Aula Vestibular UFSM 2013 Filosofia. Deontologia Deon: dever obrigação, logos: ciência; Jeremy...

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Aulo ENEM Filosofia

Aula Vestibular UFSM 2013FilosofiaDeontologiaDeon: dever obrigao, logos: cincia;Jeremy Bentham cunhou o termo em 1834;Parte da Filosofia Moral e/ou da tica Normativa.

Deontologia um tratado do dever ou do conjunto dos deveres, princpios e normas adotadas por um determinado grupo profissional.

Immanuel Kant

Razo prtica e liberdade;Imperativo Categrico: dever-ser, ou o respeito de si;

John Stuart Mill (1806-1873)Fundador do utilitarismo: direitos e liberdades do homem esto em processo de evoluo;Hedonismo: a finalidade da vida humana a felicidade.

Questo UFSM 2011A filosofia moral a parte da filosofia que trata das questes prticas acerca do viver. Considere, ento, as seguintes afirmaes:I - Uma das posies mais importantes na filosofia prtica a dos deontologistas, que afirmam que a moral , acima de tudo, uma questo de dever.II - A tica das virtudes tem como um de seus maiores defensores o filsofo Emanuel Kant.III - John Stuart Mill foi um dos principais defensores do utilitarismo.Esto corretas:a) apenas I.b) apenas II.c) apenas III.d) apenas I e II.e) apenas I e III.LgicaAristteles (384-322 a.C.) Criou a Lgica como um tipo de tcnica de pensar;Uma habilidade para pensamento analtico.

Lgica: Mtodos de pesquisaRaciocnio lgico da Induo:das partes para o todo;Coleta de vrios dados e casos permitem uma generalizao;

Lgica: Mtodos de pesquisasRaciocnio lgico: Deduo;Do geral para o particular;Tem origem em indues anteriores.

Questo UFSM 2011Estudiosos do clima terrestre vm afirmando, h mais de duas dcadas, que a ao humana produziu um aumento dos nveis de CO na atmosfera e que isso est gerando um aumento das temperaturas mdias da terra. Esses estudiosos preveem que as temperaturas continuaro subindo nas prximas dcadas. Essas previses esto baseadas em dados coletados ao longo das ltimas dcadas. Qual das alternativas a seguir melhor caracteriza esse tipo de previso?Trata-se de uma teoria sobre algo que pode ou no acontecer.Trata-se de uma hiptese baseada em um raciocnio indutivo, assentado em dados empricos.Trata-se de uma hiptese deduzida logicamente de fatos incontestveis.Trata-se de uma afirmao que ningum contesta.Trata-se de uma hiptese baseada em um raciocnio indutivo, assentado em verdades a priori.Questo UFSM 2011Desde os anos 90, o governo brasileiro exige que as embalagens de cigarro apresentem mensagens sobre os males que ele pode causar sade. Um exemplo : "O Ministrio da Sade adverte: crianas que convivem com fumantes tm mais asma, pneumonia, sinusite e alergia".O uso de linguagem apresentado no exemplo informativo e contm uma ordem. performativo e subordina-se informao veiculada. informativo e expressa um sentimento.expressa um sentimento e est coordenado a um componente performativo. predominantemente informativo.Questo UFSM 2011A noo de justia tem um aspecto paradoxal, pois todos ns pensamos saber quando estamos sendo injustiados, mas poucos de ns conseguimos dizer em que consiste a justia. De qualquer modo, ordinariamente, a palavra "justia" referese equidade e distribuio moralmente defensvel de coisas boas e ms. Essa caracterizao da justiano considera as diferenas nas subjetividades das pessoas, como suas preferncias e gostos.considera apenas aquilo de que as pessoas necessitam.no considera aquilo de que as pessoas necessitam.considera apenas o que as pessoas julgam ser melhor para si mesmas.considera as diferenas nas subjetividades das pessoas, como suas preferncias e gostos.Vestibular UFSMConsidere o seguinte quadro de verdade, onde "V" verdadeiro, "F" falso, "~" o smbolo de negao e " . " o smbolo de conjuno: p V V F F q V F V F (~p).q

Qual das alternativas preenche corretamente os valores da ltima linha do quadro?a) F F F V. b) F F V F.c) F V F F.d) V F V F.e) V V F V.

Kwame Anthony Appiah

Nascido em Gana, frica, em 1954;Filsofo, escritor e crtico literrio;Discute a questo moral como desvinculada da noo de raa;Raa, etnia e moral no esto vinculadas para este filsofo;Uma viso de dentro da frica sobre a frica;Esteve na UFRGS em agosto de 2013.

O filsofo gans Kwame Appiah escreveu o seguinte:Em nossa vida privada somos moralmente livres para ter preferncias 'estticas' entre as pessoas, mas, como nosso tratamento delas levanta questes morais, no podemosfazer distines arbitrrias. Usar a raa em si como uma distino moralmenterelevante parece-nos obviamente arbitrrio. Sem caractersticas morais associadas,por que haveria a raa de fornecer uma base melhor do que a cor do cabelo, a altura ouo timbre da voz? E, quando duas pessoas compartilham todas as propriedadesmoralmente relevantes para uma ao que devamos praticar, seria um erro - umaincapacidade de aplicar a injuno kantiana de universalizar nossos juzos morais -usar os meros fatos da raa como base para trat-las de maneira diferenciada.Considere as seguintes afirmativas:I A injuno kantiana de que trata o texto no e o imperativo categrico, mas e o imperativo hipottico.II Segundo Appiah, preferncias 'estticas' podem constituir a base das distines morais.III Segundo Appiah, usar as raa sem si como fundamento de distines morais no admissvel.a) apenas I.b) apenas II.c) apenas III.d) apenas I e II.e) apenas II e III.Hlio Schwartzmann apresenta a seguinte concepo de Geoffrey Miller no texto "O sentido da arte", publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 23/9/2010:A arte o resultado da seleo sexual. Ela est para o gnero humano como a cauda do pavo est para a famlia dos fasiandeos: uma exuberncia biologicamente custosa que s existe porque atribui a seu detentor inequvoco sucesso entre as fmeas, o que se traduzem importante vantagem reprodutiva.

Considere as seguintes afirmativas:I O texto apresenta, inequivocamente, um argumento indutivo.II - A seguinte metfora pode ser legitimamente extrada do argumento: a arte a cauda de pavo do gnero humano.III A tese principal do texto que a cauda de pavo resultado da seleo sexual.

a) apenas I.b) apenas II.c) apenas III.d) apenas I e III.e) apenas II e III.Leon Tolstoi

Leon Nikolaievitch Tolstoi;9 de setembro de 1828 - 20 de novembro de 1910;Foi um novelista, pacifista e pensador moral, notvel por suas ideias de resistncia a no violncia.Aforismos:Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil;Os homens distinguem-se entre si tambm neste caso: alguns primeiro pensam, depois falam e, em seguida, agem; outros, ao contrrio, primeiro falam, depois agem e, por fim, pensam.

Tolsti apelava para a moral por achar bvio que o fato de gostarmos de uma obra de arte ou a apreciarmos de um jeito ou de outro era uma questo exclusivamente subjetiva. Qualquer tentativa de prescrever padres objetivos de gosto est condenada ao fracasso. Mas havia um modo de julgar objetivamente uma obra de arte: quanto ao seu contedo moral. Assim, por exemplo, ao avaliar se um romance bom ou ruim, estamos apenas manifestando as nossas opinies. Mas quando indagamos se o romance transmite uma mensagem moralmente virtuosa, podemos chegar a uma concluso com que todos os julgadores sensatos podem concordar. Esse argumento importante, porque tem consequncias para a subveno pblica da arte. Tolsti achava injustificvel subvencionar as artes se o valor delas estava apenas no prazer que proporcionavam. Por que subsidiar alguns prazeres, como a pera e a dana, e no outros, como a bebida?

Considere as seguintes afirmativas:I - Segundo o texto, o contedo moral de uma obra de arte uma questo objetiva.II - Segundo o texto, o contedo esttico de uma obra de arte no uma questo subjetiva.III - Segundo o texto, o Estado deve subvencionar a bebida.Est(o) correta(s).a) apenas I.b) apenas II.c) apenas III.d) apenas I e II.e) apenas II e III.SociologiaOperrios, Tarsila do Amaral, 1933.

Condies para o surgimento da sociologia

rpida industrializao dos pases;fulminante processo de xodo rural;urbanizao sem planejamento;novos hbito e valores morais;alterao na noo do tempo;avano dos meios de comunicao;desenvolvimento dos meios de transporte;compresso espao-tempo.A revoluo industrial e a nova ordem social.

revoluo na capacidade de produo e acumulao do ente humano;transformaes profundas da estrutura institucional, cultural, poltica e social;1750: 1 Rev. Industrial: baseada nas mquinas a vapor, no ferro e no carvo;1870: segunda revoluo industrial: surgimento do ao, do dnamo e do motor a combusto interna.Avanos tecnolgicos 1entre 1712 (T. Newcomen) e 1765 (James Watt) inveno e aperfeioamento da mquina a vapor;entre 1767 e 1785 foram criadas: mquina de fiar, tear hidrulico e o tear mecnico;1805: Robert Fulton cria o barco a vapor;1814: George Stephenson idealiza a locomotiva a vapor.

Avanos tecnolgicos 2A partir de 1860: processo Bessemer: transformao do ferro em ao: resistente, durvel e com baixo custo;dnamo: eletricidade com fora motriz;motor a combusto interna, de N. Otto, aperfeioado por G. Daimler, K. Benz e R. Diesel, que introduziu o uso do petrleo.

SocializaoFamlia;Cultura;Necessidade;Processo contnuo;Comunicao;Interao;Pertencimento;Comunidade.

A escolarizao das sociedadesSc. XIX: surgem as escolas pblicas na Europa;Popularizao do ensino laico;Projeto iluminista e positivista;Divulgao das ideias cientficas da Enciclopdia de Denis Diderot e Jean le Rond dAlembert 1751-1772;Padronizao cultural.

Controle SocialMichel Foucault;Vigiar e Punir;Execrao pblica;Jeremy Bentham e o Panptico;

Henry de Saint-Simon (1760-1825)entender a natureza;criar tcnicas e melhorar a vida humana;no futuro, mquinas faro o trabalho pesado;socialismo utpico: mritos da revoluo industrial contanto que as foras produtivas fossem em prol da sociedade em geral;positivismo: preocupao na elevao da produtividade fundamentada na espe