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  • 1. SAP V 4.01Manual do Sistema.O sistema de aquisio de dados de soldagem uma poderosa ferramenta para anlise do

2. SUMRIO: .1 INTRODUO. . 32 Aquisio de Sinais Instantneos. . 52.1 Grficos Sobrepostos.. 62.2 Histogramas.. 72.3- Grfico UxI.. 93 Aquisio de Sinais Mdios... 104 Tabelas 124.1 Tabela Ponto.. 124.2 Tabela Cordo.. 134.3 Tabela Ponto e Cordo.. 145 Informaes Gerais ... 155.1 Manipulao dos Grficos.. 155.2 Manipulao dos Arquivos.. 165.3 Informaes.. 165.4 Instalao do programa. 175.5 Conexo e Sinalizaes 175.6 Faixas de Medio 185.7 Recomendaes 19 3. 1 INTRODUO. .O sistema de aquisio de dados de soldagem (SAP) uma poderosa ferramenta paraanlise do processo de soldagem, tanto para o ensino e pesquisa, como para acompanhamento dosprocessos produtivos da indstria. A mesma pode operar, conforme a verso adquirida, com duasfontes de soldagem ao mesmo tempo, ou adquirir sinais de processos compostos ou hbridos comoMIG/MAG duplo arame e PLASMA/MIG.O SAP composto por uma maleta (figura 1), com sensores para medir os sinais decorrente, tenso, velocidade de arame e vazo de gs de soldagem e, por um poderoso software deaquisio destes sinais. O mesmo foi projetado para ser conectado a um LAPTOP, dado maiorflexibilidade ao usurio.Figura 1 Sistema de aquisio de dados Porttil.O SAP possui uma srie de funcionalidades, dentre elas tem-se:a) Leitura instantnea das grandezas corrente, tenso, velocidade de arame e vazo de gspara duas estaes de soldagem por at 100 s. Esta funo acessada atravs da abaGrficos Instantneos, figura 2.b) Leitura dos valores mdios das grandezas citadas para acompanhamento da produo equalidade da soldagem com amostras de 1 s por at 80 h seguidas, ou em 0.1 s por 8 h.Esta funo acessada atravs da aba Grficos das Mdias.c) Visualizao das informaes mdias atravs de tabelas com informaes brutas outratadas por cordo de solda. Esta funo acessada atravs da aba Tabela, figura 2. 4. d) Sobreposio das grandezas. Esta funo acessada atravs das abas GrficosSobrepostos 1 e Grficos Sobrepostos 2.e) Avaliar a regularidade da transferncia metlica atravs de histogramas. Esta funo acessada atravs da aba Histogramas.f) Traas o grfico da corrente pela tenso de soldagem, atravs de aba Grfico I x Ug) Visualizao rpida atravs do mostrador digital das referidas variveis, bem como, daquantidade de arame e gs consumidos, tempo soldando e potncia.Os recursos oferecidos por todas estas funcionalidades so bastante vastos, como exemplo:a) Avaliar a transferncia metlica atravs do comportamento dinmico das variveis desoldagem.b) Analisar se o equipamento de soldagem est operando de forma adequada.c) Determinar deficincias no suprimento de gs e arame.d) Fazer o rastreamento do processo de soldagem em linhas de montagem ou soldas deinspeo de forma a se observar se as variveis de soldagem se mantiveram dentro dosvalores ajustados e previstos na EPS.e) Fazer superposio de variveis em um mesmo grfico para observar correlaes ouinterferncia de uma nas outras.f) Gerar informaes por cordo de soldagem.g) Acompanhar a produtividade do soldador.Figura 2 Abas de acesso s funcionalidades do programa.O programa se subdivide em dois subsistemas. Um relativo aquisio dos sinaisinstantneos, descrito na captulo 2 (aba Grfico Instantneo) e o outro a dos sinais mdios,descrito no captulo 3 (Grfico das Mdias). Os dois subsistemas possuem um a srie defuncionalidades de anlise dos sinais, que so acessadas atravs de janelas e botes. Algumas dasfunes somente sero disponibilizadas ao se finalizar a aquisio.O acesso s janelas feito nas abas superiores, conforme j apresentado na figura 2. Porsua vez cada janela contm um conjunto de botes e campos a direita da tela.Abaixo da janela existe uma painel com indicadores digitais das variveis de soldagem e deoutras grandezas obtidas atravs das mesmas, conformo indicado na figura 3.. 5. Figura 4 Funes demanipulao dos sinaisinstantneos2 Aquisio de Sinais Instantneos. .A aquisio e o tratamento dos sinais instantneos feito a partir da aba GrficosInstantneos, conforme apresentado na figura 3.Painel dos Mostradores DigitaisFigura 3 Tela de visualizao dos sinais instantneos.O programa inicia na situao de aquisio dos sinais. O campo Tempo (s)indicado pela seta amarela permite modificar a base de tempo de visualizao do sinal.O boto Escalas permite modificar as escalas dos grficos.O boto Finalizar ir parar a aquisio, deixando acessveis os painisVisualizar e Arquivo, figura 4. Os campos T. Inicial e T. disponvel indicados atravsdas setas verdes na figura 2, definem o intervalo de tempo que contm os sinaiscapturados. Ao se iniciar o programa ou se selecionar o boto Iniciar o programa ircapturar os sinais. Caso o tempo ultrapasse 100 segundos o programa continuarcapturando os sinais, porm manter memria somente dos ltimos 100 segundos.Para se visualizar os sinais capturados pode-se utilizar o boto Confirmar, ounavegar atravs do tempo com as os botes indicados pela seta em vermelho. O sinalser traado a partir do tempo inicial definido no campo T. Inicial, com intervalo detempo definido no campo tempo (seta amarela figura 3).Para manipulao dos sinais pode-se utilizar barra de ferramentas a seguir:A utilizao da mesma apresentada no captulo 5.1.A opo Anlise detalhada (figura 4) selecionada atravs doboto Acessar, que far surgir as abas :Nopainel Arquivo esto as funes que permitem armazenar os sinais capturados em arquivo, ou ler 6. do arquivo sinais salvos anteriormente. As informaes referentes a este tpico sero descritas nocaptulo 5.2...Na Anlise detalhada possvel se sobrepor os sinais adquiridos, fazer histogramas outrao o sinal de corrente contra tenso. Aliado aos grficos tambm possvel se obterinformaes compiladas, como valores eficazes, desvios, taxas de variao de corrente e tenso, .....A funo Grficos Sobrepostos 1 permite a sobreposio dos sinais de tenso, corrente,potncia e resistncia (figura 5). J funo Grficos Sobrepostos 2 permite a sobreposio dossinais de tenso, corrente, vazo e velocidade de arame.2.1 Grficos Sobrepostos..Os grficos sobrepostos possuem escalas independentes para cada sinal, que podem seralteradas com o boto Escalas. Para visualizar o sinal necessrio pressionar o boto Carregar,que far o grfico a partir do tempo inicial definido no campo T. Inicial, com o intervalo de tempodefinido no campo Tempo. Por exemplo, se o intervalo de aquisio for de 17,40 s (Figura 5), casose deseje ver o sinal de 8 a 9 s, deve-se definir o T. Inicial = 9, e no campo Tempo se selecionar1,0 s.Ao se movimentar os cursores (setas amarelas, figura 5), ser apresentada uma janela commedidas referentes posio de cada cursor ou ao intervalo de tempo delimitado pelos mesmos. Ajanela pode ser omitida atravs do opo medidas, seta verde.O boto Zoom expande o grfico no intervalo delimitado pelos cursores.Figura 5 Tela da funcionalidade Grficos Sobrepostos 1. 7. 2.2 Histogramas..Ao selecionar-se a aba Histogramas surgir um segundo conjunto de abas (figura 6), quepermitem a visualizao dos diferentes histogramas e de um resumo de informaes sobre osmesmo.Figura 6 Abas de acesso aos histogramas.O histograma realizado entre os tempos definidos nos campos T. Inicial e T. Final,diferentemente dos outros casos onde se definia o T. Inicial e um a base de tempo. Alm dostempos, pode-se definir a limiar.A limiar define a fronteira para deteco dos eventos. No caso a limiar da corrente utilizada para determinar a partir de que valor de corrente os picos sero detectados. A limiar datenso utilizada para os demais histogramas, sendo que o valor acima define a partir de que valorsero determinados os picos de tenso, perodo e perodo de arco e abaixo do mesmo o de perodode curto circuito. O programa utiliza como default a mdia dos mesmos. Para utilizar a limiar dopainel Limiar deve-se selecionar o campo Usar indicado pela seta verte da figura 7.Ateno : O intervalo de tempo (T. Inicial e T. Final) deve ser selecionado com atenocaso se utilize a limiar default, Por exemplo, se em parte do intervalo no haver sinais de correntee tenso os valores mdios ficaro muito baixo, podendo impossibilitar a deteco pelo valordefault.Os histogramas fornecem uma informao visual sobre a regularidade de alguns parmetrosda transferncia, que pode ser tanto o pico da corrente devido ao curto-circuito, quanto a durao datransferncia metlica ou somente da fase do curto-circuito. A avaliao visual da regularidade podeser feita a partir da forma geomtrica do histograma, ou seja, quanto mais concentrado for ohistograma, maior a repetibilidade dos valores do parmetro analisado. Quanto mais irregular atransferncia, maior a variao nos parmetros. Como resultado, os histogramas tendem a formaruma figura geomtrica com uma base mais larga e com menor altura. 8. Figura 7 - Histograma de Picos de Corrente.A partir dos histogramas possvel avaliar a repetibilidade dos parmetros perodode transferncia, perodo de curto-circuito, picos de corrente. Alm da informao visual, socalculados valores numricos que servem de indicativo da regularidade da transferncia. Esteindicativo dado a partir do clculo do desvio padro e mede o afastamento dos valores individuaisdo parmetro em relao mdia. Estas informaes so apresentadas acessando-se a abaInformaes Histogramas, figura 8.Figura 8 Tela da aba Informaes Histogramas. 9. 2.3- Grfico UxI..Este grfico apresenta os valores de corrente e tenso simultaneamente, pormdiferencia-se do oscilograma de corrente e tenso por apresentar as variveis uma em funo daoutra e no mais em funo do tempo. Os valores de corrente so apresentados em relao ao eixox do grfico, e os valores de tenso em relao ao eixo y, conforme figura 9.No grfico pode-se observar a regularidade do processo, quanto mais concentrado o grfico, mais regular o processo, Figura 10..Figura 9 Tela da aba Grfico I x U..a) b)Figura 10 Grfico de corrente x.tenso.a) regular b) irregular. 10. 3 Aquisio de Sinais Mdios...A aquisio e o tratamento dos sin