Folheto Litúrgico do Mês de Março 2014

Click here to load reader

  • date post

    07-Nov-2014
  • Category

    Design

  • view

    14.274
  • download

    7

Embed Size (px)

description

Equipe da Paróquia apartamento 1206

Transcript of Folheto Litúrgico do Mês de Março 2014

  • 1. Comunidade em Orao Liturgia para o 8 Domingo do Tempo Comum/Ano A 02.03.2014 - Servir s a Deus. Confiar na sua providncia - Dia de orao pelas vocaes e da partilha Cor litrgica: Verde 1. RITOS INICIAIS A. (Ref. N 153) Eu me entrego, Senhor, em tuas mos/ e espero pela tua salvao (repetir). Anim.: Nossa participao na celebrao manifesta que confiamos em Deus e lhe somos gratos porque sempre no acompanha e fortalece com sua graa. Celebrando seu louvor, somos tambm convidados a renovar nosso compromisso de servir somente a Ele, nico senhor de nossa vida. A. (n 35) Ref. Venha, povo de Deus, celebrar/ nosso encontro de fraternidade. / Jesus, nosso Mestre e Senhor,/ que nos chama a viver na unidade! 1. Senhor, ns chegamos felizes, a verdade queremos ouvir./ Tua palavra luz que ilumina os caminhos que vamos seguir. 3. Nova aurora de vida e esperana, ns buscamos aqui, Senhor./ Cidados com direitos iguais pura imagem de Deus, criador! 4. Os valores do reino, um dia, ns possamos alegres viver./ A famlia, a escola, a Igreja sejam foras que os faam crescer. P. Em nome do Pai e do Filho e do Esprito Santo. A. Amm. P. Que a graa de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunho do Esprito Santo, estejam convosco. A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A vida na liturgia P. (--- primeiro domingo do ms, dia de orao pelas vocaes e da partilha / tera-feira, 37 Romaria da Terra no RS / quarta-feira, incio da quaresma com a CF ...). Ano 35 - N 2085 Secretariado Diocesano de Pastoral Erechim Ato penitencial P. Deus nunca falha em suas promessas e no esquece de ningum. Ns que muitas vezes falhamos com Ele. Na confiana que sua bondade nos inspira, invoquemos seu perdo (Pausa). L. Senhor, que nos chamais a servir somente a Vs e no ao dinheiro, tende piedade de ns. A. Senhor, tende piedade de ns. L. Cristo, que nos testemunhais e convidais a viver a confiana absoluta no Pai, tende piedade de ns. A. Cristo, tende piedade de ns. L. Senhor que exortais a buscar o Reino e sua justia sem outras preocupaes, tende piedade de ns. A. Senhor, tende piedade de ns. P. Deus, rico em misericrdia.... A. Amm. Hino de louvor A. (n 94) 1. Glria a Deus, que por amor sua imagem nos criou./ Glria ao Pai, eternamente, que vida nos chamou. Ref. /:Aleluia, aleluia, aleluia, glria a Deus!:/ 2. Glria a Cristo, imagem viva, luz de nosso corao./ Sua vida nos revela verdadeira vocao. 3. Ao Esprito, que anima nosso ser e nosso agir,/ seja dada toda a glria pela paz que faz sentir. P. OREMOS. Fazei, Deus, que os acontecimentos deste mundo decorram na paz que desejais, e vossa Igreja vos possa servir, alegre e tranquila. PNSrJC. A. Amm. 2. LITURGIA DA PALAVRA (Lecionrio Dominical, 8 DTC-A, Paulinas-Paulus, p. 270-272) Anim.: A certeza do amor infinito de Deus inspira confiana absoluta nele e exige servi-lo como nico Senhor de nossa vida. 1 Leitura: Is 49,14-15 L. Leitura do Livro do Profeta Isaas. Disse Sio: O Senhor abandonou-me, o Senhor esqueceu-se de mim! Acaso pode a mulher esquecer-se do filho pequeno, a ponto de no ter pena do fruto de seu ventre? Se ela se esquecer, eu, porm, no me esquecerei de ti. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Salmo: Sl 61 (62) S. S em Deus a minha alma tem repouso, s ele meu rochedo e Salvao. A. S em Deus a minha alma tem repouso, s ele meu rochedo e Salvao. S. 1. - S em Deus a minha alma tem repouso,* porque dele que me vem a salvao! - S ele meu rochedo e salvao,* a fortaleza, onde encontro segurana! 2. - S em Deus a minha alma tem repouso,* porque dele que me vem a salvao! - S ele meu rochedo e salvao,* a fortaleza onde encontro segurana! 3. - A minha glria e salvao esto em Deus;* o meu refgio e rocha firme o Senhor! - Povo todo, esperai sempre no Senhor,* e abri diante dele o corao. 2 Leitura: 1Cor 4,1-5 L. Leitura da Primeira Carta de So Paulo aos Corntios. Irmos: Que todo o mundo nos considere como servidores de Cristo e administradores dos mistrios de Deus. A este respeito, o que se exige dos administradores que sejam fiis. Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vs ou por algum tribunal humano. Nem eu me julgo a mim mesmo. verdade que a minha consci-
  • 2. ncia no me acusa de nada. Mas no por isso que eu posso ser considerado justo. Quem me julga o Senhor. Portanto, no queirais julgar antes do tempo. Aguardai que o Senhor venha. Ele iluminar o que estiver escondido nas trevas e manifestar os projetos dos coraes. Ento, cada um receber de Deus o louvor que tiver merecido. Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Evangelho: Mt 6,24-34 A. Aleluia... S. A Palavra do Senhor viva e eficaz; ela julga os pensamentos e as intenes do corao. A. Aleluia... P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Proclamao do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. A. Glria a vs, Senhor! P. Naquele tempo, disse Jesus a seus discpulos: Ningum pode servir a dois senhores: pois, ou odiar um e amar o outro, ou ser fiel a um e desprezar o outro. Vs no podeis servir a Deus e ao dinheiro. Por isso eu vos digo: no vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal, a vida no vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? Olhai os pssaros dos cus: eles no semeiam, no colhem, nem ajuntam em armazns. No entanto, vosso Pai que est nos cus os alimenta. Vs no valeis mais do que os pssaros? Quem de vs pode prolongar a durao da prpria vida, s pelo fato de se preocupar com isso? E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lrios do campo: eles no trabalham nem fiam. Porm, eu vos digo: nem o rei Salomo, em toda a sua glria, jamais se vestiu como um deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanh queimada no forno, no far ele muito mais por vs, gente de pouca f? Portanto, no vos preocupeis, dizendo: O que vamos comer? O que vamos beber? Como vamos nos vestir? Os pagos que procuram essas coisas. Vosso Pai, que est nos cus, sabe que precisais de tudo isso. Pelo contrrio, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justia, e todas essas coisas vos sero dadas por acrscimo. Portanto, no vos preocupeis com o dia de amanh, pois o dia de amanh ter suas preocupaes! Para cada dia bastam seus prprios problemas. - Palavra da Salvao. A. Glria a vs, Senhor! Homilia Profisso da f P. Creio em Deus Pai, todo-poderoso, A. criador do cu e da terra, de todas as coisas visveis e invisveis. P. Creio em um s Senhor, Jesus Cristo, A. Filho Unignito de Deus, nascido do Pai antes de todos os sculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, no criado, consubstancial ao Pai. P. Por ele todas as coisas foram feitas, A. E por ns, homens, e para nossa salvao, desceu dos cus e se encarnou pelo Esprito Santo no seio da Virgem Maria, e se fez homem. P. Tambm por ns foi crucificado sob Pncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos cus, onde est sentado direita do Pai. A. E de novo h de vir, em sua glria, para julgar os vivos e os mortos; e o seu Reino no ter fim. P. Creio no Esprito Santo, A. Senhor que d a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. P. Creio na Igreja, A. una, santa, catlica e apostlica. Professo um s batismo para a remisso dos pecados. E espero a ressurreio dos mortos e a vida do mundo que h de vir. Amm. Prece dos fiis P. A Deus que sempre nos assiste ao longo da vida, especialmente nos momentos de sofrimento e angstia, apresentemos nossa splica comunitria. A. Ns vos pedimos, ouvi-nos, Senhor. 1. Para que a Igreja conserve sempre e anuncie a todos a total confiana no Senhor que a conduz, peamos, irmos. 2. Para que as famlias e lideranas de nossa comunidade busquem unicamente em Deus a fora de sua vida, peamos, irmos. 3. Por todos os que perderam o sentido da vida, pelos doentes e pelos esquecidos pela sociedade, para que no percam a confiana em Deus e recebam o auxlio necessrio, peamos, irmos. 4. Pela perseverana de nossos seminaristas, neste incio do novo ano de estudos, e para que seus formadores tenham a luz e a fora de Deus em sua misso, peamos, irmos. 5. Para que a Romaria da Terra, tera-feira, fortalea todas as iniciativas em favor de vida saudvel para todos, conforme seu lema, peamos, irmos. 6. Para que as atividades de carnaval nestes seus dias mais intensos reforcem os laos da amizade, sem os exageros que estragam a sade e causam sofrimentos nas famlias, peamos, irmos. 7. ... P. Deus, nosso Pai, acolhei nossas splicas, concedendo-nos a riqueza de vossa graa, a fim de no nos apegarmos aos bens, vos servirmos sempre acima de tudo e alcanarmos os bens futuros. Por Cristo, nosso Senhor! A. Amm. 3. LITURGIA EUCARSTICA Procisso e apresentao das oferendas Anim.: Em gesto de desapego e de generosidade, apresentemos a Deus nossas oferendas, fruto de nosso trabalho. A. (N 202) 1. Neste altar da esperana, ofertamos nossa vida./ /:Vida que dom e servio, vida de amor, doao.:/ Ref. /: Aceitai, Senhor, estes dons. No altar, vinho e po./ Ns queremos viver como irmos/ pra formar um s corao!:/ 2. Tanto po mal repartido, tantas bocas to famintas./ /:Ah! To urgente a partilha, indispensvel pra vida.:/ 3. Animar quem vive triste, consolar desanimados/ /:e mostrar a estrada certa, eis a misso do profeta.:/ P. Orai, irmos e irms... A. Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para glria do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. P. Deus, que nos dais o que oferecemos, e aceitais nossa oferta como um gesto de amor, fazei que os vossos dons, nossa nica riqueza, frutifiquem para ns em prmio eterno. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. Orao Eucarstica Diversas circunstncias I (Missal, p. 842) P. Na verdade, justo e necessrio, nosso dever e salvao dar-vos graas e cantar-vos um hino de glria e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho reunistes uma s Igreja de todos os povos, lnguas e naes. Vivificada pela fora do vosso Esprito no deixais, por meio dela, de congregar na unidade todos os seres humanos. Assim, manifestando a aliana do vosso amor, a Igreja transmite constantemente a alegre esperana do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que prometestes para sempre em Jesus Cristo, Senhor nosso. Por esta razo, com todas as virtudes do cu, ns vos celebramos na terra, cantando (dizendo) com toda Igreja a uma s voz: A. Deus santo, Deus amor, Deus Pai e Criador/ e nos deu Jesus por irmo, louvado seja o Senhor. Cus e terra cantaro ao que vem nos acolher/ no seu reino de amor. Hosana damos ao Se- nhor. P. Na verdade, vs sois santo e digno de louvor, Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, bendito o vosso Filho, presente no meio de ns, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discpulos, ele nos revela as Escrituras e parte o po para ns. A. O vosso Filho permanea entre ns! P. Ns vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Esprito Santo para santificar estes dons do po e do vinho, a fim de que se tornem para ns o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. A. Mandai o vosso Esprito Santo! P. Na vspera de sua paixo, durante a ltima Ceia, ele tomou o po, deu graas e o partiu e deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO O MEU CORPO, QUE SER ENTREGUE POR VS. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele, tomando o clice em suas mos, deu graas novamente e o entregou a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE O CLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANA, QUE SER DERRAMADO POR VS E POR TODOS PARA REMISSO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMRIA DE MIM. Eis o mistrio da f! A. Salvador do mundo, salvai-nos, vs que nos libertastes pela cruz e ressurreio. P. Celebrando, pois, Pai santo, a memria de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que pela paixo e morte de cruz fizestes entrar na glria da ressurreio e colocastes vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor at que ele venha, e vos oferecemos o po da vida e o clice da bno. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifcio pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela fora do Esprito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos. A. Aceitai, Senhor, a nossa oferta! P. Renovai, Senhor, luz do Evangelho, a vossa Igreja (que est em N.). Fortalecei o vnculo da unidade entre os fiis leigos e os pastores do vosso povo, em comunho com o nosso Papa N., e o nosso Bispo N. e os bispos do mundo inteiro, para que o vosso povo, neste mundo dilacerado por discrdias, brilhe como sinal proftico de unidade e de paz. A. Confirmai na caridade o vosso povo! P. Lembrai-vos dos nossos irmos e irms (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja f s vs conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreio, a plenitude da vida. A. Concedei-lhes, Senhor, a luz eterna! P. Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinao terrestre, chegarmos todos morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunho com a bem-aventurada Virgem Maria, com So Jos, esposo de Maria, com os Apstolos e Mrtires, (com S.N.: Santo do dia ou Patrono) e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vs, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Esprito Santo, toda a honra e toda a glria, agora e para sempre. A. Amm. Rito de Comunho (Pai-Nosso / Orao da Paz / Frao do Po) Comunho Anim.: Na comunho do altar, Cristo se d a ns como alimento, a fim de que, na comunho fraterna, ns sirvamos a todos, colocando nossa nica seguran-
  • 3. a em Deus. A. (N 291) 1. No pode faltar a palavra, no pode faltar-nos o po,/ no pode faltar compromisso a quem quer um mundo de irmos. Ref. /:Teu po, Senhor, nos sustenta na luta de um mundo melhor./ O teu Evangelho transforma. Tu s nosso Deus salvador.:/ 2. Passaste no mundo dos homens, fazendo a todos o bem./ Teu jeito de amar os humildes a todos ensina tambm. 3. A boa notcia do reino aos pobres tu vens anunciar./ Deus que se pe a seu lado. Deus que nos vem libertar. 4. Contigo fazendo aliana, fazemos tambm comunho./ A causa que tu abraaste anima a tomar posio. 5. Senhor, o teu povo reunido, comunga teu gesto de amor,/ aprende a viver na partilha, do pobre se faz defensor. 6. Chegando ao terceiro milnio, com teu evangelho nas mos,/ renasce no mundo a justia, seremos um povo de irmos. P. OREMOS. Tendo recebido o po que nos salva, ns vos pedimos, Deus, que este sacramento, alimentando-nos na terra, nos faa participar da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. 4. RITOS FINAIS (Avisos / Compromisso) Anim.: Sem o desapego do dinheiro e dos bens, no se vive a confiana em Deus. Sem a confiana em Deus, no se tem liberdade para servi-lo com alegria. Na fora desta celebrao, testemunhemos que Deus nosso nico Senhor. A. (Canto Lit. 2010, Ref. N 1) Jesus Cristo anunciava por primeiro/ um novo Reino de justia e seus valores:/: Vs no podeis servir a Deus e ao dinheiro/ e muito menos servir a dois senhores:/. P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Deus guie sempre vossos passos com a luz de sua Palavra; Ele vos enriquea continua- mente com seus benefcios, vos mantenha agradecidos e fiis na observncia dos seus mandamentos. E que vos abenoe Deus onipotente, Pai e Filho e Esprito Santo. A. Amm. P. Glorificai o Senhor com vossa vida; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. A. Graas a Deus. Para refletir - No evangelho deste domingo, oitavo do tempo comum e ltimo antes da quaresma deste ano, Cristo nos diz o que deve vir em primeiro lugar em nossa vida: a busca do Reino de Deus e sua justia. Ainda dentro do chamado sermo da montanha, Jesus comea por lembrar que impossvel servir a dois senhores. Se servimos a Deus, permanecemos livres. Se servimos ao dinheiro, tornamo-nos escravos dele. Colocando Deus em primeiro lugar, estaremos vivendo a primeira bem-aventurana: bem-aventurados os pobres em esprito. No tempo de Jesus, tambm, a riqueza e a pobreza tinham uma dimenso religiosa. A pobreza era considerada maldio de Deus ou sinal de menos benevolncia dele para o pobre. A riqueza, ao contrrio, era vista como sinal da predileo de Deus. Da que os pobres se sentiam mais infelizes ainda, constrangidos em sua pobreza. Jesus declara que eles so os preferidos de Deus, enquanto no fazem da riqueza a razo de ser de sua existncia. Enquanto podem sentir-se mais livres das preocupaes materiais que desviam da justia, da gratuidade, da ajuda ao prximo e levam a colocar Deus em segundo lugar. Para acentuar a necessidade de se viver o desapego dos bens, Jesus exorta a viver na confiana em Deus, na sua providncia, ilustrando seu ensinamento com o convite a olhar os lrios do campo e os pssaros do cu, que no fazem roupas e nem plantam, mas Deus os veste e alimenta. Quanto mais confiamos em Deus, mesmo nas dificuldades e provaes, mais nos sentiremos amados e assistidos por Ele, conforme nos garante a primeira leitura. Quanto mais confiamos em Deus, melhor saberemos realizar aquilo que vale a pena e permanece para sempre e nos garantir a recompensa de Deus, conforme a segunda leitura deste domingo. Lembretes: - De 03 a 23, Santas Misses Populares na Parquia de Severiano de Almeida pela equipe missionria capuchinha de Vacaria. - Tera-feira, 37 Romaria da Terra, em Tapes, Arquidiocese de Porto Alegre. - Quarta-feira, Cinzas e lanamento da Campanha da Fraternidade 2014. - Quinta-feira, 08h30, reunio da rea Pastoral de Erechim na parquia Santa Luzia, Atlntico. - Sexta-feira, 13h30, reunio do grupo da ESPERE Erechim, no Centro Diocesano de Pastoral; s 18h30, reunio da rea de So Valentim, em Erval Grande. - Sbado (8!) Dia Internacional da Mulher; Encontro de formao sobre a Campanha Nacional Contra a Violncia e o Extermnio de Jovens; encontro de preparao ao casamento da rea de Aratiba, em Aratiba. Leituras da Semana: 2f, 03/03: 1Pd 1,3-9; Sl 111; Mc 10,17-27; 3f, 04/03: 1Pd 1,1016; Sl 98; Mc 10,28-31; 4f, 05/03 (cinzas): Jl 2,12-18; Sl 51; 2Cor 5,20-6,2 Mt 6,1-6.16-18; 5f, 06/03: Dt 30,15-20; Sl 1; Lc 9,22-25; 6f, 07/03: Is 58,1-9a; Sl 51; Mt 9,14-15; sb. 08/03: Is 58,9b-14; Sl 86; Lc 5,27-32; dom. 09/03: Gn 2,7-9.3,1-7; Sl 51; Rm 5,12-29 Mt 4,1-11 (Tentao de Jesus). Acesse o site da Diocese de Erexim: http://www.diocesedeerexim.org.br Visite a Livraria Diocesana, Av. Sete de Setembro, 1251 Comunidade em Orao Liturgia para a quarta-feira de cinzas/Ano A 05.03.2014 - O Senhor deseja colher os bons frutos de nossa converso. - CF: Fraternidade e Trfico Humano para a liberdade que Cristo nos libertou! (Gl 5,1) Cor litrgica: Roxo 2086 Ano 35 - N Secretariado Diocesano de Pastoral Erechim (No tempo da quaresma, pod e r- s e - i a utilizar a cruz com pano roxo e o cartaz da CF. Neste dia, se houver, um ramo de oliveira seco [normalmente se faz a cinza de ramos de oliveira do domingo de ramos...] e os potes com cinzas...). 1. RITOS INICIAIS A. (n 26, est. 14 e 15) 1. Venham adoremos a nosso Senhor,/ tempo de quaresma que ele consagrou. 2. Hoje no fechemos nosso corao,/ sua voz escutemos com toda ateno. Anim.: Com alegre determinao, iniciamos o tempo especialmente favorvel de converso, acompanhando Cristo at a Cruz para participarmos de sua ressurreio gloriosa na Santa Pscoa. Ajudados pela Campanha da Fraternidade, disponhamo-nos a crescer na comunho fraterna, superando tudo o que tira a verdadeira liberdade de cada pessoa humana. A. (Canto Lit. 2013, 3) 1. Senhor, Deus de nossos pais, aqui estamos./ Teu amor, alegres, vimos celebrar./ Tua graa que nos salva ns buscamos,/ nossa vida colocamos neste altar. Ref.: /:Somos povo da aliana,/ caminhando na esperana,/ conduzidos por tua mo! / Com os ps no cho da vida,/ rumo Pscoa to querida,/ te pedimos converso! 2. Nesta casa, reunidos em famlia,/ aprendemos o valor da orao,/ do jejum que nos educa na partilha,/ do amor, que faz a gente ser irmo. P. Em nome do Pai e do Filho e do Esprito Santo. A. Amm. P. Que o amor infinito e o perdo generoso de Cristo, que nos convida a segui-lo na Paixo para participar de sua vitria pascal, estejam convosco. A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A vida na liturgia P. (Quem carregou o CARTAZ da CF/2014 fica mais em frente). Iniciamos a preparao para a Pscoa, mistrio central de nossa f. Por sua morte e ressurreio, Cristo nos libertou da morte e do pecado. Mas ns precisamos construir nossa libertao e a de nossos irmos e irms. A Campanha da Fraternidade deste ano nos convoca a superar a dramtica chaga do trfico humano. Em seu lema, nos lembra que para a liberdade que Cristo nos libertou. A. (Canto Lit. 2014, 1 - Ref) para a liberdade que Cristo nos libertou,/ Jesus libertador!/ para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1). P. OREMOS. Concedei-nos, Deus todo-poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma, para que a penitncia nos fortalea no combate contra o esprito do mal. PNSrJC. A. Amm. 2. LITURGIA DA PALAVRA (Lecionrio semanal, Paulinas-Paulus, p. 153-156) Anim.: A prtica autntica dos trs exerccios bsicos da vida crist, jejum, esmola e orao, nos possibilita abrir nosso corao misericrdia divina e comunho fraterna, na converso verdadeira. 1 Leitura Jl 2,12-18 L. Leitura da Profecia de Joel. Agora, diz o Senhor, voltai para mim com todo o vosso corao, com jejuns, lgrimas e gemidos; rasgai o corao, e no as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus; ele benigno e compassivo, paciente e cheio de misericrdia, inclinado a perdoar o castigo. Quem sabe, se ele se volta para vs e vos perdoa, e deixa atrs de si a bno, oblao e libao para o Senhor, vosso Deus? Tocai trombeta em Sio, prescrevei o jejum sagrado, convocai a assembleia; congregai o povo, realizai cerimnias de culto, reuni ancios, ajuntai crianas e lactentes; deixe o esposo seu aposento, e a esposa, seu leito. Chorem, postos entre o vestbulo e o altar, os ministros sagrados do Senhor, e digam: Perdoa, Senhor, a teu povo, e no deixes que esta tua herana sofra infmia e que as naes a dominem. Por que se haveria de dizer entre os povos: Onde est o Deus deles? Ento o Senhor encheu-se de zelo por sua terra e perdoou ao seu povo. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Salmo: Sl 50 (51) S. Misericrdia, Senhor, pois pecamos! A. Misericrdia, Senhor, pois pecamos! S. 1. Tende piedade, meu Deus, misericrdia!* Na imensido de vosso amor, purificai-me! - Lavai-me todo inteiro do pecado,* e apagai completamente a minha culpa! 2. Eu reconheo toda a minha iniqidade,* o meu pecado est sempre minha frente. - Foi contra vs, s contra vs, que
  • 4. eu pequei,* e pratiquei o que mau aos vossos olhos. 3. Criai em mim um corao que seja puro,* dai-me de novo um esprito decidido. - Senhor, no me afasteis de vossa face,* nem retireis de mim o vosso Santo Esprito! 4. Dai-me de novo a alegria de ser salvo * e confirmai-me com esprito generoso. - Abri meus lbios, Senhor, para cantar,* e minha boca anunciar vosso louvor! 2 Leitura: 2Cor 5,20-6,2 L. Leitura da Segunda Carta de So Paulo aos Corntios. Irmos, somos embaixadores de Cristo, e Deus mesmo que exorta atravs de ns. Em nome de Cristo, ns vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus. Aquele que no cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por ns, para que nele ns nos tornemos justia de Deus. Como colaboradores de Cristo, ns vos exortamos a no receberdes em vo a graa de Deus, pois ele diz: No momento favorvel, eu te ouvi e no dia da salvao, eu te socorri. agora o momento favorvel, agora o dia da salvao. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Evangelho: Mt 6,1-6.16-18 A. (n 184) Ref.: Fala, Senhor, fala, Senhor,/ palavra de fraternidade! / Fala, Senhor, fala, Senhor,/ s luz da humanidade! 1. A tua Palavra, farol de justia / que vence a cobia, bno e paz. P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Proclamao do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. A. Glria a vs, Senhor! P. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discpulos: Ficai atentos para no praticar a vossa justia na frente dos homens, s para serdes vistos por eles. Caso contrrio, no recebereis a recompensa do vosso Pai que est nos cus. Por isso, quando deres esmola, no toques a trombeta diante de ti, como fa- zem os hipcritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles j receberam a sua recompensa. Ao contrrio, quando deres esmola, que a tua mo esquerda no saiba o que faz a tua mo direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que v o que est oculto, te dar a recompensa. Quando orardes, no sejais como os hipcritas, que gostam de rezar de p, nas sinagogas e nas esquinas das praas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles j receberam a sua recompensa. Ao contrrio, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que est oculto. E o teu Pai, que v o que est escondido, te dar a recompensa. Quando jejuardes, no fiqueis com o rosto triste como os hipcritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que esto jejuando. Em verdade vos digo: Eles j receberam a sua recompensa. Tu, porm, quando jejuares, perfuma a cabea e lava o rosto, para que os homens no vejam que ests jejuando, mas somente teu Pai, que est oculto. E o teu Pai, que v o que est escondido, te dar a recompensa. - Palavra da Salvao. A. Glria a vs, Senhor! Homilia Rito das cinzas (Uma ou mais pessoas ministro/ as com as cinzas, fica(m) na frente de quem preside) Anim.: Na atitude interior de penitncia e converso, vivemos o gesto bblico da imposio das cinzas. Reconhecendo-nos pecadores, queremos crescer na reconciliao com Deus e com os irmos e irms, em frutuosa preparao para a Pscoa. A. (Canto Lit: 2013, ref. N 4) /:Convertei-vos e crede no Evangelho, eis o tempo favorvel!:/ P. Caros irmos e irms, roguemos instantemente a Deus Pai que abenoe com a riqueza de sua graa estas cinzas, que vamos colocar sobre as nossas ca- beas em sinal de penitncia. (Todos rezam em silncio) P. Deus, que no quereis a morte do pecador, mas a sua converso, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abenoar (+) estas cinzas, que vamos colocar sobre as nossas cabeas. E assim reconhecendo que somos p e que ao p voltaremos, consigamos, pela observncia da Quaresma, obter o perdo dos pecados e viver uma vida nova, semelhana do Cristo ressuscitado. Pelo mesmo Cristo, nosso Senhor. A. Amm. (Segue a imposio das cinzas. O ministro diz: Converta-se e creia no Evangelho!). Anim.: Aproximemo-nos para receber as cinzas sobre nossas cabeas. Que este gesto nos ajude a ter conscincia mais viva de nossa fragilidade humana e a realizar a verdadeira mudana de vida. A. (N 140) Ref. Eis o tempo de converso, eis o dia da salvao:/ Ao Pai voltemos, juntos andemos. Eis o tempo de converso. 1. Os caminhos do Senhor so verdade, so amor;/ dirigi os passos meus, em vs espero, Senhor./ Ele guia ao bom caminho quem errou e quer voltar;/ ele bom, fiel e justo, ele busca e vem salvar. 2. Viverei com o Senhor: ele o meu sustento./ Eu confio mesmo quando minha dor no mais aguento./ Tem valor aos olhos seus meu sofrer e meu morrer./ Libertai o vosso servo e fazei-o reviver. 3. A palavra do Senhor a luz do meu caminho;/ ela vida, alegria: vou guard-la com carinho./ Sua lei, seu mandamento viver a caridade:/ caminhemos todos juntos, construindo a unidade! L. Ns vos louvamos, Senhor Jesus Cristo, e bendizemos, A. Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo. L. Bendita e louvada seja a Sagrada Paixo e Morte de nosso Senhor Jesus Cristo, A. que quis padecer e morrer na Cruz para nos salva. Anim.: A Campanha da Fraternidade denuncia a vergonhoso comrcio de pessoas para trabalho escravo, venda de rgos, explorao sexual e outras finalidades desumanas. No compromisso de ajudar a sociedade a se curar desta chaga, rezemos a orao da Campanha da Fraternidade. L. Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. A. Fazei que experimentem a libertao da cruz e a ressurreio de Jesus. L. Ns vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do trfico humano. A. Convertei-nos pela fora do vosso Esprito, L. e tornai-nos sensveis s dores destes nossos irmos. A. Comprometidos na superao deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo, nosso Senhor. Amm. 3. LITURGIA EUCARSTICA Procisso e apresentao das oferendas Anim.: Apresentemos a Deus nossos propsitos para esta quaresma, a fim de que a sua graa os torne frutuosos. A. (Canto Lit. 2008, 8) 1. De corao arrependido e humilhado, / Pai queremos libertar-nos do pecado. Ref.: /:Que nossa oferta seja aceita com grande amor / e se transforme em Corpo e Sangue do Senhor.:/ 2. Alegremente com louvor reconhecemos, / que somos filhos e sois Pai e em vs vivemos. 3. Com o desejo de fazer fraternidade, / fortalecei-nos na justia e caridade. P. Orai, irmos e irms... A. Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para glria do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. P. Oferecendo-vos este sacrifcio no comeo da Quaresma, ns vos suplicamos, Deus, a graa de dominar nossos maus desejos pelas obras de penitncia e ca- ridade, para que, purificados de nossas faltas, celebremos com fervor a paixo do vosso Filho, que vive e reina para sempre. A. Amm. Orao Eucarstica II (Missal, p.478) Prefcio Quaresma III Os frutos da abstinncia (Missal, p. 416) P. Na verdade justo e necessrio, nosso dever e salvao dar-vos graas, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vs acolheis nossa penitncia como oferenda vossa glria. O jejum e a abstinncia que praticamos, quebrando nosso orgulho, nos convidam a imitar vossa misericrdia, repartindo o po com os necessitados. Unidos multido dos anjos e dos santos ns vos aclamamos, cantando a uma s voz... A. (n 245) Ref. Santo, cem vezes santo, mil vezes santo,/ cantam os anjos de Deus!/ Santo, cem vezes santo, mil vezes santo,/ cantamos ns, filhos seus! 1. Cus e terra proclamam: Santo o Senhor!/ Glrias, hosana e louvor! 2. Os milnios proclamam: Santo o Senhor!/ Glrias, hosana e louvor! P. Na verdade, Pai, vs sois santo e fonte de toda santidade. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Esprito, a fim de que se tornem para ns o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. A. Santificai nossa oferenda, Senhor! P. Estando para ser entregue e abraando livremente a paixo, ele tomou o po, deu graas, e o partiu e deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO O MEU CORPO, QUE SER ENTREGUE POR VS. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o clice em suas mos, deu graas novamente, e o deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE O CLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANA, QUE SER DERRAMADO POR VS E POR TODOS PARA REMISSO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMRIA DE MIM. P. Eis o mistrio da f! A. Salvador do mundo, salvai-nos, vs que nos libertastes pela cruz e ressurreio. P. Celebrando, pois, a memria da morte e ressurreio do vosso Filho, ns vos oferecemos, Pai, o po da vida e o clice da salvao; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presena e vos servir. A. Recebei, Senhor, a nossa oferta! P. E ns vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Esprito Santo num s corpo. A. Fazei de ns um s corpo e um s esprito! P. Lembrai-vos, Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresa na caridade, com o papa N., com nosso bispo N. e todos os ministros do vosso povo. A. Lembrai-vos, Pai, da vossa Igreja! P. Lembrai-vos tambm dos (outros) nossos irmos e irms que morreram na esperana da ressurreio e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vs na luz da vossa face. A. Lembrai-vos, Pai, dos vossos filhos! P. Enfim, ns vos pedimos, tende piedade de todos ns e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Me de Deus, So Jos, seu esposo e com os santos Apstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho. A. Concedei-nos o convvio dos eleitos! P. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vs, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Esprito Santo, toda a honra e toda a glria, agora e para sempre. A. Amm.
  • 5. Rito de Comunho (Pai-Nosso / Orao da Paz / Frao do Po) Comunho Anim.: O alimento eucarstico que o Senhor nos oferece prova de seu amor e convite a sermos generosos com os irmos, especialmente neste tempo quaresmal. A. (N 298) 1. A quem ns servimos, quando partimos o po do amor?/ Criana sem nome, morrendo de fome, eras tu, Senhor? Ref. Vem ser nesta mesa o po da igualdade e da libertao./ Teu corpo e teu sangue animem, sustentem a nossa misso! 2. A quem acolhemos quando envolvemos de humano calor?/ O velho esquecido, tambm excludo, eras tu, Senhor? 3. De quem ns cuidamos quando curamos feridas e dor?/ O pobre doente da vida descrente, eras tu, Senhor? 4. A quem escutamos quando tratamos com digno valor?/ O ndio poeta, de sangue profeta, eras tu, Senhor? 5. A quem amparamos, quando mostramos um mundo melhor?/ O jovem drogado, por no ser amado, eras tu, Senhor? 6. A quem nos somamos, quando irmanados na luta e na dor?/ Aquele operrio, chorando o salrio, eras tu, Senhor? 7. A quem apoiamos, quando medimos do rosto o suor?/ O homem do campo em seu desencanto, eras tu, Senhor? 8. A quem defendemos, denunciando o mal, sem temor?/ Mulher explorada, o negro ainda escravo, eras tu, Senhor? P. OREMOS. Deus, fazei que sejamos ajudados pelo sacramento que acabamos de receber, para que o jejum de hoje vos seja agradvel e nos sirva de remdio. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. 4. RITOS FINAIS (Avisos / Compromisso) Anim.: Iniciamos o tempo especialmente favorvel ao fortalecimento da nossa vida crist. Somos convocados a confirmar escolhas, rever critrios, retomar prticas religiosas, familiares e comunitrias. A. (Canto Lit. 2009, Ref. N 3) /:Voltai para o Senhor de todo o corao, mudai as vossas obras em sinal de converso!./ P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Deus, Pai de misericrdia, vos conceda a alegria do retorno casa; o Senhor Jesus Cristo, modelo de orao e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal para a verdadeira converso; o Esprito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal para poderdes celebrar a vitria da Pscoa. E que vos abenoe Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Esprito Santo. A. Amm. P. Vivei o compromisso desta Quaresma; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. A. Graas a Deus. Cartaz e objetivos da CF 2014 O cartaz, recurso visual de cada edio da Campanha da Fraternidade, tenta retratar a realidade dolorosa do trfico de pessoas apresentando mos acorrentadas estendidas, para expressar a impotncia de quem a ele submetido. Acima delas, a mo opressora que subjuga as pessoas e fere frontalmente sua dignidade humana, com todas as violaes decorrentes, simbolizadas na sombra da parte superior do cartaz. Mas as correntes esto rompidas e envoltas em luz, expressando que a libertao realizada por Cristo de toda escravido revigora a vida das pessoas feridas pelo crime hediondo do trfico. o que anuncia o lema: para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1). Objetivos: Identificar as prticas de trfico humano em suas vrias formas e denunci-lo como violao da dignidade e da liberdade humana, mobilizando os cristos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus. - identificar as causas e modalidades dele e os rostos que sofrem com essa explorao; - denunciar as estruturas e situaes que o causam - reivindicar, polticas e meios para a reinsero das pessoas atingidas por ele na vida familiar e social; - promover aes de preveno e de resgate da cidadania das pessoas em situao de trfico; - suscitar, luz da Palavra de Deus, a converso que conduza ao emprenho transformador dessa realidade aviltante da pessoa humana; - celebrar o mistrio da Pscoa, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado s vtimas desse mal (Texto Base TB, introduo, p. 8 e 9). Hino da CF 2014 Ref. para a liberdade que Cristo nos libertou,/ Jesus libertador!/ para a liberdade que Cristo nos libertou! 1. Deus no quer ver seus filhos sendo escravizados,/ semelhana e sua imagem, os criou. / Na cruz de Cristo, foram todos resgatados/ pra liberdade que Jesus nos libertou! 2. H tanta gente que, ao buscar nova alvorada,/ sai pela estrada a procurar libertao;/ Mas como triste ver, ao fim da caminhada,/ que foi levada a trabalhar na escravido! 3. E quantos chegam a perder a dignidade,/ sua cidade, a famlia, o seu valor./ Falta justia, falta mais fraternidade/ pra libert-los para a vida e para o amor! 4. Que abracemos a certeza da esperana,/ que j nos lana, nessa marcha em comunho./ Pra novo cu e nova terra da aliana,/ de liberdade e vida plena para o irmo Acesse o site da Diocese de Erexim: http://www.diocesedeerexim.org.br Visite a Livraria Diocesana, Av. Sete de Setembro, 1251 Comunidade em Orao Liturgia para o 1 domingo da quaresna/Ano A 09.03.2014 - Na fidelidade a Cristo, vencer as TENTAES - CF: Fraternidade e Trfico Humano para a liberdade que Cristo nos libertou! (Gl 5,1) - Destaque Famlia no Ano Diocesano da Famlia (2 domingo do ms) Cor litrgica: Roxo Ano 35 - N 2087 Secretariado Diocesano de Pastoral Erechim (Na procisso, talvez, pedra e po, cartaz da CF...). 1. RITOS INICIAIS A. (Ref. N 140) Eis o tempo de converso, eis o dia da salvao:/ ao Pai voltemos, juntos andemos./ Eis o tempo de converso. Anim.: Desde quarta-feira, com o rito das cinzas, vivemos a preparao Pscoa, com a Campanha da Fraternidade sobre o trfico humano. Ela nos lembra que Cristo nos libertou para sermos livres e no escravos do pecado, para o qual continuamos sendo tentados. A. (Canto Lit. 2013, n 3 ou hino da CF, no final do folheto) 1. Senhor, Deus de nossos pais, aqui estamos./ Teu amor, alegres, vimos celebrar./ Tua graa que nos salva ns buscamos,/ nossa vida colocamos neste altar. Ref.: /:Somos povo da aliana,/ caminhando na esperana,/ conduzidos por tua mo!/ Com os ps no cho da vida,/ rumo Pscoa to querida,/ te pedimos converso! 2. A palavra nos anima e orienta,/ fortalece e d sentido nossa cruz./ O teu po nos une a todos, nos sustenta/ por caminhos da justia nos conduz. 3. Nesta casa, reunidos em famlia,/ aprendemos o valor da orao,/ do jejum que nos educa na partilha,/ do amor, que faz a gente ser irmo. P. Em nome do Pai e do Filho e do Esprito Santo. A. Amm. P. A graa e o perdo de Cristo que, fiel ao Pai, na fora do Es- prito, vence as tentaes, estejam convosco. A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A vida na liturgia P. (--- exortao no rito das cinzas: converta-se, viva o evangelho / na diocese, no segundo domingo do ms, destaque famlia / 08/3: Dia Int. da Mulher ...). Ato penitencial P. A quaresma nos convida a refazer nossa relao filial com Deus, fraterna com os outros e harmnica com a natureza, prejudicada pelo pecado. Frequentemente, cedemos s mais diversas tentaes de no sermos filhos fiis do mesmo Pai, irmos de todos e cuidadores do meio ambiente. Arrependidos, peamos perdo de nossas faltas. A. (Canto Lit. 2014, n 9) 1. Do amor eu fugi, do irmo me esqueci,/ no abri meu corao e neguei o meu perdo. Ref. Perdo, Senhor! Perdo, meu Deus, eu pequei!/: Teu amor eu recusei, do irmo me afastei.:/ 2. Pobres eu no socorri, nus tambm eu no vesti,/ dos doentes me afastei e aos presos desprezei. 3. Eu tentei recomear, ir ao prximo encontrar,/ pois a lei manda amar e a todos se doar. P. Deus todo-poderoso e infinitamente bondoso... A. Amm. P. OREMOS. Concedei-nos, Deus onipotente, que, ao longo desta Quaresma, possamos progredir no conhecimento de Jesus Cristo e corresponder a seu amor por uma vida santa. PNSrJC. A. Amm. 2. LITURGIA DA PALAVRA (Lecionrio Dominical, 1 D da Quar, Paulinas-Paulus, p. 105109) Anim.: Este tempo insubstituvel de crescimento na f e na vida crist nos convida a descobrirmos melhor o projeto de Deus, que nos criou por amor e para vivermos no amor. Mesmo que no lhe sejamos fiis, caindo nas tentaes do mal, ele no nos abandona. 1 Leitura: Gn 2,7-9; 3,1-7 L. Leitura do Livro do Gnesis. O Senhor Deus formou o homem do p da terra, soprou-lhe nas narinas o sopro da vida e o homem tornou-se um ser vivente. Depois, o Senhor Deus plantou um jardim em den, ao oriente, e ali ps o homem que havia formado. E o Senhor Deus fez brotar da terra toda sorte de rvores de aspecto atraente e de fruto saboroso ao paladar, a rvore da vida no meio do jardim. A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus tinha feito. Ela disse mulher: verdade que Deus vos disse: No comereis de nenhuma das rvores do jardim? E a mulher respondeu serpente: Do fruto das rvores do jardim, ns podemos comer. Mas do fruto da rvore que est no meio do jardim, Deus nos disse: No comais dele nem sequer o toqueis, do contrrio, morrereis. A serpente disse mulher: No, vs no morrereis. Mas Deus sabe que no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abriro e vs sereis como Deus conhecendo o bem e o mal. A mulher viu que seria bom comer da rvore, pois era atraente para os
  • 6. olhos e desejvel para se alcanar conhecimento. E colheu um fruto, comeu e deu tambm ao marido, que estava com ela, e ele comeu. Ento, os olhos dos dois se abriram; e, vendo que estavam nus, teceram tangas para si com folhas de figueira. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Salmo: Sl 50 (51) S. (Canto Lit. 2014, n 5) Piedade, Senhor, tende piedade, pois pecamos contra Vs! A. Piedade, Senhor, tende piedade, pois pecamos contra Vs! S. 1. Tende piedade, meu Deus, misericrdia!* Na imensido de vosso amor, purificai-me! - Lavai-me todo inteiro do pecado,* e apagai completamente a minha culpa! 2. Eu reconheo toda a minha iniqidade,* o meu pecado est sempre minha frente. - Foi contra vs, s contra vs, que eu pequei,* e pratiquei o que mau aos vossos olhos. 3. Criai em mim um corao que seja puro,* dai-me de novo um esprito decidido. - Senhor, no me afasteis de vossa face,* nem retireis de mim o vosso Santo Esprito! 4. Dai-me de novo a alegria de ser salvo * e confirmai-me com esprito generoso. - Abri meus lbios, Senhor, para cantar,* e minha boca anunciar vosso louvor! 2 Leitura: Rm 5,12.17-19 L. Leitura da Carta de So Paulo aos Romanos. Irmos: Consideremos o seguinte: O pecado entrou no mundo por um s homem. Atravs do pecado, entrou a morte. E a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram. Por um s homem, pela falta de um s homem, a morte comeou a reinar. Muito mais reinaro na vida, pela mediao de um s, Jesus Cristo, os que recebem o dom gratuito e superabundante da justia. Como a falta de um s acarretou condenao para todos os homens, assim o ato de justia de um s trouxe, para todos os homens, a justificao que d a vida. Com efeito, como pela desobedincia de um s homem a humanidade toda foi estabelecida numa situao de pecado, assim tambm, pela obedincia de um s, toda a humanidade passar para uma situao de justia. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Evangelho: Mt 4,1-11 A. (Canto Lit. 2014, n 6) Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria!/ Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria! S. O homem no vive somente de po,/ mas de toda a palavra da boca de Deus. A. Louvor a Vs... P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Proclamao do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. A. Glria a Vs, Senhor. P. Naquele tempo, o Esprito conduziu Jesus ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, e, depois disso, teve fome. Ento, o tentador aproximou-se e disse a Jesus: Se s Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pes!. Mas Jesus respondeu: Est escrito: No s de po vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Ento o diabo levou Jesus Cidade Santa, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, e lhe disse: Se s Filho de Deus, lana-te daqui para abaixo! Porque est escrito: Deus dar ordens aos seus anjos a teu respeito, e eles te levaro nas mos, para que no tropeces em alguma pedra. Jesus lhe respondeu: Tambm est escrito: No tentars o Senhor teu Deus! Novamente, o diabo levou Jesus para um monte muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glria, e lhe disse: Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar. Jesus lhe disse: Vai-te embora, Satans, porque est escrito: Adorars ao Senhor teu Deus e somente a ele prestars culto. Ento o diabo o deixou. E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus. - Palavra da Salvao. A. Glria a vs, Senhor. Homilia Profisso da f A. Creio em Deus Pai... Prece dos fiis P. No silncio, no jejum e na intimidade com o Pai pela orao, Cristo encontrou a fora para vencer as tentaes do maligno. Valendo-nos dos mesmos recursos, seremos mais fortes para vencer nossas tentaes. Faamos, pois, nossas preces comunitrias. A. Atendei, Senhor, nossa splica. 1. Para que a Igreja, fiel a seu Mestre e Senhor, vena qualquer tipo de tentao, apoiada unicamente na fora de Deus, rezemos, irmos. 2. Para que ningum abandone a f ou perca o sentido da vida por causa de sofrimentos ou tentado por escndalos de outros, rezemos, irmos. 3. Para que a Campanha da Fraternidade nos ajude a conhecer e a combater as diversas formas de explorao das pessoas, especialmente a do trfico humano, rezemos, irmos. 4. Para que as mulheres, lembradas de modo especial em seu dia, com sua ternura e vigor, humanizem as relaes sociais, rezemos, irmos. 5. Para que o estudo sobre a iniciao crist em nossa Diocese resulte em renovada educao da f em nossas famlias e comunidades, rezemos, irmos. 6. Para que as famlias de nossa Diocese, na quaresma deste seu ano, sejam fortalecidas para vencer as diversas ameaas que enfrentam, rezemos, irmos. 7. ... P. Deus, Pai bondoso, ouvi a splica daqueles que vos invocam: vs que sustentais a vossa Igreja nas provaes da histria renovai a esperana e a coragem dos vossos filhos e, com a fora suave do vosso Esprito, reconduzi a vs os que se afasta- ram. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. 3. LITURGIA EUCARSTICA Procisso e apresentao das oferendas Anim.: A Deus, criador e fonte de todos os bens, como filhos agradecidos, apresentemos nossos dons, com os propsitos que nos animam neste incio da quaresma. A. (Canto Lit. 2013, n 7) 1. De corao arrependido e humilhado,/ Pai queremos libertar-nos do pecado. Ref.: /:Que nossa oferta seja aceita com grande amor/ e se transformem em Corpo e Sangue do Senhor!:/ 2. Alegremente, com louvor, reconhecemos,/ que somos filhos e sois Pai e em Vs vivemos. 3. Com o desejo de fazer fraternidade,/ fortalecei-nos na justia e caridade. P. Orai, irmos e irms... A. Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para glria do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. P. Fazei, Deus, que o nosso corao corresponda a estas oferendas com as quais iniciamos nossa caminhada para a Pscoa. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. Orao Eucarstica V (Missal, p. 496) Pref.: A tentao do Senhor (Missal, p. 181) P. Na verdade, justo e necessrio, nosso dever e salvao dar-vos graas, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Jejuando quarenta dias no deserto, Jesus consagrou a observncia quaresmal. Desarmando as ciladas do antigo inimigo, ensinou-nos a vencer o fermento da maldade. Celebrando agora o mistrio pascal, ns nos preparamos para a Pscoa definitiva. Enquanto esperamos a plenitude eterna, com os anjos e todos os santos, ns vos aclamamos, cantando a uma s voz: A. (n 247) 1. Santo, santo, san- to, dizem todos os anjos./ Santo, santo, santo o Senhor Jesus! Ref. Santo, santo, santo quem nos redime:/ Porque meu Deus santo, a terra cheia de sua glria est!/ Porque meu Deus santo, a terra cheia de sua glria est./ Cus e terra passaro, mas tua palavra no passar!/ Cus e terra passaro, mas tua palavra no passar!/ No, no, no passar! No, no, no passar! 2. Hosana a Jesus Cristo, o Filho de Maria!/ Bendito o que vem em nome do Senhor! P. Senhor, vs que sempre quisestes ficar muito perto de ns, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, mandai vosso Esprito Santo, a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. A. Mandai vosso Esprito Santo! P. Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus apstolos, Jesus, tendo o po em suas mos, olhou para o cu e deu graas, partiu o po e o entregou a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO O MEU CORPO, QUE SER ENTREGUE POR VS. Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o clice em suas mos, deu graas novamente e o entregou a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE O CLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANA, QUE SER DERRAMADO POR VS E POR TODOS, PARA REMISSO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMRIA DE MIM. Tudo isto mistrio da f! A. Toda vez que se come deste Po, toda vez que se bebe deste Vinho, se recorda a paixo de Jesus Cristo e se fica esperando sua volta. P. Recordamos, Pai, neste momento, a paixo de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreio e ascenso; ns queremos a vs oferecer este Po que alimenta e que d vida, este Vinho que nos salva e d coragem. A. Recebei, Senhor, a nossa oferta! P. E quando recebermos Po e Vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Esprito nos una num s corpo, pra sermos um s povo em seu amor. A. O Esprito nos una num s corpo! P. Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao cu, cada dia renovando a esperana de chegar junto a vs, na vossa paz. A. Caminhamos na estrada de Jesus! P. Dai ao santo Padre, o Papa N., ser bem firme na F, na Caridade, e a N., que Bispo desta Igreja, muita luz pra guiar o seu rebanho. A. Caminhamos na estrada de Jesus! P. Esperamos entrar na vida eterna com a Virgem, Me de Deus e da Igreja, os apstolos e todos os santos, que na vida souberam amar Cristo e seus irmos. A. Esperamos entrar na vida eterna! P. A todos que chamastes pra outra vida na vossa amizade, e aos marcados com o sinal da f, abrindo vossos braos, acolhei-os. Que vivam para sempre bem felizes no reino que pra todos preparastes. A. A todos dai a luz que no se apaga! P. E a ns, que agora estamos reunidos e somos povo santo e pecador, dai fora para construirmos juntos o vosso reino que tambm nosso. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vs, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Esprito Santo, toda a honra e toda a glria, agora e para sempre. A. Amm. Rito de Comunho (Pai-Nosso / Orao da Paz / Frao do Po) Comunho Anim.: Na preparao Pscoa, somos convidados a valer-nos mais intensamente dos recursos que nos fortalecem para enfrentar as tentaes, a orao pessoal, o jejum e a esmola, a Palavra de Deus e os sacramentos. Na
  • 7. comunho eucarstica nos alimentamos com Corpo e Sangue do prprio Cristo, vencedor do pecado e da morte. A. (n 288) Ref. Trindade, vos louvamos,/ vos louvamos pela vossa comunho!/ Que esta mesa favorea, /favorea nossa comunicao! 1. Contra toda tentao da ganncia e do poder,/ nossas bocas gritem juntas/: a palavra do viver:/ 2. Na montanha, com Jesus, no encontro com o Pai,/ recebemos a mensagem:/: Ide ao mundo e o transformai.:/ 3. Deus nos fala na histria e nos chama converso/ vamos ser palavras vivas/: proclamando a salvao!:/ 4. Vamos juntos festejar cada volta de um irmo/ e o amor que nos acolhe,/: restaurando a comunho!:/ 5. Comunica quem transmite a verdade e a paz,/ quem semeia a esperana/: e o perdo que nos refaz.:/ 6. No altar da eucaristia, mesa dos que so irmos,/ Jesus Cristo fortalece/: nossa vida em comunho.:/ 7. Vamos juntos festejar nossa vida familiar./ O valor do matrimnio/: bem mais forte proclamar.:/ P. OREMOS. Deus, que nos alimentastes com este po que nutre a f, incentiva a esperana e fortalece a caridade, dai-nos desejar o Cristo, po vivo e verdadeiro, e viver de toda palavra que sai de vossa boca. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. 4. RITOS FINAIS (Avisos / Compromisso) Anim.: O cuidado com a sade indispensvel preveno contra doenas. O cultivo da espiritualidade, com momento forte na quaresma, previne contra as tentaes. O que cada um de ns deve cultivar melhor em sua vida? A. Canto Lit. 2014, Ref. N 16) /: Eu mais a minha famlia/ serviremos ao Senhor!:/ P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Deus, Pai de misericrdia, vos conceda a alegria do retorno casa; o Senhor Jesus Cristo, modelo de orao e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal para a verdadeira converso; o Esprito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal para poderdes celebrar a vitria da Pscoa. E que vos abenoe Deus uno e trino, Pai e Filho e Esprito Santo. A. Amm. P. A graa de Deus vos faa vencer as tentaes; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. A. Graas a Deus. Hino da CF 2014 Ref. para a liberdade que Cristo nos libertou,/ Jesus libertador!/ para a liberdade que Cristo nos libertou! 1. Deus no quer ver seus filhos sendo escravizados,/ semelhana e sua imagem, os criou. / Na cruz de Cristo, foram todos resgatados/ pra liberdade que Jesus nos libertou! 2. H tanta gente que, ao buscar nova alvorada,/ sai pela estrada a procurar libertao;/ Mas como triste ver, ao fim da caminhada,/ que foi levada a trabalhar na escravido! 3. E quantos chegam a perder a dignidade,/ sua cidade, a famlia, o seu valor./ Falta justia, falta mais fraternidade/ pra libert-los para a vida e para o amor! 4. Que abracemos a certeza da esperana,/ que j nos lana, nessa marcha em comunho./ Pra novo cu e nova terra da aliana,/ de liberdade e vida plena para o irmo Orao da CF 2014: L. Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. A. Fazei que experimentem a libertao da cruz e a ressurreio de Jesus. L. Ns vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do trfico humano. A. Convertei-nos pela fora do vosso Esprito, L. e tornai-nos sensveis s dores destes nossos irmos. A. Comprometidos na superao deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo, nosso Senhor. Amm. Lembretes: - Segunda-feira (10/3!), s 8h30, reunio com os representantes do Apostolado da Orao, no CDP; s 10h, no Santurio, Missa de ao de graas e, no salo de festas do Seminrio, confraternizao pelo aniversrio natalcio de Dom Jos Gislon; s 14h, reunio do Conselho Presbiteral; 18h30, reunio da Coordenao Diocesana de Pastoral, no CDP. - Tera-feira, reunio do interdiocesano norte e aula inaugural do Itepa, Passo Fundo. - Tera e quarta-feira, Encontro de estudo sobre Iniciao Vida Crist. - Quarta-feira, 1 ano do ministrio de Francisco como Bispo de Roma e Pastor universal da Igreja. - De 12 a 29, Visita Pastoral em urea. - Sexta-feira, s 14h, reunio do Conselho Missionrio Diocesano, no CDP. - Sbado e domingo (15 e 16!), das 14h s 18h e das 08h30 s 11h30, na Catedral, preparao ao casamento (a cargo da Parquia da Salette, Trs Vendas). - Domingo (16/3!), festa do Padroeiro, Catedral. Leituras da Semana: 2f, 10/03: Lv 19,1-2.11-18; Sl 19; Mt 25,31-46; 3f, 11/03: Is 55,10-11; Sl 34; Mt 6,7-15; 4f, 12/03: Jn 3,1-10; Sl 51; Lc 11,29-32; 5f, 13/03: Est 4,17n.p-r.aa-bb.gg-hh; Sl 138; Mt 7,7-12; 6f, 14/03: Ez 18,2128; Sl 130; Mt 5,20-26; sb, 15/03: Dt 26,16-19; Sl 119,18; Mt 5,43-48; dom, 16/03: Gn 12,1-4a; Sl 33; 2Tm 1,8b-10; Mt 17,1-9 (Transfigurao). Acesse o site da Diocese de Erexim: http://www.diocesedeerexim.org.br Visite a Livraria Diocesana, Av. Sete de Setembro, 1251 Comunidade em Orao Liturgia para o 2 domingo da quaresma/Ano A 16.03.2014 - Em CRISTO, transfigurar nossa vida, a sociedade e o mundo. - CF: Fraternidade e Trfico Humano para a liberdade que Cristo nos libertou! (Gl 5,1) Cor litrgica: Roxo Ano 35 - N 2088 Secretariado Diocesano de Pastoral Erechim 1. RITOS INICIAIS A. (Canto Lit. 2013, ref. N 4) /:Convertei-vos e crede no Evangelho,/ eis o tempo favorvel!:/ Anim.: O encontro profundo com Cristo desperta a f, d novo rumo vida e impulsiona a transfigurar a sociedade e o mundo. Na caminhada para a Pscoa, j o contemplamos no deserto vencendo as tentaes e somos convidados a contempl-lo na montanha, para reconhec-lo como Filho amado do Pai e seguir o que nos ensina. A. (Canto Lit. 2009, n 3 ou Hino da CF, no final do folheto) Ref. /: Voltai para o Senhor de todo o corao, mudai as vossas obras em sinal de converso!:/ 1. O Cristo entregou-se humildemente,/ doou a vida para nos salvar./: E toda a humanidade foi reestabelecida,/ a falta de Ado foi redimida.:/ 2. Sois filhos desta luz e no das trevas,/ vivei como herdeiros desta graa/: e frutos vingaro, de paz e de bondade,/ em passos de justia e verdade.:/ 3. Vivei segundo o Esprito de Deus,/ que mora em vosso humilde corao./: A firme esperana que o tempo no engana,/ na certa, vem daquele que nos ama.:/ P. Em nome do Pai e do Filho e do Esprito Santo. A. Amm. P. Que a graa e o amor de Deus, nosso Pai, e de Cristo, que nos revela sua glria pela transfigurao, estejam convosco. A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A vida na liturgia P. (Encontros de grupos, via-sacra e celebrao da confisso nas comunidades / apelos da CF / Solenidade de So Jos, padroeiro das famlias - 1 aniversrio do ministrio do Papa Francisco...). Ato penitencial P. A injustia, a criminalidade, a corrupo, as drogas e tantos outros males desfiguram nossa sociedade. Nossas faltas pessoais prejudicam nossa vida e a dos outros. Invoquemos a misericrdia de Deus Pai para que nos perdoe e d nova figura humanidade. L. Senhor, que na gua e no Esprito nos regenerastes vossa imagem, tende piedade de ns. A. Senhor, tende piedade de ns. L. Cristo, que enviais o vosso Esprito para criar em ns um corao novo, tende piedade de ns. A. Cristo, tende piedade de ns. L. Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de ns. A. Senhor, tende piedade de ns. P. Deus onipotente e cheio de bondade ... A. Amm. P. OREMOS. Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai nosso esprito com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa f, nos alegremos com a viso da vossa glria. PNSrJC. A. Amm. 2. LITURGIA DA PALAVRA (Lecionrio Dominical, 2 D. da Quar., Paulinas-Paulus, p. 110 112) Anim.: Acolhendo e meditando a Palavra de Deus, descobrimos o chamado que nos faz e a graa que nos oferece em seu Filho amado, a quem nos manda escutar e seguir. 1 Leitura: Gn 12,1-4a L. Leitura do Livro do Gnesis. Naqueles dias, o Senhor disse a Abro: Sai da tua terra, da tua famlia e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar. Farei de ti um grande povo e te abenoarei: engrandecerei o teu nome, de modo que ele se torne uma bno. Abenoarei os que te abenoarem e amaldioarei os que te amaldioarem; em ti sero abenoadas todas as famlias da terra!. E Abro partiu, como o Senhor lhe havia dito. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Salmo: Sl 32 (33) S. (Canto Lit. 2014, n 5) Sobre ns venha, Senhor, a vossa graa, venha a vossa salvao! A. Sobre ns venha, Senhor, a vossa graa, venha a vossa salvao! S. 1. Pois reta a palavra do Senhor,* e tudo o que ele faz merece f. - Deus ama o direito e a justia,* transborda em toda a terra a sua graa. 2. Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem,* e que confiam esperando em seu amor, - para da morte libertar as suas vidas * e aliment-los quando tempo de penria. 3. No Senhor ns esperamos confiantes,* porque ele nosso auxlio e proteo! - Sobre ns
  • 8. venha, Senhor, a vossa graa,* da mesma forma que em vs ns esperamos! 2 Leitura: 2Tm 1,8b-10 L. Leitura da Segunda Carta de So Paulo a Timteo. Carssimo: Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. Deus nos salvou e nos chamou com uma vocao santa, no devido s nossas obras, mas em virtude do seu desgnio e da sua graa, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade. Esta graa foi revelada agora, pela manifestao de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele no s destruiu a morte, como tambm fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Evangelho: Mt 17,1-9 A. (Canto Lit. 2014, n 6) Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria!/ Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria! S. Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vs. A. Louvor a Vs... P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Proclamao do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. A. Glria a Vs, Senhor. P. Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e Joo, seu irmo, e os levou a um lugar parte, sobre uma alta montanha. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. Nisto apareceram-lhes Moiss e Elias, conversando com Jesus. Ento Pedro tomou a palavra e disse: Senhor, bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui trs tendas: uma para ti, outra para Moiss, e outra para Elias. Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: Este o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o! Quando ouviram isto, os discpulos ficaram muito assustados e caram com o rosto em terra. Jesus se aproximou, tocou neles e disse: Levantai-vos, e no tenhais medo. Os discpulos ergueram os olhos e no viram mais ningum, a no ser somente Jesus. Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: No conteis a ningum esta viso at que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos. - Palavra da Salvao. A. Glria a vs, Senhor! Homilia Profisso da f P. Creio em Deus Pai, todo-poderoso, A. criador do cu e da terra, de todas as coisas visveis e invisveis. P. Creio em um s Senhor, Jesus Cristo, A. Filho Unignito de Deus, nascido do Pai antes de todos os sculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, no criado, consubstancial ao Pai. P. Por ele todas as coisas foram feitas, A. E por ns, homens, e para nossa salvao, desceu dos cus e se encarnou pelo Esprito Santo no seio da Virgem Maria, e se fez homem. P. Tambm por ns foi crucificado sob Pncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos cus, onde est sentado direita do Pai. A. E de novo h de vir, em sua glria, para julgar os vivos e os mortos; e o seu Reino no ter fim. P. Creio no Esprito Santo, A. Senhor que d a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. P. Creio na Igreja, A. una, santa, catlica e apostlica. Professo um s batismo para a remisso dos pecados. E espero a ressurreio dos mortos e a vida do mundo que h de vir. Amm. Prece dos fiis P. Deus Pai que nos manda ouvir seu Filho amado tambm escuta nossos gemidos de dor e nossos pedidos de ajuda. Apresentemos-lhe nossas preces. A. Acolhei, Senhor, o nosso pedido. 1. Para que nosso Papa Francisco em seu primeiro ano de ministrio de Bispo de Roma e Pastor universal da Igreja, quarta-feira, tenha sempre a assistncia do Esprito na sua misso, rezemos, irmos. 2. Para que, nas diversas atividades quaresmais, possamos escutar Cristo, o Filho amado do Pai, e deixar-nos transfigurar por sua Palavra, rezemos, irmos. 3. Para que a Campanha da Fraternidade ajude a sociedade a combater todo tipo de explorao das pessoas, rezemos, irmos. 4. Para que ningum se deixe iludir por promessas de dinheiro fcil, caindo na rede do trfico humano, rezemos, irmos. 5. Para que as pessoas violentadas pelo trfico humano encontrem o auxlio necessrio para recuperar sua dignidade, rezemos, irmos. 6. Para que nossas famlias, pelo auxlio de So Jos, tenham o trabalho para seu sustento, a concrdia, a fidelidade aos mandamentos de Deus e a participao comunitria, rezemos, irmos. 7. ... P. Deus, esplendor de luz eterna, que, em Cristo Redentor, dissipais as nossas trevas, acolhei as splicas dos que esperam em vs: purificai-nos com o fogo do vosso Esprito, para que sejamos fiis vontade do vosso Filho. Ele que vive e reina convosco na unidade do Esprito Santo. A. Amm. 3. LITURGIA EUCARSTICA Procisso e apresentao das oferendas Anim.: Apresentemos a Deus todas as iniciativas que favorecem o encontro pessoal e transformador com Cristo, como a leitura pessoal da Bblia, a catequese familiar, a celebrao litrgica dominical, a via-sacra, o testemunho dos irmos e outras. A. (N 205) 1. Se meu irmo me estende a mo e pede um pouco de meu po;/ e eu no respondo ou digo no errei de rumo e direo./ Nesta mesa de perdo o po e o vinho elevarei/ e pensando em meu irmo, o meu Senhor receberei. Ref. Quero ver no meu irmo a imagem dele,/ meu irmo que at nem tem o necessrio pra ter paz./ Quero ser pro meu irmo a resposta dele,/ eu que vivo mais feliz e s vezes tenho at demais. 2. O Corpo e Sangue do Senhor: o corpo e sangue de um irmo./ O mesmo Pai e o mesmo amor: o mesmo rumo e direo./ Nesta mesa do Senhor sou responsvel pela paz/ de quem no riso e na dor comigo vai buscar o Pai. P. Orai, irmos e irms... A. Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para glria do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. P. Deus, que estas oferendas lavem os nossos pecados e nos santifiquem inteiramente para celebrarmos a Pscoa. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. Orao Eucarstica III (Missal, p. 482) - Pref.: Transf. do Senhor (Missal, p. 188) P. Na verdade, justo e necessrio, nosso dever e salvao dar-vos graas, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Tendo predito aos discpulos a prpria morte, Jesus lhes mostra, na montanha sagrada, todo o seu esplendor. E com o testemunho da Lei e dos Profetas, simbolizados em Moiss e Elias, nos ensina que, pela Paixo e Cruz, chegar glria da ressurreio. E, enquanto esperamos a realizao plena de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos ns vos aclamamos, cantando a uma s voz: A (N 250) 1. Santo o Senhor! Santo o Senhor!/ Santo o Senhor, para sempre. Amm! 2. Os cus e a terra proclamam tua glria,/ Tua glria proclamam pra sempre. Amm! 3. Bendito o que vem em nome de Deus!/ Hosana nos cus para sempre. Amm! P. Na verdade, vs sois santo, Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela fora do Esprito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e no cessais de reunir o vosso povo, para que vos oferea em toda parte, do nascer ao pr-do-sol, um sacrifcio perfeito. A. Santificai e reuni o vosso povo! P. Por isso, ns vos suplicamos: santificai pelo Esprito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistrio. A. Santificai nossa oferenda, Senhor! P. Na noite em que ia ser entregue, ele tomou o po, deu graas, e o partiu e deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO O MEU CORPO, QUE SER ENTREGUE POR VS. P. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o clice em suas mos, deu graas novamente, e o deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE O CLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANA, QUE SER DERRAMADO POR VS E POR TODOS PARA REMISSO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMRIA DE MIM. P. Eis o mistrio da f! A. Todas as vezes que comemos deste po e bebemos deste clice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! P. Celebrando agora, Pai, a memria do vosso Filho, da sua paixo que nos salva, da sua gloriosa ressurreio e da sua ascenso ao cu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, ns vos oferecemos em ao de graas este sacrifcio de vida e santidade. A. Recebei, Senhor, a nossa oferta! P. Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifcio que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Esprito Santo e nos tornemos em Cristo um s corpo e um s esprito. A. Fazei de ns um s corpo e um s esprito! P. Que ele faa de ns uma oferenda perfeita para alcanarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, me de Deus, So Jos, seu esposo, os vossos Apstolos e Mrtires, (N.) e todos os santos, que no cessam de interceder por ns na vossa presena. A. Fazei de ns uma perfeita oferenda! P. E agora, ns vos suplicamos, Pai, que este sacrifcio da nossa reconciliao estenda a paz e a salvao ao mundo inteiro. Confirmai na f e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes. A. Lembrai-vos, Pai, da vossa Igreja! P. Atendei s preces da vossa famlia, que est aqui, na vossa presena. Reuni em vs, Pai de misericrdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro. A. Lembrai-vos, Pai, dos vossos filhos! P. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmos e irms que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos tambm ns saciar-nos eternamente da vossa glria, por Cristo, Senhor nosso. A. A todos saciai com vossa glria!
  • 9. P. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graa. P. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vs, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Esprito Santo, toda a honra e toda a glria, agora e para sempre. A. Amm. Rito de Comunho (Pai-Nosso / Orao da Paz / Frao do Po) Comunho Anim.: Aos trs discpulos, no monte, Jesus revelou sua glria para confirm-los no seu seguimento, por causa da Paixo iminente. A todos ns, no altar da eucaristia, ele se oferece em alimento para sustentar-nos diante dos desafios da misso. A. (Canto Lit. 2012, n 10) Ref. Ouvir o Cristo, reconhec-lo,/ seguir seus passos e caminhar:/ ter certeza da vida nova,/ vencendo a morte e ressuscitar. 1. Com Pedro, Tiago e Joo, sozinhos, retirados./ Jesus num alto monte, ali transfigurado. 2. Elias com Moiss, conversam com Jesus./ As vestes resplandecem, se tornam como a luz. 3. Ento Pedro falou: bom estar aqui!./ Trs tendas ns faremos, aos dois e para ti. 4. A nuvem envolveu, com sombras a cobrir./ O medo os abateu, sem nada a proferir. 5. Da nuvem, uma voz: Esse meu Filho amado!/ A voz tambm falou: Ouvi o seu recado. P. OREMOS. Ns comungamos, Senhor Deus, no mistrio da vossa glria, e nos empenhamos em render-vos graas, porque nos concedeis, ainda na terra, participar das coisas do cu. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. 4. RITOS FINAIS (Avisos/ Compromisso) Anim.: Verdadeira preparao para a Pscoa seguir a Voz do Cu que manda escutar o que Cristo ensina, caminhando com Ele at a Cruz, condio para participar de sua ressurreio. A. (Canto Lit. 2008, ref. N 11) Ento, da novem luminosa/ dizia uma voz:/ Este meu Filho amado,/ escutem sempre o que ele diz! (pode repetir) P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Deus, Pai de misericrdia, vos conceda a alegria do retorno casa; o Senhor Jesus Cristo, modelo de orao e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal para a verdadeira converso; o Esprito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal para poderdes celebrar a vitria da Pscoa. E que vos abenoe Deus uno e trino, Pai e Filho e Esprito Santo. A. Amm. P. Levai a todos a alegria do encontro com Cristo; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. A. Graas a Deus. Hino da CF 2014 Ref. para a liberdade que Cristo nos libertou,/ Jesus libertador!/ para a liberdade que Cristo nos libertou! 1. Deus no quer ver seus filhos sendo escravizados,/ semelhana e sua imagem, os criou. / Na cruz de Cristo, foram todos resgatados/ pra liberdade que Jesus nos libertou! 2. H tanta gente que, ao buscar nova alvorada,/ sai pela estrada a procurar libertao;/ Mas como triste ver, ao fim da caminhada,/ que foi levada a trabalhar na escravido! 3. E quantos chegam a perder a dignidade,/ sua cidade, a famlia, o seu valor./ Falta justia, falta mais fraternidade/ pra libert-los para a vida e para o amor! 4. Que abracemos a certeza da esperana,/ que j nos lana, nessa marcha em comunho./ Pra novo cu e nova terra da aliana,/ de liberdade e vida plena para o irmo Orao da CF 2014: L. Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. A. Fazei que experimentem a libertao da cruz e a ressur- reio de Jesus. L. Ns vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do trfico humano. A. Convertei-nos pela fora do vosso Esprito, L. e tornai-nos sensveis s dores destes nossos irmos. A. Comprometidos na superao deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo, nosso Senhor. Amm. Lembretes: - Segunda-feira (17/3!), s 8h30, reunio das coordenadoras paroquiais da Pastoral da Sade, no CDP; 14h, reunio com as coordenadoras paroquiais das zeladoras das capelinhas, no CDP. - Tera-feira, 19h30, reunio da rea de Getlio Vargas, em Getlio Vargas. - Tera e quarta-feira, Reunio dos Organismos do Regional Sul 3 da CNBB, em Porto Alegre. - Quarta-feira, s 19h, reunio da rea de Aratiba, em Sede Dourado. - Sexta-feira, 19h, reunio dos representantes paroquiais de liturgia, no CDP. - Sbado, 08h30, Reunio da Pastoral Carcerria, no CDP. - Sbado e domingo (22 e 23/3), 5 etapa da Escola da Juventude 2013. Leituras da Semana: 2f, 17/03: Dn 9,4b-10; Sl 79; Lc 6,36-38; 3f, 18/03: Is 1,10.1620; Sl 50; Mt 23,1-12; 4f, 19/03 (So Jos): 2Sm 7,4-5a.12-16; Sl 89; Rm 4,13.16-18.22; Mt 1,16.18-21.24a (ou: Lc 2,4151a); 5f, 20/03: Jr 17,5-10; Sl 1; Lc 16,19-31; 6f, 21/03: Gn 37,3-4.12-13a.17b-28; Sl 105,16-21; Mt 21,33-46; sb, 22/03: Mq 7,14-20; Sl 103; Lc 15,1-3.11-32; dom, 23/03: Ex 17,3-7 Sl 95 Rm 5,1-2.5-8 Jo 5,5-42(Samaritana). Acesse o site da Diocese de Erexim: http://www.diocesedeerexim.org.br Visite a Livraria Diocesana, Av. Sete de Setembro, 1251 Comunidade em Orao Liturgia para o 3 domingo da quaresma/Ano A 23.03.2014 - CRISTO oferece a todos gua viva para uma vida nova - CF: Fraternidade e Trfico Humano para a liberdade que Cristo nos libertou! (Gl 5,1) Cor litrgica: Roxo Ano 35 - N 2089 Secretariado Diocesano de Pastoral Erechim (Poder-se-ia utilizar, na frente, bem visvel, poo e/ou, na procisso inicial, jarra grande transparente com gua). 1. RITOS INICIAIS A. (Ref. N 155) A minhalma tem sede de Deus,/ pelo Deus vivo anseia com ardor:/:Quando irei ao encontro de Deus/ e verei tua face, Senhor?:/ Anim.: Certamente todos j fizemos a experincia da sede e de quanto faz bem a gua cristalina e refrescante. Experimentamos tambm uma outra sede, a de felicidade, a de um sentido maior da vida, a sede de Deus. Para esta sede, Cristo nos oferece sua Palavra de vida. Basta abrir-lhe o corao. A. (n 48 ou hino da CF, no final do folheto) Ref. Venham todos! o Pai quem convida/ para a prece, a renncia, o amor!/ Tua morte, que fonte de vida,/ celebramos, contritos, Senhor! 1. Somos gente de Deus reunida para ouvir, Senhor, tua voz/ e acolher a palavra de vida, vida plena que queres pra ns. 2. Reunidos aqui ns iremos cantar juntos num s corao./ E, pra fome de vida que temos, tu sers Jesus, nosso po. 3. sinal do teu reino esta Igreja que, no mundo, crescendo assim vai./ Esta a vida que Cristo deseja: irmos juntos cantando a Deus Pai. P. Em nome do Pai e do Filho e do Esprito Santo. A. Amm. P. O Deus da esperana, que sempre nos renove com seus dons, em nossa f, pela ao do Esprito Santo, esteja convosco. A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A vida na liturgia P. (Quaresma convida a fixar os olhos em Cristo, que, na cruz nos liberta para sermos livres de tudo o que fere a dignidade humana a CF aponta um mal que atenta contra a pessoa, o trfico humano / solenidade da Anunciao do Senhor, tera-feira ...). Ato penitencial P. No esprito quaresmal, recordamos nosso batismo que nos lavou do pecado. Conscientes de que nem sempre vivemos a vida nova nele recebida, pedimos a Deus que, em sua misericrdia, nos conceda o seu perdo. A. (Canto Lit. 2014, n 9) 1. Do amor eu fugi, do irmo me esqueci,/ no abri meu corao e neguei o meu perdo. Ref. Perdo, Senhor! Perdo, meu Deus, eu pequei!/: Teu amor eu recusei, do irmo me afastei.:/ 2. Pobres eu no socorri, nus tambm eu no vesti,/ dos doentes me afastei e aos presos desprezei. 3. Eu tentei recomear, ir ao prximo encontrar,/ pois a lei manda amar e a todos se doar. P. Deus, fonte da vida... A. Amm. P. OREMOS. Deus, fonte de toda misericrdia e de toda bondade, vs nos indicastes o jejum, a esmola e a orao como remdio contra o pecado. Acolhei esta confisso da nossa fraqueza para que, humilhados pela conscincia de nossas faltas, sejamos confortados pela vossa misericrdia. PNSrJC. A. Amm. 2. LITURGIA DA PALAVRA (Lecionrio Dominical, 3 D da quar. A, Paulinas-Paulus, p. 113119). Anim.: Na dureza da caminhada da vida, podemos sentir cansao e at desnimo. Podemos viver momentos de dvidas e interrogaes. Neles, Deus nos conforta com a gua viva de sua Palavra. 1 Leitura: Ex 17,3-7 L. Leitura do Livro do xodo. Naqueles dias, o povo, sedento de gua, murmurava contra Moiss e dizia: Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos fazer morrer de sede, a ns, nossos filhos e nosso gado? Moiss clamou ao Senhor, dizendo: Que farei por este povo? Por pouco no me apedrejam! O Senhor disse a Moiss: Passa adiante do povo e leva contigo alguns ancios de Israel. Toma a tua vara com que feriste o rio Nilo e vai. Eu estarei l, diante de ti, sobre o rochedo, no monte Horeb. Ferirs a pedra e dela sair gua para o povo beber. Moiss assim fez na presena dos ancios de Israel. E deu quele lugar o nome de Massa e Meriba, por causa da disputa dos filhos de Israel e porque tentaram o Senhor, dizendo: O Senhor est no meio de ns, ou no? - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Salmo: Sl 94 (95) S. (Canto Lit. 2014, 5, 3 dom.) No fecheis, irmos o vosso corao, como outrora no deserto. A. No fecheis, irmos o vosso corao, como outrora no deserto. S. 1. Vinde, exultemos de alegria no Senhor,* aclamemos o Rochedo que nos salva! - Ao seu encontro caminhemos com louvores,* e com cantos de alegria o celebremos! 2. Vinde adoremos e prostremo-nos por terra,* e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! = Porque ele o nosso Deus, nosso Pastor,+ e
  • 10. ns somos o seu povo e seu rebanho,* as ovelhas que conduz com sua mo. 3. Oxal ouvsseis hoje a sua voz: + No fecheis os coraes como em Meriba,* como em Massa, no deserto, aquele dia, - em que outrora vossos pais me provocaram,* apesar de terem visto as minhas obras. 2 Leitura: Rm 5,1-2.5-8 L. Leitura da Carta de So Paulo aos Romanos. Irmos: Justificados pela f, estamos em paz com Deus, pela mediao do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele tivemos acesso, pela f, a esta graa, na qual estamos firmes e nos gloriamos, na esperana da glria de Deus. E a esperana no decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos coraes pelo Esprito Santo que nos foi dado. Com efeito, quando ramos ainda fracos, Cristo morreu pelos mpios, no tempo marcado. Dificilmente algum morrer por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez algum se anime a morrer. Pois bem, a prova de que Deus nos ama que Cristo morreu por ns, quando ramos ainda pecadores. - Palavra do Senhor. A. Graas a Deus. Evangelho: Jo 4,5-42 A. (Canto Lit. 2014, 6) Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria!/ Louvor a Vs, Cristo, Rei da eterna glria! S. Na verdade, sois Senhor, o Salvador do mundo./ Senhor, dai-me gua viva a fim de eu no ter sede! A. Louvor... P. O Senhor esteja convosco. A. Ele est no meio de ns. P. Proclamao do Evangelho de Jesus Cristo segundo Joo. A. Glria a vs, Senhor. (N: Narrador; +: Jesus; S: Samaritana; Gr: Grupo). N. Naquele tempo, Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jac tinha dado ao seu filho Jos. Era a que ficava o poo de Jac. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poo. Era por volta do meio-dia. Chegou uma mulher da Samaria para tirar gua. Jesus lhe disse: + D-me de beber. N. Os discpulos tinham ido cidade para comprar alimentos. A mulher samaritana disse ento a Jesus: S. Como que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana? N. De fato, os judeus no se do com os samaritanos. Respondeu-lhe Jesus: + Se tu conhecesses o dom de Deus e quem que te pede: D-me de beber, tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria gua viva. N. A mulher disse a Jesus: S. Senhor, nem sequer tens balde e o poo fundo. De onde vais tirar a gua viva? Por acaso, s maior que nosso pai Jac, que nos deu o poo e que dele bebeu, como tambm seus filhos e seus animais? N. Respondeu Jesus: + Todo aquele que bebe desta gua ter sede de novo. Mas quem beber da gua que eu lhe darei, esse nunca mais ter sede. E a gua que eu lhe der se tornar nele uma fonte de gua que jorra para a vida eterna. N. A mulher disse a Jesus: S. Senhor, d-me dessa gua, para que eu no tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tir-la. N. Disse Jesus: + Vai chamar teu marido e volta aqui. N. A mulher respondeu: S. Eu no tenho marido. N. Jesus disse: + Disseste bem, que no tens marido, pois tiveste cinco maridos, e o que tens agora no teu marido. Nisso falaste a verdade. N. A mulher disse a Jesus: S. Senhor, vejo que s um profeta! Os nossos pais adoraram neste monte mas vs dizeis que em Jerusalm que se deve adorar. N. Disse Jesus: + Acredita-me, mulher: est chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalm adorareis o Pai. Vs adorais o que no conheceis. Ns adoramos o que conhecemos, pois a salvao vem dos judeus. Mas est chegando a hora, e agora, em que os verdadeiros adoradores adoraro o Pai em esprito e verdade. De fato, estes so os adoradores que o Pai procura. Deus esprito, e aqueles que o adoram devem ador-lo em esprito e verdade. N. A mulher disse a Jesus: S. Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas. N. Disse-lhe Jesus: + Sou eu, que estou falando contigo. N. Nesse momento, chegaram os discpulos e ficaram admirados de ver Jesus falando com a mulher. Mas ningum perguntou: Que desejas? ou: Por que falas com ela? Ento a mulher deixou o seu cntaro e foi cidade, dizendo ao povo: S. Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Ser que ele no o Cristo? N. O povo saiu da cidade e foi ao encontro de Jesus. Enquanto isso, os discpulos insistiam com Jesus, dizendo: Gr. Mestre, come. N. Jesus, porm, disse-lhes: + Eu tenho um alimento para comer que vs no conheceis. N. Os discpulos comentavam entre si: Gr. Ser que algum trouxe alguma coisa para ele comer? N. Disse-lhes Jesus: + O meu alimento fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. No dizeis vs: Ainda quatro meses, e a vem a colheita!? Pois eu vos digo: Levantai os olhos e vede os campos: eles esto dourados para a colheita! O ceifeiro j est recebendo o salrio, e recolhe fruto para a vida eterna. Assim, o que semeia se alegra junto com o que colhe. Pois verdade o provrbio que diz: Um o que semeia e outro o que colhe. Eu vos enviei para colher aquilo que no trabalhastes. Outros trabalharam e vs entrastes no trabalho deles. N. Muitos samaritanos daquela cidade abraaram a f em Jesus, por causa da palavra da mulher que testemunhava: Ele me disse tudo o que eu fiz. Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu a dois dias. E muitos outros creram por causa da sua palavra. E disseram mulher: Gr. J no cremos por causa das tuas palavras, pois ns mesmos ouvimos e sabemos, que este verdadeiramente o salvador do mundo. P. Palavra da Salvao. A. Glria a vs, Senhor! muitos creram em Jesus e diziam: ns mesmos ouvimos e sabemos que Ele verdadeiramente o salvador do mundo. Confirmemos ns tambm a nossa f. A. Creio em Deus Pai... A. (Ref. 380) /: s gua viva, s vida nova,/ e todo o dia me batizas outra vez./ Me fazes renascer, me fazes reviver./ Eu quero gua desta fonte de onde vens.:/ Homilia 3. LITURGIA EUCARSTICA Procisso e apresentao das oferendas Anim.: A samaritana, a quem Jesus Profisso da f P. Pelo testemunho da samaritana, Prece dos fiis P. Buscando adorar a Deus Pai em esprito e verdade, apresentemos-lhe nossas preces. A. Pela vossa misericrdia, atendei-nos, Senhor! 1. Para termos sempre a disponibilidade de Maria que acolheu com alegria o anncio do Anjo de que seria a Me do Salvador, rezemos, irmos. 2. Para sabermos buscar continuamente a gua da vida no livro da Palavra de Deus, rezemos, irmos. 3. Para imitarmos a samaritana, anunciando aos outros a alegria do encontro com Cristo que sacia toda sede humana, rezemos, irmos. 4. Para confiarmos plenamente em Deus em meio s dificuldades da vida, sem nenhuma murmurao, rezemos, irmos. 5. Para que a Campanha da Fraternidade mobilize a todos para iniciativas de superao do trfico humano, rezemos, irmos. 6. Para que a Campanha da Fraternidade sobre o trfico de pessoas crie maior conscincia e medidas concretas de respeito absoluto vida humana, rezemos, irmos. 7. ... P. Deus, que no mistrio do Verbo feito carne por obra do Esprito Santo vos revelastes como Pai, acolhei a splica confiante dos vossos filhos: no nos abandoneis tristeza de nossas infidelidades, mas, em vossa imensa misericrdia, fazei que se mantenha firme em ns a esperana de sermos salvos. Por Cristo, nosso Senhor. pediu de beber, recebeu dele o dom da f e o fogo do amor. Ns tambm, por pouco que tenhamos para ofertar, Deus enriquece com seus dons. A. (N 217) Ref. No se deve dizer: nada posso ofertar./: Pois as mos mais pobres/ so as que mais se abrem para tudo dar:/ 1. O Senhor s deseja que em ns tudo seja constante servir./ Quando nada se tem, s resta dizer: Senhor, eis-me aqui! 2. Com as mos bem abertas, trazendo as ofertas do vinho e do po./ Surge o nosso dever de tudo fazer com mais doao. 3. Alegrias da vida, momentos de lida eu posso ofertar./ Pois nas mos do Senhor, um gesto de amor no se perder. P. Orai, irmos e irms... A. Receba o Senhor por tuas mos este sacrifcio para glria do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. P. Deus de bondade, concedei-nos por este sacrifcio que, pedindo perdo de nossos pecados, saibamos perdoar a nossos semelhantes. Por Cristo, nosso Senhor. A. Amm. Orao Eucarstica II (Missal, p. 478) Prefcio A Samaritana (Missal, p. 197) P. Na verdade, justo e necessrio, nosso dever e salvao dar-vos graas, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ao pedir Samaritana que lhe desse de beber, Jesus lhe dava o dom de crer. E, saciada sua sede de f, lhe acrescentou o fogo do amor. Por essa razo, vos servem todas as criaturas, com justia vos louvam os redimidos e, unnimes, vos bendizem os vossos santos. Concedei-nos tambm a ns, associar-nos aos seus louvores, cantando a uma s voz: A (n 236) Ref.: Santo, Santo, Santo, sois vs, Senhor nosso Deus! 1. O cu e a terra proclamam, proclamam a vossa glria. 2. Hosana, hosana, hosana, hosana nas alturas. 3. Bendito o que vem, bendito, em nome do Senhor. P. Na verdade, Pai, vs sois santo e fonte de toda santidade. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Esprito, a fim de que se tornem para ns o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. A. Santificai nossa oferenda, Senhor! P. Estando para ser entregue e abraando livremente a paixo, ele tomou o po, deu graas, e o partiu e deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO O MEU CORPO, QUE SER ENTREGUE POR VS. P. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o clice em suas mos, deu graas novamente, e o deu a seus discpulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE O CLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANA, QUE SER DERRAMADO POR VS E POR TODOS PARA REMISSO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMRIA DE MIM. P. Eis o mistrio da f! A. Salvador do mundo, salvai-nos, vs que nos libertastes pela cruz e ressurreio. P. Celebrando, pois, a memria da morte e ressurreio do vosso Filho, ns vos oferecemos, Pai, o po da vida e o clice da salvao; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presena e vos servir. A. Recebei, Senhor, a nossa oferta! P. E ns vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Esprito Santo num s corpo. A. Fazei de ns um s corpo e um s esprito! P. Lembrai-vos, Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresa na caridade, com o Papa N., com nosso Bispo N. e todos os ministros do vosso povo. A. Lembrai-vos, Pai, da vossa Igreja! P. Lembrai-vos tambm dos nossos irmos e irms que morreram na esperana da ressurreio e de todos os que partiram desta vida:
  • 11. acolhei-os junto a vs na luz da vossa face. A. Lembrai-vos, Pai, dos vossos filhos! P. Enfim, ns vos pedimos, tende piedade de todos ns e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Me de Deus, com os santos Apstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho. A. Concedei-nos o convvio dos eleitos! P. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vs, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Esprito Santo, toda a honra e toda a glria, agora e para sempre. A. Amm. Rito de Comunho (Pai-Nosso / Orao da Paz / Frao do Po) Comunho Anim.: Assim como realizou a promessa samaritana de lhe dar gua viva, Jesus realiza a promessa d