17 º SEMINÁRIO BRASILEIRO .Proximidade da viscosidade operacional com a de referência. ... Vida

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  • Refferson de Souza Brando

    26.OUT.2016

    17 SEMINRIO BRASILEIRO

    AGROINDUSTRIAL

    MANUTENO INTERNA

    COMO ESTRATGIA

    PARA REDUO

    DE CUSTOS

    A USINA LUCRATIVA

  • SUMRIO

    11.1 EMPRESA

    1.2 PRODUO

    2 MANUTENO INTERNA2.1 CARACTERSTICAS

    2.2 EQUIPAMENTOS MANTIDOS INTERNAMENTE

    33.1 CUSTO DE MANUTENO NO BRASIL

    3.2 CUSTO DE MANUTENO EM USINAS

    44.1 IDENTIFICAO

    4.2 OBSERVAO

    4.3 ANLISE

    4.4 PLANO DE AO

    4.5 AO

    4.6 VERIFICAO

    4.7 PADRONIZAO

    4.8 CONCLUSO

    5 FINALIZAO5.1 RESPONSABILIDADE TCNICA

    5.2 AGRADECIMENTOS

    APRESENTAO

    BENCHMARK

    CASE

    MANUTENO INTERNA

    COMO ESTRATGIA

    PARA REDUO

    DE CUSTOS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    1 APRESENTAO1.1 EMPRESA

    COMPOSTA POR TRS UNIDADES:

    ARIRANHA

    PALESTINA

    SANTA ALBERTINA

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    PRODUOSAFRA 2016-2017

    1 APRESENTAO1.2 PRODUO

    PRODUO UNIDADE VALOR

    MOAGEM TONELADA 9,5 MM

    ACAR CRISTAL SACAS 8,2 MM

    ACAR VHP SACAS 3,2 MM

    ANIDRO LITROS 75,7 MM

    HIDRATADO LITROS 312,4 MM

    ENERGIA ELTRICA MWH 0,5 MM

  • PRO-ATIVIDADE

    ESTMULO

    AO

    2 MANUTENO

    INTERNA

    MANUTENO INTERNA

    COMO ESTRATGIA

    PARA REDUO

    DE CUSTOS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    1. ALOCA MO-DE-OBRA OPERACIONAL EM ATIVIDADES DE MANUTENO;

    2. DESCENTRALIZADA;

    3. SENSO DE REAPROVEITAMENTO DE DESCARTES;

    4. MO-DE-OBRA COM BAIXA ROTATIVIDADE;

    5. MO-DE-OBRA MULTIFUNCIONAL;

    6. SERVIO INTERNO DE CALDEIRARIA PARA FABRICAO DE PEAS;

    7. SERVIO INTERNO DE USINAGEM E REVESTIMENTO DE EIXO;

    8. SERVIO INTERNO PREDITIVO (ANLISE E BALANCEAMENTO).

    2 MANUTENO INTERNA2.1 CARACTERSTICAS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    1. CENTRFUGAS DE ACAR;

    2. CENTRFUGAS DE LCOOL;

    3. REDUTORES DE EIXO PARALELO;

    4. REDUTORES PLANETRIOS;

    5. MOTORES;

    6. BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO;

    7. BOMBAS CENTRFUGAS DE BAIXA E ALTA PRESSO;

    8. TURBINA A VAPOR;

    9. TORRES DE RESFRIAMENTO;

    10. SISTEMAS ELTRICOS EM GERAL;

    11. GERADORES;

    12. MOENDAS;

    13. OUTROS.

    2 MANUTENO INTERNA2.2 EQUIPAMENTOS MANTIDOS INTERNAMENTE

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    1. LOGSTICA INTERNA;

    2. COMPREENSO E DEFINIO DE DIVERSOS PADRES TCNICOS;

    3. ORGANIZAO DE SUPRIMENTOS E REA DE APOIO.

    2 MANUTENO INTERNA2.3 DESAFIOS

  • BENCHMARK

    3 BENCHMARK

    MANUTENO INTERNA

    COMO ESTRATGIA

    PARA REDUO

    DE CUSTOS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    2,9

    3,2

    3,4

    3,7

    3,9

    4,2

    4,4

    4,7

    4,9

    2007 2009 2011 2013 2015

    %

    ANO

    INDICADOR ABRAMAN INDICADOR COLOMBO

    MELHOR

    1. Fonte: Documento Nacional de Manuteno 2013

    2. Fonte: Usina Colombo S/A Acar e lcool

    1 2

    3 BENCHMARK3.1 CUSTO DE MANUTENO NO BRASIL

    3.1.1 CUSTO DE MANUTENO POR FATURAMENTO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    NORDESTE1. Paraba

    2. Pernambuco

    3. Alagoas

    CENTRO SUL EXPANSO 1. Gois

    2. Mato Grosso

    3. Mato Grosso do Sul

    4. Minas Gerais

    TRADICIONAL1. So Paulo

    2. Paran

    USINA COLOMBO4

    1. Unidade Ariranha

    2. Unidade Palestina

    3. Unidade Santa Albertina

    (R$/Tonelada de cana)

    3. Fonte: Pecege ESALQ/USP

    4. Fonte: Usina Colombo S/A Acar e lcool

    3 BENCHMARK3.2 CUSTO DE MANUTENO EM USINAS3

    3.2.1 REGIES COMPARADAS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    MELHOR

    3 BENCHMARK3.2 CUSTO DE MANUTENO EM USINAS

    3.2.2 CUSTO MDIO DE MANUTENO

    2,0

    3,0

    4,0

    5,0

    6,0

    7,0

    2007-08 2008-09 2009-10 2010-11 2011-12 2012-13 2013-14 2014-15 2015-16

    CU

    STO

    MA

    NU

    TEN

    A

    (

    R$

    /TO

    NEL

    AD

    A D

    E C

    AN

    A)

    ANO SAFRA

    COLOMBO NORDESTE TRADICIONAL EXPANSO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    1,491,27

    1,22

    1,62

    1,54 1,06

    1,240,98

    2,67

    38,9%30,9% 32,9%

    36,5%28,4%

    20,8%26,5% 22,8%

    49,1%

    0,0%

    20,0%

    40,0%

    60,0%

    80,0%

    100,0%

    120,0%

    140,0%

    0

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    2007-08 2008-09 2009-10 2010-11 2011-12 2012-13 2013-14 2014-15 2015-16

    ANO SAFRA

    DIFERENA (R$/Tonelada Cana) DIFERENA RELATIVA

    MELHOR

    3 BENCHMARK3.2 CUSTO DE MANUTENO EM USINAS

    3.2.3 GANHOS REFERENTES MELHOR REGIO

    GRFICO REPRESENTA A DIFERENA

    ENTRE MELHOR CUSTO MDIO DE MANUTENO A CADA ANO-SAFRA

    COM O CUSTO MDIO DA USINA COLOMBO

  • P

    C D

    A

    12

    3

    4

    56

    7

    8REDUO DE CUSTOS

    COM MANUTENO

    EM PLANETRIOS

    4 CASE

  • REDUO DE CUSTOS

    COM MANUTENO

    EM PLANETRIOS

    4 CASE

    IDENTIFICAO

    P

    C D

    A

    1

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    QUEBRA DE REDUTORES PLANETRIOS SEM QUE

    HOUVESSE INDICADORES DE FALHA, PROJETANDO

    UM AUMENTO RELEVANTE NOS CUSTOS DE

    MANUTENO.

    4 CASE4.1 IDENTIFICAO

    4.1.1 PROBLEMA

    P

    C D

    A

    1

    IDENTIFICAO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    AUMENTO DA CONFIABILIDADE;

    DESENVOLVIMENTO INTERNO DE MANUTENO DE PLANETRIOS.

    4 CASE4.1 IDENTIFICAO

    4.1.2 OBJETIVOS DO TRABALHO

    P

    C D

    A

    1

    IDENTIFICAO

    REDUO DE CUSTOS

    COM REDUTORES PLANETRIOS

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    4 CASE4.1 IDENTIFICAO

    4.1.3 GRUPO DE TRABALHO

    P

    C D

    A

    1

    IDENTIFICAO

    INTEGRANTES FUNO RESPONSABILIDADE NO GRUPO

    COORDENADOR ENGENHARIA APLICADA

    SUPERVISORSUPERVISOR DE MONTAGEM

    E AGENTE DE MELHORIAS

    TCNICO AJUSTAGEM MECNICA

    ANALISTA

    DE VIBRAOACOMPANHAMENTO DE RESULTADOS

    ANALISTA

    DE VIBRAOACOMPANHAMENTO DE RESULTADOS

  • REDUO DE CUSTOS

    COM MANUTENO

    EM PLANETRIOS

    4 CASE

    OBSERVAO

    P

    C D

    A

    2

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    P

    C D

    A

    2

    OBSERVAO

    4 CASE4.2 OBSERVAO

    4.2.1 CARACTERSTICAS DE FALHA

    REA DE

    CARREGAMENTO

    REA

    DESCARREGADA

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    P

    C D

    A

    2

    OBSERVAO

    * Desenho fora de escala

    Fp,a

    Fp,s

    REGIO

    AFETADA

    Fp,a

    - Fora no Planeta devido ao Anel (Engrenagem Anel)

    Fp,s

    - Fora no Planeta devido ao Sol (Engrenagem Sol)

    4 CASE4.2 OBSERVAO

    4.2.2 AO DO CARREGAMENTO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    4.2.3 SISTEMA DE LUBRIFICAO SITUAO INICIAL

    4 CASE4.2 OBSERVAO

    TROCADOR

    DE CALOR

    FILTRO

    DE CESTO

    PLACA DE

    ORIFCIO

    BOMBA DE

    ENGRENAGEM

    FL

    UX

    OS

    TA

    TO

    RE

    CIR

    CU

    LA

    O

    PLANETRIO

    PT

    100

    3 EST.

    2 EST.

    1 EST.

    SM

    P

    C D

    A

    2

    OBSERVAO

    SM SUPORTE DE MANCAL

    EST ESTGIO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    4 CASE4.2 OBSERVAO

    4.2.3 DESCRIO DETALHADA DO FENMENO

    P

    C D

    A

    2

    OBSERVAO

  • ANLISE

    REDUO DE CUSTOS

    COM MANUTENO

    EM PLANETRIOS

    4 CASE

    P

    C D

    A 3

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    4 CASE4.3 ANLISE

    4.3.1 HIPTESES PROVVEIS

    1. ROLAMENTO SUBDIMENSIONADO;

    2. ROLAMENTO DE M QUALIDADE;

    3. EQUIPAMENTO SUBDIMENSIONADO;

    4. LUBRIFICAO DEFICIENTE;

    5. BAIXA DUREZA DOS ROLAMENTOS;

    6. BAIXA DUREZA DOS ENGRENAMENTOS;

    7. FILTRAGEM INADEQUADA;

    8. ERRO OPERACIONAL;

    9. BUCHA DE BAGAO

    10. FALHA NA PROTEO;

    11. AJUSTAGEM INADEQUADA DA MOENDA;

    12. INTERFERNCIA EXCESSIVA DOS ROLAMENTOS;

    13. PARMETROS DE TEMPERATURA INCORRETOS.

    P

    C D

    A 3

    ANLISE

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    P

    C D

    A 3

    ANLISE

    4 CASE4.3 ANLISE

    4.3.2 DIAGRAMA DE HISHIKAWA

    Aplicao do Hishikawa para garantir uma anlise sistmica do processo

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    000

    020

    040

    060

    080

    100

    120

    140

    1 2 3 4 5 6 7

    VID

    A (

    10

    00 X

    HO

    RA

    S)

    ROTAO DA MOENDA (RPM)

    80% CARGA 60% CARGA 40% CARGA 20% CARGA 100% CARGA

    P

    C D

    A 3

    ANLISE20%

    40%

    60%80%

    4 CASE4.3 ANLISE

    4.3.3 INFLUNCIA DA CARGA NA VIDA DO ROLAMENTO

    100%

    BAIXA

    EXPECTATIVA

    DE VIDA

    * ROLAMENTOS DOS PLANETAS DO 3 ESTGIO

  • Autor: Refferson de Souza Brando - Engenheiro Mecnico

    P

    C D

    A 3

    ANLISE

    RefernciadeeViscosidad

    lOperacionaeViscosidad

    INDICATIVOCapacidade de formao