Análise Econômica Notável - Charme & Elegância Nívea Cordeiro 2011.

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  • Anlise Econmica Notvel - Charme & Elegncia Nvea Cordeiro 2011
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  • [email protected] 20112 Vimos na aula passada.
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  • [email protected] 20113 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Sub-total "a"
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  • [email protected] 20114 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Mveis e Utenslios 30.000,00 Sub-total "a"
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  • [email protected] 20115 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Mveis e Utenslios 30.000,00 Mquinas e Equipamentos 15.000,00 Sub-total "a"
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  • [email protected] 20116 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Mveis e Utenslios 30.000,00 Mquinas e Equipamentos 15.000,00 Software 2.000,00 Sub-total "a"
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  • [email protected] 20117 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Mveis e Utenslios 30.000,00 Mquinas e Equipamentos 15.000,00 Software 2.000,00 Placas e Letreiros 5.000,00 Sub-total "a"
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  • [email protected] 20118 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTO FIXO VALORES R$ Veculos 40.000,00 Mveis e Utenslios 30.000,00 Mquinas e Equipamentos 15.000,00 Software 2.000,00 Placas e Letreiros 5.000,00 Sub-total "a"92.000,00
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  • [email protected] 20119 ESTIMATIVA DOS INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS
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  • [email protected] 201110 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201111 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201112 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Treinamentos2.000,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201113 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Treinamentos2.000,00 Registro da Empresa600,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201114 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Treinamentos2.000,00 Registro da Empresa600,00 Propaganda e Publicidade5.000,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201115 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Treinamentos2.000,00 Registro da Empresa600,00 Propaganda e Publicidade5.000,00 Outros 5.000,00 Sub-total b"
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  • [email protected] 201116 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL INVESTIMENTOS PR-OPERACIONAIS VALORES R$ Reforma do Imvel30.000,00 Franquia30.000,00 Treinamentos2.000,00 Registro da Empresa600,00 Propaganda e Publicidade5.000,00 Outros5.000,00 Sub-total b"72.600,00
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  • [email protected] 201117 ESTIMATIVA DO CAPITAL DE GIRO
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  • [email protected] 201118 LUCRO PRESUMIDO ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO INICIAL CAPITAL DE GIRO ????????? TOTAL DO INVESTIMENTO INICIAL(a+b+c)??????????
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  • [email protected] 201119 Receitas
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  • [email protected] 201120 Hoje vamos entender e calcular as despesas fixas
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  • [email protected] 201121 Despesas Fixas So aquelas cuja variao no afetada pelo volume total da produo ou vendas da empresa. No importa se a empresa est vendendo pouco ou muito, elas permanecem as mesmas.
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  • [email protected] 201122 Despesas Fixas As Despesas fixas tendem a se manter constantes, no importa a variao sofrida pelas receitas da empresa. As Despesas fixas independem da venda, ou seja, eles no variam (aumentam ou diminuem) conforme oscile a venda de bens ou servios. Ex.: aluguel, seguro, propaganda e publicidade, gua. Tudo depender da atividade da empresa.
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  • [email protected]eiroeaureliano.com.br 2011 30
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  • [email protected] 201142 Depreciao Dentro das despesas fixas da empresa existe uma parcela de despesas que destinada proteo dos investimentos realizados. a depreciao que a perda do valor do bem medida que o tempo vai passando. a obsolescncia (envelhecimento) dos bens e a prpria utilizao do bem no processo produtivo ou de venda. Para assegurar que o capital investido ir se manter o mesmo, necessrio criar um fundo de depreciao.
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  • [email protected] 201166 Na prxima aula, veremos as Despesas Variveis. Mas, antes.
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  • [email protected] 201167 O aougueiro e o cachorro Um cachorro entrou em um aougue e o aougueiro o espantou. Logo em seguida o cachorro voltou. Novamente, o aougueiro foi espantar o cachorro, mas percebeu que ele trazia um envelope na boca. Ento, o aougueiro pegou o envelope, viu dentro um bilhete e uma nota de R$ 50,00. O bilhete dizia: Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?".
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  • [email protected] 201168 O aougueiro pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou em uma sacola de plstico junto com o troco e ps na boca do cachorro. O aougueiro muito impressionado decidiu seguir o bicho, j que estava mesmo na hora de fechar o aougue. O cachorro desceu a rua, no cruzamento, deixou a sacola no cho e apertou o boto para fechar o sinal, esperou pacientemente, com o saco de volta boca, esperou o sinal fechar e atravessou a rua.
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  • [email protected] 201169 Depois, caminhou at uma parada de nibus, e o aougueiro seguindo-o. No ponto de nibus, o co olhou para a tabela de horrio e sentou-se a esperar seu nibus. Veio o primeiro, o cachorro foi at a frente para conferir o nmero e voltou para o seu lugar. Outro nibus chegou, tornou a olhar e entrou. Pasmo, o aougueiro boquiaberto pegou o nibus tambm.
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  • [email protected] 201170 De repente, com as compras ainda na boca, o co se levantou, ergueu-se com as patas traseiras e puxou a cordinha para descer. Maravilhado, o aougueiro tambm desceu e seguiu o co, at que este parou em frente a uma casa, colocou as compras no cho, afastou-se um pouco, correu e atirou-se de encontro porta. Nada! No abriu. Repetiu a operao. Nada! Ningum na casa!
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  • [email protected] 201171 Ento, sob a observao do aougueiro, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi at a janela e comeou a bater com a cabea no vidro por varias vezes. Retornou porta da frente e sentou-se aguardando. Passado um tempinho, um cara enorme abriu a porta e comeou a bater no cachorro. O aougueiro correu at o homem e o impediu dizendo:
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  • [email protected] 201172 - Por Deus do cu homem, o que voc est fazendo? O seu cachorro um gnio!!! - Gnio? Esta j a segunda vez essa semana que este cachorro estpido ESQUECE a chave!
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  • [email protected] 201173 A lio que podemos tirar desta histria o quanto os lderes batem em seus funcionrios quando as tarefas no saem a seu contento, esquecendo de tantas outras atividades que foram desenvolvidas corretamente.
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  • [email protected] 201174 Da prxima vez que for bater reflita se no existe uma forma mais assertiva para desenvolver e aprimorar seus liderados, utilizando este momento como reflexo e aprendizado.