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Folha 8 30-11-2013

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  • 1. Folha 8 8 EDIONACIONAL KZ250.00 ANO18 EDIO1168 SBADO 30DENOVEMBRODE2013 EDIONACIONAL KZ250.00 ANO18 EDIO1168 SBADO 30 DE NOVEMBRO DE/2013 DIRECTOR WILLIAM TONET DIRECTOR WILLIAM TONET +506 diasDiscriminao Judicial +496dias Discriminao Judicial Procurador mentiu... Procurador mentiu... WWW.JORNALF8.NET WWW.JORNALF8.NET O Procurador Geral da nto da Repblica, O Procurador Geral Adjunto AdjuRepblica, AdoAdriano,menti06deNovembro AdoAdriano,mentiu,nodiau,nodia06deNovembro de 2012, sobre o advogado Wiliam de 2012, ao Pasao Pas sobre o advogado Wiliam Tuniando, niando, difamando e colocando - o T cal caludifamando e colocando - o onet, onet, no desemprego sem At hoj ni no desemprego sem provas. provas.eAtn-hoje ningum toma medid justia idjustia id gum toma medidas. aas. a eolgica, eolgica, submissubmissa eada.tarizada. sa e militariz mili VIOLNCIA POLICIAL E MILITAR FIM DA DEMOCRACIA INCIO DA REPBLICA FASCISTA DE ANGOLA? uma vergonha. O MPLA/JES e o seu governo, demonstram ao pas e ao mundo no haver democracia real e a lgica da discriminao e dos assassinatos terem estatuto institucional. Matar no deixou de ser uma excepo, para o governo uma regra. Assim apenas se plantam as sementes do dio, prejudiciais a paz que tanto auguramos. Jurista Albano Pedro, sob caso William Tonet, afirma Deciso de ministro do Ensino Superior ilegal e assenta na perseguio poltica Orgos partidrios Polcia Nacional do MPLA cumpriu O Director do Canal de Moambique, Fernando Veloso, no tem dvidas: A polcia comporta-se como o exrcito privado do partido FRELIMO. Por alguma razo, o partido de Armando Guebuza e o de Jos Eduardo dos Santos so irmos siameses. Funcionam segundo as mesmas regras, com a mesma mentalidade, se bem que em matria de democracia s teses do MPLA so era de regresso ao partido nico. Regime usa a razo da fora Direitos Humanos exigem investigao A Human Rights Watch (HRW) e a Amnistia Internacional, apelam a uma maior investigao s mortes de Alves Kamulingue, Isaas Cassule e Hilbert Ganga. Sobre as mortes nada mais h a investigar. Os jacars no falam. Importa, isso sim, julgar (e isso s seria possvel numa democracia e num Estado de Direito) os responsveis materiais e morais dos assassinatos. uma tarefa O despertar do povo Uma derrota para Dos Santos e pares 1 - Os angolanos de Cabinda ao Cunene e do mar ao leste disseram no dia 23 em unssono, alto e bom som que no querem a democracia do caos e da destruio que Eduardo dos Santos e o MPLA pretendem impingir ao pas. Bispo condena Dom Filomeno condena represso do regime Perante o que se passou durante a manifestao do dia 23, mesmo considerando as ordens do regime e a indiferena da comunidade internacional, o Bispo de Cabinda, Dom Filomeno Vieira Dias, resolveu dar voz aos que a no tm e, sem meias palavras, criticou duramente a represso policial e militar contra os que, por todo o pas, cometeram o crime de pensar de maneira diferente do poder.
  • 2. 2 WILLIAM TONET kuibao@hotmail.com H Hoje tenho mais certezas do que dvidas e sinto-me envergonhado por saber que o mais alto magistrado do pas, o senhor Presidente da Repblica de Angola, montou uma mquina impiedosa que tudo faz para inventar, prejudicar, prender e, pouco falta, para assassinar por pensar diferente, como tem acontecido com outros angolanos. quase uma obsesso mental, um temor, um grande receio em relao minha pessoa. William fez, William no fez, William comunicado, muita oficialidade e propaganda sem necessidade, e isso porque no fao parte do grupo de corruptos e delapidadores do errio pblico. Senhor Presidente, a perseguio feita pelo regime por si capitaneado, no pauta pela lisura nem pela honradez, recorre amide, sem a menor sombra de escrpulos, a mtodos que frisam a ilegalidade e apenas so aceites por no haver equidade que valha em certos meios jurdicos ligados ao partido no poder e sua pessoa, enquanto presidente de Angola, que se posiciona, apenas como sendo presidente dos angolanos do MPLA&CIA, o que resulta numa persistente mostra de senilidade, sem sentido nem juzo. Desde calnias de fuga ao fisco a prises arbitrrias, passando pelo roubo de computadores do F8, comunicados despropositados e mentirosos do bureau poltico do MPLA/JES, mais a retirada da carteira profissional e agora a tentativa de anulao do diploma, tudo feito para me combater e desacreditar atravs de mtodos pidescos e lamacentos. Senhor Presidente, quanto ao diploma, desde j uma prenda de Natal; ofereo-lhe o papel, porquanto o verdadeiro, alojado no meu disco duro mental, marca registada que tanto atemoriza o seu regime e est livre de confisco. Senhor Presidente, longe de qualquer petulncia, s pessoas mal formadas, mesquinhas e incompetentes podem agir de forma to saloia. Eu no me formei a cabular, nem encomendei teses de mestrado e doutoramento, logo, confio na competncia jurdico-profissional, no precisando por isso de bajular nem de carto de comit de especialidade de partido poltico, / AQUI ESCREVO EU! / FOLHA8 30 DENOVEMBRO DE2013 OBRIGADO SENHOR PRESIDENTE PELA PERSEGUIO para trabalhar em Angola ou no mundo. Exemplos, para qu? Pode crer, o facto de o seu regime cancelar todos os meus ttulos e documentos como chover no molhado, pois numa nova Angola que havemos de ter, talvez a breve trecho, o quadro ser diferente, haver maior justia, democracia para todos, paz verdadeira na prtica e o fim da discriminao contra quem pense diferente. Senhor Presidente, a perseguio contra mim no mera coincidncia e como tal, deveria envergonhar os seus actores, enquanto projecto demonaco, s possvel em ditaduras com dirigentes intolerantes e sem verticalidade. Senhor Presidente, admito e aceito a fidelidade dos algozes ao seu servio, USP/UGP, sem preguia, os agentes do SINSE (Segurana do Estado), cumpridores cegos ou a DNIC, detentores de esquadres da morte segundo o Supremo Tribunal Militar, cravarem o meu corpo de balas no Campo da Revoluo (como fizeram ao nacionalista do MPLA, Sotto Mayor, sem ter cometido crime algum) ou na Fortaleza So Miguel (onde assassinaram Nito Alves, sem julgamento). Experincia para isso no falta do lado executor, ela est mo de semear Senhor Presidente, acredite, at tinha uma certa admirao por si, como pessoa, e sentia-me confortado, talvez, ingenuamente, por o considerar a suprema instituio da iseno, democracia, imparcialidade e justia. Enganei-me! Senhor Presidente, a minha pessoa atemoriza-o tanto ao ponto de lhe tirar o sono? Olhe que so muitas as situaes de ilegalidade contra um cidado, demais os indcios de maldade, m-f e discriminao. Ainda que diga o contrrio isso que acontece, a justia est do avesso, e subvertida est a sua natureza, pois no parte do crime para o autor, mas sim do autor para o crime. Senhor Presidente, com todas estas e outras situaes, a reputao de Angola, como pas soberano mas dependente do petrleo, est a arrastar-se nas ruas da amargura. Com efeito, quem pode acreditar num pas ou num governo que no respeita sequer os acordos acadmicos? Ningum! Os diplomatas e empresrios estrangeiros, mesmo sabendo como fcil fazer dinheiro pelo recurso a uma certa cor- rupo de Estado, hesitam em investir na nossa Angola, porque o pas est eivado da perfdia que reina nas relaes de negcios onde a lei muda quando mais convm e transforma o que legal em ilegal. Senhor Presidente, os esbirros do ministro do Ensino Superior, Ado do Nascimento, ao invalidar o acordo assinado entre a AWU e a UAN, bem como todos os documentos acadmicos que atestam a concluso da formao graduada e ps-graduada na American World University, apenas demonstraram e puseram a nu o desnorte governativo e a sua demonaca maneira de pensar poltica. Quem age de forma cega, corre o risco de tanta bestialidade, que facilmente se questiona a sua capacidade, para to nobre empreitada. Senhor Presidente, acredite no que lhe vou dizer: precisa urgentemente de um ministro de Ensino Superior com mais competncia e viso, mas se for para premiar a incompetncia, peo perdo, este serve-lhe perfeitamente, tanto mais que, tendo sido um dos governantes mais indisciplinados enquanto secretrio de Estado da Cincia e Tecnologia, ao ponto de no respeitar a ministra (coincidentemente, esposa do director de gabinete do presidente do MPLA), foi premiado Ora, na realidade, quem age com irresponsabilidade, marginalizando a lei, no pode garantir um ensino superior de excelncia, nem uma imagem sria do governo, ao agir por emoes partidocratas. Senhor Presidente, nesta passada discriminatria de, recorrentemente, serem marginalizados homens competentes pela simples razo de no pensarem como os bajuladores do templo, azo dado aos augrios de retaliaes violentas, o que muito provavelmente mais cedo ou mais tarde acabar por acontecer, se nada for feito. Senhor Presidente, a incoerncia desta quadrilha de telogos polticos, levou-os, pouco mais ou menos, a dar um arroto de ilegalidade que se transformou em borrada fedorenta que envergonha o nosso pas pois o resultado da sua estupidez redundou na apresentao formal de uma prova lmpida e indesmentvel de que a anulao compulsiva da validade do diploma de Mestrado de William Tonet e suspenso da carteira de advogado, sentena lavrada pelo procurador adjunto da Repblica, no decorrer do julgamento do Caso Quim Ribeiro, de quem eu era um dos advogados, no era anulao nenhuma, e que, portanto, a minha expulso da defesa era totalmente ilegal, pois no sendo possvel anular o que foi antes anulado, o meu diploma era vlido nessa altura! Vergonha, perfdia, maquiavlica destilao de dio! E hoje, Senhor Presidente, pergunto-me como que um ministrio do Ensino Superior no tem juristas capazes de evitarem esta borrada jurdica? Felizmente esta no a viso do verdadeiro MPLA, pese o partido ser refm de JES. O MPLA que conhecemos, no passado, tinha mais lisura, cumpria acordos, envergonhava menos os seus mil