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    05-Jun-2015
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  • 1. PPR www.cpsol.com.br 1 PROGRAMA DE PROTEO RESPIRATRIA 1 - OBJETIVO Criar e manter o presente programa de proteo respiratria no mbito da CP SOLUES., estabelecendo mecanismos padronizados relacionados preveno e ao controle da exposio a poeiras, fumos, nvoas, neblinas, gases ou vapores, entre os trabalhadores, nos ambientes industriais, durante o desempenho das suas atividades normais, bem como em situaes emergenciais. 2 - REFERNCIAS NR 6 PPR- Ministrio do Trabalho e Emprego 3 DEFINIES Atmosfera Perigosa: Atmosfera que contm um ou mais contaminantes em concentrao superior ao Limite de Exposio, ou que deficiente de oxignio Contaminante: Agente qumico ou biolgico, em suas diversas formas (gases, vapores, outros) presente em um determinado ambiente que tenha algum potencial de causar efeito adverso. Fator de Proteo Requerido: quociente entre a concentrao do contaminante no ambiente e seu limite de exposio IPVS (Imediatamente Perigoso Vida ou Sade): Refere-se exposio respiratria aguda, que supe uma ameaa direta de morte ou conseqncias adversas irreversveis sade Limite de Exposio: mxima concentrao permitida de um contaminante no ar qual um indivduo pode estar exposto Mscara Autnoma: Equipamento de proteo respiratria no qual o usurio carrega seu prprio suprimento de ar respirvel, ou oxignio. Respirador: Equipamento que visa a proteo do usurio contra a inalao de ar contaminado ou de ar com deficincia de oxignio.

2. PPR www.cpsol.com.br 2 4 RESPONSABILIDADES A Diretoria de Recursos Humanos, atravs da Gerncia de Recursos Humanos Industrial, detm a responsabilidade sobre a implantao, manuteno e o controle dos resultados do Programa de Proteo Respiratria (PPR) na CP SOLUES. a) Gerente de Recursos Humanos Responde pela implantao, manuteno e resultados do PPR das Unidades. b) Responsvel pela Unidade: Busca meios tecnolgicos de engenharia e processo, no mbito de sua rea de atuao, visando auxiliar na inibio da disperso dos contaminantes atmosfricos, nas reas de produo, tendo em vista no apenas a qualidade dos produtos, como tambm a melhoria das condies de sade dos empregados envolvidos; Participa da anlise dos resultados das auditorias e avaliaes ambientais realizadas; Determina e cobra a aplicao de aes corretivas no controle das situaes crticas de disperso de contaminantes no ar; Determina e solicita a realizao de anlise preliminar de riscos, bem como antecipao de riscos relacionados aos agentes qumicos previstos no presente programa, sempre que houver modificaes fsicas ou tecnolgicas do processo, matrias primas e/ou maquinrio, com possvel impacto na qualidade do ar nos ambientes de trabalho; Prev a alocao de recursos financeiros necessrios ao controle da disperso dos contaminantes atmosfricos, diante de novos projetos nas Unidades; Solicita elaborao de projeto tcnico de engenharia para controle das situaes crticas de disperso de contaminantes no ar. Cabe ao SESMT: Auxilia as reas operacionais a executar as aes necessrias implantao e manuteno do Programa de Proteo Respiratria. Aplica os conhecimentos de Engenharia de Segurana, Higiene e Sade Ocupacional, visando: 3. PPR www.cpsol.com.br 3 Seleo da proteo respiratria adequada a cada risco detectado. Aplicao, em conjunto com os Supervisores, dos ensaios de selagem dos protetores respiratrios. Aplicao dos treinamentos e reciclagens necessrias ao desenvolvimento do Sistema de Proteo Respiratria, abrangendo no mnimo: Limpeza, guarda e manuteno dos Equipamentos de Proteo Respiratria (EPR). Monitoramento do uso. Cabe ao colaborador : Utilizar os respiradores fornecidos de acordo com as instrues e treinamentos recebidos Guardar o respirador quando no estiver em uso, de modo conveniente para que no danifique ou deforme Se observar que o respirador no est funcionando bem, dever deixar imediatamente a rea contaminada e comunicar o defeito rea de segurana e sade ocupacional Comunicar ao supervisor qualquer alterao do seu estado de sade que possa influir na capacidade de uso do respirador de modo seguro OPERACIONALIZAO DO PROGRAMA O QUE QUEM a) Avaliao Qualitativa dos Contaminantes Ambientais atravs do Programa de Preveno de Riscos Ambientais (PPRA) SESMT b) Avaliao quantitativa dos agentes qumicos ambientais composio do mapeamento de risco respiratrio da Unidade. SESMT c) Mapeamento pontual das concentraes dos contaminantes e das fontes geradoras. SESMT d) Medies pontuais e/ou pessoais, informaes atualizadas sobre a concentrao do contaminante no ambiente de trabalho, identificando as reas de risco e estabelecendo procedimentos de controle de ordem coletiva e/ou individual adequados, quando necessrio, conforme parmetros de avaliao e conduta abaixo discriminados. SESMT e) Definio dos tipos de EPR a serem aplicados. SESMT f) Definio da populao exposta aos riscos qumicos ocupacionais, segundo avaliao tcnica. SESMT g) Avaliao mdica, do pessoal exposto aos riscos ocupacionais e obrigados a utilizao da proteo respiratria, com anotao no pronturio mdico. Quando o mdico do trabalho detectar restries ao uso de EPR, em empregado obrigado ao uso do mesmo, informar o fato rea de engenharia de segurana trabalho e ao RH para as providncias cabveis. SESMT 4. PPR www.cpsol.com.br 4 h) Definio da necessidade de monitorizao de exposio atravs de espirometria. (Monitorizao tem o objetivo de aferir o estado de sade respiratria dos trabalhadores expostos s reas de risco, constituindo item de controle em relao aplicao e resultados das medidas de proteo e segurana). SESMT i) Ajuste da proteo respiratria atravs dos EPR apropriados. SESMT j) Aplicao de treinamento apropriado sobre o controle do risco e a utilizao correta, manuteno e guarda dos Equipamentos de Proteo Respiratria. Esse treinamento deve possuir registro adequado, incluindo comprovao por meio de assinatura de lista de presena. SESMT k) Execuo dos testes individuais de selagem dos EPR. SESMT l) Registros de treinamento e testes de selagem. Quando se tratar de protetor respiratrio do tipo purificador de ar equipado com filtro qumico, deve ser anotado no corpo do prprio filtro, com letra legvel e tinta, a data do rompimento do seu lacre. Isso necessrio para monitorizao da vida til do mesmo. SESMT m) Acompanhamento do uso correto e manuteno da proteo respiratria. SESMT n) Auditoria SESMT o) Monitorizao peridica dos contaminantes ambientais. SESMT 5 - APLICAO Em todas as Unidades da CP SOLUES, inclusive terceiros. 6 CONSIDERAES GERAIS 6.1 Seleo de Respiradores Para a seleo de respiradores devemos considerar: A atividade do usurio e a sua localizao na rea de risco. Exemplo: Se o trabalhador permanece continuamente ou no na rea de risco durante o turno de trabalho leve, mdio ou pesado. Em caso de extremo esforo, a autonomia de uma mscara autnoma fica reduzida pela metade. O tempo de permanncia do trabalhador na rea que apresenta o risco Caracterstica fsicas e funcionais dos respiradores, bem como suas limitaes Utilizar somente respiradores com certificado de aprovao A seleo do respirador exige o conhecimento de cada operao, para determinar os riscos que possam estar presentes e assim selecionar o tipo e a classe do EPI que proporcione proteo adequada 5. PPR www.cpsol.com.br 5 Etapas para a identificao do risco Determinar o contaminante que pode estar presente no ambiente de trabalho Verificar se existe limite de tolerncia, ou qualquer outro limite de exposio, ou estimar a toxidez do contaminante. Verificar se existe concentrao IPVS para o contaminante Verificar se existem regulamentos ou legislao especfica para o contaminante. Se existir, a seleo do respirador depender destas indicaes Medir o teor de oxignio no ambiente Solicitar laudo tcnico com a concentrao do contaminante no ambiente determinando o estado fsico da substncia Verificar se o contaminante irritante e/ou corrosivo para olhos e pele. Se o contaminante vapor ou gs, verificar se conhecido o limiar de odor, de paladar ou de irritao da pele Dividir a concentrao medida ou estimada do contaminante pelo limite de exposio ou valor de orientao para obter o Fator de Proteo Requerido. Se mais de uma substncia estiver presente, considerar os efeitos combinados em vez de considerar o efeito isolado de cada substncia. Se o contaminante for somente gs ou vapor, escolher o filtro qumico apropriado ESPECIFICAO DE PARMETROS DE AVALIAO E CONDUTA PARMETRO CONDUTA 1. Concentrao do contaminante ambiental menor que o Nvel de Ao ( do valor do Limite de Tolerncia). A priori, nenhuma ao de controle se faz necessria. 2. Concentrao do contaminante ambiental igual ou maior que o Nvel de Ao e Menor que o Limite de Tolerncia. De acordo com as caractersticas toxicolgicas do contaminante ambiental e a forma da exposio ocupacional, as aes de controle podem variar desde a simples monitorizao peridica do contaminante a intervenes na exposio ou na disperso. A conduta ser sempre indicada no laudo tcnico de avaliao ambiental. Aceitvel o controle da exposio por meio de proteo respiratria individual, do tipo purificadores de ar com pea semi-facial. 6. PPR www.cpsol.com.br 6 3. Concentrao do contaminante ambiental at cinco vezes maior que o valor do limite de tolerncia. Implantao imediata de proteo respiratria adequada. Tolervel o controle da exposio por meio de proteo respiratria individual, do tipo purificadores de ar com pea semi-facial. Quando possvel indicada a interferncia nas fontes de emisso dos contaminantes. 4. Concentrao do contaminante ambiental entre cinco e dez vezes o valor do limite de tolerncia. Implantao imediata de proteo respiratria adequada como medida provisria de controle. No aceitvel o controle da exposio unicamente por meio de proteo respiratria individual, do tipo purificador de ar com pea semi-facial. Aceitvel o controle da exposio por meio de proteo respiratria do tipo ar mandado ou autnomos com pea semi-facial. Tolervel o controle da exposio por meio de proteo respiratria individual do tipo purificadores de ar com pea facial i