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DADOS DE COPYRIGHT

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"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e no mais lutando por dinheiro epoder, ento nossa sociedade poder enfim evoluir a um novo nvel."

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Sumrio

Folha de Rosto

Sumrio

Crditos

Prlogo

Captulo 1

Captulo 2

Captulo 3

Captulo 4

Captulo 5

Captulo 6

Captulo 7

Captulo 8

Captulo 9

Captulo 10

Captulo 11

Captulo 12

Captulo 13

Captulo 14

Captulo 15

Captulo 16

Captulo 17

Captulo 18

Captulo 19

Captulo 20

Captulo 21

Captulo 22

Captulo 23

Redes Sociais

Destrua-me

Tahereh Mafi

TraduoMaria Angela Amorim De Paschoal

Saiba Mais

Estilhaa-meJuliette nunca se sentiu como uma pessoa normal.Nunca foi como as outras meninas de sua idade. Omotivo: ela no podia tocar ningum. Seu toqueera capaz de ferir e at matar.Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais,arruinou o que estava sua volta com um simplestoque, o que a levou a ser presa numa cela.Todo dia era escuro e igual para Juliette at achegada de um companheiro de cela, Adam.Dentro do cubculo escuro, Juliette no tinhanotcias do mundo l fora. Adam ia atualizando-ade tudo.Juliette no entendeu bem o que estavaacontecendo quando foi retirada daquela cela esupostamente libertada, ao lado de Adam, e se vem uma encruzilhada, com a possibilidade deretomar sua vida, mas por caminhos tortuosos etotalmente desconhecidos.Estilhaa-me um romance fantstico, queintriga, angustia e prende o leitor at a ltimapgina com uma histria surreal que misturaamor, medo, aventura e mistrio e traz umdesfecho surpreendente.

Liberta-me (lanamento)

Liberta-me o segundo livro da trilogia deTahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaa-me,importava garantir a sobrevivncia e fugir dasatrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me possvel sentir toda a sensibilidade e tristeza queemanam do corao da herona, Juliette.Abandonada prpria sorte, impossibilitada detocar qualquer ser humano, Juliette vai procurarentender os movimentos de seu corao, amaneira como seus sentimentos se confundem eat onde ela pode realmente ir para ter o controlede sua prpria vida. Uma metfora para a vida dejovens de todas as idades que tambm enfrentamuma espcie de distopia moderna, em que dvidase medos caminham lado a lado com a esperana,o desejo e o amor.A bela escrita de Tahereh Mafi est de volta aindamais vigorosa e extasiante.

Copyright 2012 by Tahereh MafiCopyright 2013 Editora Novo Conceito

Todos os direitos reservados.

Esta uma obra de fico. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos so produtosda imaginao do autor. Qualquer semelhana com nomes, datas e acontecimentos reais mera

coincidncia.

Edio: Edgar Costa SilvaPreparao de Texto: Alline Salles

Diagramao ePUB: Brendon Wiermann

Este livro segue as regras da Nova Ortografia da Lngua Portuguesa.

Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)(Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Mafi, Tahereh

Destrua-me / Tahereh Mafi; [traduo Maria Angela Amorim de Paschoal]. Ribeiro Preto,SP: Novo Conceito Editora, 2012.

Ttulo original: Destroy me

ISBN 978-85-8163-029-8

Fico norte-americana I. Ttulo.

12-00226 CDD-813

ndices para catlogo sistemtico:Fico: Literatura norte-americana 813

Rua Dr. Hugo Fortes, 1.885 Parque Industrial Lagoinha14095-260 Ribeiro Preto SP

www.editoranovoconceito.com.br

Prlogo

Atiraram em mim.

E por incrvel que parea, um ferimento a bala di muito mais do que eu havia imaginado.Minha pele est fria e pegajosa, estou fazendo um esforo enorme para respirar. A dor no meubrao direito excruciante, e tenho dificuldade em me concentrar. Tento fechar os olhos comfora, ranger meus dentes, e me foro a prestar ateno.O caos insuportvel.Vrias pessoas esto gritando e muitas delas esto me tocando, e desejo que algum removaaquelas mos do meu corpo. Elas no param de gritar Senhor! como se ainda estivessemesperando por mim para lhes dar ordens, como se no soubessem o que fazer sem minha ajuda.Perceber isso me deixa exausto. Senhor, pode me escutar? Outro grito. Mas desta vez, uma voz que no detesto. Senhor, por favor, est me escutando... Levei um tiro, Delalieu. o que consigo balbuciar. Abro meus olhos. Vejo seus olhosmarejados. No estou surdo.De repente todo o barulho desaparece. Os soldados se calam. Delalieu me olha. Preocupado.Dou um suspiro. Me leva de volta digo a ele, me mexendo um pouco. Parece que o mundo est rodando,mas de repente se estabiliza. Alerte os mdicos e pea que preparem um leito para a nossachegada. Enquanto isso suspenda meu brao, e continue a pressionar diretamente no ferimento.A bala trincou ou quebrou alguma coisa e vou precisar de cirurgia.Delalieu no diz nada por um momento longo demais. bom saber que est bem, senhor. Sua voz parece nervosa, trmula. bom ver que osenhor est bem. Isso foi uma ordem, tenente. Claro ele responde prontamente, com a cabea curvada. Certamente, senhor. Comodevo instruir os soldados? Encontre-a digo a ele. Est ficando cada vez mais difcil falar. Respiro com dificuldade epasso uma mo trmula pela minha testa. Estou transpirando copiosamente, e esse fato no mepassa despercebido. Sim, senhor. Ele tenta me levantar, mas eu seguro seu brao. Uma ltima coisa. Senhor? Kent digo, minha voz parece desigual agora. Faa com que eles o deixem vivo paramim.

Delalieu ergue os olhos, arregalados. O soldado Adam Kent, senhor? Sim. Olho dentro de seus olhos. Eu mesmo quero lidar com ele.

Captulo 1

Delalieu est parado aos ps da minha cama com uma prancheta na mo.

Sua visita a segunda que recebo esta manh. A primeira foi dos meus mdicos, queconfirmaram que correu tudo bem na cirurgia. De acordo com eles, se eu ficar em repouso estasemana, as novas medicaes que me deram devem acelerar o processo de cura. Tambmdisseram que eu poderia retornar s minhas atividades dirias em breve, mas iria precisar usaruma tipoia por um ms, no mnimo.Disse a eles que era uma teoria interessante. Minhas calas, Delalieu. Estou sentado, tentando estabilizar minha cabea devido aosenjoos provocados pelos remdios. Meu brao direito no serve para nada agora.Ergo meus olhos. Delalieu est me encarando sem piscar. Seu pomo de ado est se movendopara cima e para baixo.Seguro um suspiro. O que ? Uso meu brao esquerdo para me apoiar no colcho e me obrigo a me endireitar.Reno toda a energia que me sobrou e consigo me segurar na beirada da cama. Fao um sinalcom a mo para afastar Delalieu e evitar que ele venha me ajudar; fecho os olhos para nosentir a dor e a tontura. Conte o que aconteceu digo a ele. No faz sentido prolongar asms notcias.Sua voz hesita ao declarar: O soldado Adam Kent escapou, senhor.Meus olhos piscam e fica tudo branco sob minhas plpebras.Respiro fundo e tento passar a mo boa pelos meus cabelos. Eles esto speros e cobertos peloque parece ser terra misturada com meu prprio sangue. Fico tentado a dar um soco na paredecom o punho que me restou.Ao invs disso, fao uma pausa para me recompor.De repente percebo com mais nitidez tudo o que se passa minha volta, os cheiros, os pequenosrudos e os passos do lado de fora da porta. Detesto essas calas de algodo spero quecolocaram em mim. Detesto no estar usando meias. Quero tomar um banho. Quero me trocar.Quero colocar uma bala na coluna vertebral de Adam Kent. Pistas exijo. Vou em direo ao banheiro e estremeo s em sentir o ar gelado em contatocom minha pele; ainda estou sem camisa. Tento me manter calmo. No me diga que metrouxe essa informao sem fornecer nenhuma pista.Minha mente parece um armrio onde esto, cuidadosamente, organizadas as emoeshumanas. Quase posso ver meu crebro funcionando, armazenando pensamentos e imagens.Ponho de lado as coisas que no me so teis. Me concentro apenas no que precisa ser feito: oscomponentes bsicos de sobrevivncia e a infinidade de coisas que preciso fazer durante o dia. claro Delalieu responde. O medo em sua voz me incomoda um pouco; tento deixar isso

de lado. Sim, senhor ele diz , ns acreditamos saber para onde ele deve ter ido e temosmotivo para acreditar que o soldado Kent e a e a garota bem, como o soldado Kishimototambm fugiu temos razo para acreditar que eles esto juntos, senhor.Os compartimentos do meu crebro esto rangendo para se abrir. Lembranas. Teorias.Sussurros e sensaes.Empurro tudo para longe. Claro que sim. Sacudo a cabea. Me arrependo. Fecho meus olhos novamente para evitar atontura repentina. No me d uma informao que eu mesmo j deduzi consigo dizer. Quero algo concreto. Me d uma pista real, tenente, ou s me procure quando tiver uma. Um carro ele completa rapidamente. Notificaram o roubo de um carro, senhor, econseguimos rastre-lo a um local desconhecido, mas ento ele desapareceu do radar. Foi comose tivesse deixado de existir, senhor.Ergo os olhos. Estou atento ao q