ADUBA‡ƒO E MANEJO DAS PASTAGENS BUSCANDO A

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  • ADUBAO E MANEJO DAS PASTAGENS

    BUSCANDO A INTENSIFICAO DA

    PRODUO

    Prof. Dr. Ulysses Cecato

    Departamento de Zootecnia

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGA

    CENTRO DE CINCIAS AGRRIAS

    DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA

  • IMPORTNCIA

    Agropecuria no Contesto Nacional e Mundo

    Brasil = Mais de 180 Mi/ha de Pastagens

    80 % Gnero Brachiaria + Resto (Gnero Panicum)

    Regio de Explorao Bovina - + 60% - Degradadas

  • NOSSO SISTEMA TRADICIONAL DE EXPLORAO

    Realidades do campo!!

    Taxa de abate 25% Taxa de natalidade 60-70%

    Peso ao desmame .... AiAi Idade ao abate...

    Baixo teor de MO

    Baixa disponibilidade de nutrientes no solo - N, P e K

    Solos compactados

    Baixa disponibilidade de massa de forragem

  • -N

    -N,-P...

    FONTE: MACDO, 2000

    O processos de perda da capacidade produtiva das

    pastagens dinmico

    PRECISAMOS OU DEVEMOS MUDAR?!?!?!

  • ESPCIES FORRAGEIRAS RECOMENDADAS

    FORRAGEIRAS DE CLIMA TROPICAL E TEMPERADO-

    Utilizao de espcies adequadas para regio

    PRODUTI VIDADE

    QUALIDADE

    ADAPATDAS AO PASTEJO

    TOLERNCIA A PRAGAS

    ANIMAIS ADEQUADOS PARA RESPONDER A MUDANA

  • FORRAGEIRAS DE CLIMA TROPICAL

    Gnero Pennisetum Capim elefante

    Gnero Panicum Cv. Tanznia, cv. Mombaa, cv. Massai

    Gnero Cynodon Grama Coastcross, Grama Tifton 85,

    Grama estrela, etc....

    Gnero Brachiaria Esp. Brizantha cv Marandu, Xaras,

    Piat, Tupi.

    Esp. Decumbens cv Basilisk

    Esp. Humidicola

    Leguminosas

    Estilosantes, Araquis, soja perene, siratro, etc.

  • ESTACIONALIDADE DE PRODUO DOS PASTOS

    E NECESSIDADE ANIMAL

  • Deficincia hdrica

    Temperatura e Deficincia hdrica

    CAUSAS DA ESTACIONALIDADE DE PASTAGEM NO BRASIL

    Temperatura

  • 0

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    N

    mero

    de a

    nim

    ais

    / h

    a

    guas Seca

    Basilisk

    Marandu

    Mombaa

    Colonio

    Tanznia

    Tobiat

    ESTACIONALIDADE DE PRODUO DE ESPCIES

    TROPICAIS

  • MANEJO DA PASTAGEM

    PLANEJAMENTO FORRAGEIRO

    Produo de Alimentao em funo

    da necessidade do REBANHO

    Assim - Pode-se pensar na Adubao

    + Manejo do Pasto

  • FATORES LIGADOS:

    - Clima - Agua

    - Temperatura

    - Luz

    - Planta - F. genticos- Esturtura da planta - hbito Cresc.

    - ndice da rea foliar

    - Meristema apical

    -Fertilidade do solo - Macro e micronutrientes

    TODOS INTERFEREM NA PRODUO E QUALIDADE

    NA MF

    MANEJO DA PASTAGEM

  • MANEJO DA PASTAGEM

    ADUBANDO O PASTO

    PORQUE E QUANDO ADUBAR

    SAIR DA SITUAO

    05 A 1,2 UAS/ha

    1400 LTS/leite/ha

    ATINGIR 2, 3, 68 .12 UAS/ha

    4.000, 5000.10.000 lts/leite/ha

  • QUALIDADE

    PRODUO

    CONDIES

    QUMICAS DO

    SOLO

    ADUBAO

    Macro e Micro

    nutrientes

    FORMAO E

    MANUTENO

    Custo/Benefcio

    Folha/Colmo

    Teor PB, minerais, DIVMS

  • ESPCIE FORRAGEIRA

    FORRAGEIRA

    N P K

    kg/t

    GRAMNEAS DO GRUPO I

    COLONIO 14 1,9 17

    NAPIER 14 2,0 20

    COASTCROSS 16 2,5 20

    GRAMNEAS DO GRUPO II

    BRIZANTO 13 1,9 18

    ANDROPOGON 13 1,1 20

    GRAMNEAS DO GRUPO III

    B. DECUMBENS 12 0,9 13

    BATATAIS 12 1,5 15

    GORDURA 11 1,2 15

    Tabela Extrao dos macronutrientes N, P, K da parte area de

    algumas gramneas

    Fonte: Werner et. al. (1997).

  • AVALIAO DA FERTILIDADE DO SOLO

    PRODUO DE MS

    ANLISE DA SOLO

    INTERPRETAO DA FERTILIDADE DO SOLO

    CORREO

    QUALIDADE DA FORRAGEM

    ADUBAO DA PASTAGEM

  • PRTICAS CORRETIVAS

    Ca - Mg

    ADUBAO

    N - P - K

    MIC

    RO

    1 - PASSO

    2 - PASSO

    3 - PASSO

    ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES DE ADUBAO DE

    PASTAGEM

  • CALAGEM PARA AS PLANTAS FORRAGEIRAS

    ELEVAR O pH DO SOLO

    ELEVAO DE SATURAO EM BASES

    NEUTRALIZAO DO ALUMNIO

    ELEVAO DOS NVEIS DE Ca e Mg

  • Tabela Soluo de base (V%) recomendados para agrupamento

    de plantas forrageiras

    Forrageira

    Saturao de base Dose mxima a aplicar

    Formao Manuteno Formao Manuteno

    V (%) t/ha

    Gram Grupo I 70 60 7 3

    Gram Grupo II 60 50 6 3

    Gram Grupo III 40 40 5 3

    Legum Grupo I 70 60 7 3

    Fonte: Werner et. al. (1997).

  • ADUBAO FOSFATADA

    ESTABELECIMENTO

    PERSISTNCIA DA PASTAGEM

    PERFILHAMENTO

    DESENVOLVIMENTO DE RAZES

    PRODUO DE FORRAGEM

  • MAIORIA DOS SOLOS = Abaixo de 4 mg/dm3

    ESPCIE Capacidade de extrao da Planta Forrageira Ex. B.

    humidicola, H. rufa

    FONTE Solveis

    Reativos: Arad, Daoui, Gafsa, Carolina do Norte

    Eficincias de 50 a 60% no 1o ano e 100% no 2o ano

    Pouco Solveis Fosfatos naturais - baixa eficincia pouco

    recomendado

    RELAO PRTICA: 10 kgP2O5 potencial de elevar 1 mg/dm3

    Geral: Implantao P > 8 mg/dm3

    Manuteno = 20 a 30 mg/dm3

  • Fontes de P MF TAMF AMF NP

    Yoorin 6018 203 22604 259 ab

    Gafsa 5391 208 23096 224 b

    SFS + SFT * 5848 190 21020 285 a

    Testemunha 5247 203 22892 225 ab

    * SFS = superfosfato simples, SFT = superfosfato triplo.

    Fonte: adaptado de Barrim (2004) e Sckrobot (2004).

    Tabela Massa de forragem (MF), taxa de acmulo de massa de

    forragem/ha/dia (TAMF), acmulo de massa de forragem/ha

    (AMF), em kg/ha de MS e nmero de perfilhos/m2 (NP) em

    capim-Mombaa adubado com fontes de fsforo, no vero

  • AMS GMD GPV CA

    kg/ha de MS Kg/animal/dia Kg/ha de PV UA

    TESTEMUNHA 38.197 0,68 781 2,2

    YOORIN 40.155 0,73 1073 3,1

    Tabela Acmulo de massa seca (AMS), ganho mdio dirio (GMD),

    ganho de peso vivo (GPV) e a carga animal (CA) em

    pastagem de capim Mombaa no perodo de 2002 a 2003.

    Fonte: Barrim (2004).

  • ADUBAO POTSSICA

    IMPORTANTE PARA A PLANTA ASPECTOS FISILOGICOS

    QUANDO SE USA NITROGNIO

    Tabela - Produo matria seca (MS) e teores de potssio do capim-Colonio

    recebendo vrios nveis de nitrognio sem e com adubao potssica

    Nitrognio MS (kg/ha)

    Teores de K (%)

    1 Corte 2 Corte 3 Corte

    Sem K Com K Sem K Com K Sem K Com K Sem K Com K

    0 2398 3485 1,15 1,50 1,32 1,32 1,32 1,18

    75 2807 4190 1,20 1,22 1,48 1,48 1,14 1,04

    150 3177 4198 1,10 1,20 1,25 1,70 0,80 0,82

    225 3634 5639 1,10 1,35 1,20 1,40 0,84 0,84

    Fonte: Monteiro et al. (1980).

  • Ano P2O5 e K2O

    (Kg/ha/ano)

    Carga animal

    (Nov./ha)

    Peso vivo

    (Kg/ha)

    1 0

    20 40

    1.01 1.20 2.45

    229 339 376

    2 0 20 40

    0.75 1.21 1.55

    170 340 449

    3 0 20 40

    0.73 1.15 1.60

    165 360 451

    4 0 20 40

    0.70 1.21 1.62

    150 365 476

    5 0 20 40

    0.66 1.23 1.75

    130 361 493

    6 0 20 40

    0.52 1.24 1.80

    100 365 520

    Fonte:VILELA et al. (1982)

    TABELA Produtividade de pastagens de capim guin + leguminosas

    em decorrncia de aplicaes anuais de P2O5 e K2O em 6 anos

    de pastejo

  • ADUBAO NITROGENADA

    PERFILHAMETO

    NMERO E EXPANSO DE FOLHAS

    VALOR NUTRITIVO

    PRODUO DE FORRAGEM

    PRODUO ANIMAL

  • Tabela 4 - Efeito do nitrognio e do intervalo de corte sobre o

    desenvolvimento da lmina foliar do azevm

    Comprimento da lmina foliar (cm) Intervalo de corte (semanas)

    Nitrognio

    (kgha)

    1 2 3 6

    O 5,6 6,2 6,5 8,2

    66 7,5 11,2 12,1 17,5

    132 8,0 15,6 16,7 24,5

    Extenso da folha (cm)

    0 3,8 3,6 4,4 4,8

    66 7,1 7,7 8,4 8,9

    132 9,1 12,3 14,3 14,3

    Morte de folha (mm-dia-perfilho)

    0 1,9 2,2 2,4 2,9

    66 1,5 2,8 3,5 4,9

    132 1,3 4,0 4,8 6,0

    Fonte: Whitehead (1995).

  • Figura 1. Taxa de acumulo de massa de forragem (TAMF) e acumulo de massa de forragem (AMF) do capim Tanznia, em funo de crescentes doses de

    nitrognio. Fonte: Rodrigues (2003).

    9000

    11000

    13000

    15000

    17000

    19000

    60 120 180 240

    kg/ha de N

    AM

    F (

    kg

    /ha d

    e M

    S)

    80

    105

    130

    155

    180

    TA

    MF

    (kg

    /ha d

    e

    MS

    dia

    )

    AMF

    TAMF

  • QUALIDADE

  • Tabela Teores de protena bruta (PB) e valores de digestibilidade in vitro da

    matria seca (DIVMS) em diferentes forrageiras e doses de

    nitrognio (N) Forrageiras Kg/ha de N PB (%) DIVMS (%) Autor (es)

    Parte area Parte area

    Coastcross 0 9,2 - Fernandes et al. (1993)

    200 10,1 -

    400 11,2 -

    600 12,4 -

    Capim-Aruana 0 10,5 64,1 Cecato et al. (1994)

    100 11,6 63,8

    200 12,5 63,2

    Milheto 0 11,1 62,4 Heringer et al. (1995)

    150 16,3 60,8

    300 18,4 55,8

    450 20,6 -

    600 22,8 56,1

    Folha Colmo Folha Colmo

    Capim-Tanznia 50 9,2 4,51 69,0 62,5 Almeida Jr (2003)

    100 9,3 5,27 67,0 63,3

    200 10,4 4,77 69,0 64,1

    400 11,0 6,15 69