PALEOLTICO/ NOMADISMO PALEOLTICO/ NOMADISMO NEOLTICO/ SEDENTARISMO NEOLTICO/ SEDENTARISMO...

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  • PALEOLTICO/ NOMADISMO PALEOLTICO/ NOMADISMO NEOLTICO/ SEDENTARISMO NEOLTICO/ SEDENTARISMO TCNICAS CIDADES
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  • INTERFERNCIA GEOGRFICA
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  • ESTADO GOVERNANTE BUROCRATAS SOLDADOS SACERDOTES
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  • A CIVILIZAO EGPCIA Terra dos Faras
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  • A Ddiva do Nilo
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  • As Cheias do Nilo De junho a outubro as chuvas so torrenciais nas cabeceiras do Rio Nilo, no Lago Vitria. No fim do perodo chuvoso, de outubro a novembro, o rio volta a ocupar o seu leito normal, comeando de abril at maio o perodo de colheita dos produtos agricultveis. Com a terra frtil se produziam plantas nativas como o ltus e o papiro. O Nilo foi tambm fonte de vida das populaes que usavam das suas guas para a pesca. Para aproveitamento das guas vrias obras pblicas foram construdas para o aproveitamento das guas do Rio Nilo, como diques e canais. Graas necessidade de bom aproveitamento do solo frtil, os egpcios tornaram-se especialistas no conhecimento da matemtica e da geometria.
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  • O Antigo Imprio (3200 a.C. a 2200a.C.) Esse quadro natural fez o vale e o delta do Nilo ser habitado por volta de 5000 a.C. Essas comunidades rudimentares surgidas no neoltico foram chamadas de nomos. Os nomos, eram comunidades independentes chefiadas por governadores, os nomarcas. Por sua vez, o crescimento da regio levou diviso dos nomos em dois reinos. Por volta de 3200 a.C., um desses nomarcas, Mens, unificou os dois reinos. Se auto-intitulou FARA ( A Grande Casa), dando incio ao governo Dinstico. Os historiadores costumam chamar esse perodo de Antigo, o primeiro dos trs perodos histricos do Antigo Egito. A historia do Egito dividida basicamente em 6 partes: poca Tanita, Antigo Imprio, Mdio Imprio, Novo Imprio, Baixo Imprio e poca Ptolemaica. Mas pode ser dividida tambm em dinastias, ou seja famlias diferentes que governaram o Egito. O filho primognito virava fara quando seu pai morria. O novo Fara se cassava com sua irm. A poca Tanita foi o comeo do Egito, quando Mens unificou o pas. Foi nessa poca que os reis foram considerados filhos de R (O deus Sol) e construdas as primeiras pirmides. O primeiro a criar uma pirmide foi o rei Djezer e seu arquiteto Imhotep. Um outro fara, Snefer, inspirado nessa pirmide construiu trs pirmides, para abrigar a mmia do rei.. O filho (Kufu ou Keops), o neto (Quefrem) e o bisneto (Mikerinos) de Snefer construram as magnficas pirmides de Giz. A famlia da 5 dinastia talvez tenha sido a famlia mais poderosa, mas um perodo de anarquia ps fim ao Antigo Imprio.
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  • As Pirmides Pirmide do Sol de Teotihuacn Pirmide de Quops em Giz
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  • O Fara Com a unificao o Fara tornou-se o Supremo Mandatrio com os poderes em suas mos. O Fara nomeava os governadores das provncias, mandava cobrar os impostos, dirigia as obras hidrulicas, fazia a paz e a guerra. Alm disso, era o Sacerdote Supremo, administrador da justia, comandante do exrcito, distribuidor da riqueza, garantindo assim, o controle sobre tudo e todos. O Fara era considerado um Deus Vivo, filho do deus-Sol, Amon-R, assim, atravs da religio e com o apoio da Classe Sacerdotal, o seu poder tornou-se um poder sacralizado. Desta forma, a Monarquia Faranica conseguiu perdurar ao longo de quase trs mil anos. A populao era comumente convocada a trabalhar nas obras pblicas desenvolvidas pelo Fara e sua famlia, como pirmides e templos funerrios. A intensa religiosidade que se desenvolveu no Egito favoreceu a preservao do poder do fara numa ordem social de carter Teocrtico. Portanto, o Fara personificou a teoria poltico-religiosa da monarquia egpcia onde o rei era literalmente o centro de todas as coisas, o Deus Vivo na Terra. Aps sua morte o rei-fara deveria ser mumificado para ser preservado para a vida eterna.
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  • Mumificao: a lenda de Osris chacalokapi aardvark orix FARA ANUBIS DUAT TOTH MAAT Primeiro, o corpo era levado para um local conhecido como ibu ou o lugar da purificao. Os embalsamadores lavavam o corpo com essncias aromticas, e com gua do Nilo. Se fazia um corte no lado esquerdo do corpo do embalsamado e removia os rgos internos. O corao reconhecido como o centro da inteligncia e fora da vida era mantido no lugar mas o crebro era retirado atravs do nariz e jogado fora. O corpo era empacotado e coberto com natro, um tipo de sal, e largado para desidratar durante 40 dias. Os rgos remanescentes eram armazenados em jarras canpicas, para serem sepultados junto com a mmia. IMSETY fgado HAPY pulmes DUAMUTEF estmago QEBEHSENUEF intestinos Aps 40 dias o corpo era lavado com gua do Nilo. Depois era coberto com leos aromticos para manter a pele elstica. Os rgos internos desidratados eram enrolados em linho e recolocados na mmia. O corpo tambm era recoberto com serragem e folhas secas.
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  • O Mdio Imprio (2100 a.C. a 1750 a.C.) A histria do Mdio Imprio egpcio tem incio com o retorno do governo centralizado pelas mos do fara, Mentuhotep II. O Fara chegou ao poder contra a resistncia dos nomarcas que defendiam a manuteno do regime descentralizado. Nessa mesma fase de reestruturao da autoridade faranica, a cidade de Tebas passou a ser capital do imprio. A estabilidade experimentada durante essa fase possibilitou o crescimento populacional, a realizao de colheitas abundantes. Alm disso, houve grandes projetos arquitetnicos com a construo de tumbas, templos majestosos e florescimento da literatura. Toda essa prosperidade entretanto, acabou atraindo povos asiticos que acabaram invadindo o Egito, a exemplo de semitas hebreus e hicsos. Os hicsos, conhecedores do cavalo e tticas militares permaneceram no Egito por cerca de 200 anos juntamente tambm com os hebreus. Foram consequncias da permanncia dos hicsos no Egito: 1. Vulgarizaram o uso do bronze at ento raramente empregado no pas; 2. Substituram a liga de bronze importada, pela de cobre- arsnico; 3. Introduziram a roda de oleiro aperfeioada; 4. O tear vertical; 5. O boi indiano (Zebu), mais resistente que o boi egpcio; 6. Novas culturas de hortalias e frutas at ento desconhecidas no Egito; 7. Uso do cavalo e do carro de guerra; 8. A roda mais leve de arcos compostos; 9. Novas formas de cimitarras - sabre oriental de lmina curva; 10. Novas armas e tticas militares; 11. Forma de danar modificada em relao aos perodos anteriores.
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  • O Novo Imprio (1580 a.C. a 1085 a.C.) Em 1570 a.C., o Fara Amsis I (Nebpehtire), inaugura a 18. Dinastia, com a expulso dos hicsos e dos nbios, ampliando as suas fronteiras at a terceira catarata. Embora durante dois sculos, houvesse uma boa convivncia com os hebreus, aps a sada dos hicsos os hebreus foram escravizados. As datas que periodizam essa cativeiro so imprecisas, mas acredita-se que foi por volta de 1290 a.C., no perodo de Ramss II. Com Tutms III (1480-1448 a.C.), o Egito chegou ao auge de sua ampliao territorial atingindo a quarta catarata e at o rio Eufrates na sia. Contudo, foi com Amenfis IV (1377-1358 a.C.), que o Egito viveu uma revoluo religiosa. Amenfis IV, considerado o deus hertico, lutando contra o poder excessivo dos sacerdotes de Amon, tentou estabelecer o culto monotesta a Aton, o crculo solar. O prprio fara mudou seu nome de Amenfis (Amen-hotep), para Akhenaton ( Aquele que agrada a Aton) e mudou a capital para Akhetaton ( Horizonte do disco solar). Akhenaton desencadeou uma perseguio aos antigos deuses e, em particular, aos deuses que estavam associados cidade de Tebas (Amon, Mut e Khonsu). Akhenaton casou-se com Nerfetiti, numa unio que parecia ter sido imposta pela poltica, mas entre ambos se desenvolveu um afeto sem antecedentes entre as esposas reais. Amen-hotep iniciou um programa de obras pblicas. Em volta do templo de Amon em Karnak (Tebas) mandou construir quatro templos dedicados a Aton. O reinado de Akhenaton assistiu emergncia da chamada "arte amarniana", que se caracteriza pelo naturalismo e pelo realismo. Entretanto, o fara sendo um pacifista acabou por perder algumas fronteiras importantes para inimigos poderosos, como nbios, fencios e hititas. Alm disso, o fara no possua filhos homens, o que parecia um mal sinal dos deuses. Aproveitando essa fragilidade os sacerdotes de Amon, depuseram Amenfis e outorgaram a coroa ao jovem Tutankhamon (Aquele que vive em Amon). O jovem fara assumiu o trono com apenas 9 anos, servindo apenas como substituto escolhido por uma poderosa elite sacerdotal, morrendo 10 anos depois, em 1352 a.C. Ficou mundialmente conhecido pela riqueza de artefatos encontrados em sua tumba real, contudo foi apenas u fantoche dos interesses de sacerdotes e de visires. Mas, as maiores conquistas militares se deram no governo de Ramss II (1292-1225 a.C.). Ramss II, governou por 70 anos, teve 59 filhas e 79 filhos e dezenas de esposas, embora tenha sido Nefertari, me de seu primognito, Amen-hotep I. Aps a morte de, Ramss II, foram poucos os momentos de estabilidade, dando incio ao declnio. Em 1100 a.C., o Egito foi novamente dividido em Alto e Baixo Egito, facilitando o avano de conquistadores: assrios (662a.C.), por Assurbanipal. Com Psamtico I (655-610 a.C.), houve um breve momento de reflorescimento denominado renascimento sata. Com o Fara Necao, o Egito ainda intensificou o comrcio, que atingiu as costas do Mar Vermelho, Oceano ndico chegando s costas da frica do Sul. Mas depois de Necao, o Egito sofreu disputas polticas envolvendo desde burocratas at sacerdotes. O descontrole somadas s rebelies camponesas, enfraqueceram definitivamente o Imprio, permitindo invases estrangeiras, como a dos persas. Em 525 a.C., Cambises conquistou o Egito, na Batalha de Pelusa, destronando o Fara Psamtico III. O Egito se tornou apenas uma provnc