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Fbrica e Atendimento ao Cliente: Rua Jos de Oliveira Cass, 447 den Sorocaba SP Brasil 18103-065 Fbrica - Tel.: 15 2102-2000 Fax:15 2102-2005 Vendas - Tel. 15 2102-2002 Fax: 15 2102-2001 e-mail: vendas@chemyunion.com.br Vendas nacionais Int. Sales: Rua Dr. Samuel Porto, 351 Sade So Paulo SP Brasil 04054-010 Tel.: 55-11 2173-0103 Fax: 55-11 2173-0100 e-mail: intlsales@chemyunion.com.br

NOME DO PRODUTO

AQUASENSEDESCRIOExtrato hidrogliclico concentrado de Angico-Branco (Piptadenia colubrina), padronizado em polissacardeos totais.

INCI NAME

INCI NAME Water Butylene Glycol Piptadenia Colubrina Peel Extract

CAS 7732-18-5 107-88-0 1011294-33-9

EINECS/ELINCS 231-791-2 (I) 203529-7 (I) -

INTRODUODurante os ltimos anos grandes avanos tm sido evidenciados na rea cosmtica e dermatolgica, especialmente aqueles voltados para novas tecnologias de

desenvolvimento de ativos e produtos com ao antienvelhecimento, antioxidante, antiestresse, dentre outras aplicaes. No entanto, sabe-se que, independente da especificidade da ao, a manuteno do equilbrio hdrico, alm de crucial para a aparncia geral da pele, fundamental para que a resposta aos diferentes tratamentos acontea de forma mais evidente. Para isto, novos mecanismos de hidratao tm sido propostos, buscando contemplar inovao tecnolgica com mecanismos de ao mais abrangentes que proporcionem a manuteno da hidratao da pele de forma mais eficaz e duradoura.

A pele como barreira protetora e a importncia do estrato crneoSegundo Holbrook (1983), pele definida como um conjunto de tecidos, com organizao estratificada, que reveste o corpo e apresenta componentes estruturais e metablicos que trabalham em sintonia com o meio ambiente para manter o equilbrio orgnico. Representando 10 a 12% do peso corpreo, caracteriza-se como o maior rgo do corpo humano, com uma rea de aproximadamente 1,5 m2 e espessura mdia de 3 mm

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(Breathnach, 1974). Anatomicamente, em especial pela presena do estrato crneo (EC), a pele serve como uma barreira que separa o meio externo da homeostase interna (Tzaphlidou, 2004). O EC compreende o estgio final de diferenciao celular epidrmica (Jackson e Elias, 1993). Histologicamente, possui somente 10 a 15 camadas de clulas, apresentando espessura mdia de 10 m. Esta fina membrana, representada especificamente por clulas queratinizadas mortas e anucleadas embebidas em uma matriz lipdica, permite a sobrevivncia de grande parte dos mamferos frente aos mais agressivos fatores ambientais (Jackson e Elias, 1993) (figura 1). A barreira natural formada pelo EC depende criticamente de sua composio, representada por protenas (75-80%), lipdeos (5-15%) e demais constituintes (5-10%) (Wilkes et al., 1973). Do total de protenas presentes no EC, aproximadamente 5% corresponde a uma poro estrutural denominada envelope corneificado epidrmico. Este complexo sistema protico formado por um conjunto de protenas altamente insolveis e resistentes, que envolvem externamente os queratincitos e desempenham um papel fundamental na estruturao e organizao dos lipdeos intracelulares (Kalinin et al., 2001). A composio lipdica do EC humano, por sua vez, pode variar quantitativamente entre indivduos e partes do corpo, mas compreende principalmente ceramidas, cidos graxos, colesterol, steres, triglicerdeos e fosfolipdeos (Lampe et al., 1983). Alm dos queratincitos e da lamela lipdica, um papel importantssimo na manuteno da integridade da barreira do EC representada pela gua. Um dos principais aspectos do importante papel desempenhado pela gua, relaciona-se sua capacidade de mediar a atividade de muitas enzimas hidrolticas da pele, incluindo aquelas responsveis pela formao do fator natural de hidratao (NMF natural moisturising factor) um umectante altamente eficaz sintetizado e localizado no interior do EC (Harding et al., 2000). Como um produto proteoltico das profilagrinas molcula-chave na manuteno da barreira epidrmica , o NMF essencialmente composto por aminocidos e derivados, PCA (cido pirrolidona carboxlico), minerais, uria, acares e peptdeos (Harding et al., 2000; Zhang et al., 2006). Esta mistura altamente higroscpica, ajuda a manter a hidratao e, conseqentemente, a funo do EC (Bouwstra et al., 2008).

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Cornecito Estrato crneo Estrato granuloso Estrato espinhoso Estrato basal Epiderme Derme Lipdeos da camada lamelar Corpo lamelar Grnulos de querato-hialina Desmossomo

Figura 1. Ilustrao das camadas epidrmicas (Verkman, 2005).

A hidratao e a manuteno das funes do EC so fundamentais e determinantes para a aparncia geral da pele, uma vez que todo o metabolismo celular depende diretamente da quantidade de gua presente no tecido (Hara et al., 2002). As trocas de gua entre os diferentes compartimentos da pele principalmente as subcamadas da epiderme e o meio externo, acontecem fisiologicamente e determinam a quantidade de gua presente na pele (Wilhelm, 1998). Esta quantidade depende diretamente de trs fatores: (1) umidade do meio externo, (2) capacidade da epiderme de substituir a perda de gua por evaporao e (3) habilidade intrnseca do EC de reter a gua transepidrmica (Morganti, 1999). Assim sendo, os fatores determinantes para que o EC exera a capacidade de manter a gua na pele esto relacionados sua estrutura e composio, particularmente por pequenas molculas osmolticas, canais proticos, lipdeos e

umectantes que constituem o NMF. A viso atual sobre a integridade da barreira cutnea e a manuteno do equilbrio hdrico da pele, bem como suas devidas funes, baseada no fato de que a sua funo no pode ser considerada unicamente pela presena de substncias especficas, mas sim pela complexidade do equilbrio entre a sua composio global (Bouwstra et al., 2008).

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Protenas do envelope celular e seu papel na coeso do estrato crneoParte do complexo equilbrio necessrio para manuteno da integridade da barreira cutnea gerida pelo envelope corneificado epidrmico (ECE), uma camada lipdicaprotica que substitui a membrana plasmtica dos cornecitos e consiste de uma complexa mistura de protenas interligadas covalentemente associada uma camada lipdica anexada superfcie extracelular da camada protica (Roop, 1995; Marekov e Steinert, 1998; Koch et al., 2000). Muitos constituintes do ECE tm sido identificados, dentre eles, as protenas pro-filagrina, filagrina, involucrina e loricrina, alm de diversos subtipos de queratina (Ishida-Yamamoto e Iizuka, 1998). De forma geral, estas protenas tambm conhecidas como protenas do envelope so as responsveis pela associao aos filamentos intermedirios de queratina e conseqente aumento da coeso entre os cornecitos (figura 2). Alm disso, algumas destas protenas so biotransformadas na pele durante o processo de diferenciao epidrmica, apresentando-se como NMFs que so retidos no interior dos cornecitos maduros no EC. A protena epidrmica pro-filagrina, sintetizada de forma tardia durante a

diferenciao epidrmica, desempenha um papel crucial na gerao e manuteno da flexibilidade e hidratao do EC (Harding e Scott, 2002). Esta protena altamente fosforilada rapidamente de-fosforilada e proteolisada durante o final de transio de um queratincito granular para cornecito. Durante a transio da camada granular para o EC, a pro-filagrina convertida em filagrina por protelise especfica e defosforilao (Kam et al., 1993; Haugen-Scofield et al., 1988; Resing et al., 1989; Resing et al., 1984). Os monmeros resultantes de filagrina associam-se aos filamentos intermedirios de queratina e so os verdadeiros responsveis pela sua coeso (Dale et al., 1978). No EC, a filagrina uma protena catinica que auxilia na agregao e subseqente ligaes dissulfeto entre filamentos de queratina (Koch et al., 2000; Dale et al., 1978) -, liberada das interaes com queratina (Harding e Scott, 1983) e totalmente degradada em seus constituintes aminocidos, tais como PCA e cido urocnico. Estes aminocidos constituem

aproximadamente 50% dos NMFs e so retidos no interior dos cornecitos maduros no EC.

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