EFEITOS SECUNDRIOS BIOMDICOS DO DOPING ... o conhecimento sobre os efeitos secundrios biomdicos do...

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  • Harmonizar o conhecimento sobre os efeitos secundrios biomdicos do doping

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    EFEITOS SECUNDRIOS BIOMDICOS DO DOPING!

    NVEL ELEVADO A Verso de Nvel Elevado do material de formao assume um conhecimento bsico no campo das substncias dopantes. O material foca apenas os efeitos secundrios no corpo humano. Se for pretendido um conhecimento bsico sobre o tpico de preveno de doping, deve trabalhar primeiro com as Verses do Nvel Bsico e/ou Mdio do material de formao. Alm disso, gostaramos de mencionar e recomendar que o Manual do Congresso Biomedical Side Effects of Doping (Efeitos Secundrios Biomdicos do Doping) contm informao detalhada alm deste documento, que tambm pode ser utilizada como informao base para a apresentao da Verso de Nvel Elevado. Download gratuito do Manual do Congresso: www.dopingprevention.sp.tum.de/index.php?id=45 DIAPOSITIVO 2: A Agncia Mundial Antidoping (AMA) define o Cdigo Mundial Antidoping do seguinte modo: Um dos feitos mais importantes, at data, na luta contra o doping no desporto foi a redaco, aceitao e implementao de um conjunto de regulamentos antidoping uniforme, o Cdigo Mundial Antidoping (Cdigo). O Cdigo o documento principal que fornece o suporte para polticas, regras e regulamentos antidoping harmonizados entre as organizaes desportivas e as autoridades pblicas. Funciona em conjunto com quatro Normas Internacionais com o objectivo de fazer a harmonizao entre as organizaes antidoping em vrias reas. Em testes, laboratrios, isenes de utilizao teraputica (TUE) e a Lista de Substncias e Mtodos Proibidos. . Pode fazer download da descrio completa e de todo o documento em http://www.wada-ama.org/en/dynamic.ch2?pageCategory.id=250. A imagem mostra: Estrutura global da poltica antidoping pela Agncia Mundial Antidoping, de acordo com o Cdigo Mundial Antidoping. AMA e o Cdigo Mundial Antidoping (O Cdigo)

    regulador/observador internacional e de monitorizao independente da luta global contra o doping no desporto e sua estrutura (O Cdigo).

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    COI (Comit Olmpico Internacional), IPC (Comit Paralmpico Internacional), IF (Federao Internacional de Desporto)

    responsvel pelo processo de teste e sanes. Governos

    apoio financeiro, poltico e estrutural e muito mais. O NOC (Comit Olmpico Nacional), NPC (Comit Paralmpico Nacional) e IF

    (Federao Nacional de Desporto) devem concordar com a implementao do Cdigo.

    NADO (Organizao Nacional Antidoping), RADO (Organizao Regional Antidoping)

    responsvel por testar os atletas nacionais dentro e fora da competio e adjudicando as violaes dos regulamentos antidoping e educao antidoping.

    Atletas e Companhia em conformidade com o Cdigo.

    LAB (Laboratrios) analisar os testes de controlo de doping.

    CAS (Tribunal Arbitral do Desporto) facilita o estabelecimento de disputas relacionadas com o desporto.

    DIAPOSITIVO 3: De acordo com o Cdigo Mundial Antidoping, esto definidas as seguintes violaes de regulamentos: 2.1 A presena de uma Substncia Proibida ou seus Metabolitos ou

    Marcadores numa Amostra corporal de um Atleta. 2.2 Utilizao ou Tentativa de Utilizao de uma Substncia ou um Mtodo

    Proibido. 2.3 Recusa ou falha sem apresentar justificao em submeter uma recolha de

    Amostra depois da notificao como autorizado nos regulamentos antidoping aplicveis ou, de outro modo, fugir recolha de Amostra.

    2.4 Violao dos requisitos aplicveis de acordo com a disponibilidade do Atleta para Testes Fora de Competio incluindo a falha em fornecer o local da informao e testes em falta, que so declarados com base em regulamentos razoveis.

    2.5 Falsificao ou Tentativa de falsificao de qualquer parte do Controlo de Doping.

    2.6 Posse de Substncias e Mtodos Proibidos 2.7 Trfico de qualquer Substncia ou Mtodo Proibido.

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    2.8 Administrao ou Tentativa de administrao de uma Substncia Proibida ou Mtodo Proibido para qualquer Atleta, ou assistir, encorajar, ser cmplice, encobrir ou qualquer outro tipo de cumplicidade que envolva qualquer violao de regulamento antidoping ou qualquer Tentativa de violao.

    O Cdigo Mundial Antidoping de 2003 e o seu contedo original esto disponveis em: http://www.wada-ama.org/en/dynamic.ch2?pageCategory.id=250. DIAPOSITIVO 4: A Lista Proibida da Agncia Mundial Antidoping est disposta do seguinte modo: Substncias sempre proibidas (proibio dentro e fora da competio) S1. Agentes anablicos S2. Hormonas e substncias relacionadas S3 Beta-agonistas 2 S4. Antagonistas de hormona e moduladores S5. Diurticos e outros agentes de camuflagem Mtodos sempre proibidos (proibio dentro e fora da competio) M1. Melhoria da transferncia de oxignio M2. Manipulao qumica e fsica M3. Doping gentico Substncias e mtodos proibidos em competio S6. Estimulantes S7. Narcticos S8. Canabinides S9. Glucocorticosterides Substncias proibidas em desportos especficos P1. lcool (por ex. proibido no tiro com arco, desportos automveis, motorizados, et al.) P2. Betabloqueantes (por ex. proibidos nas corridas de tren, ski e snowboard [salto, estilo livre, halfpipe], luta livre)

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    A lista actualizada e publicada anualmente. Pode fazer o download da Lista Proibida actualmente disponvel em www.wada-ama.org/en/dynamic.ch2?pageCategory.id=370. DIAPOSITIVO 5: A conformidade do regulamento Antidoping controlada por procedimentos de teste que deparam todos os atletas com conjuntos de testes especiais. As federaes internacionais de desporto devem criar um conjunto de testes para os seus atletas de nvel internacional, em que as organizaes nacionais antidoping devem criar um conjunto de testes registado para os atletas nacionais. O procedimento de teste chama-se teste alvo, o que significa que os atletas no so escolhidos aleatoriamente. Alm disso, existe um teste em competio (para substncias e mtodos proibidos na competio) e um teste fora da competio (para substncias e mtodos proibidos fora da competio). O procedimento de teste est dividido em duas formas: Um o teste de aviso prvio e o outro o teste sem aviso prvio, que deve ser o preferido. Se um teste for anunciado, deve ser realizado dentro do mximo de seis horas. No caso de um teste sem aviso prvio deve passar menos de uma hora depois da abordagem. Dentro desta hora, os atletas que vo ser testados devem estar sob controlo constante. O Cdigo Mundial Antidoping de 2003 e o seu contedo original sobre o procedimento de teste esto disponveis em: http://www.wada-ama.org/en/dynamic.ch2?pageCategory.id=250. DIAPOSITIVO 6: As amostras de controlo de doping so, por um lado, amostras de urina, e por outro lado, amostras de sangue. A maioria das amostras ainda so amostras de urina. Contudo, cada vez mais amostras de sangue (duas amostras A- e B- de trs mililitros de sangue) so realizadas para controlar a ausncia de substncias ou mtodos proibidos. Actualmente, a maioria das amostras de sangue so utilizadas para o controlo do estado de sade dos atletas (por ex. aumento de hematcritos em esquiagem cross-country maior risco de hipertenso arterial e eventos tromboemblicos).

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    DIAPOSITIVO 7: De acordo com as Directrizes de Iseno de Utilizao Teraputica da AMA, a definio a seguinte: Uma Iseno de Utilizao Teraputica (TUE) uma autorizao para tomar uma Substncia Proibida sob condies bem definidas e restritas. Deve ser feita uma candidatura para um TUE, de acordo com a Norma Internacional para TUE. Deve ser obtida uma TUE para a utilizao de qualquer Substncia que esteja na Lista Proibida. Dependendo da prpria Substncia e da rota de administrao..., pode ser concedida quer uma TUE padro ou uma TUE Abreviada (ATUE). Todos os atletas que precisem de tratamento mdico que inclua uma Substncia Proibida ou Mtodo e estejam sujeitos a Testes devem obter uma TUE da sua respectiva Organizao Antidoping (ADO). Para obter a aprovao para uma TUE, os atletas devem possuir uma condio mdica bem documentada, apoiada por dados mdicos de confiana e relevantes. Os quatro critrios que devem ser preenchidos para conceder uma TUE esto indicados na NormaInternacional para TUE: 1. O atleta deve sofrer de uma debilitao significativa para a sade, caso a

    Substncia Proibida ou Mtodo Proibido tenha de ser evitado no curso do tratamento de uma condio mdica aguda ou crnica (Artigo 4.2 da Norma Internacional para TUE).

    2. A utilizao teraputica da Substncia Proibida ou Mtodo Proibido no deve produzir nenhuma melhoria adicional ao desempenho alm daquilo que pode ser antecipado pelo retorno ao estado de sade normal depois do tratamento de uma condio mdica legtima. A utilizao de qualquer Substncia Proibida ou Mtodo Proibido para aumentar os nveis baixos normais de qualquer hormona endgena no considerada uma interveno teraputica aceitvel (Artigo 4.3. da NormaInternacional para TUE). Como 'melhoria de desempenho deve entender-se: o regresso pelo atleta ao nvel de desempenho possudo antes de ocorrer a condio mdica tratada. Significa que pode ocorrer uma determinada melhoria do desempenho individual, devido eficcia do tratamento, mas no pode ir alm do nvel de desempenho que o atleta possua antes da sua condio mdica.

    3. No existe nenhuma alternativa teraputica razovel para a utilizao de outro modo da Substncia Proibida ou Mtodo Proibido (Artigo 4.4. da Norma Internacional para TUE). Devem ser retidos dois pontos para alternativas teraputicas razoveis: - Apenas as medicaes vlidas e referenciadas so consideradas alternativas. -. A definio do que vlido e referenciado pode variar de acordo com os diferentes pases. Estas diferenas devem ser tomadas em consid