Eixo Temtico I: Filosofia e Cincia Profa. Ma­sa Lopes

download Eixo Temtico I: Filosofia e Cincia Profa. Ma­sa Lopes

of 20

  • date post

    22-Apr-2015
  • Category

    Documents

  • view

    127
  • download

    2

Embed Size (px)

Transcript of Eixo Temtico I: Filosofia e Cincia Profa. Ma­sa Lopes

  • Slide 1
  • Eixo Temtico I: Filosofia e Cincia Profa. Masa Lopes
  • Slide 2
  • ELEMENTOS DE CONHECIMENTO Cognoscente e Cognoscvel Sujeito Objeto REAS DE CONHECIMENTO: Senso Comum: conhecimento espontneo Senso Crtico: conscincia crtica; dialtica Cincia: senso crtico, tcnico, mtodos Teologia: conhecimento tambm Racional Profa. Masa Lopes
  • Slide 3
  • Relao e Distino entre Filosofia e Cincia. Contextualizao Histrica Histria Antiga: Pr-Socrticos; Aristteles Histria Moderna: Revoluo Galileana; Coprnico. Relao entre Cincia e Filosofia - A conscincia crtica - Supremacia do Sujeito Racional - Configurao da Lgica Profa. Masa Lopes
  • Slide 4
  • DISTINO ENTRE FILOSOFIA E CINCIA: Filosofia Pensamento Totalidade Reflexo Crtica Objeto de Conhecimento Cincia Experincia Particularidade Reflexo Crtica + Comprovao Objeto Real Profa. Masa Lopes
  • Slide 5
  • CINCIA ANTIGA Cincia = Filosofia No Experimental Qualitativa Contemplativa Terica / Essncia CINCIA MODERNA Cincia Filosofia Experimental Quantitativa Realidade Prtica/Sentidos (Objeto) Profa. Masa Lopes
  • Slide 6
  • Caractersticas principais da Cincia Moderna Uma das explicaes mais plausveis sobre as mudanas ocorridas refere-se a classe comerciante, constituda pelos burgueses, que se imps ao cio da aristocracia atravs da valorizao do trabalho; Galileu Galilei (1564-1642), criador do mtodo cientfico, o responsvel pela moderna concepo de cincia. Supremacia do racionalismo, que recusa o critrio da autoridade e da revelao predominante na Idade Mdia; Secularizao ou laicizao do pensamento, isto , o desligamento das justificativas baseadas na religio, para s aceitar as verdades resultantes da investigao racional mediante argumentao; Profa. Masa Lopes
  • Slide 7
  • A importncia do mtodo, ponto de partida da vrios pensadores do sculo XVII, tais como Descartes, Bacon e Galileu; Confirmao do Saber Ativo, em oposio ao contemplativo. Isto equivale a dizer, que, no s o saber visa a transformao da realidade, como tambm passa ele prprio a ser adquirido por meio da experincia, fruto da aliana entre a cincia e a tcnica; Desenvolvimento da Lgica matemtica e do mtodo hipottico-dedutivo; Profa. Masa Lopes
  • Slide 8
  • FRANCIS BACON Empirismo + Pesquisa Cientfica REN DESCARTES Racionalismo (Penso, logo existo) GALILEU GALILEI Racionalismo + Empirismo Profa. Masa Lopes
  • Slide 9
  • A revoluo Cientfica: de Coprnico a Newton; Coprnico desloca a terra do centro do universo; A cincia no mais um discurso sobre o mundo de papel; A cincia passa a se preocupar com a natureza e suas provas e no mais com a teoria; Profa. Masa Lopes
  • Slide 10
  • A independncia da cincia em relao Filosofia e f; A Cincia indaga no a substncia mas a funo; O pressuposto filosfico: o Deus que geometriza; Novo tipo de saber e nova figura de douto; A cincia moderna: a reaproximao entre tcnica e saber; Profa. Masa Lopes
  • Slide 11
  • Teoria Cientfica: o resultado de um processo de construo (idia, questo, juzo) Hiptese: uma suposio, uma explicao provisria dos fenmenos observados; Lei Cientfica: aplica uma regularidade aos fatos observados, onde estes seguiro normas, isto , leis. Favorece uma uniformidade as aes; Profa. Masa Lopes
  • Slide 12
  • (+) Corroborao (-) Refutabilidade (-) Corroborao (+) Refutabilidade Corroborada Teoria comprovada Refutabilidade Teoria invlida PESQUISA CIENTFICA Profa. Masa Lopes
  • Slide 13
  • CINCIA E IDEOLOGIA Mito da Neutralidade Cientfica H uma distino natural entre sujeito e objeto; Todo e qualquer estudo fruto de decises pessoais e singulares; Nenhum resultado cientfico depende da boa ou m vontade do cientista, nem de suas paixes. Porm sua escolha originada nas suas concepes particulares; Profa. Masa Lopes
  • Slide 14
  • Mito do Cientificismo: A cincia pode e deve conhecer tudo; Crena no progresso e na evoluo dos conhecimentos; Imaginar a cincia como mgica; Ideologia da Competncia, isto , h os que sabem e os que no sabem; Profa. Masa Lopes
  • Slide 15
  • Cincias Exatas/ Naturais eixo/objeto Matematizao dos Elementos/ resultados Observao prtica /aplicada determinismo lgico Mensurao/ Classificar Quantificar Cincias Humanas Sujeito /objeto variao subjetiva dos resultados observao prtica/ variao de aplicao determinismo humano Mensurao /Classificar Qualificar Profa. Masa Lopes
  • Slide 16
  • Filosofia Cincia TeoriaPrtica Conscincia crticaMtodo Reflexo HumanaExperincia SociedadeRealidade Cincia Humanas: unio entre Filosofia e Cincia Profa. Masa Lopes
  • Slide 17
  • As dificuldades das Cincias Humanas para estudar com objetividade o homem Desde muito tempo, os assuntos referentes ao comportamento humano eram objetivos de estudo da Filosofia, mas com o desenvolvimento das cincias da natureza, desejou-se estender a eles o rigor do mtodo, fazendo nascer as cincias humanas. Surgimento das cincias humanas como: a Psicologia, a Sociologia, a histria, a geografia humana, a economia, a antropologia, a linguagem e etc. Entretanto, devido a complexidade dos atos humanos h uma srie de dificuldades para as cincias humanas estudarem o seu objeto de estudo. Profa. Masa Lopes
  • Slide 18
  • PRINCIPAIS DIFICULDADES PARA ESTUDAR O HOMEM DE FORMA CIENTFICA: Quanto objetividade : como o objeto de conhecimento o prprio ser humano, torna- se difcil manter o distanciamento necessrio para um saber imparcial; Quanto experimentao: mesmo nos casos em que possvel, nem sempre fcil identificar e controlar os diversos aspectos que influenciam os atos humanos; Profa. Masa Lopes
  • Slide 19
  • Quanto ao carter moral da experincia: no se pode submeter o ser humano a situaes perigosas para sua integridade fsica, moral ou mental; Quanto matematizao: ainda que se recorra s estatsticas, nem sempre possvel quantificar todos os dados; Quanto ao determinismo: por ser conscientemente livre, o comportamento humano no previsvel, apenas indicando probabilidades; Profa. Masa Lopes
  • Slide 20
  • Linguagem: elo entre sujeito e objeto; Sujeito : significados Objeto: signos; Onde a linguagem proveniente das relaes entre o Pensamento e a inteno da ao, ou compreenso desta. Profa. Masa Lopes