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Anexo 1

Escola EB 2, 3/S Cunha Rivara

Lngua Portuguesa (9 Ano) Professora/Estagiria: Cristina Silva

Aviso anterior Reforma Ortogrfica de 1911, na parede da Igreja do Carmo, no Porto.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_do_Carmo_(Porto)http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto

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Anexo 2

Escola EB 2, 3/S Cunha Rivara

Portugus (11 Ano) Professora/Estagiria: Cristina Silva

Aula de Portugus 11A 13/02/2012

Apresentao do sumrio;

Sistematizao das caractersticas das personagens oralmente e, posteriormente,

entregar em suporte papel as concluses relativas a cada personagem;

o Anotar no quadro (por tpicos) as caractersticas que os alunos vo

apontando (corrigindo-os se for caso disso);

Remeter para as pginas 240 e 241 do manual (informaes sobre as personagens

que devem ler em casa);

Voltar ao esquema da pgina 236 do manual para explicar como que Ea

trabalhou o tempo e os espaos; (histria contada em analepse o romance

comea com a chegada dos Maias ao Ramalhete para habitar)

Explicar que estas personagens trabalhadas (e outras) se movimentam em espaos

e que estes tm simbolismo exatamente devido ao que representam;

Apresentao dos 3 diferentes tipos de espao: Fsico, Psicolgico e Social;

o Fsico: Este tem uma dupla funo: 1 criar o efeito do real (tal como os

acontecimentos histricos); 2 - tm uma dimenso simblica.

(Comear por apresentar os espaos exteriores, ditando aos alunos as

caractersticas do seu simbolismo)

Lisboa: smbolo da decadncia nacional; da sociedade portuguesa

da Regenerao1, incapaz de se modernizar, ainda virada para um

1 A viragem estrutural que na segunda metade do sculo XVI se verificou com o incio do colapso do

Imprio Portugus do Oriente criou, em alguns portugueses, o desejo de uma "regenerao" nacional que levasse o pas a progredir como os restantes pases da Europa. Esse projeto tomaria forma com a vitria do liberalismo em 1834, apesar das dificuldades que a estrutura arcaica da sociedade portuguesa inevitavelmente criava. Considera-se que o momento alto desse liberalismo se situa no perodo que se estende entre 1851 e 1868 com o movimento autodenominado Regenerao, cujo mentor foi, inicialmente, Alexandre Herculano.

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Anexo 2

passado glorioso mas longnquo. (A capital o grande espao

privilegiado ao longo de todo o texto);

Sintra: paraso romntico perdido; refgio campestre e purificador

que neutraliza o ar pesado e ftido de Lisboa. (em sentido figurado

o ar que corrompe e danifica conscincias);

Coimbra: smbolo da bomia estudantil, artstica e literria; espao

de formao acadmica e cvica de Carlos;

Santa Olvia: lugar mgico para onde a famlia se desloca para

recuperar as foras perdidas, para esquecer a dor e encarar o futuro

(local de refgio de Afonso e Carlos depois do suicdio de Pedro;

infncia de Carlos; frias de vero (Afonso); primeiro local de

peregrinao de Carlos depois de quase dez anos de exlio.);

(Apresentar oralmente quais os espaos interiores de menor relevncia

expondo as caractersticas do simbolismo destes)

O consultrio: A descrio deste espao revela algumas das

caractersticas da personagem Carlos o seu gosto pela arte, os seus

entusiasmos passageiros, os seus projetos inacabados;

O Ramalhete: Ao longo do texto o Ramalhete constitui um marco de

referncia fundamental e o seu apogeu e/ou degradao

acompanham o percurso da famlia. Smbolo desse percurso o

jardim velho do casaro, apresentado em trs momentos diferentes

da histria:

A Toca: Toda a descrio do ninho de amor de Carlos e Maria

Eduarda aponta para a expresso de um gosto extico e sensual,

apropriado vivncia da paixo e do interdito.

(Posto isto, passamos anlise dos trs momentos de descrio do jardim do

Ramalhete . Vamos sinalizar, na obra, os trs ditos momentos e os alunos

devem encontrar as caractersticas simblicas deste espao, tendo tambm

particular ateno ao estilo de escrita queirosiano)

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Anexo 2

Depois de concluda a anlise, passamos sistematizao dessa informao.

(Ditando uma breve concluso para consolidao da matria.

o Concluso: Estas trs descries revestem-se de um cariz simblico

evidente. Com efeito, o primeiro momento (em que o jardim tem

um aspeto de abandono e degradao) corresponde ao desgosto e

ao sofrimento de Afonso, aps a morte de Pedro. J o segundo

momento o renascimento da esperana, a altura em que a

juventude e a vitalidade de Carlos renovam o Ramalhete.

Finalmente, a ltima imagem do jardim (areado, limpo, mas sombrio

e solitrio) simbolizam o fim de um sonho e a morte de uma famlia.

Pedir para anlise em casa: o espao da Toca (cap. XIII desde: Mas depois

o quarto que devia ser o seu () at Maria Eduarda achava impossvel ter

ali sonhos suaves.) perceber qual o simbolismo do espao, dos objetos

que l se encontram e verificar tambm as caractersticas do estilo

queirosiano na descrio dos mesmos. Devem seguir as seguintes

indicaes:

o No quarto h indcios trgicos. Identifica-os e interpreta o que eles

pressagiam;

o Explicita a simbologia das cores que predominam no quarto.

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Anexo 2

Escola EB 2,3/S Cunha Rivara Ano Letivo 2011/2012

Plano de Aula de Portugus 13/02/2012 Turma: 11A

Professora/Estagiria: Cristina Silva

Competncias Objetivos Contedos Atividades Recursos Avaliao Tempo

De comunicao: componentes lingustica, discursiva/textual, sociolingustica, estratgica; Estratgica: estratgias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e finalidade; seleo e organizao de informao; Formao para a cidadania: desenvolvimento de capacidades crticas.

Mobilizar conhecimentos prvios; Antecipar contedos a partir de indcios vrios; Distinguir a matriz discursiva de vrios tipos de texto; Determinar a intencionalidade comunicativa; Apreender os sentidos de texto; Reconhecer a dimenso esttica e

As personagens da intriga principal e secundria nOS Maias (principais caractersticas sistematizao); Os trs diferentes tipos de espao nOs Maias: Espao Fsico, Espao Psicolgico e Espao Social (breve abordagem); O Espao Fsico: identificao de alguns espaos e anlise da simbologia inerente a cada um deles;

Correo dos trabalhos de casa; Explicitao das caractersticas das personagens principais (apresentao de esquema no quadro); Anlise do quadro respeitante ao na obra em estudo; Apresentao dos trs diferentes tipos de espao: Espao Fsico, Espao Psicolgico e Espao Social;

Manual; Quadro; Marcadores; Obra em estudo; Fotocpias.

Formativa: Observao direta; Expressividade; Participao espontnea e solicitada; Realizao das propostas apresentadas;

90 minutos

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simblica da lngua; Expressar e justificar opinies pessoais.

Anlise do Espao Fsico: descrio de espaos interiores e exteriores; Anlise (na obra) dos trs momentos de descrio do Ramalhete, este que constitui um marco de referncia fundamental pois atravs dele (apogeu e degradao) possvel comprovar o percurso da famlia Maia.

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Anexo 3

Escola EB 2, 3/S Cunha Rivara

Lngua Portuguesa (9 Ano) Professora/Estagiria: Cristina Silva

A Subordinao

A subordinao um processo de ligao entre duas oraes em que uma se torna

dependente de outra. Esta designa-se por principal ou subordinante e a dependente por

subordinada. As palavras ou expresses de ligao designam-se respetivamente por:

Conjunes e locues conjuncionais subordinativas

Variedades Conjunes Locues

Temporais

quando, enquanto, mal, apenas antes que, depois de, desde

que, logo que, sempre que,

assim que, at que, primeiro

que, todas as vezes que, cada

vez que

Causais

porque, pois, como, que visto que, uma vez que, dado

que, por isso que, pois que

Comparativas

como, conforme, que segundo assim como, bem como, como

se, tanto/to como,

mais/menos do que, ao passo

que, que nem

Condicionais

se, caso desde que, salvo se, sem que, a

no ser que, a menos que,

exceto se, na condio de,

contanto que

Finais que para que, a fim de que

Consecutivas

que de (tal) modo que, de maneira

que, to que, tanto que, de

forma que

Concessivas

embora ainda que, posto que, nem que,

mesmo que, se bem que,

mesmo se, apesar de

Integrantes que, se

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Anexo 3

Oraes subordinadas adverbiais causais

Exprimem uma circunstncia de causa. A orao chama-se subordinada causal j que

exprime a razo, a causa do que afirmado na subordinante.

Ex: As crianas veem muita televiso porque os adultos no conversam com

elas.

Se substituirmos porque por como, dizemos:

Como os adultos no conversam com elas, as crianas veem muita televiso.

NOTA: o emprego da conjuno como implica que a orao subordinada adverbial causal

venha antes da orao subordinante.

Ex: E passem para c o nosso saco que estamos com pressa.

A conjuno que, neste caso, introduz tambm uma orao subordinada