Apostila de Materiais de Construأ§أ£o Civil I • NBR 7211 - Agregados para concreto...

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  • ARQUITETURA E URBANISMO - ENGENHARIA CIVIL

    MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

    Caderno de Ensaios da disciplina de Materiais de Construção Civil I do Curso de Arquitetura e Engenharia Civil da Universidade Católica Dom Bosco.

    Professor: Eng. Civil Esp. Talles Mello

    www.tallesmello.com.br eng.tallesmello@gmail.com

    Acadêmico:

    Campo Grande – MS

    1ª Edição

  • Materiais de Construção Civil I | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 2

    Solicita-se aos usuários deste trabalho a apresentação de sugestões que tenham por objetivo aperfeiçoa-lo ou que se destinem à supressão de eventuais incorreções.

    As observações apresentadas, mencionando a página, o parágrafo e a linha do texto a que se referem, devem conter comentários apropriados para seu entendimento ou sua justificação.

    A correspondência deve ser enviada diretamente ao autor, por meio do e-mail: eng.tallesmello@gmail.com

    Ficha Catalográfica

    Mello, Talles.

    Materiais de Construção Civil I / Talles Taylor dos Santos Mello – Campo Grande, MS, 2017.

    39 p. : il. color. – (Material didático)

    Caderno de aula de ensaios da disciplina de Materiais de Construção Civil

    I, do Curso de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande/MS.

    1. Arquitetura e Urbanismo – composição, proporção, etc. 2. Concreto.

    3. Apostila. I. Universidade Católica Dom Bosco. Curso de Arquitetura. II. Título.

    2. Engenharia Civil – composição, proporção, etc. 2. Concreto. 3. Apostila. I. Universidade Católica Dom Bosco. ECV. II. Título.

    CDD (20) 720.7

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    SumárioSumárioSumárioSumário

    ENSAIO EXPERIMENTAL 01...................................... 4

    ENSAIO EXPERIMENTAL 02...................................... 8

    ENSAIO EXPERIMENTAL 03-A.................................. 11

    ENSAIO EXPERIMENTAL 03-B.................................. 12

    ENSAIO EXPERIMENTAL 03-C.................................. 14

    ENSAIO EXPERIMENTAL 03-D.................................. 16

    ENSAIO EXPERIMENTAL 04 ....................................17

    ENSAIO EXPERIMENTAL 05 ....................................19

    ENSAIO EXPERIMENTAL 06 ....................................21

    ENSAIO EXPERIMENTAL 07...................................... 23

    ENSAIO EXPERIMENTAL 08...................................... 26

    ENSAIO EXPERIMENTAL 09...................................... 31

    ENSAIO EXPERIMENTAL 10 .....................................32

    ENSAIO EXPERIMENTAL 11 .....................................33

    ENSAIO EXPERIMENTAL 12...................................... 34

    ENSAIO EXPERIMENTAL 13-A.................................. 35

    ENSAIO EXPERIMENTAL 13-B.................................. 37

    ENSAIO EXPERIMENTAL 14 .....................................39

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    ENSAIO EXPERIMENTAL 01 TÍTULO: Determinação da composição granulométrica do agregado graúdo.

    OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a composição granulométrica do

    agregado graúdo, bem como conhecer o módulo de finura e a dimensão máxima

    característica do agregado, fundamentado na NBR 7217.

    MATERIAL UTILIZADO:

    • Bateria de peneiras 25 / 19 / 9,5 / 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO;

    • Balança;

    • Escova de aço.

    CONSIDERAÇÕES GERAIS NA PREPARAÇÃO DO MATERIAL

    01) Formar a amostra para o ensaio seguindo a tabela abaixo:

    Agregado Graúdo

    D. Max = 9,5mm 1 kg

    D. Max = 12,5mm 2kg

    D. Max = 19mm 5kg

    D. Max = 25mm 10kg

    D. Max = 37,5mm 15kg

    02) Montar a série de peneiras e fundo apropriadamente;

    03) Colocar a amostra ou porções da mesma sobre a peneira superior do conjunto,

    de modo a evitar a formação de uma camada espessa de material sobre qualquer

    uma das peneiras. A tabela abaixo mostra a máxima quantidade de material

    sobre as telas das peneiras:

    Agregado Graúdo

    D. Max = 4,75mm 0,33kg

    D. Max = 9,5mm 0,67kg

    D. Max = 12,5mm 0,89kg

    D. Max = 19mm 1,4kg

    D. Max = 25mm 1,8kg

    D. Max = 37,5mm 2,7kg

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    04) A amostra é peneirada através da série normal de peneiras, de modo que seus

    grãos sejam separados e classificados em diferentes tamanhos;

    05) O peneiramento deve ser contínuo, de forma que após 1 minuto de peneiramento

    contínuo, através de qualquer peneira não passe mais que 1% do peso total da

    amostra (agitador de peneiras por ± 5min e peneiramento manual até que não

    passe quantidade significativa de material);

    06) O material retido em cada peneira e fundo é separado e pesado;

    07) O somatório de todas as massas não deve diferir mais de 0,3% da massa inicial

    da amostra;

    08) Se um agregado miúdo apresentar entre 5% e 15% de material mais grosso que

    4,75mm, ainda assim ele será considerado globalmente como agregado miúdo;

    09) Se um agregado graúdo apresentar até 15% de material passando pela peneira

    4,75mm, ainda assim ele será considerado globalmente como agregado graúdo;

    10) Se, porém mais que 15% de um agregado miúdo for mais grosso do que

    4,75mm, ou mais do que 15% de um agregado graúdo passar na peneira 4,8mm.

    Serão consignadas separadamente as composições granulométricas das partes do

    material acima e abaixo da referida peneira.

    DIMENSÃO MÁXIMA CARAVTERÍSTICA (DMC)

    Corresponde a abertura da malha da peneira (em milímetros) na qual o agregado

    apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5%

    da massa total.

    MÓDULO DE FINURA (MF)

    O módulo de finura é calculado pela fórmula:

    M.F.= Σ % Retida acumulada – Fundo e # intermediárias

    100

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    PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO

    A amostra ensaiada consistiu num material disponível no laboratório na

    quantidade de 1Kg conforme prescreve a NBR 7217.Reunidos todos os materiais,

    procede-se à execução do ensaio, montando-se a bateria de peneiras, conforme a

    seguir:

    Peneiras (mm): 25 / 19 / 9,5 / 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO

    A amostra será peneirada através da bateria de peneiras, de maneira energética e

    contínua, permitindo a separação dos diferentes tamanhos de grãos do agregado.

    Em cada peneira o material retido será separado e pesado, anotando-se o valor

    na planilha de composição granulométrica (ANEXO I-A). Os grãos de agregado

    graúdo que porventura ficarem presos nas malhas das peneiras, serão retirados com

    o uso de aço da escova. Ao final do processo, com todos os valores dos pesos

    retidos em cada peneira, efetua-se o cálculo da planilha de composição

    granulométrica (ANEXO I-A), definindo-se os percentuais de material retido e

    retido acumulado.

    O percentual retido acumulado em relação a cada peneira da série utilizada

    fornece os dados para a definição da curva granulométrica (ANEXO I-B) do

    agregado graúdo em estudo. Também será definido o módulo de finura e o diâmetro

    máximo do agregado.

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    ANEXO I - A

    GRANULOMETRIA

    PENEIRA (mm) MASSA RETIDA

    (g) (%) RETIDA

    (%) RETIDA

    ACUMULADA

    25

    19

    9,5

    4,8

    2,4

    1,2

    0,6

    0,3

    0,15

    FUNDO

    Dimensão Máxima Característica

    Módulo de Finura

    Classificação do Agregado

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    ENSAIO EXPERIMENTAL 02 TÍTULO: Determinação da composição granulométrica do agregado miúdo.

    OBJETIVO: Este ensaio tem por objetivo, determinar a composição granulométrica do

    agregado miúdo, bem como conhecer o módulo de finura e a dimensão máxima

    característica do agregado, fundamentado na NBR 7217.

    MATERIAL UTILIZADO:

    • Bateria de peneiras 4,8 / 2,4 / 1,2 / 0,6 / 0,3 / 0,15 / FUNDO

    • Balança;

    • Escova de aço.

    CONSIDERAÇÕES GERAIS NA PREPARAÇÃO DO MATERIAL

    01) Formar a amostra para o ensaio seguindo a tabela abaixo:

    Dimensão Máxima do Agregado (mm) Massa Mínima da Amostra (kg) ˂ 4,75 0,3*

    9,5 1 12,5 2 19 5 25 10

    37,5 15 50 20 63 35 75 60 90 100 100 150 125 300

    *Após secagem

    02) Formar duas amostras M1 e M2 de acordo com a NBR NM 27:2001