Esquizofrenia ou mediunidade

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    20-Jul-2015
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Diapositivo 1

Esquizofrenia e MediunidadePalestrante - Victor Passos1

Ronald Laing,psiquiatraingls, afirma que ;

Os msticos e os esquizofrnicos encontram-se no mesmo oceano; enquanto os msticos nadam, os esquizofrnicos se afogam."

O que a Esquizofrenia?Etimologicamente a palavra, Esquizofrenia significa fragmentao da mente ( frenia mente e esquizo fragmentada/dividida), dando-se uma ruptura no desenvolvimento do indivduo, havendo a perda de contacto com a realidade e ausncia de juzo crtico.

3De acordo com aOMS: A Esquizofrenia est caracterizada por um disturbio fundamental dapersonalidade, uma distoro dopensamento, alucinaes (fenmeno em que as pessoas ouvem e sentem coisas que os outros, no sentem nem ouvem) coisas bizarras, percepes alteradas, respostas emocionais inapropriadas .

HeranasAmbienteCausas biolgicasFalta de amor proprioConflitos entre os elementos femininos e masculinos.Causas da Esquizofrenia

Teoria Gentica: admite que vrios genes podem estar envolvidos, contribuindo juntamente com os factores ambientais para o desabrochar da doena.Teoria Psicanaltica: Remete para a fase moral do desenvolvimento psicolgico, na qual a ausncia de gratificao verbal ou da relao inicial entre me e beb estimulando a doena.

6Teoria Neurobiolgica: Defende que a esquizofrenia principalmente motivada por alteraes bioqumicas e estruturais do crebro, em especial com uma disfuno na dopamina. Teoria Familiar: Insere o conceito me esquizofrenognica, mes que tm atitudes possessivas e dominadoras com os seus filhos, um comportamento identificado como gerador de personalidades esquizofrnicas.

Teoria dos Neurotransmissores: O facto de existir excesso de dopamina na via mesolmbica e um dfice desta mesma substncia na via mesocrtica conduz ao aparecimento deste distrbio.

7A Dopamina um neurotransmissor condicionado pelo crebro que tem um nmero de papis nos seres humanos e nos outros animais. Algumas de suas funes notveis esto em:movimentomemriarecompensa agradvelcomportamento e cognioatenoinibio de produo do prolactinsonohumoraprendizagemO Excesso e a deficincia deste produto qumico vital so a causa de diversas condies da doena. A doena e a toxicodependncia de Parkinson so alguns dos exemplos dos problemas associados com os nveis anormais da dopamina.Via mesolmbica - uma das vias dopaminrgicas do crebro. Tem ligao com o hipocampo, e tambm com o crtex pr-frontal medial. sabido estar envolvida na modulao das respostas comportamentais aos estmulos que activam as sensaes de recompensa atravs do neurotransmissordopamina.1Tipos de EsquizofreniaParanoide, a forma que mais facilmente identificada com a doena, predominando os sintomas positivos. O quadro clnico dominado por um delrio paranoide relativamente bem organizado. Os doentes com esquizofrenia paranoide so desconfiados, reservados, podendo ter comportamentos agressivos.

Desorganizada, em que os sintomas afectivos e as alteraes do pensamento so predominantes. As ideias delirantes, embora presentes, no so organizadas. Nalguns doentes pode ocorrer uma irritabilidade marcada associada a comportamentos agressivos. Existe um contacto muito pobre com a realidade.

8Catatnica, caracterizada pelo predomnio de sintomas motores e por alteraes da actividade, que podem ir desde um estado de cansao e imvel at excitao.

Indiferenciada, apresenta habitualmente um desenvolvimento insidioso com um isolamento social marcado e uma diminuio no desempenho laboral e intelectual. Observa-se nestes doentes uma certa apatia e indiferena relativamente ao mundo exterior.

Residual, nesta forma existe um predomnio de sintomas negativos, os doentes apresentam um isolamento social marcado por um cansao afectivo e uma pobreza ao nvel do contedo do pensamento.

Hebefrnica, com incidncia da adolescncia, com o pior dos prognsticos em relao s demais variaes da doena, e com grandes probabilidades de prejuzos cognitivos e scio-comportamentais.

9Sintomas da Esquizofrenia10Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influncia dos Espritos , por esse fato, mdium. Essa faculdade inerente ao homem; no constitui, portanto, um privilgio exclusivo. (...) Pode, pois, dizer-se que todos so, mais ou menos, mdiuns. (Allan Kardec, O Livro dos Mdiuns, captuloXIV).

"O pensamento o lao que nos une aos Espritos, e pelo pensamento ns atramos os que simpatizam com as nossas ideias e inclinaes". Allan Kardec. Entretanto, usualmente s se chamam de mdiuns aqueles em quem a faculdade medinica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que ento depende de uma organizao mais ou menos sensitiva. (Allan Kardec, O Livro dos Mdiuns, captulo IX)MEDIUNIDADEA mediunidade um fenmeno espiritual que ocorre com muito mais frequncia do que se possa imaginar, pois estamos rodeados de espritos.

Mesmo assim, muitas pessoas ainda no acreditam na sua existncia pelo fato dos espritos habitarem em planos sutis e com leis ainda desconhecidas pela cinciaoficial.

Mas, independentemente de se acreditar ou no, potencialmente somos todos mdiuns, pois a mediunidade algo inerente ao esprito ( bom lembrar que estamos todos temporariamente encarnados).

Mediunidade

Alguns a possuem em estado bem aflorado, ntido; sopessoasbastante sensveis.

Outras, a possuem apenas em estado latente. Intuio, clarividncia, clariaudincia, premonio, psicografia, psicofonia, costumamos chamar de mdiuns aqueles que possuem esta faculdade de maneira ostensiva.

A grande maioria dos mdiuns j vem com os canais medinicos abertos, pois receberam uma preparao em seu corpo espiritual (perisprito) no plano astral antes de reencarnarem para exercerem sua mediunidade.

Mediunidade

Mal orientada, a mediunidade pode acarretar problemas srios, frequentemente rotulados como esquizofrnicos, psicticos, transtorno bipolar, transtorno de humor, depresso, irritao, angstia etc.

Desta forma, a cincia psicolgica por considerar ainda a mediunidade como um fenmeno anmalo, rotula equivocadamente os mdiuns como sendo portadores de distrbios psiquitricos.Mediunidade mal orientada

No entanto, por conta do esquecimento de seu passado, muitos esquecem o seu verdadeiro propsito de vida ao virem como mdiuns.

Assumiram o compromisso de exercerem sua mediunidade para saldarem seus dbitos causados numa vida pretrita a muitas pessoas encarnadas e desencarnadas.

Neste caso, a mediunidade uma oportunidade de evoluo e reparao de erros cometidos no passado.

Mediunidade

Nenhum mdium considerado mdium por causa de um fenmeno e nem do dia para noite, mas depois de muitos estudos e observaes, j que o mdium deve ter controle de seus fenmenos e o domnio das comunicaes.

preciso muito cuidado para o mdium no ser enganado por espritos errantes e enganadores; j que comunicaes existem aos milhares, mas poucas so aproveitveis. Isto feito atravs de uma egrgora, ou ambiente psquico controlado em geral em atividades em grupo.

Conhecemos os mdium por observao e no pelos simples fenmenos de incorporao, j que as comunicaes devem ter umteor lgico e racional.

J nos esquizofrnicos, as suas alteraes no tem lgica, eles perdem-se nos seus pensamentos aprisionados sem lgica e dando a impresso de estarem a ter uma incorporao.

Como FUNCIONA a pessoa que ouve vozes socialmente? O seu humor normal? Relaciona-se bem no trabalho, famlia, escola, na vida financeira, com os amigos? Tem boa socializao, relacionamentos afetivos normais?

Como a ESTRUTURA DE LINGUAGEM e DISCURSO? H presena de elementos delirantes? Os outros percebem o discurso dela como ligado, verossmil, logicamente organizado? uma conversa desconexa? Cada patologia tem uma organizao de discurso (e, s vezes, maneira de olhar) BEEEEM caracterstica, que ouvidos treinados profissionais conseguem captar quase que imediatamente, por nosso "olho clnico".

Qual a particularidade da mensagem das vozes? So coisas bvias e caricaturais ou mensagens originais? Se originais, qual o grau de bom senso nelas? Tem alguma caracterstica de delrio de grandeza, de perseguio ou auto-referente? O suposto "mdium" que ouve vozes "engrandecido" por elas, ou ocupa um papel comunicante MUITO especial em relao humanidade, incompatvel com as probabilidades e bom senso?

DIFERENAS - Mediunidade e Esquizofrenia A mediunidade costuma levar as pessoas a CRESCER, a fazerem reformas ntimas, reverem suas sombras. J os estados psicopatolgicos em geral fazem a pessoa se manter onde est, e at se dissolver, largar compromissos, no conseguir manter o que fazia. Ento um bom critrio o quanto a pessoa est CRESCER, nos parmetros ticos, sociais, pessoais, materiais, etc, a partir do contato com sua mediunidade.

Esquizofrenia e demais estados psicticos envolvem sempre DELRIOS e ALUCINAES. Ou seja, no basta ser vozes, so vozes fora de hora, e que s vezes levam o "mdium" a modificar a realidade objetiva a partir do contato interno subjetivo. Esse para mim o grande limite da patologia, mesmo quando vem de mdiuns autnticos. O ponto em que deixa de ser uma expresso interna elevadora, em momento adequado, e deixa de ser tomada PARA SI; e passa a ser baliza para a realidade externa. Nas palavras de Freud, o princpio dos desejos comea a lutar no mais contra o ego ou o superego, mas contra a prpria realidade externa, que se dissolve. As vozes interferem no mundo externo, ou mudam a vida OBJETIVA de quem as escuta. A hora de intervir.

AMORFLUIDOTERAPIAVIGILNCIADISCIPLINAORAOFAMILIA

Palestrante- Victor PassosMediunidade no igual a Esquizofrenia

Mediunidade livre, a Esquizofrenia um grilhoCravo20