diversificando suas atividades e libertando-a aos

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    poucos do exclusivismo da criação de gado. Desta forma, Lages ingressou no setor agrícola e

    industrial madeireiro.

    Com o tempo, a atividade industrial evoluiu da indústria extrativista madeireira para a de

    beneficiamento e desta para a indústria de produtos alimentícios (leite e derivados) e outras. A

    agricultura diversificou suas lavouras para as de trigo, soja, milho e batata-semente e para a

    fruticultura de clima temperado (maçã, a