Mem³ria de Clculo de Estrutura - proj HG CHAMNCULO

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Memória de cálculo preliminar do projecto do HG Chamanculo

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Memria de Clculo de Estruturae,Critrios de Dimensionamento

Empresa Moambicana de Servios, S.A.R.L.

Pg. 6Memria de Clculo e Critrios de Dimensionamento

ProjectoRequalificao e Reabilitao do Hospital Geral de Chamanculo

DataNovembro de 2015

Projecto de Requalificao e Reabilitao do Hospital Geral de Chamanculo - Cidade de MaputondiceI.MEMRIA DE CLCULO DE ESTRUTURA11.INTRODUO12.ELEMENTOS DE BASE13.CONDICIONAMENTOS23.1.CONDICIONAMENTOS GEOLGICO-GEOTCNICOS23.2.CONDICIONAMENTOS DE ARQUITECTURA E ESPECIALIDADES23.3.CONDICIONAMENTOS CONSTRUTIVOS33.4.OUTROS CONDICIONAMENTOS34.SOLUO ESTRUTURAL3II.CRITRIOS GERAIS DE DIMENSIONAMENTO51.SEGURANA. REGULAMENTAO52.SEGURANA EM RELAO AOS ESTADOS LIMITES LTIMOS52.1.ESTRUTURAS DE BETO ARMADO52.1.1.ESTADO LIMITE LTIMO DE RESISTNCIA52.1.2.ESTADO LIMITE DE UTILIZAO62.1.3.ESFOROS DE DIMENSIONAMENTO62.2.ESTRUTURAS DE METLICAS62.2.1.ESTADO LIMITE LTIMO DE RESISTNCIA62.2.2.ESTADO LIMITE DE UTILIZAO72.2.3.ESFOROS DE DIMENSIONAMENTO73.ACES73.1.ACES PERMANENTES73.2.ACES VARIVEIS83.2.1.SOBRECARGAS DISTRIBUDAS83.2.2.VENTO93.2.3.ACO SSMICA94.FUNDAES115.DISPOSIES FINAIS11

Projecto de Requalificao e Reabilitao do Hospital Distrital de Marrupa Provncia do Niassa

MEMRIA DE CLCULO DE ESTRUTURAINTRODUO A presente memria descritiva e justificativa refere-se aos elementos estruturais do projecto para as obras de Construo das novas instalaes e Requalificao do Hospital Geral de Chamaculo que se pretende levar a cabo, tendo por finalidade a anlise estrutural dos edifcios e de forma a conceber estruturas que desempenham as funes a que se destinam durante o perodo de vida prevista, com graus de segurana adequados, sem perder de vista as componentes econmicas e em certos casos, estticas.O edifcios desenvolver-se-o em 2 pisos e vrios blocos isolados em piso nico, compostos por elementos de beto verticais e horizontais articulados entre si por meio de ligaes rgidas que do a estabilidade do edifcio.As fundaes constitudas por sapatas, e outros elementos verticais (pilares) e os horizontais (vigas lintis) sero em beto armado e as suas seces consequentes aos esforos a que os mesmos sero solicitados.Na presente memria sero referenciadas: os elementos que serviram de base para a concepo da estrutura; as normas e regulamentos seguidos para a concepo e dimensionamento da estrutura do edifcio; os principais condicionamentos considerados no desenvolvimento do projecto; os tipos e classes dos materiais para a execuo e; os modelos de clculo adoptados para o dimensionamento estrutural.ELEMENTOS DE BASEServiram de base para o presente projecto os seguintes elementos: Projecto de Execuo de Arquitectura desenvolvido pela CENTRA, 2015; Projecto das demais Especialidades, e; Reunies de coordenao entre as diversas Especialidades; CONDICIONAMENTOSCONDICIONAMENTOS GEOLGICO-GEOTCNICOSConsiderou-se que a fundao do edifcio seria do tipo directo com tenses de contacto mximas da ordem de 200kPa, correspondendo este cenrio a uma das piores situaes possveis. Foi ainda definida uma soluo de pavimento trreo que permite a minimizao dos efeitos da possvel presena de nvel fretico elevado ou eventualmente fortes chuvadas.CONDICIONAMENTOS DE ARQUITECTURA E ESPECIALIDADESAs definies planimtrica e altimtrica da estrutura seguem o estipulado nas Peas Desenhadas do projecto de Arquitectura. Foram compatibilizados com a Arquitectura e restantes Especialidades os principais condicionamentos estruturais, destacando-se: A mtrica estrutural; A localizao dos equipamentos e principais couretes tcnicas nos pavimentos, e; As dimenses de todos os elementos estruturais no Edifcio, tais como espessura de lajes, vigas de fachada, pilares, ncleos e escadas.Relativamente aos ductos na laje de cobertura no representados nas peas de projecto, devero ser respeitados os seguintes critrios: Sempre que possvel, localizar os ductos a mais de 1.50m para cada lado do eixo dos pilares, e; Evitar sempre que possvel couretes nos alinhamentos entre pilares.CONDICIONAMENTOS CONSTRUTIVOS Os aspectos estritamente construtivos importantes na concepo desta obra que devero ser tidos em conta no seu planeamento. Destaca-se a possibilidade de repetio de solues numa estrutura que se quer modular, com as vantagens que da resultam, nomeadamente: No prazo de execuo da obra, que se pretende curto, e; E na economia da soluo em termos de materiais, mo-de-obra, rendimentos, etc. Atendendo aos vos das estruturas e respectiva altura, consideramos que se podem adoptar mtodos tradicionais de moldagem in situ, evitando deste modo a aplicao de tecnologias especiais.A execuo dos trabalhos dever contemplar critrios rigorosos na localizao das juntas construtivas, e a minimizao dos tempos de betonagem entre os diversos elementos estruturais, no sentido de minimizar os efeitos da retraco diferencial. No processo de cura dever-se- cumprir todas as especificaes da NP-EN 206, nomeadamente nos pontos 10.6 e 11, sendo os processos adaptados s condies locais. Este assunto de especial importncia dado que muito importante a minorao dos efeitos da retraco.OUTROS CONDICIONAMENTOS Para alm dos condicionamentos j listados, foram tidos em conta no desenvolvimento do estudo: Condicionamentos de qualidade, definindo nomeadamente requisitos mnimos para garantia de uma maior durabilidade, e; Aspectos econmicos associados aos custos de execuo e manuteno da obra. SOLUO ESTRUTURAL A estrutura do tipo tradicional, constituda por pilares de beto armado, que serviro de apoio aos pavimentos. O pavimento da cobertura formado por uma laje macia, com espessura constante, estando esta condicionada verificao da segurana ao punoamento.No que respeita aos elementos verticais pilares procurou-se uma distribuio regular em planta e em altura, de forma a se obter uma relao de massa/rigidez equilibrada - com o centro de rigidez (CR) prximo do centro de massa (CM). Os pilares apresentam em dimenses devidamente compatibilizados com a arquitectura, e que podem ser observados nas peas desenhadas do projecto. A soluo de fundaes adoptada directa materializada por sapatas isoladas e/ou agrupadas. As fundaes foram dimensionadas para uma tenso mxima de 150kPa. Sobre a laje de cobertura do edifcio ser ainda instalada uma estrutura metlica, para apoio da chapa de cobertura, composta por perfis principais IPE220, sobre os quais apoiam madres Cold formed Lipped Channel 75.

CRITRIOS GERAIS DE DIMENSIONAMENTO1. SEGURANA. REGULAMENTAOPara a elaborao do presente projecto estrutural foram obedecidos os preceitos dos regulamentos aplicveis na Republica de Moambique. Regulamento de Solicitaes em Edifcios e Pontes (RSA); Regulamento de Estruturas de Beto Armado e Pr-Esforado (REBAP); Regulamento de Estruturas de Ao para Edifcios (REAE)SEGURANA EM RELAO AOS ESTADOS LIMITES LTIMOSA segurana em relao aos E. L. ltimos feita em termos de esforos com base na condio Sd< Rd em que Sd e Rd designam respectivamente os valores de dimensionamento do esforo actuante e do esforo resistente. ESTRUTURAS DE BETO ARMADO A verificao dos elementos de beto armado teve como base o "Regulamento de Estruturas de Beto Armado e Pr-esforado" e o Eurocdigo 2 (EN1992-1), nomeadamente no que se refere verificao relativamente aos estados limites. Nas seces de beto armado, em geral, foram adoptadas disposies construtivas que dispensam as verificaes relativamente aos estados limites de utilizao, devendo apenas ser feita a verificao ao estado limite ltimo de resistncia.

ESTADO LIMITE LTIMO DE RESISTNCIA A verificao aos estados limites ltimos de resistncia feita segundo o princpio de que o esforo resistente de uma seco ter que ser maior que o esforo actuante de clculo. Os valores dos esforos actuantes de clculo foram determinados a partir da combinao fundamental de aces adoptando-se os coeficientes de segurana e os valores reduzidos das aces especificados no RSA. No clculo dos esforos resistentes das seces de beto armado adoptaram--se as hipteses correntes de no considerao da resistncia traco do beto e de conservao das seces planas aps a deformao. Os diagramas de clculo do beto e das armaduras consideram-se limitados aos valores das extenses: - Extenso de encurtamento do beto 0.35% - Extenso de alongamento das armaduras 1.00%

ESTADO LIMITE DE UTILIZAO A verificao dos estados limites de muito curta durao combinaes raras feita para anlise de tenses transmitidas ao solo pelos elementos de fundao. A verificao dos estados limites de curta durao combinaes frequentes feita para anlise da deformao das lajes e vigas.

ESFOROS DE DIMENSIONAMENTO Os esforos adoptados para o dimensionamento dos elementos estruturais foram obtidos atravs do programa de clculo automtico utilizado. Foram consideradas as Aces, Combinaes de Aces e os Coeficientes de Segurana estipulados no RSA. ESTRUTURAS DE METLICAS ESTADO LIMITE LTIMO DE RESISTNCIA Os valores de clculo dos esforos, utilizados nas verificaes da resistncia das seces e da segurana encurvadura dos perfis constituintes da estrutura, foram determinados com base na combinao geral de aces fundamentais:

Em que:SGi,k - esforos resultantes de aces permanentes consideradas com os seus valores caractersticos; SQi,k - esforo resultante da aco varivel base tomada com o seu valor caracterstico; SQj,k - esforos resultantes das restantes aces variveis tomadas com os seus valores caractersticos.Os coeficientes de segurana g e q, respectivamente para aces permanentes e variveis, considerados foram os seguintes: Peso prprio da estruturag = 1.50 ou 1.0 (caso mais desfavorvel).Restantes cargas permanentesg = 1.50 ou 1.0 (caso mais desfavorvel).Aces variveisq = 1.50 ou 0.0 (caso mais desfavorvel).

ESTADO LIMITE DE UTILIZAO A verificao dos estados limites de muito curta durao combinaes raras feita para anlise de tenses transmitidas ao solo pelos elementos de fundao. A verificao dos estados limites de curta durao combinaes frequentes feit