Pap ctb (guardado automaticamente) (2)

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  • 1. -194310-185420Escola Secundria Professor Jos Augusto Lucas
    Relatrio
    O Ms Contabilstico
    1005840202565
    Trabalho Elaborado por:
    Ricardo Marques n. 14
    Curso tcnico de Contabilidade
    Acompanhante do Estgio:
    Antnio Rodrigues
    Coordenador de Estgio:
    Augusto Guerra
    ndice
    I Introduo 1
    II Caracterizao da Empresa . 2
    III Identificao dos Funcionrios . 3
    IV Constituio da Empresa 4,5
    1.1. Balancete de Verificao de Dezembro 6
    V Organizao contabilstica 11
    O que o SNC . ...12
    VII- Dirios
    Dirio 1 Caixa 13
    Dirio 2 Bancos . 23
    Dirio 3 - Fornecedores 40
    Dirio 4 Vendas . 48
    Balancete de verificao de Janeiro 55
    Instrumentos do sistema de Normalizao Contabilstica 56
    Conceitos de Contabilidade . 57
    Gastos e rendimentos60
    Estimativa do imposto . 62
    Balano 63
    Concluso 64
    Bibliografia .65
    Anexos:
    SNC .66
    IVA Do Gasleo .75
    Contabilidade geral .77
    O que a demonstrao de resultados .79
    Amortizaes 80
    Acrscimos e diferimentos .81
    I Introduo
    Este trabalho foi realizado no mbito da prova de aptido profissional (PAP), com o objectivo de concluir o curso profissional Tcnico de Contabilidade. A minha escolha do tema recaiu sobre o ms contabilstico j que permitiu-me por em prtica os conhecimentos contabilsticos que adquiri nos ltimos 3 anos, na Escola Secundria Jos Augusto Lucas. Com este trabalho pretendo demonstrar como se processa um ms contabilstico, irei dizer como se organizam os documentos por dirios, acompanhados por uma breve explicao de cada lanamento contabilstico. Os documentos que irei apresentar neste trabalho referem-se exclusivamente ao ms de Janeiro.

    II CARACTERIZAO DA EMPRESA
    • Identificao geral

Nome: Firmals, Lda
Sede: rua da Papoila n.2 A 2715-323
Concelho: Pero Pinheiro
Distrito: Lisboa
Telefone: 21456013
Fax: 213678909

  • Identificao Fiscal

Contribuinte Fiscal: n 501890455
Cdigo do servio de Finanas: 1567
NIF do Tcnico Oficial de Contas: 214166234
NIF de representao Legal: 102674580
Sede: Portugal Continental
Regime do IVA: Mensal

  • Identificao Comercial

Actividade: dedica-se especializao em moldes para plsticos
Natureza Jurdica: Sociedade por Quotas
Capital Social: 50 000,00
Moeda Base: Euro

  • Outros Dados

2. Segurana Social: n 11326305411 3. NIB: 003456450023142790013 4. Nmero de Funcionrios: 2 Ano: 2010 5. III IDENTIFICAO DOS FUNCIONRIOS 6. Nome:Andreia MartinsMorada:Rua Sampaio Bruno, N10Localidade:LisboaCdigo Postal:1350-119Telemvel:960159843NIB:100567000980078000000N de Contribuinte:102906459Idade:47Estado Civil:SolteiroFuno:Scio-GerenteSegurana Social:Segurana Social da Empresa:IRS:N de Benef:1145 6271 331Remunerao Bruta:2.500,00 Nome:Joo BarrosMorada:Rua Antnio Fonseca, N3Localidade:Lisboa Cdigo Postal:1350-290Telemvel:960119847NIB:2130007867009867671N de Contribuinte:121 890 312Idade:47Estado Civil: SolteiroFuno:Scio-GerenteSegurana Social:Segurana Social da EmpresaIRSN de Benef:1105 1115 890Remunerao Bruta:2.500,00 CONSTITUIO DA EMPRESA
A empresa Firmals, Lda uma sociedade por quotas com sede em Lisboa, e cuja actividade principal dedicar-se especializao em moldes para plsticos. Tendo como objectivo obter uma imagem verdadeira e apropriada da situao financeira da empresa, a empresa tem em conta os princpios contabilsticos enumerados a seguir:

  • Princpio contabilstico da continuidade considera-se que a empresa opera continuamente, com durao ilimitada, ou seja vai continuar a operar por vrios anos ou por tempo indefinido.

7. Princpio da Consistncia este princpio, tem a ver com a possibilidade de comparao, no tempo e no espao, das informaes prestadas. Logo deve haver consistncia de mtodos e critrios ao longo do perodo de vida da Empresa e tambm deve ser feita uma tentativa de harmonizao de mtodos e critrios entre a generalidade das empresas. 8. Princpio do custo histrico este princpio tem a ver com a determinao do valor de um activo que deve ser calculado com referncia ao seu valor de aquisio, em contabilidade este custo usado como medida de esforo financeiro dispendido com vista ao acesso a recursos que originaro proveitos futuros. 9. Princpio da prudncia significa que possvel integrar nas contas um grau da precauo ao fazer estimativas exigidas em condies de incerteza sem, contudo, permitir a criao de reservas ocultas ou provises excessivas, ou a deliberada quantificao de activos e proveitos por defeito ou de passivos e custos por excesso. Se houver uma perda dever ser registada. 10. Princpio da especializao De acordo com este princpio, os proveitos e os custos so reconhecidos quando obtidos ou incorridos, independentemente do seu recebimento ou pagamento, ou seja devem estar registados no mesmo ano a que dizem respeito. 11. Esta empresa foi constituda por dois scios com o capital social de 50.000 , realizado na sua totalidade, tendo os dois scios uma participao equitativa no capital. Com essa participao do capital no incio da actividade foi necessrio efectuar os seguintes lanamentos: pela subscrio de capital onde se debitaram as contas dos scios, 264 Subscritores de Capital (26421 Andreia Martins e 26422 Joo Barros) com 25.000,00 cada, em contrapartida creditaram-se as contas do capital 51 (51101 Andreia Martins e 51102- Joo Barros) com 25.000,00 cada; e pela realizao do capital, onde se creditaram as contas 26421 e 26422 (tendo ficado devidamente saldadas) em contrapartida debitou-se a conta 1201 Banco BPI. 12. Assim, se apresenta esquematicamente, o primeiro lanamento da Empresa: 13. Firmals, Lda.Emisso ContabilidadeDocumento N 1102Dezembro2009DESCRIO DE LANAMENTOContas a DebitarContas a CreditarValoresPela subscrio do CapitalScio Andreia Martins264215110125.000,00Scio Joo Barros264225110225.000,00Pela realizao do capital12012642125.000,0012012642225.000,00Uma vez referida a constituio da empresa, bem como a subscrio de capital social e a realizao do mesmo, foram efectuados os movimentos efectuados os movimentos no ms de Dezembro atravs do Balancete de Verificao.
Balancete de Verificao de Dezembro
O balancete de Verificao uma tcnica bastante utilizada pelos responsveis pelaContabilidadepara verificar se oslanamentos contabilsticos realizados no perodo esto correctos. Este instrumento, embora de muita utilidade, no detectar toda a amplitude de erros que possam existir noslanamentos contabilsticos. Todos os meses a empresa elabora o balancete que no mais que um resumo da contabilidade da informao contabilstica dos meses anteriores.
-1064260226695
-994410-442595
-33718543180
Organizao Contabilstica
Uma empresa, para ser bem sucedida na sua actividade comercial, alm de ter de respeitar os princpios contabilsticos com rigor, deve estar bem organizada para que se consiga tirar o mximo partido da empresa, porque com a devida organizao, evitasse perdas de tempo e uma forma de sintetizar e explicar melhor os documentos.
As empresas devem utilizar diversos Dirios com a finalidade de separar os tipos de documentos, que possam aparecer no seu dia-a-dia. Os dirios a utilizar no caso desta empresa so o dirio 1- caixa, dirio 2- bancos, dirio 3- compras e dirio 4 vendas.
Com os documentos devidamente inseridos nos respectivos Dirios, e aps a sua classificao, vou inserir os dados num programa contabilstico, visto que permite-me realizar inmeras operaes e apresenta grandes vantagens, como por exemplo o manuseamento simples e de ascendncia rpida.
Nos documentos, a sua organizao ser feita por datas, e irei numerar os documentos por datas, aps estarem organizados por ordem crescente. Assim sendo estamos prontos para fazer os lanamentos contabilsticos.
O que o SNC
O SNC entendido pelos especialistas da rea como um instrumento essencial para garantir a comparabilidade nas decises de investimento em diferentes mercados, sendo essa comparabilidade sustentada por normas de reconhecimento, mensurao, apresentao e de relato comuns a todas as empresas. O prprio diploma define este novo sistema como um modelo de normalizaoassente mais em princpios do que em regras explcitase que se pretende emsintonia com as normas internacionais de contabilidadeemitidas pelo IASB e adoptadas na Unio Europeia (UE), bem como coerente com a Quarta Directiva 78/660/CEE do Conselho, de 25 de Julho de 1978, e a Stima Directiva 83/349/CEE do Conselho, de 13 de Junho de 1983, que constituem os principais instrumentos de harmonizao no domnio contabilstico na UE. Tal coerncia encontra-se, alis, garantida partida, uma vez que o processo de adopo na UE das normas internacionais de contabilidade implica o respeito pelos critrios estabelecidos no n. 2 do art. 3. do Regulamento (CE) n. 1606/2002, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho.Conclui-se, pois, que o modelo de normalizao contabilstica nacional caracteriza-se pela afinidade com a legislao contabilstica da Unio Europeia (UE), associada com as normas internacionais de contabilidade Internacional Acounting Standart (IAS) e com as International Financial Reporting Standards (IFRS) emitidas pelo Internacional Accounting Standards Board (IASB), mantendo-se, contudo, algumas caractersticas prprias, como o exemplo de um cdigo de contas auxiliar.
IV Dirio 1 Caixa
Explicao do Dirio
Neste dirio registam-se os pagamentos pela Empresa que normalmente so despesas de baixo valor:
As contas a movimentar so:
- Conta 62 Fornecimentos e servios externos
- Conta 11 Caixa
Os aumentos na Conta caixa podem provir de vrias Fontes, tais como recebimentos de clientes ou vendas a dinheiro a clientes. As trans