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  • Citologia e envoltrios celulares
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  • Citologia Citologia (cito = clula; logia = estudo). Citologia o estudos das clulas no que diz respeito sua estrutura, suas funes e sua importncia
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  • Teoria celular As clulas foram descobertas em 1665 pelo ingls Robert Hooke. Ao observar em um microscpio rudimentar, um fino pedao de cortia, verificou que ela era constituda por cavidades, s quais chamou de clulas. Na prtica observou clulas vegetais mortas. Em 1838 Mathias Scheiden e Theodor Schwann, estabeleceram o que ficou conhecido como teoria celular: "todo o ser vivo formado por clulas". A teoria celular foi mais tarde derrubada, pois os vrus no so formados por clulas e so considerados seres vivos.
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  • Robert Hooke
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  • A utilizao de microscpios Com a evoluo da microscopia pode-se visualizar vrios tipos e formas celulares.
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  • Tcnicas de preparao e observao celular: 1) Colorao: Usam-se corantes especficos afim de se observar algumas estruturas celulares. 2) Esfregao: O material a ser analisado e esfregado sobre uma tnue lmina de vidro. Ex: Esfregao em clula sangunea 3) 3)Cortes Finos: Utiliza-se um aparelho denominado micrtomo afim de que se faa cortes bem finos no material a ser analisado
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  • Medidas usadas no estudo das clulas m (micrometro) = 0,001 mm (1 milsimo de milmetro) nm (nanometro) = 0,000 001 mm (1 milionsimo de milmetro) (ngstrm) = 0,000 000 1 mm (1 dcimo milionsimo de milmetro)
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  • Clulas Clulas (do latim "cella", pequena cavidade). a menor poro de matria viva. Realizam as principais funes apresentadas por um organismo mais complexo. Nmero de clula: a) Organismo unicelular: so formados por apenas uma clula. (definio) Exemplos: bactrias, protozorios e etc. b) Organismo pluricelular: so formados por duas ou mais clulas. (definio) Exemplos: seres humanos (10 trilhes), aves, peixes, samambaias e etc.
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  • Os envoltrios celulares: Macroscpicas: visveis a olho nu. Microscpicas: somente visveis ao microscpio. So constituda por trs partes: a) Membrana plasmtica b) Citoplasma c) Ncleo
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  • Esquema de uma clula animal
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  • CLULA PROCARITICA E EUCARITICA
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  • Membrana plasmtica De forma simples, podemos definir a membrana plasmtica como envoltrio celular. Funes: a) Responsvel pela forma e proteo da clula. b) Delimitar o meio de dentro da clula (intracelular) e o meio de fora (extracelular). c) Selecionar as substncias que entram e saem (semipermevel e seletiva).
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  • Constituio da Membrana Glicoclice Camada de carboidratos ligados protenas (glicoprotenas) ou lipdios (glicolipdios). O glicoclix pode ser classificado em rgido e flexvel. O tipo rgido, tambm conhecido como membrana celulsica, aparece nas clulas vegetais, possui poros por onde circulam os plasmodesmos, estruturas que possibilitam o deslocamento de substncias entre clulas adjacentes. O flexvel est presente nas clulas animais e desempenha diversas funes.
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  • Parede Celular A parede celular um envoltrio extracelular presente em todos os vegetais e algumas bactrias, fungos e protozorios, cuja composio varia conforme o hbito de cada organismo perante os processos evolutivos e adaptativos. Essa estrutura impossibilita alteraes morfolgicas dos organismos, em razo de seu carter semirrgido.
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  • Processo de troca entre a clula e o meio externo Processos passivos: ocorrem sem gastos de energia. Osmose, difuso e difuso facilitada). Processos ativos: ocorrem com gasto de energia. Bomba de sdio e potssio). Processos mediados por vesculas.: Ocorrem quando vesiculas so utilizadas para a entrada de partculas ou organismos na clula,ou para a eliminao de substncias da clula. Quando ocorre a entrada, fala-se em endocitose; quando ocorre a sada, fala-se em exocitose.
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  • Concentrao do Meio Soluo hipertnica: Soluo que est mais concentrada em soluto que o meio; Soluo hipotnica: Soluo que est menos concentrada em soluto que o meio; Soluo Isotnica: Quando a concentrao de soluto na clula e no meio so iguais.
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  • Osmose: um processo fsico em que a gua se movimenta entre dois meios com concentraes diferentes de soluto, separados por uma membrana semipermevel (permite somente a passagem das molculas de gua). Na osmose, o processo se finaliza quando os dois meios ficam com a mesma concentrao de soluto (isotnico).
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  • Difuso Simples Consiste no transporte de substncias permeveis membrana. Estas, em soluo, podem fluir de dentro para fora da clula ou vice-versa, de forma espontnea. Esse processo ocorre de uma regio com maior concentrao de partculas para uma com concentraes menores. Trocas gasosas entre o sangue e tecidos um exemplo desse tipo de transporte.
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  • Difuso Facilitada H o auxlio de protenas de membrana, denominadas permeases. Estas possuem stios de ligao especficos para os tipos de substrato e atuam a fim de permitir que substncias transitem pela regio de bicamada lipdica. O processo auxilia em casos em que essas ltimas, em razo de suas propriedades qumicas e tamanhos moleculares, demorariam muito tempo ou no poderiam fluir de forma espontnea, via difuso simples
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  • Endocitose: Transporte de molculas em grande quantidade. Existem dois tipos de mecanismos para esse transporte: a)Fagocitose: Englobamento de partculas slidas por meio da emisso de pseudpodes pela membrana plasmtica. Os glbulos brancos destroem as bactrias por esse processo. b) Pinocitose : Englobamento de gotculas lquidas por meio de invaginaes da membrana plasmtica.
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  • Bomba de Sdio e Potssio um mecanismo regulador de concentraes de sdio (Na+) e potssio (K+), existente na membrana celular. por meio dele, por transporte ativo (com gasto de ATP), que a clula garante maior concentrao de sdio no meio extracelular que no meio intracelular. O oposto ocorre com o potssio. A bomba de sdio e potssio tem participao fundamental na contrao muscular e na transmisso de impulsos nervosos. um mecanismo regulador de concentraes de sdio (Na+) e potssio (K+), existente na membrana celular. por meio dele, por transporte ativo (com gasto de ATP), que a clula garante maior concentrao de sdio no meio extracelular que no meio intracelular. O oposto ocorre com o potssio. A bomba de sdio e potssio tem participao fundamental na contrao muscular e na transmisso de impulsos nervosos.
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