DIREITO CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO, TRIBUTÁRIO - Agente...  Web viewAgente...

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DIREITO CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO, TRIBUTRIO E COMERCIAL

2

Agente Administrativo

INSTRUES

1.Aguarde autorizao para abrir o caderno de provas.

2.Confira seu nmero de inscrio, turma e nome. Assine no local indicado.

3.A interpretao das 50 (cinqenta) questes parte do processo de avaliao, no sendo permitidas perguntas aos Aplicadores de Prova.

4.Nesta prova, as questes so de mltipla escolha, com cinco alternativas cada uma, sempre na seqncia a, b, c, d, e, das quais somente uma deve ser assinalada.

5.Ao receber o carto-resposta, examine-o e verifique se o nome nele impresso corresponde ao seu. Caso haja irregularidade, comunique-a imediatamente ao Aplicador de Prova.

6.Transcreva para o carto-resposta a opo que julgar correta em cada questo, preenchendo o crculo correspondente com caneta de tinta preta. No ultrapasse o limite do espao destinado para cada marcao.

7.No haver substituio do carto-resposta por erro de preenchimento ou por rasuras feitas pelo candidato. A marcao de mais de uma alternativa em uma mesma questo resultar na perda da questo pelo candidato.

8.No sero permitidas consultas, emprstimos e comunicao entre candidatos, bem como o uso de livros, apontamentos e equipamentos (eletrnicos ou no), inclusive relgio. O no-cumprimento dessas exigncias implicar a excluso do candidato deste concurso.

9.Os aparelhos celulares devero ser desligados e colocados OBRIGATORIAMENTE no saco plstico. Caso essa exigncia seja descumprida, o candidato ser excludo do concurso.

10. Ao concluir a prova, permanea em seu lugar e comunique ao Aplicador de Prova. Aguarde autorizao para devolver o caderno de provas e o carto-resposta, devidamente assinados.

11.O tempo para o preenchimento do carto-resposta est contido na durao desta prova.

12.Se desejar, anote as respostas no quadro abaixo, recorte na linha indicada e leve-o consigo.

DURAO DESTA PROVA: 4 horas

Portugus

Matemtica

Estatuto

Informtica

NMERO DE INSCRIO

TURMA

NOME DO CANDIDATO

ASSINATURA DO CANDIDATO

(

RESPOSTAS

01 -

06 -

11 -

16 -

21 -

26 -

31 -

36 -

41 -

46 -

02 -

07 -

12 -

17 -

22 -

27 -

32 -

37 -

42 -

47 -

03 -

08 -

13 -

18 -

23 -

28 -

33 -

38 -

43 -

48 -

04 -

09 -

14 -

19 -

24 -

29 -

34 -

39 -

44 -

49 -

05 -

10 -

15 -

20 -

25 -

30 -

35 -

40 -

45 -

50 -

A partir de 31 de outubro de 2006, o candidato ter acesso ao seu desempenho individual no site do NC (www.nc.ufpr.br). Para obter essa informao, dever ter mo os seguintes dados:

N de inscrio:

Senha de acesso:

de sua inteira responsabilidade o sigilo sobre esses dados.

PORTUGUS

01 -Numere a coluna da direita com base na da esquerda, relacionando corretamente as perguntas com as respectivas respostas.

(1) A energia nuclear economicamente vivel para o Brasil?

(2) Nos ltimos meses, ambientalistas historicamente avessos energia nuclear passaram a defender o uso dessa forma de energia como parte do combate ao aquecimento global. A que voc atribui essa mudana?

(3) No exagerada essa preocupao com espionagem industrial por parte de tcnicos da Agncia Internacional de Energia Atmica (Aiea), entidade que, por princpio, no possui interesses comerciais?

( ) Acho que a tecnologia nuclear avanou. Hoje os reatores esto mais seguros do que no passado e o tratamento de rejeitos passou a ser mais eficiente. A energia nuclear limpa, s emite vapor d'gua para a atmosfera. No contribui para o aquecimento global. Hoje sabemos que at a energia hidreltrica, at bem pouco atrs considerada limpa, provoca emisses de gs quando inunda campos.

( ) No existe rea da tecnologia em que as pessoas no protejam seus segredos. A tecnologia brasileira tem uma eficincia maior que a de outros pases, sobretudo no que diz respeito resistncia do equipamento. (...) Na rea nuclear, no possvel registrar patentes, inclusive porque para isso seria necessrio divulgar uma srie de informaes que poderiam ser usadas para fins no pacficos. Ento temos de nos proteger.

( ) As melhores opes de energia que temos so a hidreltrica e a nuclear. H alguns anos, o preo do petrleo era baixo e a energia nuclear, cara. Hoje no. Ela extremamente competitiva no custo incluindo o valor da instalao da usina. E preciso lembrar que o pas tem poucas reservas de gs, as energias elica e solar servem mais para stios e casas do que para aglomerados urbanos, e que no h mais grandes quedas de gua disponveis para a instalao de hidreltricas.

(Trechos da entrevista de Odair Dias Gonalves, presidente da Comisso Nacional de Energia Nuclear (CNEN), publicada na revista Superinteressante, ed. 227, jun. 2006, p. 23/24.)

Assinale a alternativa que apresenta a seqncia correta da coluna da direita, de cima para baixo.

a)3 1 2.

b)1 3 2.

*c)2 3 1.

d)3 2 1.

e)1 2 3.

02 -"As melhores opes de energia que temos so a hidreltrica e a nuclear. H alguns anos, o preo do petrleo era baixo e a energia nuclear, cara. Hoje no. Ela extremamente competitiva no custo incluindo o valor da instalao da usina. E preciso lembrar que o pas tem poucas reservas de gs, as energias elica e solar servem mais para stios e casas do que para aglomerados urbanos, e que no h mais grandes quedas de gua disponveis para a instalao de hidreltricas." (GONALVES, Odair Dias. Superinteressante, ed. 227, jun. 2006, p. 24.)

O trecho acima apresenta argumentos favorveis ao uso da energia nuclear de ordem:

a)poltica.

b)social.

c)ecolgica.

*d)econmica.

e)tica.

O texto a seguir referncia para as questes 03 a 05.

No comeo dos anos 1990 o jornalista americano David Shenk foi trabalhar em Washington e decidiu assinar vrios boletins de notcias pela Internet. O que deveria ser apenas uma boa ferramenta de trabalho virou um tormento. "Fiquei to animado com a idia de poder acessar uma poro de dados sem me levantar da cadeira que quase enlouqueci. E depois descobri que muita, muita gente vivia o mesmo drama".

A histria de Shenk um retrato do mundo moderno, no qual o acesso fcil a dados de toda ordem pode trazer dor de cabea, em vez de alvio, para quem tem paixo pelo conhecimento. O problema que muitas vezes, mesmo sabendo muito sobre (quase) tudo, queremos ir alm. "Estamos vivendo no pico da onda de informao, que comeou com o lanamento da Internet. S que a nossa mquina, que o crebro, obrigada a processar tudo o que chega", diz Jou El Jia, presidente da Associao de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, que chama a ateno de seus pacientes para esse risco desde os tempos em que tal onda de informao ainda no passava de marola.

Digerir, organizar e gerenciar tantos dados gera um misto de ansiedade e angstia. "Os excessos nos oprimem e nem sempre conseguimos discernir o que pode ser til do que s serve para nos enlouquecer", opina Larry Rosen, professor da Universidade do Estado da Califrnia e autor de um livro sobre o assunto.

Para Jou El Jia, a primeira coisa que pensamos que no vamos dar conta de tudo o que lemos ou assistimos. "Fica mesmo difcil priorizar o que realmente nos interessa e descartar o que irrelevante", reconhece. Ento, a avalanche leva a uma hiperexcitao do crtex cerebral e liberao de hormnios do estresse, como a noradrenalina e as catecolaminas. "Essas substncias aumentam a produo de radicais livres, ligados ao envelhecimento. Ou seja, as conseqncias so tambm fisiolgicas", alerta. Outro efeito a perda de memria de curta durao, como aponta um estudo realizado no final do ano passado pela Universidade da Califrnia em Berkeley, nos Estados Unidos.

Ora, tecnologia ruim? Em princpio no. "A tecnologia nos permite fazer mais. O problema que rapidamente camos no 'muito mais' e isso nos angustia", diz Kimberly Young, psicloga da Escola de Administrao da Universidade St. Bonventure e diretora executiva do Centro para o Tratamento do Vcio Online. Para Larry Rosen, o segredo descobrir aquilo que voc quer e o que de fato precisa. "Chamo isso de o paradoxo posso-devo. Ser que s porque conseguimos acessar uma infinidade de dados significa que devemos fazer isso? Ter um controle pessoal da situao essencial para que esse querer saber cada vez mais no nos deixe doentes".

(Texto adaptado de: S, Vanessa. Afogado em informao. Sade! n 272, abr. 2006, p. 65/66.)

03 -A finalidade principal desse texto a divulgao da existncia de estudos que:

a)apontam os limites das tecnologias de informtica como ferramentas apropriadas para o trabalho dos jornalistas.

b)criticam o uso de informaes disponibilizadas na Internet para a obteno de conhecimento.

c)alertam sobre os malefcios dos radicais livres, cujas conseqncias provocam o envelhecimento e a perda de memria de curta durao.

d)discutem questes ticas envolvidas no conflito gerado entre o uso que pode e o uso que deve ser dado tecnologia.

*e)constatam um problema de sade decorrente da inabilidade para acessar ou entender a massa disponvel de informao na Internet.

04 -A disponibilidade infinita de dados na Internet cria nos indivduos a idia de que tm obrigao de acess-los. Esse comportamento vem referido no texto como:

a)"paixo pelo conhecimento".

*b)"paradoxo posso-devo".

c)"produo de radicais livres".

d)"hiperexcitao do crtex cerebr