Apresenta§£o do PowerPoint - .finalâ€‌ ou “ju­zo...

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    14. No Juzo Final, onde comparecero todos os mpios: desde a Criao at o fim do Milnio; os que morrerem durante o perodo milenial e os que, ao final desta poca, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiis de todos os tempos (Mt.25:46; Is.65:20; Ap.20:11-15; 21:1-4).

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  • O A doutrina crist contm a crena na eternidade, na existncia de um mundo vindouro, onde se selar o destino eterno dos homens conforme a resposta que derem proposta salvadora do seu Criador.

    O Cremos, por isso, no Juzo Final, bem como nas moradas eternas dos homens: o lago de fogo e enxofre e o cu.

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  • O Cumprida a obra restauradora de Cristo, no haver mais razo para que existam os atuais cus e Terra e o Senhor, ento, iniciar o processo para instituio de novos cus e nova terra, onde habitar a justia (II Pe.3:13).

    O Para tanto, iniciar executando a sentena j proferida na eternidade passada com relao ao diabo e seus anjos, lanando-os no lago de fogo e enxofre (Ap.20:10).

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  • O Aps a execuo da sentena condenatria ao diabo e seus anjos, atuais cus e terra deixaro de existir (II Pe.3:10; Ap.20:11).

    O Advir, ento, o terceiro e ltimo julgamento definitivo - julgamento final ou juzo final ou, ainda, o juzo do trono branco, depois do trmino do milnio- todos os homens que no foram julgados antes.

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  • O Deus tem de chamar o homem responsabilidade antes de encerrar a histria desta Terra,

    O O julgamento final mencionado no Antigo Testamento (Sl. 50, 75 e 94; Dn.7:9,10), era conhecido dos judeus (Jo.11:24), referido por Jesus (Mt.25:31-46) e consta dos escritos do Novo Testamento (II Tm.4:1; I Pe.4:5; Tg.2:12,13; 3:1;4:12; II Jo.8 e Jd.15).

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  • O Finalidades do juzo final:

    a) eliminar as pendncias ainda existentes e, deste modo, ultimar e concluir a dimenso fsica hoje presente no Universo relativo.

    b) Deus mostrar que o Senhor de todas as coisas.

    c) Deus far justia, mostrar a diferena do justo e do mpio.

    d) Encerrar-se- o cumprimento das promessas de Deus

    e) Retirar o mal, a morte e o Hades

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  • O - Fundamentos dos julgamentos divinos:

    a) o homem livre e consciente e, portanto, responsvel pelos seus atos.

    b) as formas de revelao de Deus ao homem

    c) os registros de tudo aquilo que o homem fez enquanto existiu sobre a face da Terra.

    d) o direito de defesa.

    e) a publicidade do julgamento

    f) a imparcialidade e retido do julgador.

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  • OJesus apresenta-Se a Deus e instala o tribunal.

    O Instalado o tribunal, sero chamados os rus, todos os homens e mulheres que ainda no tiverem sido julgados at ento.

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  • OOs mortos sero ressuscitados a segunda ressurreio, que:

    a) no bem-aventurana

    b) no garante salvao

    c) esvazia o Hades

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  • O Jesus julgar os vivos e os mortos (II Tm.4:1; I Pe.4:5), pois, alm dos mortos resuscitados, sero julgadas as pessoas que no tero morrido ao trmino do milnio.

    OChamados os acusados, o Juiz passa, ento, a julgar um a um os indivduos.

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  • O O julgamento no ter apenas condenaes. Os mortos so julgados segundo as suas obras.

    O Caso tenham sido obedientes a Deus, diante da revelao que tiveram de Deus, suas obras o demonstraro e, assim, seus nomes estaro escritos no livro da vida e, portanto, sero achados dignos de ingressar na nova Jerusalm. Se, porm, no tiverem sido obedientes a Deus conforme a revelao que tiveram, seus nomes no estaro inscritos no livro da vida e, assim, sero condenados e lanados no lago de fogo (Ap.20:15).

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  • OFeito o julgamento, proceder-se- imediata execuo, com o lanamento no lago de fogo de enxofre dos condenados (Ap.20:15).

    OAlm dos condenados, a Bblia tambm diz que, no lago de fogo, sero lanados tanto a morte quanto o Hades (Ap.20:14).

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  • O Deus ter, ento, cumprido plenamente o Seu plano para o homem neste Universo relativo, pendncia alguma ter ficado e, assim, poder instituir os novos cus e nova terra onde habitam a justia.

    O Deus, ento, trar, para estes novos cus e terra, a cidade j h muito preparada para conviver eternamente com a sua criao: a Jerusalm celestial, onde habitaro o povo dos santos do Altssimo e os que forem absolvidos no julgamento final.

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  • O Nova Jerusalm - a cidade celestial que foi feita para ser o local onde Deus habitar juntamente com os homens que Lhe foram fiis e aceitaram a Sua oferta de submisso e obedincia Sua Palavra. A Nova Jerusalm superior ao den(I):

    a) nos elementos (den minerais, depois vegetais; Nova Jerusalm tudo simultaneamente)

    b) na presena de Deus - Deus visitava o den, mas morar na nova Jerusalm.

    c) nas dores - no den, o homem tinha dores, Na Nova Jerusalm, Deus a remover.

    d) na liberdade - no den, havia uma restrio ao homem, na Nova Jerusalm, no.

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  • O A Nova Jerusalm superior ao den(II):

    e) no den, o homem era meramente um mordomo. Na Nova Jerusalm, o homem participa do governo divino.

    f) no den, houve maldio divina (Gn.3:14-17), mas, na nova Jerusalm, ningum ou nada jamais podero ser amaldioados (Ap.22:3).

    g) no den, o governo e a administrao eram humanos, sob superviso divina (Gn.1:26-28; 2:16), mas, na nova Jerusalm, o governo e a administrao sero divinos, com participao humana (Ap.22:3,5).

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  • O Os habitantes da Nova Jerusalm reconhecer-se-o uns aos outros. A Nova Jerusalm j existia quando Jesus encarnou. A preparao do lugar foi a Sua obra redentora.

    O Quem primeiro ingressou na Nova Jerusalm foi Jesus. Depois, ser a Igreja. Em seguida, os que restarem da primeira ressurreio e, por fim, os que forem encontrados no livro da vida no juzo final.

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  • O Verdades eternas e espirituais da descrio simblica da Nova Jerusalm (I):

    a) A Nova Jerusalm tem a glria de Deus (Ap.21:11), pois o lugar santo por excelncia.

    b) O fundamento da convivncia eterna com Deus a salvao na pessoa bendita de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Ap.21:12-14)

    c) H lugar suficiente para todos que quiserem aceitar a Cristo como Salvador (Ap.21:16)

    d) A nova Jerusalm um local de ordem, de organizao, de proteo divina e onde o Senhor estabelecer o Seu domnio para todo o sempre.(Ap.21:17)

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  • O Verdades eternas e espirituais da descrio simblica da Nova Jerusalm (II):

    e) Os valores celestiais, espirituais so muitssimo superiores aos materiais e estes ltimos no tero valor algum na nova Jerusalm (Ap.21:18-21)

    f) Na santa cidade, a Palavra de Deus continuar a ter valor. (Ap.21:23).

    g) Na Nova Jerusalm, o homem ter vida eterna sustentada, garantida e mantida pela salvao na pessoa de Jesus Cristo, que o rio puro da gua da vida e a rvore da vida (Ap.22:1,2).

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  • O CREMOS, professamos e ensinamos que existe um mundo vindouro para os salvos e para os condenados e que, depois do Milnio, vir o Juzo Final, conhecido como o Grande Trono Branco: E vi um grande trono branco (Ap.20:11). Aps esse julgamento, viro o novo cu e a nova terra e a Nova Jerusalm. (Incio do Captulo XXIII Sobre o mundo vindouro da Declarao de F da CGADB).

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