ELEITORES AFASTADO O J

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ELEITORESPARA 1950

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AFASTADOMAC-ARTHUR

O JVS o V?4$% lm !*. rio ee mncico V* a ^

\CQNT. LEGAI J

50 centavoj77 - RIO DE JANEIRO N. 6.613

Getulio Prope Seu ParaaSucesso: a Volta aABAIXO DACOPA E COZINHA

DE MACEDO SOARESNo sabemos se o reprter do"Dirio da Noite" que est palitarr

do os dentes do velho Vargas emSo Borja sair com vida do an"tro do antigo ditador, quando estedescobrir o enorme atolairo de ri-diculo em gue oi metido peio es-perto confrade. Vargas, que sem-pre teve tento na lingua, desmarvdou-se agora de modo hilarianto.No h inteno escusa gue pre-cavenha. est talando pelas tripasdo Judas.

As ultimas qe lhe arrancou o fascinante jornalis-ta puseram a nu todas as manobras e projetos do ve-lho. le quer ser, mesmo, o sucessor do sr. general Du-ua; mas pretende ser sucessor do atual presidente po-lm no seu continuador. Continuador s de si mesmo.isto , do paraso do governo discricionrio, resfauran-

DIRIO CAKHHA

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DA BA (AUAE iMFRKNSA Por Medo Das Bugigangas

Rio de Janeiro, Sbado, 14 de Janeiro de 1950

Investigao PERDIDA TODA A TRIPULAO DO^im^Tim uTDITr-ITI ffXTT"

PELO CRONISIA PARLAlVIfcNIAR DO O. C.

Queix-iva.se, h dias, um porta-voz das in-dustnas do Rio Grande do Sul das conse-quncias da d3svalorizao da libra sobre asnossas exportac s, conseqncias que se ti;zeram sentir principalmente prejuidicials sindustrias sul.nas, freqentadoras dos meica-do; da rea da libra. No a primeira v.que a qu:bra de paaro efetivada pelo go-vrno britnico suscita comentrios e observaes dessa espcie A concluso a que cestumam chegar os comentaristas _u os queixosos uma insinuao n0 sentdo dc que o gover-n0 brasileiro deveria im.tar o britan.co. desvalorizando, por sua vez. o cruzeiro.

O CRUZEIRO AQUM E ALEMFRONTEIRAS

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E' o que propem, ainda uma v:z. os in.sti-ais do Rio Grande, que ch.gam. ir

pessimismo, a prever a paralisao

tenta um cambio fictcio sem pagar. Quandoo Banco do BrasU venue a 18 dinheiros o quevale 30, quem e que paga a diferena? _A eco-nomia nacional. Isto fora a limitao das ope-raes, a restrio das importaes, que re.percu.e sobre as exportaes e influi para adesvalorizao do cruzeirG no cambio livre, qvas nossas leis nao atingem. Sendo insuficientesas operaes consentidas, para atender a todasas necessidades nacionais, segue.se o cambiochamado negro, que - de fato. 0 cambio ver-dadeiro. i

Mas, apesar desse corretivo, 'a vaorlzao,eu melhor, a sustentao artificial do 21' 'zei-to produz Inevitveis efeitos no merca to in-os Industriais e que redunda no encare-j-nien.temo, entre os quais, esse de que se qu^xamto da produo, num "handicap" que a excluida possibilidade de competir com os seusconcorrentes do estrangeiro.

demilhares de estab !e_.imentos. cujas ativ dadesenvolvem cerca de 300 produtos Pretendem,por isso'- 03 interessados que se restabelea arelao de valor entre a libra e o cruzeiro, an.terior quebra do padro esterlino.

Justificando esse ponto de vista, disse umindustrial gacho em 'declaraes publicadas re-ceniemsnte em Por.o Al .gre e aqui mesmo11 ste jornal, que o declnio dns exportaefbrasil:iras deve-s8 tambm ao cu"to da nossaproduo, que sistematicamente mais eUvaUque o do similar produzido em pases concor-r ntes. Isso. por sua v:z deve-se. na cplnodi referido industrial, desproporo chocantedo poder aquisitivo do cruzeiro, no pais e noe:.terior.

A observao da* miis intellg;ntes. como.aras. toda a entrevista que nos sugere estecomen-vio. H. realmente. uma perda de pesoespecifico do cruzeiro, ao transpor as nossasfronteiras. Antes de plritear a quebra ou rsustjntao do seu valor, tornn.se. pois. Indisp.nsvel Interpretar o fenmeno do emagrr-cimr.nto do cruzeiro, sempre que s- queira aven-turar alem. fronteira. Ora. esa interpreta'.'no difcil- No se trata propriamente dfum emHgrecimenlo: o que h que o cruzeirosempre inchado em sua prpria terra, volta aonatural, assim qu? se transfere para outros c-mas.

O molivo que. alrm dos limites do nossomio ('e no. seu valor real e no fictcioNs fixamos o cambio, irias em nossa prpriacasa, para eleitos internos. Passada a frontel.ra- o cambio cambio mesmo e o cruzeiro sev rapidamente devolvido ao seu poder aqui-sllivo normal- Portanto, quanto ns lhe enprestani-ii para efeitos domsticos, certo valorem rlao ao dlar ou libra, que le. defato no alcana, estamos Impondo nossae-onomia uma perda, em vez de uma trans-fuso de sangue Pagamos para obter esseresultado que o Industrial deplora.

n.nguem suponha que se sus-Sim, porqu-

O INTIL, A MAIOR DAS UTILIDADESO problema, para ns, no , pois, o da

quebra do padro: simplesmente o da liber-dade do cambio, para que o cruzeiro possa pro-rurar em paz o equilbrio da sua paridadereal. O cruzeiro vale o que vale e no o queresolvemos que deve valer. Procurando con-jurar as crises que nos perturbem pelo pro-cesso das valorizaes fictcias seja do ca-f, ou do zeb ou da moeda o mximoque conseguimos disfarar algum tempodeterminados aspectos da realidade. Consegui-mos uma iluso nada alm de uma ilusotemporria da qual acabamos por despertar,um dia, sob o choque de uma situao catas-irofica.

E' uma iluso que pagamos duas vezes,uma para nos deixar embair, outra ao des-pertar para a realidade, sob a opresso e o mal-estar de tremendos prejuizos. No obstante, isso que mais nos agrada. Nada como jogarpara o futuro os aborrecimentos e preocupa-es. Sustentemos hoje o cambio, o zeb, o ca-f, a borracha, o cacau. Amanh... Ora, ania-nh, quem viver ver.

. Sob a inspirao de to sbia mentalidadeeconmica, ai vamos por esse mundo, aos tran-cos e barrancos e de mal a pior. Nenhuma ad-vertencia, nenhuma lio, jamais nos valeu denada. Somos to extraordinrios nisso que nosabemos como assegurar, num regime de comer-cio livre, o abastecimento do nosso mercadointerno de modo a permitir o reequipamentodas industrias e sua mecanizao. Temos medode gastar divisas sem proveitos essenciais, es-fiiiecidos, entre outras noes elementares de quenem s de maquinas vive o homem e que asdivisas aparentemente mal empregadas, geramoutras que poderemos empregar de outromodo.

Temos medo das famosas bugigangas. Mas,senhores, as bugigangas, afinal, so a ltimarazo de todo o esforo dos maquinismos, detoda a nossa organizao econmica, de todaa produo nacional. No fundo, o intil amais preciosa das utilidades.

AmericanaSobre o Caf

NOVA YQRK, 13 (UP) Aestimativa do senador GuyGillette, de que a produobrasileira d* caf, na safra

SHEERNESS, Inglaterra.13 (De Harold Guard, cor*respondente da U.P.) Aultimas horas desta tarde,perderam-se todas as esperan-gas de salvar os 52 tripulan-

1950.51 geria superior, em dois teS presos no bojo do subma*milhes de sacas, do ultimo rmo britnico "Trucuient".ano, foi recebida com cetlcis. afUndado no esturio do rio

SUBMARINO BRITNICO "TRUCULENT

52 TRIPULANTES PR^OS NO BOJO OBARCO AFUNDADO NO TMISA

tando contra as fortes correntes e a glida gua do Ta-misa para determinar a posi-co exata do "Trucuient" qu-se acha mergulhado a uma

..... ...u-.-.---.- , profundidade de quase 19 mvmo nos melOg caeeiros como Tamisa Um escafandrista da ; tros. sobre um fundo de lodouma previso que no pod-*r baseada em'fatos. Gilletteest apresentando o Deporta.mento de Estado cin0 fonte dapreviso de que a produo brasileira da prxima safra mon'.tariade sacas. Acrescenta qu OS

Armadano interior doencontrou-o totalmente cheiodgua. At o momento de ha-ver sido conhecida essa cir-

a mala "de"

quii^milh-... cunstancia. haviam sido re-

colhidos 15 tripulantes comdois milhes de sacas espera. I vida e os cadveres de 9 ou-dos refutam os prognsticos da troscarncia da mercadoria. no ; Dez dog sobreviventes fo-prximo ano. , ram con(juzidos hoje paru a j

| base naval de Chatham pela j

conseguiu penetrar e areia.submarino 1 O escafandrista que pene*

trou no interior do submarinopertence ao corpo especial de

da Armada

Os meios comerciantes de caf melhor informado ne. Igoclantes e corretores fica.

'ram desarmados para expll. Icar como o senador chegouquela concluso, mesmo usan.do a estimativa feita no m*passado, pelo Departamento aEstado. A estimativa do De. ,partamento foi d* 15.650.000sacas. Foi essa aproximada,mente, a produo do ano pasrado. 1

George Gordon Paton, ana. 1lista de caf, observou que m*mo essa estimativa no podeser considerada precisa antesde se examinar o estado docafezais brasileiros. Frisouque ao tempo em que fi fei. 'to o prognostico, ainda no sesabia tpio parcela daa floresdos cafeelrc* poderia sobrevl.ver, nem se as arvores estavambastante fortes para sustentara carga de frutos.

As noticias recebida* noameios cafeelros dizem que cer.tas grandes empresas brasilei.ras esto, n0 momento, levandO a efeito um exame daa planta.es, para fundamentar umaestimativa mais precisa da produo. En.rementes o* refe.ridos meios se mostram lncli.nados a receber com ceticismotodas a predies, at que aestimativa oficial, felta pelnDepartamento Nacional do Ca.f, seja conhecida. Essa *?.tl.inativa preliminar sr feitaem fevereiro e a segunda oser em maro.

fragata "Comdray", junta-mente com tres corpos recoihidos ontem, pouco depoisque o navio sueco colidiu con-tra o submarino, pondo-o apique, s 19 horas. Os reutantes cinco sobreviventes e

mergulhadoresbritnica, e usou uma vestede borracha, com aletas nops para nadar melhor, e provido de um aparelho de oxi-gnio pra respirar. Depoisde penetrar no submarinopela torre aberta, o escafan-drista comprovou que o inte*rior do barco estava total"mente inundado, verificandoque nenhum dos tripulantespode