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proenem.com.br HISTÓRIA EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA 1. (Enem 2014) Queijo de Minas vira patrimônio cultural brasileiro O modo artesanal da fabricação do queijo em Minas Gerais foi registrado nesta quinta-feira (15) como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O veredicto foi dado em reunião do conselho realizada no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. O presidente do Iphan e do conselho ressaltou que a técnica de fabricação artesanal do queijo está “inserida na cultura do que é ser mineiro”. Folha de S. Paulo, 15 maio 2008. Entre os bens que compõem o patrimônio nacional, o que pertence à mesma categoria citada no texto está representado em: a) b) c) d) e)
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    HISTRIA EXERCCIOS DE HISTRIA

    1. (Enem 2014) Queijo de Minas vira patrimnio cultural brasileiro O modo artesanal da fabricao do queijo em Minas Gerais foi registrado nesta quinta-feira (15) como patrimnio cultural imaterial brasileiro pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional (Iphan). O veredicto foi dado em reunio do conselho realizada no Museu de Artes e Ofcios, em Belo Horizonte. O presidente do Iphan e do conselho ressaltou que a tcnica de fabricao artesanal do queijo est inserida na cultura do que ser mineiro.

    Folha de S. Paulo, 15 maio 2008.

    Entre os bens que compem o patrimnio nacional, o que pertence mesma categoria citada no texto est representado em: a)

    b)

    c)

    d)

    e)

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    2. (Enem PPL 2014) TEXTO I

    TEXTO II Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversrio especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o Abaporu. Eles acharam que parecia uma figura indgena, antropfaga, e Tarsila lembrou-se do dicionrio tupi-guarani de seu pai. Batizou-se quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropfago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropfago e fundaram o Movimento Antropofgico.

    Disponvel em: www.tarsiladoamaral.com.br. Acesso em: 4 ago. 2012 (adaptado).

    O movimento originado da obra Abaporu pretendia se apropriar a) da cultura europeia, para originar algo brasileiro. b) da arte clssica, para copiar o seu ideal de beleza. c) do iderio republicano, para celebrar a modernidade. d) das tcnicas artsticas nativas, para consagrar sua tradio. e) da herana colonial brasileira, para preservar sua identidade. 3. (Enem 2014) A Praa da Concrdia, antiga Praa Lus XV, a maior praa pblica de Paris. Inaugurada em 1763, tinha em seu centro uma esttua do rei. Situada ao longo do Sena, ela a interseco de dois eixos monumentais. Bem nesse cruzamento est o Obelisco de Luxor, decorado com hierglifos que contam os reinados dos faras Ramss II e Ramss III. Em 1829, foi oferecido pelo vice-rei do Egito ao povo francs e, em 1836, instalado na praa diante de mais de 200 mil espectadores e da famlia real.

    NOBLAT, R. Disponvel em: www.oglobo.com Acesso em: 12 dez. 2012.

    A constituio do espao pblico da Praa da Concrdia ao longo dos anos manifesta o(a) a) lugar da memria na histria nacional. b) carter espontneo das festas populares. c) lembrana da antiguidade da cultura local. d) triunfo da nao sobre os pases africanos. e) declnio do regime de monarquia absolutista.

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    4. (Enem PPL 2014) A mitologia comparada surge no sculo XVIII. Essa tendncia influenciou o escritor cearense Jos de Alencar, que, inspirado pelo estilo da epopeia homrica na Ilada, prope em Iracema uma espcie de mito fundador do povo brasileiro. Assim como a Ilada vincula a constituio do povo helnico Guerra de Troia, deflagrada pelo romance proibido de Helena e Pris, Iracema vincula a formao do povo brasileiro aos conflitos entre ndios e colonizadores, atravessados pelo amor proibido entre uma ndia Iracema e o colonizador portugus Martim Soares Moreno.

    DETIENNE, M. A inveno da mitologia. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 1998 (adaptado).

    A comparao estabelecida entre a Ilada e Iracema demonstra que essas obras a) combinam folclore e cultura erudita em seus estilos estticos. b) articulam resistncia e opresso em seus gneros literrios. c) associam histria e mito em suas construes identitrias. d) refletem pacifismo e belicismo em suas escolhas ideolgicas. e) traduzem revolta e conformismo em seus padres alegricos. 5. (Enem PPL 2014)

    A Esttua do Laador, tombada como patrimnio em 2001, um monumento de Porto Alegre/RS, que representa o gacho (em trajes tpicos).

    Disponvel em: www.portoalegre.tur.br. Acessado em: 3 ago. 2012 (adaptado).

    O monumento identifica um(a) a) exemplo de bem imaterial. b) forma de exposio da individualidade. c) modo de enaltecer os ideais de liberdade. d) manifestao histrico-cultural de uma populao. e) maneira de propor mudanas nos costumes. 6. (Enem PPL 2014) De modo geral, os logradouros de Fortaleza, at meados do sculo XIX, eram conhecidos por designaes surgidas da tradio ou de funes e edificaes que lhes caracterizavam. Assim, chamava-se Travessa da Municipalidade (atual Guilherme Rocha) por ladear o prdio da Intendncia Municipal; S. Bernardo (hoje Pedro Pereira) por conta de igreja homnima; Rua do Cajueiro (atual Pedro Borges) por abrigar uma das mais antigas e populares rvores da capital. J a Praa Jos de Alencar, na dcada de 1850, era popularmente designada por Praa do Patrocnio, pois em seu lado norte se encontrava uma igreja homnima.

    SILVA FILHO, A. L. M. Fortaleza: imagens da cidade. Fortaleza: Museu do Cear; Secult-CE, 2001 (adaptado).

    Os atos de nomeao dos logradouros, analisados de uma perspectiva histrica, constituem a) formas de promover os nomes das autoridades imperiais. b) modos oficiais e populares de produo da memria nas cidades. c) recursos arquitetnicos funcionais racionalizao do espao urbano. d) maneiras de hierarquizar estratos sociais e dividir as populaes urbanas. e) mecanismos de imposio dos itinerrios sociais e fluxos econmicos na cidade.

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    7. (Enem 2013) No dia 1 de julho de 2012, a cidade do Rio de Janeiro tornou-se a primeira do mundo a receber ttulo da Unesco de Patrimnio Mundial como Paisagem Cultural. A candidatura, apresentada pelo Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional (Iphan), foi aprovada durante a 36 Sesso do Comit do Patrimnio Mundial. O presidente do Iphan explicou que "a paisagem carioca a imagem mais explcita do que podemos chamar de civilizao brasileira, com sua originalidade, desafios, contradies e possibilidades". A partir de agora, os locais da cidade valorizados com o ttulo da Unesco sero alvo de aes integradas visando a preservao da sua paisagem cultural.

    Disponvel em: www.cultura.gov.br. Acesso em: 7 mar. 2013 (adaptado).

    O reconhecimento da paisagem em questo como patrimnio mundial deriva da a) presena do corpo artstico local. b) imagem internacional da metrpole. c) herana de prdios da ex-capital do pas. d) diversidade de culturas presentes na cidade. e) relao sociedade-natureza de carter singular. 8. (Enem PPL 2013)

    A revoluo esttica brasiliense empurrou os designers de mveis dos anos 1950 e incio dos 60 para o novo. Induzidos a abandonar o gosto rebuscado pelo colonial, a trocar Ouro Preto por Braslia, eles criaram um mobilirio contemporneo que ainda hoje vemos nas lojas e nas salas de espera de consultrios e escritrios. Colada no uso de madeiras nobres, como o jacarand e a peroba, e em materiais de revestimento como o couro e a palhinha, desenvolveu-se uma tendncia feita de linhas retas e curvas suaves, nos moldes da capital no Cerrado.

    Disponvel em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 29 jul. 2010 (adaptado).

    A reportagem e a fotografia apresentam os mveis elaborados pelo artista Srgio Rodrigues, com um estilo que norteou o pensamento de uma gerao, desafiando a arte a a) evidenciar um novo conceito esttico por meio de formas e texturas inovadoras. b) adaptar os mveis de Braslia aos modelos das escolas europeias do incio do sculo XX. c) elaborar a decorao dos palcios da nova capital do Brasil com conceitos de linha e perspectiva. d) projetar para os palcios e edifcios da nova capital do Brasil a beleza do mobilirio tpico de Minas Gerais. e) criar o mobilirio para a capital do pas com base no luxo e na riqueza dos edifcios pblicos brasileiros.

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    9. (Enem 2013) Tendo encarado a besta do passado olho no olho, tendo pedido e recebido perdo e tendo feito correes, viremos agora a pgina no para esquec-lo, mas para no deix-lo aprisionar-nos para sempre. Avancemos em direo a um futuro glorioso de uma nova sociedade sul-africana, em que as pessoas valham no em razo de irrelevncias biolgicas ou de outros estranhos atributos, mas porque so pessoas de valor infinito criadas imagem de Deus.

    Desmond Tutu, no encerramento da Comisso da Verdade na frica do Sul. Disponvel em: http://td.camara.leg.br. Acesso em: 17 dez. 2012 (adaptado).

    No texto, relaciona-se a consolidao da democracia na frica do Sul superao de um legado a) populista, que favorecia a cooptao de dissidentes polticos. b) totalitarista, que bloqueava o dilogo com os movimentos sociais. c) segregacionista, que impedia a universalizao da cidadania. d) estagnacionista, que disseminava a pauperizao social. e) fundamentalista, que engendrava conflitos religiosos. 10. (Enem PPL 2012)

    Rompendo com as paredes retas e com a geometrizao clssica acadmica, os arquitetos modernistas desenvolveram seus projetos graas tambm a um momento de industrializao e modernizao do Brasil. Observando a imagem apresentada, analisa-se que a) Niemeyer projetou os edifcios de Braslia com a inteno de impor a arquitetura sobre a natureza, seguindo os princpios da

    arquitetura moderna. b) o Palcio da Alvorada, em Braslia, na posio horizontal, permite fazer uma integrao do edifcio com a paisagem do cerrado e o

    horizonte, um conceito de vanguarda para a arquitetura da poca. c) Niemeyer projetou o Palcio da Alvorada com colunas de linhas quebradas e rgidas, com o propsito de unir as tendncias

    recentes da arquitetura moderna, criando um novo estilo. d) os prdios de Braslia so elevados e sustentados por colunas, deixando um espao livre sob o edifcio, com o objetivo de separar

    o ambiente externo do interno, trazendo mais harmonia obra. e) Niemeyer projetou os edifcios de Braslia com espaos amplos, colunas curvas, janelas largas e grades de proteo, separando os

    jardins e praas da rea til do prdio. 11. (Enem 2012) Diante dessas inconsistncias e de outras que ainda preocupam a opinio pblica, ns, jornalistas, estamos encaminhando este documento ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de So Paulo, para que o entregue Justia; e da Justia esperamos a realizao de novas diligncias capazes de levar completa elucidao desses fatos e de outros que porventura vierem a ser levantados.

    Em nome da verdade. In: O Estado de S. Paulo, 3 fev. 1976. Apud. FILHO, I. A. Brasil, 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999.

    A morte do jornalista Vladimir Herzog, ocorrida durante o regime militar, em 1975, levou a medidas como o abaixo-assinado feito por profissionais da imprensa de So Paulo. A anlise dessa medida tomada indica a a) certeza de cumprimento das leis. b) superao do governo de exceo. c) violncia dos terroristas de esquerda. d) punio dos torturadores da polcia. e) expectativa da investigao dos culpados.

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    12. (Enem 2011)

    A anlise da tabela permite identificar um intervalo de tempo no qual uma alterao na proporo de eleitores inscritos resultou de uma luta histrica de setores da sociedade brasileira. O intervalo de tempo e a conquista esto associados, respectivamente, em a) 1940-1950 direito de voto para os ex-escravos. b) 1950-1960 fim do voto secreto. c) 1960-1970 direito de voto para as mulheres. d) 1970-1980 fim do voto obrigatrio. e) 1980-1996 direito de voto para os analfabetos. 13. (Enem 2011) Os trs tipos de poder representam trs diversos tipos de motivaes: no poder tradicional, o motivo da obedincia a crena na sacralidade da pessoa do soberano; no poder racional, o motivo da obedincia deriva da crena na racionalidade do comportamento conforme a lei; no poder carismtico, deriva da crena nos dotes extraordinrios do chefe.

    BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da poltica. So Paulo: Paz e Terra, 1999 (adaptado).

    O texto apresenta trs tipos de poder que podem ser identificados em momentos histricos distintos. Identifique o perodo em que a obedincia esteve associada predominantemente ao poder carismtico: a) Repblica Federalista Norte-Americana. b) Repblica Fascista Italiana no sculo XX. c) Monarquia Teocrtica do Egito Antigo. d) Monarquia Absoluta Francesa no sculo XVII. e) Monarquia Constitucional Brasileira no sculo XIX. 14. (Enem 2011) O caf tem origem na regio onde hoje se encontra a Etipia, mas seu cultivo e consumo se disseminaram a partir da Pennsula rabe. Aportou Europa por Constantinopla e, finalmente, em 1615, ganhou a cidade de Veneza. Quando o caf chegou regio europeia, alguns clrigos sugeriram que o produto deveria ser excomungado, por ser obra do diabo. O papa Clemente VIII (1592-1605), contudo, resolveu provar a bebida. Tendo gostado do sabor, decidiu que ela deveria ser batizada para que se tornasse uma bebida verdadeiramente crist.

    THORN, J. Guia do caf. Lisboa: Livros e livros, 1998 (adaptado).

    A postura dos clrigos e do papa Clemente VIII diante da introduo do caf na Europa Ocidental pode ser explicada pela associao dessa bebida ao a) atesmo. b) judasmo. c) hindusmo. d) islamismo. e) protestantismo.

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    15. (Enem 2011)

    Que aspecto histrico da escravido no Brasil do sc. XIX pode ser identificado a partir da anlise do vesturio do casal retratado acima? a) O uso de trajes simples indica a rpida incorporao dos ex-escravos ao mundo do trabalho urbano. b) A presena de acessrios como chapu e sombrinha aponta para a manuteno de elementos culturais de origem africana. c) O uso de sapatos um importante elemento de diferenciao social entre negros libertos ou em melhores condies na ordem

    escravocrata. d) A utilizao do palet e do vestido demonstra a tentativa de assimilao de um estilo europeu como forma de distino em

    relao aos brasileiros. e) A adoo de roupas prprias para o trabalho domstico tinha como finalidade demarcar as fronteiras da excluso social naquele

    contexto. 16. (Enem 2011)

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    Uma explicao de carter histrico para o percentual da religio com maior nmero de adeptos declarados no Brasil foi a existncia, no passado colonial e monrquico, da a) incapacidade do cristianismo de incorporar aspectos de outras religies. b) incorporao da ideia de liberdade religiosa na esfera pblica. c) permisso para o funcionamento de igrejas no crists. d) relao de integrao entre Estado e Igreja. e) influncia das religies de origem africana. 17. (Enem 2010)

    Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros esto nomes de reis.

    Arrastaram eles os blocos de pedra? E a Babilnia vrias vezes destruda. Quem a reconstruiu tantas vezes?

    Em que casas da Lima dourada moravam os construtores? Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta?

    A grande Roma est cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os csares?

    BRECHT, B. Perguntas de um trabalhador que l.

    Disponvel em: http://recantodasletras.uol.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010.

    Partindo das reflexes de um trabalhador que l um livro de Histria, o autor censura a memria construda sobre determinados monumentos e acontecimentos histricos. A crtica refere-se ao fato de que a) os agentes histricos de uma determinada sociedade deveriam ser aqueles que realizaram feitos heroicos ou grandiosos e, por

    isso, ficaram na memria. b) a Histria deveria se preocupar em memorizar os nomes de reis ou dos governantes das civilizaes que se desenvolveram ao

    longo do tempo. c) grandes monumentos histricos foram construdos por trabalhadores, mas sua memria est vinculada aos governantes das

    sociedades que os construram. d) os trabalhadores consideram que a Histria uma cincia de difcil compreenso, pois trata de sociedades antigas e distantes no

    tempo. e) as civilizaes citadas no texto, embora muito importantes, permanecem sem terem sido alvos de pesquisas histricas. 18. (Enem 2 aplicao 2010) De fato, que alternativa restava aos portugueses, ao se verem diante de uma mata virgem e necessitando de terra para cultivo, a no ser derrubar a mata e atear-lhe fogo? Seria, pois, injusto dessa maneira. Todavia, podemos culpar os seus descendentes, e com razo, por continuarem a queimar as florestas quando h agora, no incio do sculo XIX, tanta terra limpa e pronta para o cultivo sua disposio.

    SAINT-HILAIRE Viagem s nascentes do rio S. Francisco [1847]. Belo Horizonte: Itatiaia; So Paulo: EDUSP,1975 (adaptado).

    No texto, h informaes sobre a prtica da queimada em diferentes perodos da histria do Brasil. Segundo a anlise apresentada, os portugueses a) evitaram emitir juzo de valor sobre a prtica da queimada. b) consideraram que a queimada era necessria em certas circunstncias. c) concordaram quanto queimada ter sido uma prtica agrcola insuficiente. d) entenderam que a queimada era uma prtica necessria no incio do sc. XIX. e) relacionaram a queimada ao descaso dos agricultores da poca com a terra.

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    19. (Enem 2 aplicao 2010)

    A imagem retrata uma cena da vida cotidiana dos escravos urbanos no incio do sculo XIX. Lembrando que as atividades desempenhadas por esses trabalhadores eram diversas, os escravos de aluguel representados na pintura a) vendiam a produo da lavoura cafeeira para os moradores das cidades. b) trabalhavam nas casas de seus senhores e acompanhavam as donzelas na rua. c) realizavam trabalhos temporrios em troca de pagamento para os seus senhores. d) eram autnomos, sendo contratados por outros senhores para realizarem atividades comerciais. e) aguardavam a sua prpria venda aps desembarcarem no porto. 20. (Enem 2010) Pecado nefando era expresso correntemente utilizada pelos inquisidores para a sodomia. Nefandus: o que no pode ser dito. A Assembleia de clrigos reunida em Salvador, em 1707, considerou a sodomia to pssimo e horrendo crime, tao contrrio lei da natureza, que era indigno de ser nomeado e, por isso mesmo, nefando.

    NOVAIS, F.; MELLO E SOUZA L. Histria da vida privada no Brasil. V. 1. So Paulo: Companhia das Letras. 1997 (adaptado).

    O nmero de homossexuais assassinados no Brasil bateu o recorde histrico em 2009. De acordo com o Relatrio Anual de Assassinato de Homossexuais (LGBT Lsbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), nesse ano foram registrados 195 mortos por motivao homofbica no Pas.

    Disponvel em: www.alemdanoticia.com.br/utimas_noticias.php?codnoticia=3871. Acesso em: 29 abr. 2010 (adaptado).

    A homofobia a rejeio e menosprezo orientao sexual do outro e, muitas vezes, expressa-se sob a forma de comportamentos violentos. Os textos indicam que as condenaes pblicas, perseguies e assassinatos de homossexuais no pas esto associadas a) baixa representatividade poltica de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais. b) falncia da democracia no pas, que torna impeditiva a divulgao de estatsticas relacionadas violncia contra homossexuais. c) Constituio de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, alm de impedi-los de exercer seus direitos polticos. d) a um passado histrico marcado pela demonizao do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerncia. e) a uma poltica eugnica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosfico-cientficas. 21. (Enem 2 aplicao 2010) Gregrio de Matos definiu, no sculo XVII, o amor e a sensualidade carnal. O amor finalmente um embarao de pernas, unio de barrigas, um breve tremor de artrias. Uma confuso de bocas, uma batalha de veias, um rebulio de ancas, quem diz outra coisa besta.

    VAINFAS, R. Brasil de todos os pecados. Revista de Histria. Ano1, n 1. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, nov. 2003.

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    Vilhena descreve de seu amigo Filopono, no sculo XVIII, a sensualidade nas ruas de Salvador. Causa essencial de muitas molstias nesta cidade a desordenada paixo sensual que atropela e relaxa o rigor da Justia, as leis divinas, eclesisticas, civis e criminais. Logo que anoutece, entulham as ruas libidinosos, vadios e ociosos de um e outro sexo. Vagam pelas ruas e, sem pejo, fazem gala da sua torpeza.

    VILHENA, L.S. A Bahia no sculo XVIII. Coleo Baiana. v. 1. Salvador: Itapu, 1969 (adaptado).

    A sensualidade foi assunto recorrente no Brasil colonial. Opinies se dividiam quando o tema afrontava diretamente os bons costumes. Nesse contexto, contribua para explicar essas divergncias a) a existncia de associaes religiosas que defendiam a pureza sexual da populao branca. b) a associao da sensualidade s parcelas mais abastadas da sociedade. c) o posicionamento liberal da sociedade oitocentista, que reivindicava mudanas de comportamento na sociedade. d) a poltica pblica higienista, que atrelava a sexualidade a grupos socialmente marginais. e) a busca do controle do corpo por meio de discurso ambguo que associava sexo, prazer, libertinagem e pecado. 22. (Enem 2 aplicao 2010)

    O meu lugar, Tem seus mitos e seres de luz, bem perto de Oswaldo Cruz,

    Cascadura, Vaz Lobo, Iraj. O meu lugar,

    sorriso, paz e prazer, O seu nome doce dizer,

    Madureira, ia, Iai. Madureira, ia, Iai

    Em cada esquina um pagode um bar,

    Em Madureira. Imprio e Portela tambm so de l,

    Em Madureira. E no Mercado voc pode comprar Por uma pechincha voc vai levar,

    Um dengo, um sonho pra quem quer sonhar, Em Madureira.

    CRUZ, A. Meu lugar. Disponvel em: www.vagalume.uol.com.br. Acesso em: 16 abr. 2010 (fragmento).

    A anlise do trecho da cano indica um tipo de interao entre o indivduo e o espao. Essa interao explcita na cano expressa um processo de a) autossegregao espacial. b) excluso sociocultural. c) homogeneizao cultural. d) expanso urbana. e) pertencimento ao espao. 23. (Enem 2010) A poltica foi, inicialmente, a arte de impedir as pessoas de se ocuparem do que lhes diz respeito. Posteriormente, passou a ser a arte de compelir as pessoas a decidirem sobre aquilo de que nada entendem.

    VALRY, P. Cadernos. Apud BENEVIDES, M. V. M. A cidadania ativa. So Paulo: tica, 1996.

    Nessa definio, o autor entende que a histria da poltica est dividida em dois momentos principais: um primeiro, marcado pelo autoritarismo excludente, e um segundo, caracterizado por uma democracia incompleta. Considerando o texto, qual o elemento comum a esses dois momentos da histria poltica? a) A distribuio equilibrada do poder. b) O impedimento da participao popular. c) O controle das decises por uma minoria. d) A valorizao das opinies mais competentes. e) A sistematizao dos processos decisrios.

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    24. (Enem 2 aplicao 2010) Na antiga Grcia, o teatro tratou de questes como destino, castigo e justia. Muitos gregos sabiam de cor inmeros versos das peas dos seus grandes autores. Na Inglaterra dos sculos XVI e XVII, Shakespeare produziu peas nas quais temas como o amor, o poder, o bem e o mal foram tratados. Nessas peas, os grandes personagens falavam em verso e os demais em prosa. No Brasil colonial, os ndios aprenderam com os jesutas a representar peas de carter religioso. Esses fatos so exemplos de que, em diferentes tempos e situaes, o teatro uma forma a) de manipulao do povo pelo poder, que controla o teatro. b) de diverso e de expresso dos valores e problemas da sociedade. c) de entretenimento popular, que se esgota na sua funo de distrair. d) de manipulao do povo pelos intelectuais que compem as peas. e) de entretenimento, que foi superada e hoje substituda pela televiso. 25. (Enem 2 aplicao 2010) Alexandria comeou a ser construda em 332 a.C., por Alexandre, o Grande, e, em poucos anos, tornou-se gregas. Meio sculo mais tarde, Ptolomeu II ergueu uma enorme biblioteca e um museu que funcionou como centro de pesquisa. A biblioteca reuniu entre 200 mil e 500 mil papiros e, com o museu, transformou a cidade no maior ncleo intelectual da poca, especialmente entre os anos 290 e 88 a.C. A partir de ento, sofreu sucessivos ataques de romanos, cristos e rabes, o que resultou na destruio ou perda de quase todo o seu acervo.

    RIBEIRO, F. Filsofa e mrtir. Aventuras na histria. So Paulo: Abril. ed. 81, abr. 2010 (adaptado).

    A biblioteca de Alexandria exerceu durante certo tempo um papel fundamental para a produo do conhecimento e memria das civilizaes antigas, porque a) eternizou o nome de Alexandre, o Grande, e zelou pelas narrativas dos seus grandes feitos. b) funcionou como um centro de pesquisa acadmica e deu origem s universidades modernas. c) preservou o legado da cultura grega em diferentes reas do conhecimento e permitiu sua transmisso a outros povos. d) transformou a cidade de Alexandria no centro urbano mais importante da Antiguidade. e) reuniu os principais registros arqueolgicos at ento existentes e fez avanar a museologia antiga. 26. (Enem cancelado 2009) Um aspecto importante derivado da natureza histrica da cidadania que esta se desenvolveu dentro do fenmeno, tambm histrico, a que se denomina Estado-nao. Nessa perspectiva, a construo da cidadania na modernidade tem a ver com a relao das pessoas com o Estado e com a nao.

    CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. In: Civilizao Brasileira. Rio de Janeiro: 2004 (adaptado).

    Considerando-se a reflexo acima, um exemplo relacionado a essa perspectiva de construo da cidadania encontrado a) em D. Pedro I, que concedeu amplos direitos sociais aos trabalhadores, posteriormente ampliados por Getlio Vargas com a

    criao da Consolidao das Leis do Trabalho (CLT). b) na Independncia, que abriu caminho para a democracia e a liberdade, ampliando o direito poltico de votar aos cidados

    brasileiros, inclusive s mulheres. c) no fato de os direitos civis terem sido prejudicados pela Constituio de 1988, que desprezou os grandes avanos que, nessa rea,

    havia estabelecido a Constituio anterior. d) no Cdigo de Defesa do Consumidor, ao pretender reforar uma tendncia que se anunciava na rea dos direitos civis desde a

    primeira constituio republicana. e) na Constituio de 1988, que, pela primeira vez na histria do pas, definiu o racismo como crime inafianvel e imprescritvel,

    alargando o alcance dos direitos civis.

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    27. (Enem cancelado 2009) Texto 1

    Texto 2 A Constituio Federal no ttulo VII da Ordem Social, em seu Captulo VII, Art. 226, 7, diz: Fundado nos princpios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsvel, o planejamento familiar livre deciso do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e cientficos para o exerccio deste direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituies oficiais ou privadas.

    Disponvel em: . Acesso em: 21 set. 2008.

    A comparao entre o tratamento dado ao tema do planejamento familiar pela charge de Henfil e pelo trecho do texto da Constituio Federal mostra que a) a charge ilustra o trecho da Constituio Federal sobre o planejamento familiar. b) a charge e o trecho da Constituio Federal mostram a mesma temtica sob pontos de vista diferentes. c) a charge complementa as informaes sobre planejamento familiar contidas no texto da Constituio Federal. d) o texto da charge e o texto da Constituio Federal tratam de duas realidades sociais distintas, financiadas por recursos pblicos. e) os temas de ambos so diferentes, pois o desenho da charge representa crianas conscientes e o texto defende o controle de

    natalidade. 28. (Enem 2009) A definio de eleitor foi tema de artigos nas Constituies brasileiras de 1891 e de 1934. Diz a Constituio da

    Repblica dos Estados Unidos do Brasil de 1891: Art. 70. So eleitores os cidados maiores de 21 anos que se alistarem na forma da

    lei.

    A Constituio da Repblica dos Estados Unidos do Brasil de 1934, por sua vez, estabelece que:

    Art. 180. So eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de 18 anos, que se alistarem na forma da lei.

    Ao se comparar os dois artigos, no que diz respeito ao gnero dos eleitores, depreende-se que

    a) a Constituio de 1934 avanou ao reduzir a idade mnima para votar. b) a Constituio de 1891, ao se referir a cidados, referia-se tambm s mulheres. c) os textos de ambas as Cartas permitiam que qualquer cidado fosse eleitor. d) o texto da carta de 1891 j permitia o voto feminino. e) a Constituio de 1891 considerava eleitores apenas indivduos do sexo masculino. 29. (Enem 2009) Para Caio Prado Jr., a formao brasileira se completaria no momento em que fosse superada a nossa herana de

    inorganicidade social o oposto da interligao com objetivos internos trazida da colnia.

    Este momento alto estaria, ou esteve, no futuro. Se passarmos a Srgio Buarque de Holanda, encontraremos algo anlogo. O pas

    ser moderno e estar formado quando superar a sua herana portuguesa, rural e autoritria, quando ento teramos um pas

    democrtico.

    Tambm aqui o ponto de chegada est mais adiante, na dependncia das decises do presente. Celso Furtado, por seu turno, dir

    que a nao no se completa enquanto as alavancas do comando, principalmente do econmico, no passarem para dentro do pas.

    Como para os outros dois, a concluso do processo encontra-se no futuro, que agora parece remoto.

    SCHWARZ, R. Os sete flegos de um livro. Sequncias brasileiras. So Paulo: Cia. das Letras,1999 (adaptado).

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    Acerca das expectativas quanto formao do Brasil, a sentena que sintetiza os pontos de vista apresentados no texto :

    a) Brasil, um pas que vai pra frente. b) Brasil, a eterna esperana. c) Brasil, glria no passado, grandeza no presente. d) Brasil, terra bela, ptria grande. e) Brasil, gigante pela prpria natureza. 30. (Enem cancelado 2009) Para uns, a Idade Mdia foi uma poca de trevas, pestes, fome, guerras sanguinrias, supersties, crueldade. Para outros, uma poca de bons cavaleiros, damas corteses, fadas, guerras honradas, torneios, grandes ideais. Ou seja, uma Idade Mdia m e uma Idade Mdia boa. Tal disparidade de apreciaes com relao a esse perodo da Histria se deve a) ao Renascimento, que comeou a valorizar a comprovao documental do passado, formando acervos documentais que mostram

    tanto a realidade boa quanto a m. b) tradio iluminista, que usou a Idade Mdia como contraponto a seus valores racionalistas, e ao Romantismo, que pretendia

    ressaltar as boas origens das naes. c) indstria de videojogos e cinema, que encontrou uma fonte de inspirao nessa mistura de fantasia e realidade, construindo

    uma viso falseada do real. d) ao Positivismo, que realou os aspectos positivos da Idade Mdia, e ao marxismo, que denunciou o lado negativo do modo de

    produo feudal. e) religio, que com sua viso dualista e maniquesta do mundo, alimentou tais interpretaes sobre a Idade Mdia. 31. (Enem cancelado 2009) O Ministro da Sade disse em audincia pblica em 2009 que justo acionar na Justia o gestor pblico que no prov, dentro de sua competncia e responsabilidade, os bens e servios de sade disponibilizados no Sistema nico de Sade (SUS). Mas observou que a via judicial no pode se constituir em meio de quebrar os limites tcnicos e ticos que sustentam o sistema. Segundo o ministro, a Justia no pode impor o uso de tecnologias, insumos ou medicamentos, deslocando recursos de destinaes planejadas e prioritrias e o que surpreende muitas vezes com isso colocando em risco e trazendo prejuzo vida das pessoas.

    Disponvel em: http://www.stf.jus.br. Acesso em: 7 maio 2009.

    A preocupao do ministro com o acionamento da justia para garantia do direito sade motivada a) pelos conflitos entre as demandas dos pacientes, as possibilidades do sistema e as presses dos laboratrios para incorporar

    novos e caros medicamentos lista do SUS. b) pelas decises judiciais que impedem o uso de procedimentos e medicamentos ainda no experimentados ou sem a necessria

    comprovao de efetividade e custo-benefcio. c) pela falta de previso legal da garantia assistncia farmacutica ao conjunto do povo brasileiro, o que gera distores no SUS. d) pelo uso indiscriminado de medicamentos pela populao brasileira, sem consulta mdica, medida que foi garantida por deciso

    judicial. e) pelo descompromisso tico de profissionais de sade que indicam apenas tratamentos de alto custo, fragilizando o SUS. 32. (Enem cancelado 2009) Quatro olhos, quatro mos e duas cabeas formam a dupla de grafiteiros Osgemeos. Eles cresceram pintando muros do bairro Cambuci, em So Paulo, e agora tm suas obras expostas na conceituada Deitch Gallery, em Nova Iorque, prova de que o grafite feito no Brasil apreciado por outras culturas. Muitos lugares abandonados e sem manuteno pelas prefeituras das cidades tornam-se mais agradveis e humanos com os grafites pintados nos muros. Atualmente, instituies pblicas educativas recorrem ao grafite como forma de expresso artstica, o que propicia a incluso social de adolescentes carentes, demonstrando que o grafite considerado uma categoria de arte aceita e reconhecida pelo campo da cultura e pela sociedade local e internacional.

    Disponvel em: http://www.flickr.com. Acesso em: 10 set. 2008 (adaptado).

    No processo social de reconhecimento de valores culturais, considera-se que a) grafite o mesmo que pichao e suja a cidade, sendo diferente da obra dos artistas. b) a populao das grandes metrpoles depara-se com muitos problemas sociais, como os grafites e as pichaes. c) atualmente, a arte no pode ser usada para incluso social, ao contrrio do grafite. d) os grafiteiros podem conseguir projeo internacional, demonstrando que a arte do grafite no tem fronteiras culturais. e) lugares abandonados e sem manuteno tornam-se ainda mais desagradveis com a aplicao do grafite.

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    33. (Enem cancelado 2009) Distantes uma da outra quase 100 anos, as duas telas seguintes, que integram o patrimnio cultural brasileiro, valorizam a cena da primeira missa no Brasil, relatada na carta de Pero Vaz de Caminha. Enquanto a primeira retrata fielmente a carta, a segunda ao excluir a natureza e os ndios critica a narrativa do escrivo da frota de Cabral. Alm disso, na segunda, no se v a cruz fincada no altar.

    Ao comparar os quadros e levando-se em considerao a explicao dada, observa-se que a) a influncia da religio catlica na catequizao do povo nativo objeto das duas telas. b) a ausncia dos ndios na segunda tela significa que Portinari quis enaltecer o feito dos portugueses. c) ambas, apesar de diferentes, retratam um mesmo momento e apresentam uma mesma viso do fato histrico. d) a segunda tela, ao diminuir o destaque da cruz, nega a importncia da religio no processo dos descobrimentos. e) a tela de Victor Meirelles contribuiu para uma viso romantizada dos primeiros dias dos portugueses no Brasil. 34. (Enem cancelado 2009) As imagens reproduzem quadros de D. Joo VI e de seu filho D. Pedro I nos respectivos papis de monarcas. A arte do retrato foi amplamente utilizada pela nobreza ocidental, com objetivos de representao poltica e de promoo social. No caso dos reis, essa era uma forma de se fazer presente em vrias partes do reino e, sobretudo, de se mostrar em majestade.

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    A comparao das imagens permite concluir que a) as obras apresentam substantivas diferenas no que diz respeito representao do poder. b) o quadro de D. Joo VI mais suntuoso, porque retrata um monarca europeu tpico do sculo XIX. c) os quadros dos monarcas tm baixo impacto promocional, uma vez que no esto usando a coroa, nem ocupam o trono. d) a arte dos retratos, no Brasil do sculo XIX, era monoplio de pintores franceses, como Debret. e) o fato de pai e filho aparecerem pintados de forma semelhante sublinha o carter de continuidade dinstica, aspecto poltico

    essencial ao exerccio do poder rgio. 35. (Enem 2009) No perodo 750-338 a. C., a Grcia antiga era composta por cidades-estados, como por exemplo Atenas, Esparta,

    Tebas, que eram independentes umas das outras, mas partilhavam algumas caractersticas culturais, como a lngua grega. No centro

    da Grcia, Delfos era um lugar de culto religioso frequentado por habitantes de todas as cidades-estados.

    No perodo 1200-1600 d. C., na parte da Amaznia brasileira onde hoje est o Parque Nacional do Xingu, h vestgios de quinze

    cidades que eram cercadas por muros de madeira e que tinham at dois mil e quinhentos habitantes cada uma. Essas cidades eram

    ligadas por estradas a centros cerimoniais com grandes praas. Em torno delas havia roas, pomares e tanques para a criao de

    tartarugas.

    Aparentemente, epidemias dizimaram grande parte da populao que l vivia.

    Folha de S. Paulo, ago. 2008 (adaptado).

    Apesar das diferenas histricas e geogrficas existentes entre as duas civilizaes elas so semelhantes pois

    a) as runas das cidades mencionadas atestam que grandes epidemias dizimaram suas populaes. b) as cidades do Xingu desenvolveram a democracia, tal como foi concebida em Tebas. c) as duas civilizaes tinham cidades autnomas e independentes entre si. d) os povos do Xingu falavam uma mesma lngua, tal como nas cidades-estados da Grcia. e) as cidades do Xingu dedicavam-se arte e filosofia tal como na Grcia. 36. (Enem cancelado 2009) A poltica implica o envolvimento da comunidade cvica na definio do interesse pblico. Vale dizer, portanto, que o cenrio original da poltica, no lugar de uma relao vertical e intransponvel entre soberanos e sditos na qual a fora e a capacidade de impor o medo exercem papel fundamental, sustenta-se em um experimento horizontal. Igualdade poltica, acesso pleno ao uso da palavra e ausncia de medo constituem as suas clusulas ptreas. LESSA, R. Sobre a inveno da poltica.

    Cincia Hoje. Rio de Janeiro, v. 42, n 251. ago. 2008 (adaptado).

    A organizao da sociedade no espao um processo histrico-geogrfico, articulado ao desenvolvimento das tcnicas, utilizao dos recursos naturais e produo de objetos industrializados. Poltica , portanto, uma organizao dinmica e complexa, possvel apenas pela existncia de determinados conjuntos de leis e regras, que regulam a vida em sociedade. Nesse contexto, a participao coletiva a) necessria para que prevalea a autonomia social. b) imprescindvel para uma sociedade livre de conflitos. c) decisiva para tornar a cidade atraente para os investimentos. d) indispensvel para a construo de uma imagem de cidade ideal. e) indissocivel dos avanos tcnicos que proporcionam aumento na oferta de empregos. 37. (Enem cancelado 2009) O Marqus de Pombal, ministro do rei Dom Jos I, considerava os jesutas como inimigos, tambm porque, no Brasil, eles catequizavam os ndios em aldeamentos autnomos, empregando a assim chamada lngua geral. Em 1755, Dom Jos I aboliu a escravido do ndio no Brasil, o que modificou os aldeamentos e enfraqueceu os jesutas. Em 1863, Abraham Lincoln, o presidente dos Estados Unidos, aboliu a escravido em todas as regies do Sul daquele pas que ainda estavam militarmente rebeladas contra a Unio em decorrncia da Guerra de Secesso. Com esse ato, ele enfraqueceu a causa do Sul, de base agrria, favorvel manuteno da escravido. A abolio final da escravatura ocorreu em 1865, nos Estados Unidos, e em 1888 no Brasil. Nos dois casos de abolio de escravatura, observam-se motivaes semelhantes, tais como a) razes estratgicas de chefes de Estado interessados em prejudicar adversrios, para afirmar sua atuao poltica. b) fatores culturais comuns aos jesutas e aos rebeldes do Sul, contrrios ao estabelecimento de um governo central. c) cumprimento de promessas humanitrias de liberdade e igualdade feitas pelos citados chefes de Estado. d) eliminao do uso de lnguas diferentes do idioma oficial reconhecido pelo Estado. e) resistncia influncia da religio catlica, comum aos jesutas e aos rebeldes do sul.

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    38. (Enem 2009) A formao dos Estados foi certamente distinta na Europa, na Amrica Latina, na frica e na sia. Os Estados

    atuais, em especial na Amrica Latina onde as instituies das populaes locais existentes poca da conquista ou foram

    eliminadas, como no caso do Mxico e do Peru, ou eram frgeis, como no caso do Brasil , so o resultado, em geral, da evoluo

    do transplante de instituies europeias feito pelas metrpoles para suas colnias. Na frica, as colnias tiveram fronteiras

    arbitrariamente traadas, separando etnias, idiomas e tradies, que, mais tarde, sobreviveram ao processo de descolonizao,

    dando razo para conflitos que, muitas vezes, tm sua verdadeira origem em disputas pela explorao de recursos naturais. Na sia,

    a colonizao europeia se fez de forma mais indireta e encontrou sistemas polticos e administrativos mais sofisticados, aos quais se

    superps. Hoje, aquelas formas anteriores de organizao, ou pelo menos seu esprito, sobrevivem nas organizaes polticas do

    Estado asitico.

    GUIMARES, S. P. Nao, nacionalismo, Estado. Estudos Avanados. So Paulo: EdUSP, v. 22, n. 62, jan.- abr. 2008 (adaptado).

    Relacionando as informaes ao contexto histrico e geogrfico por elas evocado, assinale a opo correta acerca do processo de

    formao socioeconmica dos continentes mencionados no texto.

    a) Devido falta de recursos naturais a serem explorados no Brasil, conflitos tnicos e culturais como os ocorridos na frica estiveram ausentes no perodo da independncia e formao do Estado brasileiro.

    b) A maior distino entre os processos histrico formativos dos continentes citados a que se estabelece entre colonizador e colonizado, ou seja, entre a Europa e os demais.

    c) poca das conquistas, a Amrica Latina, a frica e a sia tinham sistemas polticos e administrativos muito mais sofisticados que aqueles que lhes foram impostos pelo colonizador.

    d) Comparadas ao Mxico e ao Peru, as instituies brasileiras, por terem sido eliminadas poca da conquista, sofreram mais influncia dos modelos institucionais europeus.

    e) O modelo histrico da formao do Estado asitico equipara-se ao brasileiro, pois em ambos se manteve o esprito das formas de organizao anteriores conquista.

    39. (Enem 2009) Como se assistisse demonstrao de um espetculo mgico, ia revendo aquele ambiente to caracterstico de

    famlia, com seus pesados mveis de vinhtico ou de jacarand, de qualidade antiga, e que denunciavam um passado ilustre,

    geraes de Meneses talvez mais singelos e mais calmos; agora, uma espcie de desordem, de relaxamento, abastardava aquelas

    qualidades primaciais. Mesmo assim era fcil perceber o que haviam sido, esses nobres da roa, com seus cristais que brilhavam

    mansamente na sombra, suas pratas semiempoeiradas que atestavam o esplendor esvanecido, seus marfins e suas opalinas ah,

    respirava-se ali conforto, no havia dvida, mas era apenas uma sobrevivncia de coisas idas. Dir-se-ia, ante esse mundo que se ia

    desagregando, que um mal oculto o roia, como um tumor latente em suas entranhas.

    CARDOSO, L. Crnica da casa assassinada. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2002 (adaptado).

    O mundo narrado nesse trecho do romance de Lcio Cardoso, acerca da vida dos Meneses, famlia da aristocracia rural de Minas

    Gerais, apresenta no apenas a histria da decadncia dessa famlia, mas , ainda, a representao literria de uma fase de

    desagregao poltica, social e econmica do pas. O recurso expressivo que formula literariamente essa desagregao histrica o

    de descrever a casa dos Meneses como

    a) ambiente de pobreza e privao, que carece de conforto mnimo para a sobrevivncia da famlia. b) mundo mgico, capaz de recuperar o encantamento perdido durante o perodo de decadncia da aristocracia rural mineira. c) cena familiar, na qual o calor humano dos habitantes da casa ocupa o primeiro plano, compensando a frieza e austeridade dos

    objetos antigos. d) smbolo de um passado ilustre que, apesar de superado, ainda resiste sua total dissoluo graas ao cuidado e asseio que a

    famlia dispensa conservao da casa. e) espao arruinado, onde os objetos perderam seu esplendor e sobre os quais a vida repousa como lembrana de um passado que

    est em vias de desaparecer completamente.

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    40. (Enem 2009) Na dcada de 30 do sculo XIX, Tocqueville escreveu as seguintes linhas a respeito da moralidade nos EUA: A

    opinio pblica norte-americana particularmente dura com a falta de moral, pois esta desvia a ateno frente busca do bem-

    estar e prejudica a harmonia domstica, que to essencial ao sucesso dos negcios. Nesse sentido, pode-se dizer que ser casto

    uma questo de honra.

    TOCQUEVILLE, A. Democracy in America. Chicago: Encyclopdia Britannica, Inc., Great Books 44, 1990 (adaptado).

    Do trecho, infere-se que, para Tocqueville, os norteamericanos do seu tempo

    a) buscavam o xito, descurando as virtudes cvicas. b) tinham na vida moral uma garantia de enriquecimento rpido. c) valorizavam um conceito de honra dissociado do comportamento tico. d) relacionavam a conduta moral dos indivduos com o progresso econmico. e) acreditavam que o comportamento casto perturbava a harmonia domstica. 41. (Enem cancelado 2009) O artesanato traz as marcas de cada cultura e, desse modo, atesta a ligao do homem com o meio social em que vive. Os artefatos so produzidos manualmente e costumam revelar uma integrao entre homem e meio ambiente, identificvel no tipo de matria-prima utilizada. Pela matria-prima (o barro) utilizada e pelos tipos humanos representados, em qual regio do Brasil o artefato acima foi produzido?

    a) Sul. b) Norte. c) Sudeste. d) Nordeste. e) Centro-Oeste. 42. (Enem 2009) O ano de 1968 ficou conhecido pela efervescncia social, tal como se pode comprovar pelo seguinte trecho,

    retirado de texto sobre propostas preliminares para uma revoluo cultural: preciso discutir em todos os lugares e com todos. O

    dever de ser responsvel e pensar politicamente diz respeito a todos, no privilgio de uma minoria de iniciados. No devemos

    nos surpreender com o caos das ideias, pois essa a condio para a emergncia de novas ideias. Os pais do regime devem

    compreender que autonomia no uma palavra v; ela supe a partilha do poder, ou seja, a mudana de sua natureza. Que

    ningum tente rotular o movimento atual; ele no tem etiquetas e no precisa delas.

    Journal de la comune tudiante. Textes ET documents. Paris: Seuil, 1969 (adaptado).

    Os movimentos sociais, que marcaram o ano de 1968,

    a) foram manifestaes desprovidas de conotao poltica, que tinham o objetivo de questionar a rigidez dos padres de comportamento social fundados em valores tradicionais da moral religiosa.

    b) restringiram-se s sociedades de pases desenvolvidos, onde a industrializao avanada, a penetrao dos meios de comunicao de massa e a alienao cultural que deles resultava eram mais evidentes.

    c) resultaram no fortalecimento do conservadorismo poltico, social e religioso que prevaleceu nos pases ocidentais durante as dcadas de 70 e 80.

    d) tiveram baixa repercusso no plano poltico, apesar de seus fortes desdobramentos nos planos social e cultural, expressos na mudana de costumes e na contracultura.

    e) inspiraram futuras mobilizaes, como o pacifismo, o ambientalismo, a promoo da equidade de gneros e a defesa dos direitos das minorias.

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    43. (Enem cancelado 2009) O Cafund um bairro rural situado no municpio de Salto de Pirapora, a 150 km de So Paulo. Sua populao, predominantemente negra, divide-se em duas parentelas: a dos Almeida Caetano e a dos Pires Pedroso. Cerca de oitenta pessoas vivem no bairro. Dessas, apenas nove detm o ttulo de proprietrios legais dos 7,75 alqueires de terra que constituem a extenso do Cafund, que foram doados a dois escravos, ancestrais de seus habitantes atuais, pelo antigo senhor e fazendeiro, pouco antes da Abolio, em 1888. Nessas terras, seus moradores plantam milho, feijo e mandioca e criam galinhas e porcos. Tudo em pequena escala. Sua lngua materna o portugus, uma variao regional que, sob muitos aspectos, poderia ser identificada como dialeto caipira. Usam um lxico de origem banto, quimbundo principalmente, cujo papel social , sobretudo, de represent-los como africanos no Brasil.

    Disponvel em: . Acesso em: 6 abr. 2009 (adaptado).

    O bairro de Cafund integra o patrimnio cultural do Brasil porque a) possui terras herdadas de famlias antigas da regio. b) preservou o modo de falar de origem banto e quimbundo. c) tem origem no perodo anterior abolio da escravatura. d) pertence a uma comunidade rural do interior do estado de So Paulo. e) possui moradores que so africanos do Brasil e perderam o lao com sua origem. 44. (Enem cancelado 2009) Desgraado progresso que escamoteia as tradies saudveis e repousantes. O caf de antigamente era uma pausa revigorante na alucinao da vida cotidiana. Algum dir que nem tudo era paz nos cafs de antanho, que havia muita briga e confuso neles. E da? No ser por isso que lamento seu desaparecimento do Rio de Janeiro. Hoje, se houver desaforo, a gente o engole calado e humilhado. J no se pode nem brigar. No h clima nem espao.

    ALENCAR, E. Os cafs do Rio. In: GOMES, D. Antigos cafs do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Kosmos, 1989 (adaptado).

    O autor lamenta o desaparecimento dos antigos cafs pelo fato de estarem relacionados com. a) a economia da Repblica Velha, baseada essencialmente no cultivo do caf. b) o cio (pausa revigorante) associado ao escravismo que mantinha a lavoura cafeeira. c) a especulao imobiliria, que diminuiu o espao disponvel para esse tipo de estabelecimento. d) a acelerao da vida moderna, que tornou incompatveis com o cotidiano tanto o hbito de jogar conversa fora quanto as

    brigas. e) o aumento da violncia urbana, j que as brigas, cada vez mais frequentes, levaram os cidados a abandonarem os cafs do Rio

    de Janeiro.

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    BIOLOGIA EXERCCIOS DE BIOLOGIA

    45. (Enem PPL 2014) Os efeitos do exerccio fsico na reduo de doenas cardiovasculares so bem conhecidos, aumentando, por exemplo, a tolerncia a infartos em comparao com indivduos sedentrios. Visando ganho de fora, de massa muscular e perda de gordura, verifica-se o uso de anabolizantes por alguns esportistas. Em uma pesquisa com ratos, confirmou-se a melhora da condio cardaca em resposta ao exerccio, mas verificou-se que os efeitos benficos do exerccio fsico so prejudicados pelo uso de anabolizantes, como o decanoato de nandrolona, aumentando a rea cardaca afetada pelo infarto.

    CHAVES, E. A. et al. Cardioproteo induzida pelo exerccio prejudicada pelo tratamento com anabolizante decanoato de nandrolona. Brazilian Journal of Biomotricity, v. 1, n. 3, 2007 (adaptado).

    Qual grfico representa os resultados desse estudo? a)

    b)

    c)

    d)

    e)

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    BIOLOGIA EXERCCIOS DE BIOLOGIA

    46. (Enem 2013) A plula anticoncepcional um dos mtodos contraceptivos de maior segurana, sendo constituda basicamente de dois hormnios sintticos semelhantes aos hormnios produzidos pelo organismo feminino, o estrognio (E) e a progesterona (P). Em um experimento mdico, foi analisado o sangue de uma mulher que ingeriu ininterruptamente um comprimido desse medicamento por dia durante seis meses. Qual grfico representa a concentrao sangunea desses hormnios durante o perodo do experimento? a)

    b)

    c)

    d)

    e)

    47. (Enem 2012)

    A condio fsica apresentada pelo personagem da tirinha um fator de risco que pode desencadear doenas como a) anemia. b) beribri. c) diabetes. d) escorbuto. e) fenilcetonria.

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    BIOLOGIA EXERCCIOS DE BIOLOGIA

    48. (Enem PPL 2012) Para preparar uma massa bsica de po, deve-se misturar apenas farinha, gua, sal e fermento. Parte do trabalho deixa-se para o fungo presente no fermento: ele utiliza amido e acares da farinha em reaes qumicas que resultam na produo de alguns outros compostos importantes no processo de crescimento da massa. Antes de assar, importante que a massa seja deixada num recipiente por algumas horas para que o processo de fermentao ocorra. Esse perodo de espera importante para que a massa cresa, pois quando ocorre a a) reproduo do fungo na massa. b) formao de dixido de carbono. c) liberao de energia pelos fungos. d) transformao da gua lquida em vapor dgua. e) evaporao do lcool formado na decomposio dos acares.

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    QUMICA EXERCCIOS DE QUMICA

    49. (Enem 2012) O benzeno um hidrocarboneto aromtico presente no petrleo, no carvo e em condensados de gs natural. Seus metablitos so altamente txicos e se depositam na medula ssea e nos tecidos gordurosos. O limite de exposio pode causar anemia, cncer (leucemia) e distrbios do comportamento. Em termos de reatividade qumica, quando um eletrfilo se liga ao benzeno, ocorre a formao de um intermedirio, o carboction. Por fim, ocorre a adio ou substituio eletroflica.

    Disponvel em: www.sindipetro.org.br. Acesso em: 1 mar. 2012 (adaptado).

    Com base no texto e no grfico do progresso da reao apresentada, as estruturas qumicas encontradas em I, II e III so, respectivamente: a)

    b)

    c)

    d)

    e)

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    GABARITO

    Resposta da questo 1: [C] O nico exemplo de patrimnio cultural imaterial que se relaciona com a produo do po de queijo o Ofcio das Paneleiras de Goiabeiras, no Esprito Santo. Os outros exemplos so materiais ou naturais. Resposta da questo 2: [A] O movimento antropfago, ou a antropofagia, proposta pelos modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922, incentivava um mergulho na arte europeia com o intuito de incorporar a mesma ao ideal brasileiro, criando uma espcie de arte hbrida que fosse condizente com a cultura nacional. Resposta da questo 3: [A] Como fica claro atravs dos cones que compem a Praa da Concrdia esttua do Rei, Obelisco de Luxor a mesma foi desenvolvida como um espao pblico de memria da histria nacional francesa. Resposta da questo 4: [C] Em ambas as obras, o mito ou heri , atravs da construo de relaes interpessoais, contriburam para a formao histrica de uma localidade ou povo: a sociedade helnica, no caso da Guerra de Troia, e a sociedade brasileira, no caso de Iracema. Resposta da questo 5: [D] A Esttua do Laador constitui um bem material de Porto Alegre porque representa um trao histrico-cultural (maneira de se vestir) da populao gacha. Resposta da questo 6: [B] Como o texto deixa claro, os nomes dos logradouros eram atribudos a partir das funes que aconteciam neles ou a partir da tradio que o lugar j trazia consigo, constituindo, assim, um fator memorial para as cidades e para os cidados. Resposta da questo 7: [E] Nas palavras do presidente do IPHAN, que a prpria questo traz, "a paisagem carioca a imagem mais explcita do que podemos chamar de civilizao brasileira". Da a relao entre sociedade e natureza. Resposta da questo 8: [A] Como o texto evidencia os designers, a partir de 1960, viram-se obrigados a inovar o estilo artstico da poca, substituindo o rebuscado pelo colonial e, para isso, utilizaram uma serie de novos materiais, como madeiras nobres, couro e palhinha. Resposta da questo 9: [C] A poltica do apartheid, existente na frica do Sul, exclua a maioria negra do pas. Seu fim, bem como a consolidao da democracia, conferiu a "universalizao da cidadania" a todos os sul-africanos. Resposta da questo 10: [B] Com exceo da alternativa [B], em todas as outras h afirmaes erradas: [A] A arquitetura modernista no preconizou a imposio sobre a natureza; [C] No h colunas de linhas quebradas e rgidas na arquitetura do Palcio da Alvorada; [D] Os prdios de Braslia no so elevados e sustentados por colunas; [E] No h grades de proteo separando jardins e praas da das reas teis dos prdios.

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    Resposta da questo 11: [E] Questo de interpretao de texto que no exige nenhum conhecimento histrico acerca do perodo ditatorial ou da morte de Herzog. Resposta da questo 12: [E] Alternativa escolhida por excluso. No houve uma lei especfica que garantisse direito de voto a ex-escravos. Um ex-escravo tornou-se eleitor quando, enquanto individuo livre, passou a cumprir os requisitos das leis que valiam para todos. O voto secreto foi institudo nas eleies de 1932 e existe ainda hoje, assim como o direito de voto para as mulheres. Ainda hoje o voto obrigatrio para os maiores de 18 anos. Pode-se considerar que o direito de voto para os analfabetos foi uma grande mudana, instituda pela Constituio de 1988, mas difcil afirmar que uma luta histrica de setores da sociedade. Resposta da questo 13: [B] Nos Estados fascistas particularmente italiano e alemo assim como nos modelos populistas latino-americanos, a figura de lder destaca-se e assume um papel preponderante em relao a outros aspectos da organizao da vida poltica, como instituies, partidos ou sindicatos. A supervalorizao de um indivduo normalmente apoia-se no carisma pessoal do mesmo. Resposta da questo 14: [D] Se a bebida tem origem rabe e se desenvolveu no interior da frica, onde muitos povos j eram islamizados, temos as justificativas para a ao o Papa. Resposta da questo 15: [C] A pergunta deixa claro que pretende um destaque relacionado escravido, portanto sabemos que a imagem retrata um casal de escravos. Neste caso percebe-se a diferenciao nas vestimentas, provavelmente de negros de ganho ou de escravos domsticos com algum grau de liberdade. Dentre as vestimentas, o sapato era entendido naquela poca como elemento diferenciador, pois poucos escravos tinham esse privilgio. Resposta da questo 16: [D] No perodo colonial, quando o Brasil estava subordinado ao governo portugus, a religio catlica era oficial e a nica admitida. Qualquer outra expresso religiosa estava proibida e sujeita a perseguio. Aps a independncia, o Brasil manteve essa tradio e se constituiu como um Estado Catlico, ainda oficial, no qual a Igreja estava subordinada ao Estado atravs de prticas como o padroado e o beneplcito. Resposta da questo 17: [C] Interpretao de texto. O poeta Bertold Brecht apresenta uma concepo de histria que valoriza os trabalhadores, os homens comuns e faz uma crtica a cultura histrica tradicional que valoriza governantes como responsveis por grandes feitos, como se fossem heris. Resposta da questo 18: [B] Segundo o texto, os portugueses fizeram uma opo consciente, diante do problema efetivo de ocupao da terra, desde seus primrdios at o sculo XIX. As queimadas eram realizadas para facilitar a ocupao da terra e a prtica da agricultura. Resposta da questo 19: [C] Desde o sculo XVIII, percebe-se o aumento do nmero de escravos urbanos, fato relacionado ao crescimento das cidades na regio aurfera. No sculo XIX, o desenvolvimento urbano esteve associado ao desenvolvimento do caf e promoveu o crescimento de cidades como o Rio de Janeiro, Santos, So Paulo e outras no interior. Apesar da maioria dos escravos ainda se concentrar nas lavouras, as atividades urbanas relacionadas principalmente ao comrcio.

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    Resposta da questo 20: [D] Apesar de estar baseada em princpios democrticos e em garantias individuais, a Constituio do pas no consegue por si s garantir os direitos de grupos considerados minoritrios. Isso em grande parte se deve aos preconceitos arraigados na sociedade durante sculos, principalmente aqueles que tiveram a fora da religio e da Igreja em sua montagem, na medida em que a religio serviu de base para ditar o comportamento individual e social que poderia ser aceito e tem, ainda hoje, grande penetrao na sociedade brasileira. O Tabu todo tema sobre o qual se evita ou dificulta o debate, considerando-o imprprio e moralmente ameaador a moral vigente. Resposta da questo 21: [E] Os dois textos apresentados diferem quanto questo; no entanto o enunciado se refere ao contedo colocado no segundo texto, quando afirma quando o tema afrontava (...) os bons costumes. Nesse sentido, visto o sexo e o prazer como uma afronta sociedade e aos bons costumes, coloca-se a necessidade de represso por parte das autoridades religiosas, jurdicas e policiais. Resposta da questo 22: [E] A msica destaca e refora a ideia de pertencimento, pois procura destacar a integrao e identificao do autor com uma determinada regio, na qual encontra seus pares, com a qual se identifica. Resposta da questo 23: [C] Se o enunciado afirma que o primeiro momento marcado pelo autoritarismo, portanto o exerccio do poder esta nas mos de poucos; e num segundo momento ele excludente, a democracia incompleta, significa que, na prtica, a maioria no participa. Resposta da questo 24: [B] Interpretao de trs curtos textos sobre o mesmo tema: o teatro. Retratado em momentos e sociedades diferentes, o teatro entendido como expresso artstica da vida humana, social. Resposta da questo 25: [C] Apesar de situada no Egito, no teve a funo de preservar acerco arqueolgico, mas principalmente documentos escritos. Mesmo aps a morte de Alexandre e a fragmentao do Imprio Macednico, os sucessores da dinastia dos Ptolomeus preservaram a influncia que a cultura grega havia produzida nos povos dominados pelos macednicos. Resposta da questo 26: [E] A Constituio em vigor no Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, chamada de Constituio Cidad, foi escrita no contexto de transio da ditadura do regime militar para a redemocratizao do Brasil. Sua importncia se justifica por representar um grande avano em relao s Constituies anteriores. Dentre as conquistas mais significativas no que concerne ao amplo direito de cidadania destacam-se o direito de voto para os analfabetos, o voto facultativo para jovens entre 16 e 18 anos, os direitos trabalhistas passaram a ser aplicados, alm de aos trabalhadores urbanos e rurais, tambm aos domsticos e a definio do crime de racismo. Resposta da questo 27: [B] O texto da Constituio Federal estabelece autonomia das famlias quanto ao planejamento familiar com o auxlio do Estado no que lhe compete. Porm, de acordo com a charge, a sociedade no est devidamente esclarecida quanto importncia do planejamento familiar. Resposta da questo 28: [E]

    A interpretao precisa dos artigos constitucionais mencionados no enunciado, sobretudo quanto ao da Constituio de 1934,

    levaria a resposta correta.

    Do ponto de vista do conhecimento histrico, a Constituio de 1891 ampliou o direito de voto em relao a anterior, a de 1824 na qual o voto era censitrio, mas manteve a restrio desse direito ao sexo masculino e sob determinadas condies. Na Constituio de 1934, estabeleceu-se o direito de voto s mulheres.

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    Resposta da questo 29: [B]

    Os pontos de vista apresentados na questo sobre o futuro do Brasil, foram estabelecidos a partir de importantes estudos sobre a formao histrica do Brasil. As perspectivas de seus autores, por eliminao, foram sintetizadas na alternativa B. Resposta da questo 30: [B] A alternativa correta explica por si s as razes das diferentes vises da Idade Mdia em diferentes contextos do pensamento, quais sejam, iluminismo e romantismo. O termo romantismo pode ter vrios significados dentre os quais, o relativo a narrativas medievais escritas em romnico (lngua neolatina) empregado em oposio ao termo classicismo relativo ao neoclassicismo contemporneo do iluminismo (romntico x clssico). Resposta da questo 31: [A] A questo caracteriza-se como interpretao de texto a partir de informaes sobre contendas envolvendo o Ministrio da Sade no Brasil e a Justia com relao ao Sistema nico de Sade (SUS). A meno do ministro sobre imposio de tecnologias, insumos ou medicamentos pela Justia, supe a relao do fragmento com afirmao da alternativa correta das presses dos laboratrios para incorporar novos e caros medicamentos lista do SUS. Resposta da questo 32: [D] A questo destaca a arte do grafite como uma expresso artstica reconhecida internacionalmente e sua importncia como instrumento de incluso social e de embelezamento de espaos urbanos. Resposta da questo 33: [E] As imagens utilizadas na questo destacam a abordagem de temas histricos no trabalho de diferentes artistas e de diferentes pocas. Em ambos os casos, trata-se de imagens idealizadas, porm sob a influncia dos estilos predominantes poca de cada artista. No caso da obra de Victor Meirelles, contextualiza-se fase do romantismo no Brasil. J a de Candido Portinari, pertence ao modernismo, com notveis influncias do cubismo de Pablo Picasso. Resposta da questo 34: [E] A questo analisa a utilizao do retrato solene como um recurso de promoo pessoal e com finalidades polticas por governantes. Desde a antiguidade, a arte sempre foi um instrumento de promoo pessoal, visando interesses imediatos ou a imortalidade de indivduos. Resposta da questo 35: [C] A questo enfatiza a organizao poltica de duas sociedades de pocas e lugares distintos, em cidades-estados. Resposta da questo 36: [A] A questo valoriza a participao coletiva na poltica como sendo inerente sociedade e como indispensvel para que prevaleam as decises sobre a vida pblica a partir do coletivo e no de pessoas ou instituies que se sobreponham aos interesses comuns. Resposta da questo 37: [A] A escravido em terras americanas, desde o incio da colonizao europeia no sculo XVI at o sculo XIX, apresenta diferentes aspectos, pois alm da escravizao dos nativos, sobretudo no Brasil, a escravido africana, que se tornara predominante, apresentava particularidades em razo das demandas especficas e aspectos culturais de cada regio. Assim como a prpria escravido, sua abolio tambm teve diferentes motivaes que podiam ser humanitrias, religiosas, econmicas e polticas. A questo analisa dois momentos de abolio da escravido, motivada por interesses polticos. Resposta da questo 38: [B] Considerando-se a colonizao europeia que a mencionada no texto, nos dois momentos de colonizao (Sistema Colonial Tradicional dos sculos XVI e XVII e o Neocolonialismo no sculo XIX), os europeus encontravam-se num estgio de desenvolvimento tcnico e cultural, motivado pelo desenvolvimento do capitalismo, que lhes assegurou a imposio de seus valores e padro de cultura aos povos colonizados. Mesmo aps a emancipao e a constituio de novos Estados Nacionais, os colonizados preservaram os elementos culturais europeus, sobrepostos aos seus.

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    Resposta da questo 39: [E]

    A questo est muito mais para interpretao literria do que para histria, a no ser pelo fato de o relato sobre a decadncia da famlia Menezes exemplificar os efeitos da desagregao poltica, social e econmica do pas num determinado contexto histrico. Resposta da questo 40: [D]

    A questo apresenta-se muito mais como interpretao de texto, do que de conhecimento histrico. No entanto, as consideraes de Tocqueville inserem-se no contexto da Grande Depresso decorrente da crise de 1929. Anteriormente crise, apregoava-se entre os norteamericanos o American Way of Life (Estilo de vida americano), baseado na ideia de que qualquer indivduo poderia aumentar significativamente a qualidade de sua vida no futuro atravs de determinao, trabalho duro e habilidade. Politicamente, o American way estabelece a crena da "superioridade" da democracia dita livre, fundada num mercado de trabalho competitivo sem limites. Tais princpios forma amplamente difundidos durante a Guerra Fria. Resposta da questo 41: [D] A questo destaca o artesanato regional como um elemento de identidade cultural de uma determinada sociedade. Resposta da questo 42: [E]

    O movimento estudantil iniciado na Frana em maio de 1968, influenciou uma grande mobilizao de jovens, intelectuais e artistas no ocidente que afrontava os valores tradicionais da cultura burguesa, dando origem chamada contracultura e idealizao da sociedade alternativa contribuindo significativamente para mobilizaes em torno de temas como o pacifismo, o ambientalismo, direitos das minorias e a equidade de gneros. Resposta da questo 43: [B] As informaes contidas no fragmento utilizado na questo e bem como a alternativa correta, sustentam a existncia de comunidades com caractersticas muito peculiares no interior paulista, no caso o bairro do Cafund em Salto do Pirapora, evidenciando-se assim a diversidade cultural existente no estado. Resposta da questo 44: [D] A questo valoriza a interpretao de texto, recorrendo anlise do autor sobre alteraes ocorridas no cotidiano da cidade do Rio de Janeiro a partir do desaparecimento dos cafs, locais de entretenimento e convivncia, em decorrncia do progresso. Resposta da questo 45: [B] O grfico [B] est de acordo com as informaes propostas no enunciado da questo. Resposta da questo 46: [A] A ingesto contnua do anticoncepcional hormonal far com que os nveis sanguneos dos componentes, estrognio e progesterona, mantenham-se constantes durante o experimento. Resposta da questo 47: [C] A obesidade e o sedentarismo podem desencadear o desenvolvimento do diabetes, doena caracterizada por hiperglicemia e danos subsequentes nos componentes do sistema circulatrio. Resposta da questo 48: [B]

    A produo de dixido de carbono 2(CO ), durante a fermentao alcolica realizada por micro-organismos do gnero

    Saccharomyces, resulta no crescimento da massa do po.

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    Resposta da questo 49: [A] Teremos: