Noticirio 29 01 15

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  • O DEBATEDIRIO DE MACA

    www.odebateon.com.br

    Maca (RJ), quinta-feira29 de janeiro de 2015Ano XXXIX, N 8618Fundador/Diretor: Oscar Pires

    WANDERLEY GIL KAN MANHES

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    QUATRO LINHAS DE 10 CARACTERES

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    R$ 1,00

    EDITORIA, PG.X EDITORIA, PG.X EDITORIA, PG.X

    ESPORTE GERALKAN MANHES

    Brinquedo est interditado devido a avarias

    Comea venda de ingressos no Estdio

    Parque alvo de vandalismo e abandono

    Confronto entre Maca e Flamengo acontece no sbado (31) PG. 7

    Parque da Cidade ainda apresenta problemas PG. 9

    WANDERLEY GIL

    Confronto no sbado (31) marcar estreia do Maca Esporte no Campeonato Carioca

    KAN MANHES

    WANDERLEY GIL

    KAN MANHES

    Produto torna-se ameaa nas praias

    CIDADE

    Brincadeira que atrai dezenas de adultos e crianas, nas noites de quartas e sbados, nas areias da Praia Campista, soltar pipa pode se transformar em ameaa, quando utilizado o cerol. Linhas com o produ-to esto sendo descartadas no mesmo local em que diversas pessoas praticam atividades f-sicas beira-mar. Alguns atletas chegam a se cortar, situao que requer interveno do poder pblico. PG. 2

    Procura por material escolar no comrcio macaense cresce na semana que antecede o incio do ano letivo. PG. 6

    Linha descartada na praia

    Trnsito ser reorganizado

    Motociclista vtima de linha de cerol no Morro de Santa Mnica

    PREFEITOS PREPARAM CIDADES

    Incidente que causou leses no pescoo e nas mos do condutor da moto reacende alerta sobre riscos de utilizao de cacos de vidro na fabricao de material utilizado em linha de soltar pipa PG. 5

    Realizada na noite de ontem, a Audincia Pblica so-bre o licenciamento prvio das obras de duplicao da BR 101, no trecho entre Maca e Ca-simiro de Abreu, contou com a importante contribuio de representantes da indstria do petrleo, setor que defende a realizao das obras como forma de reduzir custos para a economia regional. Membros da Comisso Municipal da Fir-jan e da Associao Comercial e Industrial de Maca (Acim) estiveram presentes na reunio realizada pelo Ibama, no audit-rio do Colgio Estadual Matias Neto. O momento foi impor-tante para garantir a execuo do projeto em um dos trechos mais necessrios para a cadeia produtiva do petrleo local. O licenciamento relativo ao tre-cho compreendido entre o km 144,2 e o km 190,3. PG. 3

    A organizao das cida-des do Norte Fluminense, que sofrem a influncia da reali-zao da Brasil Oshore, tam-bm possui espao de destaque entre os temas debatidos pelos prefeitos dos municpios que unificaram discursos polticos e administrativos atravs do comit regional formado nesta semana em Maca. Neste ano,

    a feira abre a possibilidade de reestruturao da indstria do petrleo, a partir das novas propostas de negcios, com vo-lume estimado em R$ 1 bilho. Esse potencial exige dos muni-cpios da regio a preparao necessria para receber cerca de 50 mil pessoas que devem circular, durante os quatro dias de realizao da Brasil Osho-

    re, nos pavilhes do Centro de Convenes Jornalista Rober-to Marinho. Entre as pautas que precisam ser discutidas de forma integrada pelas cidades, como Maca e Rio das Ostras, est a mobilidade urbana, um dos setores que mais sofrem a influncia da realizao da ter-ceira maior feira do petrleo mundial. PG. 3

    Representantes da indstria e membros da sociedade civil organizada participaram da Audincia Pblica realizada na noite de ontem

    Brasil Offshore ajudar a gerar negcios do petrleo, alm de movimentar cadeia de servios

    ECONOMIA

    NDICETEMPO

    COTAO DO DLAR

    EDITORIAL 4

    PAINEL 4

    GUIA DO LEITOR 4

    ESPAO ABERTO 4

    CRUZADINHA C2

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    CINEMA C2

    AGENDA C2

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    POLTICA POLCIA GERAL CADERNO DOIS

    Estudo de viabilidade tcnica preparado

    Funcionrios de pizzaria so assaltados

    Termina hoje inscrio para o ProUni

    Forr anima a noite da cidade

    Relatrio ser encaminhado Secretaria de Aviao Civil PG. 3

    Suspeitos fugiram de moto em direo Favela da Linha PG. 5

    Programa oferece auxlio para acesso a universidades PG. 10

    Ritmo da Bahia invade a Toca do Babau, na sexta (30) CAPA

    POLTICA

    Cresce nmero de vendas em papelarias

    WANDERLEY GIL

    FALTA DE CAIXA PODE AFETAR OBRAS NO AEROPORTO

    MORADORES ESTO SEM GUA H 15 DIAS

    EXCESSO DE CONSUMO PROVOCA DESPERDCIO

    POLTICA, PG.3 CIDADE, PG.10 GERAL, PG.9

    POLTICA

    Indstria reitera demanda por obras

  • O DEBATE DIRIO DE MACA2 Maca, quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

    Cidade

    Crime em todo o pas

    NOTA

    Audincia definir obras na BR 101 em Maca. Reunio tratar da fase de licenciamento para duplicao em trecho de 40 km da rodovia.

    KAN MANHES

    Prefeitura diz que ir enviar uma equipe ao local para verificar as denncias feitas pela populao

    MEIO AMBIENTE

    Linhas de pipa deixadas na areia viram uma ameaaFrequentadores da Praia Campista denunciam o uso indevido do cerol no local Marianna Fontesmarifontes@odebateon.com.br

    Um dos trechos do litoral macaense preferido pela populao tem sido alvo de preocupao para os fre-quentadores, principalmente para quem adepto prtica de atividades fsicas ao ar livre. Isso ocorre porque o trecho en-tre a Praia Campista e o incio da Orla do Cavaleiros tem sido o local escolhido para quem curte soltar pipa. Apesar de ser considerada

    uma das mais antigas em todo o planeta, essa brincadeira tem se tornado uma ameaa para os frequentadores e para o meio ambiente. Tudo isso ocorre porque os pipeiros, como so popularmente conhecidos, dei-xam para trs as linhas por toda a faixa de areia. Eles se renem todas s quartas-feiras e aos s-bados, no perodo da noite.Segundo o relato de algumas

    pessoas que se exercitam ali,

    a maioria delas est com uma grande quantidade de cerol (mistura de p de vidro com co-la), o que torna isso ainda mais perigoso. A gente utiliza meias para fazer as atividades aqui porque a visibilidade noite muito pequena. E nem sempre isso adianta. J houve vrios ca-sos de pessoas que se cortaram por conta das linhas. Quando a gente encontra uma, ns reti-ramos, mas isso nem sempre possvel, frisa Maria de Ftima. Na manh de ontem (28),

    a equipe de reportagem de O DEBATE esteve no local, onde pde comprovar as denncias feitas ao jornal. Em um peque-no trecho, prximo a estrutura do Fest Vero, foram encontra-das mais de 20 linhas com cerol, a maioria delas escondida sob a areia. Alm dos frequentadores, a

    linha com cerol tambm repre-senta riscos para o meio am-biente, principalmente para os animais. As aves so as maiores

    vtimas dessa irresponsabili-dade. Algumas chegam a ter as asas mutiladas, o que impossi-bilita o seu retorno natureza. Mas no s na praia que a

    populao deve tomar cuidado em relao a essa prtica. O ce-rol uma substncia que pode matar, ferir, causar danos na fia-o eltrica e at derrubar avi-es e helicpteros. Em Maca, os motociclistas so as maiores vtimas desses acidentes, sendo que alguns so fatais. Procurada pela nossa equi-

    pe, a prefeitura informou que a Guarda Municipal enviaria uma equipe ao local para verificar a denncia. No entanto, ela escla-rece que, mesmo em festivais de pipa, o uso do cerol proibido.

    LEI MUNICIPAL PROBE O USO DO CEROLA utilizao do cerol crime

    em todo o Brasil. Diante disso, a Prefeitura de Maca sancio-nou em maro do ano passado a Lei Municipal n 4.031/2014,

    que dispe sobre a disciplina, comercializao e o uso desse tipo de material em Maca. De acordo com o art 1, fica

    expressamente proibida a co-mercializao e o uso do cerol, ou qualquer outro material danoso nas linhas de pipa, em todo territrio do municpio. A lei tambm ressalta que a au-toridade pblica providenciar a apreenso e incinerao das pipas e linhas com a substncia. O art 3 frisa que, em caso de

    acidentes por conta do uso in-devido desse material, quando identificado o responsvel, ser aplicada uma multa de 150 UR-Ms, sem prejuzo de outras san-es cabveis em conformidade com a legislao vigente.O pargrafo nico ressalta

    que em caso de menor de ida-de, a sano administrativa ser aplicada ao seu responsvel le-gal, que dever ser identificado durante a diligncia pelos agen-tes da autoridade.J os estabelecimentos que

    comercializarem esse tipo de material estaro sujeitos s se-guintes penalidades: na primei-ra ocorrncia - advertncia es-

    crita com prazo de 10 (dez) dias para regularizao; na segunda ocorrncia - multa de 150 a 300 URMs; havendo reincidncia a partir da segunda ocorrncia - cassao do alvar de localiza-o e funcionamento do estabe-lecimento.A lei diz que a aplicao de

    multa no excluir ao rgo competente de impor outras penalidades a que o infrator

    estiver sujeito, devendo a fisca-lizao levar ao conhecimento da autoridade policial a prtica de ilcito criminal decorrente de uso de material proibido. O art. 6 dispe que a prefei-

    tura, atravs dos rgos com-petentes, vai promover aes permanentes de controle, vigi-lncia e fiscalizao aos estabe-lecimentos que comercializa-rem esse tipo de produto.

    Alm da lei municipal, o uso de cerol configura como crime, previsto no artigo 132 do Cdi-go Penal Brasileiro. Se pego em flagrante, o cidado pode ser preso e autuado, por, de forma consciente, expor terceiros ao perigo. A pena de trs meses a um ano de deteno.

    Se o infrator for menor de idade, os pais ou responsveis respondero pelo ato. Nesse caso, eles tambm podem ser enquadrados no artigo 249 do ECA (Estatuto da Criana e do Adolescente), por permitir que o

    menor brinque com substncia perigo