BOT‚NICA Rodrigo Henrique. Evolu§£o das plantas Algas verdes (Clor³fitas)...

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  • BOTNICA Rodrigo Henrique
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  • Evoluo das plantas Algas verdes (Clorfitas) Passagem do meio aqutico para o terrestre ADAPTAES: Tecidos de conduo Eficiente mecanismo de absoro de gua e nutrientes (razes) Impermeabilizao das superfcies Estmatos Tecido rgido para sustentao Independencia da gua para reproduo Aparecimento de sementes Surgimento dos frutos
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  • BRIFITAS Musgos, hepticas Locais midos e sombreados Pequeno porte (ausncia de vasos) Rizide, caulide e filide
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  • PTERIDFITAS Samambaias e avencas Primeiros vegetais com vasos condutores Xilema: seiva bruta Floema: seiva elaborada Podem assumir grande porte Dependncia da gua para reproduo
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  • GIMNOSPERMAS Pinheiros, sequias e ciprestes Clima frio ou temperado Grande porte Cutcula espessa Estrbilos: inflorescncia (polinizao pelo vento) Tubo polnico: independncia da gua para reproduo sementes
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  • ANGIOSPERMAS Todas as caractersticas das gimnospermas Flores com atrativos: polinizao por animais e vento Fruto: protege e auxilia na disperso de sementes
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  • Monocotiledneas x Dicotiledneas
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  • Organologia
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  • Sementes vulo maduro de gimnosperma e angiosperma Tegumento ou casca Embrio endosperma Importncia: propagao ou disperso, alm de permitir a sobrevivncia do embrio em ambientes desfavorveis
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  • Dormncia Nos ltimos estgios de desenvolvimento embrionrio, a semente perde gua. O embrio permanece em estado de dormncia at que as condies ambientais estejam adequadas. Quebra da dormencia: Desgaste ou quebra da casca Estmulos qumicos Luz e temperatura
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  • Disperso de sementes Sementes leves, plos (dente-de-leo), ganchos fixadores (carrapicho) Obs: frutos suculentos, coloridos: animais
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  • Raiz Pivotante ou fasciculada
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  • Caule
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  • Flor
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  • Fruto Exclusivo de angiospermas Originado do desenvolvimento do ovrio Protege a semente e auxilia na disperso Carnosos e secos
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  • Pseudofrutos
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  • Partenocarpia Desenvolvimento do ovrio em fruto sem que haja fecundao, ou seja, sem a formao de sementes.
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  • Histologia vegetal
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  • Meristemas ou tecidos embrionrios: apresentam grande capacidade de diviso celular Tecidos adultos ou permanentes: resultantes da diferenciao celular
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  • Tecidos de revestimento e proteo Epiderme: tecido vivo Sber: clulas mortas casca da rvore Especializaes da epiderme: Cutcula: evita perda de gua Plos ou tricomas: regula transpirao e Acleos : proteo Estmatos: trocas gasosas
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  • Tecidos de sntese e reserva Parnquimas De preenchimento Clorofiliano De reserva
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  • Tecidos de sutentao Colnquima: orgaos jovens - clulas vivas Esclernquima: orgos mais velhos - clulas mortas
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  • Tecido de conduo Xilema Floema
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  • Tecidos de secreo Nectrios Tubos lactferos: ltex protege e facilita a regenerao do rgo ferido Canais resinferos: resina de ao bactericida e anti-sptica.
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  • Fisiologia vegetal
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  • Transporte de gua pela planta
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  • O caminho das seivas
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  • Anel de malpighi
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  • Gutao ou sudao
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  • Transpirao
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  • Metabolismo CAM As plantas CAM abrem seus estmatos durante a noite e os mantm fechados durante o dia. Por esta razo conseguem manter uma alta eficincia do uso da gua, abrindo os estmatos apenas com as temperaturas mais baixas da noite. Isto minimiza a perda de gua, j que H2O e CO2 possuem a mesma via de difuso.
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  • Hormnios vegetais
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  • Movimentos vegetais Fototropismo Geotropismo Quimiotropismo tigmotropismo
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  • Plantas insetvoras (carnvoras) Incrivelmente, estas plantas realizam fotossntese como fonte de nutrio. Entretanto, por serem tpicas de solo pobre em determinados nutrientes como nitrognio, fsforo e potssio - complementam a alimentao digerindo tais presas.
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  • Considere uma rvore de cinco metros de altura, que cresce um metro por ano. Se ocorrer uma leso que deixe uma marca em seu tronco, a 1,5 m do solo, a que altura ela estar aos cinco anos? Explique.