NBR 10898/99 - Sistema de Ilumina§£o de Emergncia

download NBR 10898/99 - Sistema de Ilumina§£o de Emergncia

of 24

  • date post

    11-May-2015
  • Category

    Design

  • view

    5.035
  • download

    44

Embed Size (px)

Transcript of NBR 10898/99 - Sistema de Ilumina§£o de Emergncia

  • 1.Cpia no autorizadaSET 1999NBR 10898Sistema de iluminao de emergncia ABNT-Associao Brasileira de Normas Tcnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28 andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Fax: (021) 220-1762/220-6436 Endereo Telegrfico: NORMATCNICACopyright 1999, ABNTAssociao Brasileira de Normas Tcnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservadosOrigem: Projeto NBR 10898:1998 CB-24 - Comit Brasileiro de Segurana contra Incndio CE-24:204.01 - Comisso de Estudo de Sistema de Iluminao de Emergncia NBR 10898 - Emergency lighting system Descriptor: Emergency lighting Esta Norma substitui a NBR 10898:1990 Vlida a partir de 01.11.1999 Palavra-chave: Iluminao de emergnciaSumrio 1 Objetivo 2 Referncias normativas 3 Definies 4 Composio 5 Funo 6 Instalaes especiais 7 Simbologia 8 Projeto e instalao do sistema 9 Manuteno 10 Medidas e aferies 11 Aceitao do sistema ANEXOS A Abrangncia da iluminao B Baterias para sistemas de segurana - Iluminao de emergncia C Quadro para o clculo da capacidade da bateria D Lista dos itens para verificao prtica do sistema E reas ou locais de alto risco de acidentesPrefcio A ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas - o Frum Nacional de Normalizao. As Normas Brasileiras, cujo contedo de responsabilidade dos Comits Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalizao Setorial (ONS), so elaboradas por Comisses de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratrios e outros). Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbito dos CB e ONS, circulam para Consulta Pblica entre os associados da ABNT e demais interessados.24 pginasEsta Norma contm os anexos A, B e C, de carter normativo, e os anexos D e E, de carter informativo.1 Objetivo Esta Norma fixa as caractersticas mnimas exigveis para as funes a que se destina o sistema de iluminao de emergncia a ser instalado em edificaes, ou em outras reas fechadas sem iluminao natural.2 Referncias normativas As normas relacionadas a seguir contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para esta Norma. As edies indicadas estavam em vigor no momento desta publicao. Como toda norma est sujeita a reviso, recomenda-se queles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a convenincia de se usarem as edies mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informao das normas em vigor em um dado momento. NBR 5410:1997 - Instalao eltrica de baixa tenso NBR 5413:1992 - Iluminao de interiores - Procedimento NBR 5456:1987 - Eletricidade geral - Terminologia NBR 5461:1991 - Iluminao - Terminologia NBR 6146:1980 - Invlucros de equipamentos eltricos - Proteo - Especificao

2. Cpia no autorizadaNBR 10898:19992NBR 7192:1998 - Elevadores eltricos - Elevadores de passageiros, elevadores de carga, monta-carga e elevadores de maca - Projeto, fabricao e instalao NBR 7195:1995 - Cores para segurana - Procedimento NBR 8662:1984 - Identificao por cores de condutores eltricos nus e isolados - Procedimento NBR 9077:1993 - Sada de emergncia em edifcios - Procedimento NBR 14100:1998 - Proteo contra incndio - Smbolos grficos para projetos3.11 iluminao de emergncia: Iluminao que deve clarear reas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo reas de trabalho e reas tcnicas de controle de restabelecimento de servios essenciais e normais, na falta de iluminao normal. A intensidade da iluminao deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuao das pessoas, levando em conta a possvel penetrao de fumaa nas reas. O sistema de iluminao de emergncia deve: a) permitir o controle visual das reas abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se;3 Definiesb) manter a segurana patrimonial para facilitar a localizao de estranhos nas reas de segurana pelo pessoal da interveno;Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definies das NBR 5461 e NBR 9077, e as seguintes:c) sinalizar inconfundivelmente as rotas de fuga utilizveis no momento do abandono do local;3.1 autonomia do sistema: Tempo mnimo em que o sistema de iluminao de emergncia assegura os nveis de iluminncia exigidos.d) sinalizar o topo do prdio para a aviao comercial.3.2 estado de flutuao: Estado em que a bateria de acumuladores eltricos recebe uma corrente necessria para a manuteno de sua capacidade nominal. 3.3 estado de viglia do sistema: Estado em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminao de emergncia) est pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede eltrica da concessionria. 3.4 estado de funcionamento do sistema: Estado no qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m), efetivamente, os dispositivos da iluminao de emergncia. 3.5 estado de repouso do sistema: Estado no qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. Tanto inibido manualmente com religamento automtico ou atravs de clula fotoeltrica, para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergncia, quando do escurecimento da noite. 3.6 fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia eltrica ao(s) ponto(s) de luz de emergncia na falta ou falha de alimentao na rede eltrica da concessionria. 3.7 fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido aps 2 min de funcionamento do sistema. 3.8 fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido aps o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 3.9 iluminao auxiliar: Iluminao destinada a permitir a continuao do trabalho, em caso de falha do sistema normal de iluminao. Por exemplo: centros mdicos, aeroportos, metr, etc. 3.10 iluminao de ambiente ou aclaramento: Iluminao com intensidade suficiente para garantir a sada segura de todas as pessoas do local em caso de emergncia.Em casos especiais, a iluminao de emergncia deve garantir, sem interrupo, os servios de primeirossocorros, de controle areo, martimo, ferrovirio e outros servios essenciais instalados. O tempo de funcionamento do sistema de iluminao de emergncia deve garantir a segurana pessoal e patrimonial de todas as pessoas na rea, at o restabelecimento da iluminao normal, ou at que outras medidas de segurana sejam tomadas. No caso do abandono total do edifcio, o tempo da iluminao deve incluir, alm do tempo previsto para a evacuao, o tempo que o pessoal da interveno e de segurana necessita para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate em caso de incndio. Este tempo deve ser respaldado pela documentao de segurana do edifcio aprovada pelo usurio e do poder pblico. Devem ser respeitadas as limitaes da viso humana, com referncia s condies fisiolgicas da viso diurna e noturna e o tempo de adaptao para cada estado. A variao da intensidade de iluminao no pode ser superior ao valor de 20:1. 3.12 iluminao de balizamento ou de sinalizao: Iluminao de sinalizao com smbolos e/ou letras que indicam a rota de sada que pode ser utilizada neste momento. 3.13 sinalizao especial para aviao comercial: (ver exigncias da Aeronutica). 3.14 condio de permanncia de iluminao dos pontos dos sistemas 3.14.1 iluminao permanente: Aquela onde, nas insta-laes de iluminao de emergncia, as lmpadas de iluminao de emergncia so alimentadas pela rede eltrica da concessionria, sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentao de energia alternativa, em caso de falta e/ou falha da fonte normal. 3. Cpia no autorizada3NBR 10898:19993.14.2 iluminao no permanente: Aquele onde, nas instalaes de iluminao de emergncia, as lmpadas de iluminao de emergncia no so alimentadas pela rede eltrica da concessionria e, s em caso de falta da fonte normal, so alimentadas automaticamente pela fonte de alimentao de energia alternativa.3.15 ponto de luz: Dispositivo constitudo de lmpada(s) ou outros dispositivos de iluminao, invlucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que tm a funo de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalizao. 3.16 rede de alimentao: Conjunto de condutores eltricos, dutos e demais equipamentos empregados na transmisso de energia do sistema, inclusive a sua proteo. A fiao troncal interliga todas as fiaes ramais fonte de energia de iluminao de emergncia. Esta fiao pode ser projetada na forma normal ou em forma de anel, com duas ou mais entradas possveis de energia e, em caso de interrupo ou de curto-circuito, isola o defeito, fazendo dois circuitos comuns do anel. A fiao ramal interliga uma ou vrias luminrias com a fiao troncal. Deve conter meios de separar lmpadas do circuito troncal em caso de curto-circuito (por exemplo, por queima de uma luminria) sem interromper a alimentao para as demais luminrias. 3.17 rota de sada: Caminho livre de obstculos e materiais inflamveis, definido para ser percorrido em caso de abandono do local, para alcanar um ambiente seguro ou uma rea externa da edificao, atravs de corredores, rampas, escadas, etc. 3.18 tempo de comutao: Intervalo de tempo entre a interrupo da alimentao da rede eltrica da concessionria e a entrada em funcionamento do sistema de iluminao de emergncia. 3.19 rede eltrica da concessionria: a energia eltrica fornecida pela concessionria do municpio, a qual opera independente da vontade do usurio.4 Composio 4.1 Tipos de sistemas Para o efeito de aplicao desta Norma so aceitos os seguintes tipos de sistemas: a) conjunto de blocos autnomos (instalao fixa); b) sistema centralizado com baterias; c) sistema centralizado com grupo motogerador;4.2 Conjunto de blocos autnomos 4.2.1 So aparelhos de iluminao de emergncia constitudos de um nico invlucro adequado, contendo lmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares e:a) fonte de energia com carregador e controles de superviso; b) sensor de falha na tenso alternada, dispositivo necessrio para coloc-lo em funcionamento, no caso de interrupo de alimentao da rede eltrica da concessionria ou na falta de uma iluminao adequada. 4.2.2 Os blocos autnomos devem atender s exigncias desta Norma e normas especficas desses equipamentos. 4.2.